Nascido na vergonha

Nora Roberts




Prlogo
Amanda teve sonhos terrveis. Colin estava ali, seu doce e bem amado rosto esmagado pela dor. Mandy, disse. Nunca voltou a chamar outra coisa que seu Mandy. Seu
Mandy, meu Mandy, Mandy carinho. Mas no havia nenhum sorriso em sua voz, no riem em seus olhos.
Mandy, no podemos det-lo. Eu gostaria que pudssemos. Mandy, meu Mandy, voc estranho tanto. Mas nunca pensei que teria que chegaria to logo depois de mim. Nossa
menina pequena,  to difcil para ela. E ter mais difcil. Tem que lhe dizer, sabe?
Ele sorriu, mas era triste, to triste, e seu corpo, seu rosto, que parecia to slido, to perto que se alcanou no sonho de toc-lo, comeou a desvanecer-se e
brilho de distncia.
Tem que lhe dizer, repetiu. Sempre soubemos que o faria. Ela precisa saber de onde vem. Quem  ela. Mas lhe diga, Mandy, digo-lhe para no esquecer jamais que a
amava. Eu amava a minha menina
OH, no v, Colin. Ela gemeu em sonhos, suspirando por ele. Fica comigo. Quero-te, Colin. Meu doce Colin. Amo-te por tudo o que so.
Mas no pde trazer o de volta. E no podia deixar o sonho.
OH, que bonito ver a Irlanda de novo, pensou,  deriva como a nvoa sobre as colinas verdes que recordava de faz tanto tempo. Ver o brilho do rio, como uma cinta
toda a prata e brilhantes em torno de um presente sem preo.
E no era Tommy, carinho Tommy, esperando-a. Quanto a lhe sorrir, para lhe dar a bem-vinda.
por que houve tanto dor aqui, quando estava de volta e se sentia to jovem, to vibrante, to apaixonada? 
Pensei que nunca te volte a ver. Sua voz estava sem flego, com um sorriso nos borde da mesma. Tommy, retornei a ti. 
Parecia olh-la. No importa o que o tentava, ela poderia conseguir a no menos de uma envergadura de brao de distncia dele. Mas ela podia ouvir sua voz, to clara 
e doce como sempre. 
Quero-te, Amanda. Sempre. Nunca aconteceu um dia que no pensei em ti, e recordou o que encontramos aqui. 
voltou-se em seu sonho de contemplar o rio, onde os bancos eram de cor verde e suave e a gua tranqila. 
Voc o nomeia para o rio, pela lembrana dos dias que tnhamos. Ela  to formosa, Tommy. To brilhante, to forte. Voc se orgulha. 
Sinto-me orgulhoso. E como eu gostaria ... Mas no pde ser. Sabamos. Voc sabia. Suspirou, deu a volta. Fez bem para ela, Amanda. Nunca o esquea. Mas vai ela 
agora. A dor disso, e o que voc celebrou dentro de todos estes anos, faz to difcil. Voc deve lhe dizer a ela, lhe dar seu direito de nascimento. E lhe fez saber, 
de algum jeito lhe fazer saber que a amava. E a teria mostrado se pudesse. 
No posso faz-lo sozinho, pensou, lutando do sonho, como sua imagem se desvaneceu. OH, Meu deus, no me faa faz-lo sozinho. 
"Mame". Com cuidado, embora as mos lhe tremiam, Shannon lhe acariciou o rosto de sua me suarento. "Mame, acordada.  um sonho. Um mau sonho. "Ela compreendia 
o que ia ser torturado pelos sonhos, e sabia como despertar o medo como despertava todas as manhs agora medo de que sua me se foi. No havia desespero em sua voz. 
Agora no, rezou. No ainda. "Ter que despertar". 
"Shannon. foram-se. Os dois so deles desaparecido. Tirado de mim." 
"SSH. No chore. Por favor, no chore. Abre os olhos agora, e me olham." 
tampas da Amanda abriu os. Seus olhos nadavam pela dor. "Sinto muito. Sinto-o muito. Fiz o que pensei que s adequado para voc." 
"Sei.  obvio que sim." perguntou-se se o delrio frentico significa que o cncer se dissemine ao crebro. No era suficiente que havia ossos de sua me? Amaldioou 
a enfermidade ambicioso, e amaldioado a Deus, mas sua voz era suave ao falar. "Tudo est bem agora. Estou aqui. Eu estou contigo." 
Com um esforo Amanda respirou fundo para acalmar-se. Vises nadavam na monte-colin, Tommy, sua filha querida. Como os olhos angustiados do Shannon foram tcnicos 
que tinham sido destroadas quando ela primeiro voltar para o Colombo. 
"Tudo est bem agora." Amanda teria feito nada para apagar esse medo nos olhos de sua filha. " obvio que estamos aqui. Estou to contente de que esteja aqui." E 
o sinto, carinho, sinto-o tenho que sair de casa. -J te assustei. Sinto te haver assustado. " 
Era certo: o medo foi um sabor metlico na parte posterior da garganta, mas Shannon negou com a cabea para neg-lo. Estava acostumada a quase medo agora, mas sim 
tinha montado em suas costas desde que se recolheu o telefone em seu escritrio em Nova Iorque e h dito que sua me se estava morrendo. "Di-te?" 
-No, no, no se preocupe. " Amanda voltou a suspirar. Embora no foi a dor, a dor horrvel, sentia-se mais forte. Necessrio para, com o que estava a ponto de 
enfrentar. Nas ltimas semanas a curto Shannon havia tornado com ela, que tinha guardado o segredo enterrado, como o tinha feito toda a vida de sua filha. Mas ela 
teria que abrir. No havia muito tempo. "Poderia-me dar um pouco de gua, carinho?" 
- obvio. " Shannon tomou a jarra isolada perto da cama, enche um copo de plstico, continuando, ofereceu a palha a sua me. 
Com cuidado, ajustou-se a parte posterior da cama do hospital de estilo para fazer mais cmoda Amanda. A sala de estar na formosa casa no Columbus tinha sido modificado 
para o cuidado de asilo. Tinha sido desejo da Amanda, e a do Shannon, que ela volte para casa para o final. Houve msica que soa no estreo, em voz baixa. O livro 
Shannon tinha introduzido na habitao com ela para ler em voz alta tinha morrido, quando ela tinha deixado cair no pnico. inclinou-se para recolh-lo, lutando 
por agentar. 
Quando estava sozinha, ela mesma disse que no havia melhora, que podia ver todos os dias. Mas ela s tinha que olhar a sua me, ver a pele cinza, as linhas de dor, 
a perda gradual, para nos conhecer melhor. 
No havia nada que fazer agora, mas que sua me cmodo, a depender, com amargura, da morfina para aliviar a dor que nunca foi vencido por completo. 
Necessitava um minuto, Shannon se deu conta de que o pnico comeou a borbulhar na garganta. S um minuto a ss para tirar sua coragem cansadas juntos. "Eu vou pr 
um pano frio agradvel para sua cara." 
"Obrigado". E isso, Amanda pensamento como Shannon a toda pressa, daria-lhe o tempo suficiente, se Deus quiser, para escolher as palavras adequadas. 
Captulo um 
Amanda se tinha estado preparando para este momento durante anos, sabendo que ia chegar, desejando que no o faria. Qual foi justo e o direito de um dos homens que 
ela amava era uma injustia para os outros, o que seja como ela quisesse. 
Mas foi nenhum deles se podia preocupao por agora. Tampouco podia meditar sobre sua prpria vergonha. 
S terei que pensar no Shannon. Shannon para fazer mal. 
Sua filha formosa e brilhante que nunca tinham sido mais que uma alegria para ela. Um orgulho para ela. A dor ondulada atravs dela como um rio envenenado, mas ela 
apertou os dentes. No haveria dano agora, por isso ocorreria logo, pelo que tinha passado todos esses anos 
faz na Irlanda. Com todo seu corao desejava poder encontrar alguma forma de chateio. 
Ela olhou a sua filha voltam, aos vivos, graciosos movimentos, a energia nervosa por debaixo. move-se como seu pai, Amanda pensamento. No Colin. Querida, doce Colin 
havia pesadamente, torpe como um perrito com muita vegetao. 
Mas Tommy se havia luz em seus ps. 
Shannon tinha olhos do Tommy, tambm. O musgo vivo verde, claro como um lago no sol. O cabelo castanho forte que nos levou at o queixo silkily foi outro legado 
da Irlanda. Ainda assim, Amanda gostava de pensar que a forma da cara de sua filha, a pele cremosa e suave da boca completa tinha sido seu prprio talento. 
Mas foi Colin, bendito seja, que tinha dado sua determinao, a ambio e um sentido estvel de si mesmo. 
Ela sorriu enquanto Shannon lavou a cara suarenta. "No te hei dito bastante o orgulhosa que me faz, Shannon". 
" obvio que voc tem." 
-No, permitem-lhe ver me decepcionou que no escolheu a pintar. Isso era egosta por minha parte. Eu sei melhor que a maioria desse caminho de uma mulher deve ser 
a sua. " 
"Nunca se tratou de dissuadir o de ir a Nova Iorque ou em movimento na arte comercial. E o fao pintura ainda", adicionou com um sorriso os reforos. "terminei que 
quase uma vida ainda acredito que gostar." por que no havia lhe trazido o tecido com ela? Maldita seja, por que no lhe tinha ocorrido a recolher algumas pinturas, 
inclusive um caderno de desenho para que pudesse haver-se sentado com sua me e lhe tinha dado o prazer de ver? 
"Essa  uma de minhas favoritas ali." Amanda fez um gesto com o retrato na parede da sala. "a de seu pai, dormindo no carro no jardim." 
"Orientar a si mesmo para cortar a grama", disse Shannon com um sorriso. Ajuste do tecido a um lado, que ocupa o assento junto  cama. "E cada vez que diz por que 
no contratar a um menino de grama, que havia afirmao de que contava com o exerccio e sair a dormir." 
"Nunca no me faa rir. Sinto falta disso." passou-se uma mo pela boneca do Shannon. "Sei que o sinto falta de, tambm." 
"Sigo pensando que vai vir arrebenta na porta principal." Mandy, Shannon, "dizia," ter em seus melhor vestidos, que acabo de fazer meu cliente dez mil no mercado, 
e ns estamos passando sair para jantar. " " 
"Fez o amor para fazer dinheiro", refletiu Amanda. "Foi um jogo para ele. Nunca dlares e centavos que nunca, a cobia ou o egosmo ali. S o gosto de faz-lo. Ao 
igual  diverso que havia em movimento de um lugar a cada dois anos. 'vamos sacudir esta cidade, Mandy. O que O que te parece se tenta Avermelhado? Ou Memphis? 
" 
Ela negou com a cabea em uma gargalhada. OH, era bom para rir, para fingir um pouco enquanto estavam falando sozinho como sempre. "Finalmente, quando nos mudamos 
aqui, eu lhe disse que tinha jogado o tempo suficiente cigana. Isto estava em casa. instala-se como se tivesse sido s esperava o momento e lugar ". 
"Amava esta casa-murmur Shannon. "O mesmo no me importava o fato a seu redor. Ele sempre uma aventura. Mas lembrana, ao redor de uma semana depois de que se estabeleceram, 
sentado em meu quarto e pensando que eu queria ficar nesta ocasio." Ela sorriu mais a sua me. "Acredito que todos sentimos da mesma maneira." 
"Teria que moveu montanhas para voc, lutou tigres". A voz da Amanda lhe tremeu antes de que ela se tranqilizou. "Sabe voc, Shannon, realmente sabem o muito que 
te amava?" 
"Sim". Levantou a mo de sua me, apertou-a contra sua bochecha. "Eu sei." 
"Recorde que. Sempre o recordo. Hei coisas que te contar, Shannon, que podem te fazer danifico, fazem-lhe zangado e confundido. Sinto-o por ele. "Ela tomou flego. 
No teria sido mais no sonho que o amor e a dor. houve urgncia. Amanda sabia que no haveria nem sequer os mesquinhos trs semanas o mdico lhe tinha prometido. 
"Mame, o entendo. Mas ainda h esperana. Sempre h esperana." 
"No tem nada que ver com isto", disse, elevando uma mo para abranger a habitao do doente temporal. " de antes, carinho, muito antes. Quando fui com um amigo 
a visitar a Irlanda e ficou no Condado do Clare." 
"No sabia que tinha estado na Irlanda." Deram Shannon como estranho pensar nisso. "Tudas as viagens tm feito, sempre me perguntei por que nunca fomos ali, com 
que voc e papai tanto a existncia de razes irlandesas. E eu sempre hei sentido este sentido, este tipo estranho da trao. " 
"E voc?" Amanda disse em voz baixa. 
" difcil de explicar", murmurou Shannon. Sentindo-se tolo, porque ela no era uma mulher a falar dos sonhos, sorriu. "Sempre me hei dito, se alguma vez se tomou 
o tempo para umas largas frias, a  onde eu ia. Mas com a promoo e conta nova" Ela se encolheu de ombros frente  idia de uma indulgncia. "De todos os modos, 
lembrana, quando me trouxeram de ir a Irlanda, que te move a cabea e dizer que havia muitos outros lugares para ver." 
"No podia suportar voltar e entendido seu pai." Amanda apertou os lbios, estudando o rosto de sua filha. "Ficar aqui a meu lado e escutar? E OH, por favor, por 
favor, trate de entender?" 
Houve um estremecimento novo e afresco de medo arrastando-se at a coluna vertebral do Shannon. O que poderia ser pior que a morte? , perguntou-se. E por que estava 
to assustado que ouve? 
Mas ela se sentou, mantendo a mo de sua me entre as suas. "Voc est molesto,-comeou-. "Voc sabe quo importante  para que voc mantenha a calma." 
"E o uso de imagens produtivas", disse Amanda com um pingo de sorriso. 
"Pode funcionar. Memore sobre a matria. Grande parte do que estive lendo" 
"Sei." Inclusive o farrapo de um sorriso se desvaneceu. "Quando eu era uns anos maior que voc, viajei com um bom seu amigo nomeie-fue Kathleen Reilly-a Irlanda. 
Foi uma grande aventura para ns. Estvamos mulheres adultas, mas ambos havamos provm de famlias estritas. Assim estrito, seguro assim, que eu era mais de trinta 
antes de que tivesse a coragem de fazer algo assim. " 
Voltou a cabea para que pudesse ver a cara do Shannon enquanto falava. -No o entendo. Voc sempre foste seguro de si mesmo, e valente. Mas quando eu tinha sua 
idade, eu nem sequer tinha comeado a lutar a minha maneira por covardia. " 
"Nunca fui um covarde." 
"OH, mas eu era", disse Amanda em voz baixa. "Eu estava. Meus pais eram cortina de encaixe irlands, justos como trs batatas. Sua maior decepo, mais por razes 
de prestgio que a religio-foi que nenhum de seus filhos tinha a vocao." 
"Mas voc era um filho nico," Shannon interrompido. "Uma das verdades que se rompeu. Disse-te que no tinha famlia, permitem-lhe acreditar que no havia ningum. 
Mas eu tinha dois irmos e uma irm, e nenhuma palavra que houve entre ns desde antes de nascer." 
"Mas por que-" Shannon se conteve. "Sinto muito. Adiante." 
-Sempre foi um bom ouvinte. Seu pai te ensinou isso ". Deteve-se um instante, o pensamento do Colin, rogando que o que ela ia fazer era correto para todos eles. 
"No fomos uma famlia unida, Shannon. A. .. No havia uma rigidez em nossa casa, uma rigidez das normas e costumes. pesar-se das objees feroz que fui casa para 
viajar a Irlanda com o Kate. Mas fomos, to emocionados como colegialas em uma comida campestre. Para o Dubln em primeiro lugar. Logo, o, como resultado de nossos 
mapas e nossos narizes. Senti-me livre pela primeira vez em minha vida. " 
Era to fcil trazer tudo de volta, Amanda se deu conta. Inclusive depois de tantos anos que tinha suprimido essas lembranas, que podia nadar para trs agora, o 
mais clara e pura como a gua. rir risitas do Kate, a tosse do carro pequeno que tinha alugado, os giros equivocados e quo corretos tinham feito. 
E seu primeiro olhar assombrado da varrida das colinas, a lana dos escarpados do oeste. O sentido de voltar para casa que nunca tinha esperado, e nunca havia sentido 
de novo. 
"Queramos ver tudo o que podia ver, e quando tinha chegado ao oeste, encontramos um encantador hotel que dava ao rio Shannon. Instalamo-nos ali, decidimos que poderia 
fazer uma espcie de base enquanto nos dirigimos aqui e l, em excurses de um dia. Os escarpados do Mohr, Galway, a praia do Ballybunnion, e todos os lugares fascinantes 
pouco a encontrar fora das estradas onde menos o esperam ". 
Ela olhou a sua filha a seguir, e seus olhos eram agudos e brilhantes. "OH, eu gostaria que ir ali, ver, sentir por ti mesmo a magia do lugar, o mar arrojando como 
um trovo sobre os escarpados, o verde dos campos, a forma em que o ar se sente quando est chovendo to suave e doce- ou quando o vento sopra forte do Atlntico. 
E a luz,  como uma prola, roaram com o ouro. " 
Aqui era o amor, Shannon pensamento, perplexidade, e um desejo que nunca tinha suspeitado. "Mas nunca retornou." 
"No" Amanda suspirou. "Eu nunca retornou. Alguma vez pergunto, querido, como  que uma pessoa pode planejar as coisas com tanto cuidado, todos menos ver como ser 
o dia seguinte e a seguinte, continuando, alguns algo pequeno acontece, alguns um pouco aparentemente insignificante, e as mudanas de patres. Nunca  exatamente 
o mesmo outra vez. " 
No se trata tanto como uma declarao. Assim Shannon simplesmente esperou, perguntando-se o que tinha trocado algo pequeno patro de sua me. 
A dor estava tratando de reaparecer lentamente, e com astcia. Amanda fechou os olhos um momento, concentrando-se em venc-la. Ela o mantenha apagado, prometeu-se, 
at que terminou o que tinha comeado. 
"Uma manh-era vero tarde e a chuva ia e vinha, inquieto-kate se sentia mau. Ela decidiu ficar em, o descanso em cama durante o dia, ler um pouco e mimar a si mesmo. 
Estava inquieto, um sentimento em mim que h lugares aos que tinha que ir. Assim agarrei o carro e me dirigi. Sem planej-lo, levou-me ao Loop Head. Eu podia ouvir 
as ondas como sa do carro e caminhou para os escarpados. O vento soprava, cantarolando atravs da erva. Podia cheirar o oceano, e a chuva. Havia um poder neste 
pas, tamborilando no ar, mesmo que a ressaca a bateria nas rochas. 
"Vi um homem,-continuou-, pouco a pouco agora," de p na terra caiu por volta do mar. Ele estava olhando por cima da gua, sob a chuva-oeste para os Estados Unidos. 
No havia ningum mais que ele, curvado na jaqueta molhada, uma boina gotejando sobre os olhos. voltou-se, como se tivesse sido s esperando a que eu, e ele sorriu. 
" 
De repente Shannon queria ficar de p, a lhe contar a sua me que era hora de parar, descansar, fazer outra coisa que continuar. Suas mos haviam se apertou os punhos 
sem que ela fora consciente. Houve uma maior, mais estrito um escrito apresentado no estmago. 
"No era jovem", disse Amanda em voz baixa. "Mas ele era muito bonito. Havia algo to triste, to perdido em seus olhos. Ele sorriu e me disse bom dia, e o que um 
bom dia foi como a chuva golpeava na cabea e o vento golpeou a cara. Eu me ri, por de algum jeito foi um bom dia. E embora me tinha acostumado  msica do acento 
do oeste da Irlanda, sua voz era to encantador, sabia que podia seguir escutando durante horas. Assim que ficou ali e falou, sobre minhas viagens, sobre os Estados 
Unidos. Ele era um agricultor, disse. Uma m, e que lamentava que, como a que teve duas filhas beb prever. Mas no havia tristeza em seu rosto quando falava deles. 
acendeu-se. Seu Maggie Mae e Brie, ele os chamava. E sobre sua esposa, disse o pequeno. 
"Saiu o sol", disse Amanda com um suspiro. "saiu-se lenta e formosa como estvamos ali, uma espcie de deslizamento atravs das nuvens em arroios pouco de ouro. 
Caminhamos pelos caminhos estreitos, de falar, como se nos tivssemos conhecido de toda nossa vida. E me apaixonei com ele na alta, trovejando escarpados. Deveria 
me haver assustado. " Jogou um olhar ao Shannon, que provisoriamente se estendeu uma mo. "Fez-o a vergonha de mim, porque era um homem casado e com filhos. Mas 
eu pensava que era s eu o que o sentia, e quanto pode ter pecado na alma de uma solteirona deslumbrado por um homem bonito em uma manh?" 
Foi com o alvio que sentia os dedos de sua filha cordas com a sua. "Mas no era s eu o que havia sentido. Vimo-nos outra vez, OH, bastante inocente. Em um bar, 
de volta nos escarpados, e uma vez que tomou tanto a mim como a uma Kate fora pouco justo do Ennis. No podia permanecer inocente. No eram meninos, qualquer de 
ns, e o que sentamos o um ao outro era to grande, to importante, e deve me acreditar, to  direita. Kate sabia-nadie que nos olhou poderia ter visto e me falava 
como um amigo o faria. Mas eu o amei, e nunca tinha sido to feliz como quando estava comigo. Nenhuma s vez fazer promessas. Os sonhos que tnhamos, mas no houve 
promessas entre ns. dirigia-se a sua esposa que no tinha amor por ele, e para os meninos que adorava. " 
umedeceu-se os lbios secos, tomou outro sorvo da palha sem palavras quando Shannon ofereceu o copo. Amanda se deteve de novo, j que seria mais difcil agora. 
"Eu sabia o que estava fazendo, Shannon, de fato era mais minha que sua quando nos convertemos em amantes. Foi o primeiro homem que me toque, e quando o fez, por 
fim, fez-o com tanta doura, tanto cuidado, como amor, que choraram juntos depois. Porque ns sabamos que tinha encontrado um ao outro muito tarde, e que era intil. 
"Ainda assim, fizemos planos tolo. Encontraria uma maneira de deixar a sua esposa para sempre e levar a suas filhas a mim na Amrica, onde seramos uma famlia. 
O homem queria desesperadamente a famlia, como o fiz. Falvamos juntos em sala de vistas que o rio e fingir que era para sempre. Tivemos trs semanas, e cada dia 
era mais maravilhoso que o anterior, e mais dolorosa. tive que deix-lo, e na Irlanda. Disse-me que se situariam no Loop Head, quando nos conhecemos, e olhar por 
volta de fora sobre o mar a Nova Iorque, para mim. 
"Seu nome era Thomas Concannon, um agricultor que queria ser um poeta." 
"Sabia voc ..." a voz do Shannon estava oxidado e instvel. "Alguma vez o voltaria a ver?" 
-No, escreveu-lhe durante um tempo, e ele respondeu ". Ao pressionar os lbios, Amanda olhou aos olhos de sua filha. "Pouco depois de minha volta a Nova Iorque, 
inteirei-me de que levava a seu filho." 
Shannon negou com a cabea rapidamente, a negao instintiva, o medo enorme. "Est grvida?" Seu corao comeou a pulsar mais angustiados e freqentes. Ela negou 
com a cabea de novo e tratou de tirar sua mo. Para ela sabia, sem dizer uma palavra se diz, sabia. E se negou ou seja. -No- 
"Estava muito emocionado." agarre Amanda se esticou, embora lhe custou. "Do primeiro momento eu estava seguro, eu estava muito emocionado. Eu nunca pensei que teria 
um filho, que ia encontrar a algum que me amou o suficiente para me dar esse presente. OH, eu queria a esse menino, eu adorei, graas a Deus Por que tristeza e 
a dor que havia vinho de saber que eu nunca seria capaz de compartilhar com o Tommy a beleza que tinha vindo de nosso amoroso entre si. Sua carta a mim depois de 
que o tinha escrito dele estava frentico. Tivesse-lhe sado de sua casa e vem mim. Tinha medo por mim, e o que me estava enfrentando sozinho. Eu sabia que ele 
tivesse vindo, e me tentou. Mas estava equivocado, Shannon, como am-lo nunca se equivocava. Assim que lhe escreveu uma ltima vez, menti-lhe pela primeira vez, 
e lhe disse que no tinha medo, nem sozinho, e que se ia. " 
"Est cansado". Shannon estava desesperado por deter as palavras. Seu mundo se inclinava, e ela teve que lutar  direita de novo. "Voc falou muito tempo.  a hora 
da medicina". 
"Ele lhes amei", disse Amanda com ferocidade. "Se tivesse tido a oportunidade. Em meu corao sei que te amei sem pelo que te vi." 
"Stop". Ela se levantou ento, afastando, empurrando para trs. Houve um aumento da enfermidade dentro dela, e sua pele se sentia to frio e magro. "No quero escutar 
isto. No preciso escutar isto." 
"Vocs o tm. Sinto-o pela dor que lhe causa, mas o que precisa saber tudo. Deixou-me", foi rapidamente. "Minha famlia se surpreendeu, furioso quando os pinjente 
que estava grvida. Queriam que v, damo-lhe, em silncio, discretamente, de maneira que no seria nenhum escndalo e a vergonha. Teria morrido antes de dar-se por 
vencido. Voc era minha, e voc estava do Tommy. Houve palavras horrveis nessa casa, ameaas, ultimatos. Eles me repudiou, e meu pai, ao ser um homem inteligente 
dos negcios, bloquearam minha conta bancria para que eu no tinha nenhum direito sobre o dinheiro que tinha sido deixado por minha av. O dinheiro nunca foi um 
jogo para ele, j v. Foi o poder. 
"Fui dessa casa nunca um lamento, com o dinheiro que tinha em minha carteira, e uma s mala." 
Shannon sentia como se estivesse sob a gua, lutando por respirar. Mas a imagem chegou claramente atravs dela, de sua me, jovem, grvida, quase sem dinheiro, com 
uma mala sozinha. "No havia ningum que te ajude?" 
"Kate teria feito, e eu sabia que ia sofrer por isso. Esta tinha sido minha culpa. Que vergonha que havia, era meu. Que alegria que havia, era a minha. Tomou um 
trem norte, e consegui um trabalho como garom em um centro turstico nas montanhas Catskill. E ali me encontrei com o Colin Bodine. " 
Amanda esperou enquanto Shannon deu a volta e caminhou para o fogo moribundo. A habitao estava em silncio, com apenas o assobio das brasas e o forte vento nas 
janelas para poder mover-se. Mas debaixo da tranqila, ela podia sentir a tormenta, o torvelinho interior de um menino que amava mais que sua prpria vida. J que 
ela sofreu, sabendo de que era provvel que a tormenta queda sobre ambos. 
"Ele estava de frias com seus pais. Paguei-lhe pequena mente. Era um mais dos ricos e privilegiados que estava servindo. Havia uma brincadeira para mim e outra 
vez, e me sorriu como se esperava. Minha mente estava em meu trabalho e meu salrio, e no menino que cresce dentro de mim. Ento, uma tarde houve uma tormenta, um 
animal de um. Uma grande parte dos convidados optaram por ficar em casa, em suas habitaes e trouxeram seu almoo com eles. Eu levava uma bandeja, indo a uma das 
cabanas, por que haveria problemas se a comida se esfriava e o hspede se queixou disso. E Colin tubulares cnicas em torno de um rinco, como um co molhado, e 
se aplana mim. Que torpe que era, benza-lhe. " 
Queimaram as lgrimas detrs dos olhos do Shannon enquanto olhava para baixo nas brasas. "Disse que era a forma em que te conheci, ao nocautear voc abaixo". 
"E assim o fez. E sempre te disse o que sentia verdades que pudemos. Ele me enviou extenso no barro, com a bandeja da disperso dos mantimentos e em runas. Comeou 
a pedir desculpas, tratando de ajud-la a levantar-se. Tudo o que podia ver era que a comida, em mal estado. E minha dor de costas de levar essas bandejas pesadas, 
e minhas pernas to cansado da explorao do resto de mim para acima. Pu-me a chorar. Apenas se sentou no barro e chorava e chorava e chorava. Eu no podia parar. 
Inclusive quando ele me levantou e me levou a sua habitao, no pude parar. 
"Ele era to doce, sentou-me em uma cadeira, a pesar do barro, cobriu-me com uma manta e se sentou ali, acariciando minha mo at que as lgrimas se esgotaram. Eu 
estava to envergonhado de mim mesmo, e foi to amvel. Ele no ' No me deixou sair at que me tinha prometido ir jantar com ele. " 
Deveria ter sido romntica e doce, enquanto que Shannon pensamento comeou seu flego ao gancho. Mas no foi assim. Foi horrvel. "No sabia que estava grvida." 
Amanda se estremeceu tanto da acusao nas palavras como o fez de uma punhalada de dor fresca. -No, no ento. Eu tinha logo que mostrar e cuidado de ocultar ou 
me tivesse ficado sem trabalho. Eram outros tempos, e uma garonete solteira grvida no tivesse durado no ptio de um homem rico. " 
"Deixou-o cair em amor com voc". a voz do Shannon estava frio, frio como o gelo que parecia penteado por cima de sua pele. "Quando est grvida de outro homem." 
E o menino era eu, pensou, miservel. 
"Eu tinha crescido a uma mulher", disse Amanda com cuidado, procurando o rosto de sua filha e chorando ao interior do que leu ali. "E ningum havia realmente me 
amava. Com o Tommy foi rpido, to deslumbrante como um relmpago. Estava cegado por ela ainda quando conheci o Colin. Ainda sofre por ela, ainda envolto nela. Tudo 
o que eu sentia pelo Tommy se voltou para o menino que tnhamos feito juntos. Poderia-te dizer pensei Colin era s ser amvel. E na verdade, ao princpio o fiz. 
Mas vi, muito em breve, que no havia mais ". 
"E voc o deixou." 
"Talvez poderia hav-lo detido", disse Amanda com um suspiro comprido, comprido. -No sei. Todos os dias da semana seguinte houve flores em minha habitao, e a 
bonita, as coisas inteis que gostava de dar. Encontrou a maneira de estar comigo. Se eu tivesse um descanso de dez minutos, ter que seria. Mesmo assim tomou dias 
antes de que entendesse que estava sendo cortejada. Eu estava aterrorizada. Ali estava esse homem encantador que estava sendo nada mais que natureza, e ele no sabia 
que tinha filhos de outro homem em mim. Disse-lhe, todo isso, o certo terminaria ali, e o sinto por que devido a que ele foi o primeiro amigo que tinha tido desde 
que tinha deixado ao Kate em Nova Iorque. Escutou, dessa forma que tinha, sem interrupo, sem perguntas, sem condenaes. Quando terminei, e chorar de novo, tomou 
a mo. "Ser melhor que se casasse comigo, Mandy", disse. "Eu me encarrego de voc e o beb '". 
As lgrimas tinham escapado, correndo pelas bochechas do Shannon quando se voltou atrs. Eles corriam pelas bochechas de sua me tambm, mas ela no se deixa influenciar 
por eles. Seu mundo j no estava inclinada, mas sim se tinha estrelado. "To simples como isso? Como poderia ter sido to simples?" 
"Ele me amava. Foi humilhante quando me dava conta que realmente eu adorei. Eu lhe negou,  obvio. O que outra coisa podia fazer? Pensei que se estava bobamente 
galante, ou simplesmente parvos de tudo. Mas insistiu-. Inclusive quando cheguei zangado e lhe disse que me deixe em paz, insistiu. " Um sorriso comeou a curva 
de seus lbios como ela o recordava. "Era como se eu fora a rocha e a onda que com pacincia, sem cessar at que varre toda a resistncia se desgasta. Ele me trouxe 
coisas do beb. Pode uma imagem de homem corteja a uma mulher por levar seus presentes a seu filho por nascer? Um dia veio a minha habitao, disse-me que amos 
obter a licena agora e para conseguir minha bolsa. Fiz-o. Eu s o fez. E me encontrei casado dois dias depois. " 
Ela olhou por cima de forma pronunciada, antecipando a questo antes de que lhe perguntou. "No vou mentir te e te dizer que me queria isso ento. Dava-me igual. 
Era impossvel no para cuidar de um homem como ele. E o agradeci. Seus pais estavam molestos, como  natural, mas que segundo ele trazer para seu redor. Ser Colin, 
acredito que teria feito, mas que foram assassinados em sua casa em carro. Assim foi apenas o dois de ns, e voc. Prometi-me que seria uma boa esposa para ele, 
convertem-no em um lar , aceita-o na cama. Prometeu-me no pensar no Tommy outra vez, mas isso era impossvel. Demorei anos em compreender que no tinha pecado, 
no h vergonha na lembrana da primeiro homem que tinha amado, no h deslealdade a meu marido. " 
"No  meu pai", disse Shannon atravs dos lbios de gelo. "Ele era seu marido, mas ele no era meu pai." 
"OH, mas o era." Pela primeira vez houve um toque de humor na voz da Amanda. "Nunca dizer o contrrio." 
Amargura fio sua voz. "Voc acaba de me dizer diferentes, no?" 
"Ele te amou quando estava em meu ventre, ocupa tanto de ns como seus, sem vacilao nem falso orgulho." Amanda fala to rpido como a dor permita. "Digo-te que 
me envergonhava, suspirando por um homem que nunca poderia ter, enquanto que um to fino como se fez cada vez estava a meu lado. O dia em que nasceu, e o vi que 
lhe sustenta nas mos grandes torpe, que expresso de assombro e orgulho em seu rosto, o amor em seus olhos enquanto lhe embalou contra ele com tanta suavidade como 
se fora de cristal, apaixonei-me por ele. Eu o amava tanto como a qualquer mulher amado alguma vez algum desde aquele dia at a presente. E ele era seu pai, como 
Tommy queria ser e no pde. Se qualquer de ns havia um lamento, era que no podamos ter mais filhos para difundir a alegria que compartilhamos em ti. " 
"Voc acaba de me fazer acreditar isto?" Aferrar-se  ira era menos dolorosa de aferrar-se  dor. Shannon olhou. A mulher na cama era um desconhecido agora, justo 
quando ela era uma estranha para si mesmo. "Seguir como se nada troca." 
"Quero que tenha tempo para aceitar e entender. E quero acreditar que lhe quisemos, todos ns. " 
Seu mundo se fez pedacinhos a seus ps, tudas as lembranas que tinha, todas as crenas que tinha fomentado em partes irregulares. "Aceitar? Que te deitaste com 
um homem casado e ficou grvida, casou-se com o primeiro homem que lhe pediu que se economizar. Para aceitar as mentiras que me h dito todo minha vida, o engano." 
"H um direito a sua ira." Amanda conteve a dor, fsico, emocional. 
"A ira? Crie que o que estou sentindo  to plida como a ira? Deus, como pde me fazer isto?" voltou-se de distncia, o horror e a amargura mordendo seus tales. 
"Como pde ter impedido que de mim todos estes anos, quero acreditar que eu era algum que eu no o era?" 
Quem  voc no trocou ", disse Amanda com desespero. "Colin e eu fizemos o que pensava era o correto para voc. Nunca se sabe como ou quando te digo. We-" 
"Voc o discutimos? Alagados por suas emoes agitao prpria, Shannon girar de novo a frgil mulher na cama. Houve um impulso horrvel, horrvel em seu corpo que 
para arrebatar encolhida acima, agite. " hoje o dia dizemos ao Shannon foi um pequeno engano fez na costa oeste da Irlanda? Ou deve ser amanh?" 
"No  um engano, nunca um engano. Um milagre. Maldita seja, Shannon- interrompeu, ofegante como a dor lanceada atravs dela, o roubo de seu flego, lacrimejo como 
garras. Sua viso cinza. Ela sentiu que uma mo levantar a cabea, uma plula que se deslizou entre seus lbios, e ouvi a voz de sua filha, relaxante agora. "Beb 
um pouco de gua. um pouco mais. Isso  tudo. Agora tombar-se, fechar os olhos." 
"Shannon". A mo estava a para tirar dela quando ela se aproximou. 
"Estou aqui, aqui mesmo. O pain'll desaparecer em um minuto. Terei ido, e voc vai dormir." 
J era de descida, e a fadiga se derrubava na nvoa como. No h suficiente tempo, era todo Amanda podia pensar. por que existe o tempo alguma vez  suficiente? 
"No odeie para mim", murmurou enquanto se deslizava sob a nvoa. "Por favor, no me odeia." 
Shannon se sentou, afligida por sua prpria dor muito depois de que sua me dormia. 
No despertou de novo. 
Captulo dois 
Um oceano de distncia de onde uma das filhas do Tom Concannon tratava da pena de morte, outros celebra as alegrias da vida nova. Brianna Concannon Thane carregava 
a sua filha em braos, o estudo dos olhos azuis magnficos com suas pestanas incrivelmente largas. Os pequenos dedos com suas unhas diminutas perfeito, o casulo 
de rosa de uma boca que ningum no cu nem na terra podia lhe dizer que no havia curvas em um sorriso. 
depois de menos de uma hora se esqueceu j o esforo e a fadiga do trabalho. O suor da mesma, e inclusive os espinhos do medo. 
Ela teve um filho. 
"Ela  real". Grayson Thane disse que reverentemente, com um movimento vacilante da gema do dedo pela bochecha do beb. "Ela  nosso." Tragou saliva. Kayla, pensou. 
Sua filha Kayla. E parecia to pequeno, to frgil, to indefeso. "Crie que vai gosto?" < p> Olhando por cima do ombro, sua irm-en-ley riu entre dentes. "Bom, ns-a 
maioria das vezes. Ela te favorece, Brie," decidiu Maggie, deslizando um brao ao redor da cintura do Gray de apoio. "Seu cabelo ser sua cor.  mais avermelhado 
agora, mas arrumado a que volta para sua cor avermelhada de oro em pouco tempo." 
Encantado com a idia, Brianna estava radiante. Acariciou-lhe o plo da cabea de sua filha, que se encontra suave como a gua. "Crie?" 
"Talvez ela tem meu queixo", disse Gray esperanado. 
"Ao igual a um homem." Maggie lhe piscou os olhos um olho a seu marido como Rogam Sweeney lhe sorriu atravs da cama do hospital. "Uma mulher passa pelo embarao, 
com seus enjos e os tornozelos inchados. Ela se balana sobre como uma vaca durante meses, logo sofre os horrores da mo de obra " 
"No me recorde isso." Gray no se incomodou em reprimir um estremecimento. Brianna pde ter posto esse aspecto do caso a suas costas, mas no havia. ia se viver 
em seus sonhos, estava seguro, h anos. 
Transio, que recordava com horror. Como escritor, sempre tinha pensado nele como um simples movimento de cena a cena. Nunca havia pensar na palavra da mesma maneira. 
Incapaz de resistir, Maggie colocou a lngua na bochecha. Seu afeto para o Gray a fez moralmente obrigado a incomodar cada vez que surgia a oportunidade. "Quantas 
horas foi isso? vamos ver. Dezoito. Dezoito horas de trabalho para voc, Brie". 
Brianna no pde ocultar um sorriso como Gray comeou a empalidecer. "Mais ou menos. Certamente parecia mais de uma vez, com todo mundo me dizia que respiramos, 
e os pobres cinza perto da hiperventilacin como o demonstrou como tinha que faz-lo." 
"Um homem pensa que nada de choramingaes depois de pr em oito horas em um escritrio." Maggie jogou para trs seu rodo de cabelo cor fogo. "E ainda insistem em 
que nos chama o sexo dbil." 
"No vai ou seja de mim." Rogam lhe sorriu. Ser parte do nascimento da Kayla lhe tinha recordado o nascimento de seu filho, e como sua esposa tinha lutado como um 
guerreiro para que Liam no mundo. Ainda no se pensa no que um pai passa. "Como est sua mo fazendo, Grayson? 
As sobrancelhas unidas, Gray flexionou os dedos-los havia sado a sua mulher durante uma contrao particularmente difceis. "Eu no acredito que seja quebrado." 
"Voc conteve um grito, virilmente", recordou Maggie. "Mas seus olhos cruzados quando chegou a um bom aperto em voc." 
"Pelo menos ela no lhes amaldioam," Rogam adicionou, levantando uma sobrancelha escura e elegante a sua mulher. "Os nomes de Margarida Mara que aqui me chamou 
quando Liam nasceu foram criatividade para estar seguro. E irrepetvel." 
"A gente trata de passar oito libras, Sweeney, e ver o que nomeie vm  mente. E tudo o que diz, quando joga uma olhada ao Liam", foi Maggie em ",  como o menino 
tem o nariz." 
"E ele tambm." 
"Mas agora est bem?" Em um pnico repentino cinza olhou a sua mulher. Ainda estava um pouco plido, assinalou, mas seus olhos eram claros outra vez. Essa aterradora 
de esmalte a concentrao se foi. "Verdade?" 
"Estou bem". Para a comodidade, levantou uma mo  cara. O rosto que amava, com a boca seu poeta e os olhos salpicados de ouro. "E eu no espera a sua promessa de 
no me tocar outra vez. Como se ditarem no calor do momento". Com uma risada que ela acariciou o beb. "Ouve-o, Maggie, quando lhe gritou ao doutor?" trocamos que 
opinio ", diz. 'No vamos ter um beb depois de tudo. Fora de meu caminho, estou-me tomando minha esposa casa ". 
"Bem por ti." Cinza teve outra oportunidade e desnatada na gema do dedo sobre a cabea do beb. "Voc no tinha que v-lo tudo. Este material em bruto o parto em 
um homem." 
"E no ponto de conflito, ns somos os menos apreciados", adicionou Rogam. Quando Maggie se inala, rogam-se tendeu uma mo para ela. "chamamos por fazer, Maggie." 
"Isso o fazemos. vamos olhar atrs no que dentro de pouco." Quando estiveram sozinhos, Brianna vigas para ele. "Temos uma famlia, Grayson". 
Uma hora mais tarde Grayson estava ansioso e desconfiado quando uma enfermeira tomou ao beb de distncia. "Devo ir manter um olho nela. No confio no olhar nos 
olhos que a enfermeira." 
"No se preocupo com tudo, D." 
"D". Sonriendo de orelha a orelha, olhou para trs a sua esposa.  isso o que ela me vai chamar?  fcil. Ela provavelmente possa dirigir quase j, no te parece? 
" 
"OH, estou seguro." Rendo, Brianna fez buzina com a cara entre as mos enquanto se inclinava para beij-la. "Ela  brilhante como o sol, nossa Kayla". "Kayla Thane." 
Ele o provou, voltou a sorrir. "Kayla Margaret Thane, a primeira mulher presidenta dos Estados Unidos. J tivemos uma mulher presidenta da Irlanda," adicionou. "Mas 
ela pode escolher o que ela quer. V-te formosa, Brianna." 
Voltou a beij-la, surpreendeu a todos ao mesmo tempo que era absolutamente certo. Seus olhos brilhavam, seu cabelo de rosa de ouro caiu a seu redor. Sua cara era 
ainda um pouco plido, mas podia ver que as rosas neles estavam comeando a florescer de novo. 
"E  necessrio que se esgotem. Deixa-me dormir." 
"Sleep". Ela ps os olhos e atirou dele para baixo para outro beijo. "Deve estar brincando. Eu no acredito que possa dormir durante dias, hei tanta energia agora. 
O que sou  meio mortos de fome  morte. Daria algo e mais para um sndwich enorme casa de apostas e um monto de fichas. " 
"Quer comer?" Ele a olhou piscando, assombrado. "O que uma mulher. Talvez depois, voc gostaria de sair a arar um campo." 
"Acredito que vou saltar isso", disse ela secamente. "Mas no tive uma mordida em mais de vinte e quatro horas, te vou recordar. Crie que poderia ver se podiam me 
trazer um pouco de algo?" 
"A comida do hospital, de maneira nenhuma. No  a me de meu filho." O que foi uma patada, deu-se conta. Tinha chegado apenas se usa para dizer "minha esposa", 
agora que estava dizendo "meu filho". Minha filha. "Vou procurar que o melhor sndwich de apostas na costa oeste da Irlanda." Brianna se recostou com um sorriso 
enquanto se lanou fora da habitao. O que um ano tinha sido, pensou. Tinha sido pouco mais que desde que o tinha conhecido, menos desde que o amava. E agora eles 
eram uma famlia. 
Apesar de suas afirmaes em contrrio, seus olhos se voltou pesada e ela se deslizou facilmente no sonho. 
Quando despertou de novo,  deriva vagamente dos sonhos, viu cinza, sentado no bordo da cama, observando-a. 
"Ela estava dormindo, tambm,-comeou-. E como ele j tinha tomado a mo na sua, que o levou aos lbios. "Deixaram-me abra-la outra vez quando os acossados-dijo 
algumas costure interessantes sobre o ianque, mas eram muito indulgentes tudo em todos. Ela me olhou, Brie, ela olhou diretamente a mim. Sabia quem era eu, e encaracolado 
que seus dedos-ella tem os dedos formosa, ela enroscadas nas minas e os dias " 
interrompeu-se com uma expresso de puro pnico substituir a alegria deslumbrado. -Est chorando. por que chora? Algo di. Vou a pelo mdico. Conseguirei a algum 
". 
"No" Escorro, inclinou-se para diante para pressionar seu rosto em seu ombro. "Nada di.  que Te amo tanto. OH, Voc me move, Grayson. Olhando  cara quando fala 
dela. Touca to profundo." 
"Eu no sabia que seria assim", murmurou, lhe acariciando o cabelo como o abraam. "Eu no sabia que seria to grande, to incrivelmente grande. Eu vou ser um bom 
pai." 
Disse-o com tal ardor, e to doce um toque de medo, que ela ps-se a rir. "Sei." 
Como no, perguntou-se, quando ela acreditava nele to completamente? -Trouxe-te um sanduche, e coisas um pouco. 
"Obrigado". Ela se tornou para trs, soprando de novo e limpar os olhos. Quando as lgrimas espaoso, piscou de novo, e voltou a chorar. "OH, Grayson, que parva 
maravilhoso que ." 
abarrotou-se a sala com flores, vasos de barro e vasos e cestas deles, com globos que encheram o teto com cores vivas e formas alegres. Um co enorme morada estava 
sonriendo aos ps da cama. 
"O co da Kayla," disse-lhe, tirando as malhas de uma caixa e preench-los na mo. "Assim no te faa iluses. O sndwich , provavelmente, o frio, e comi algumas 
das fichas. Mas h um pedao de bolo de chocolate nela para ti, se no me fizerem a vida difcil a respeito ". 
separou-se das lgrimas frescas de distncia. "Quero que a primeira torta." 
"Est bem." 
"O que  isto, as festas j?" Maggie passeava em um ramo de narcisistas em seus braos. Seu marido entrou detrs dela, seu rosto escondido detrs de um urso de peluche. 
"Ol, mame." Rogam Sweeney se inclinou sobre a cama para beijar a sua cunhada, a lei, ento lhe piscou os olhos um olho no Gray. "D". 
"Tinha fome", disse Gray com um sorriso. 
"E estou muito glutes para compartilhar minha torta." Brianna forquilha at a boca cheia de chocolate. 
"Acabamos de vir de ter outro olhar." Maggie se deixou cair em uma cadeira. "E posso dizer, sem prejuzos, que ela  a mais bonita beb na creche. Ela tem o cabelo, 
Brie, todo o ouro rosa, e a boca muito cinza. " 
"Murphy envia seu amor e os melhores desejos," pr em Rogam, estabelecendo o urso junto ao co. "Dizamo-lhe faz to somente um pouco para passar a notcia. Ele 
e Liam se celebra com o ch tortas que termine de fazer antes de ir trabalhar." 
" doce dele  mente Liam enquanto esteja aqui." 
Maggie fez caso omisso da gratido da Brianna. "Sweet no tinha nada que ver com isso. Murphy'd manter ao menino do amanhecer at o anoitecer se me permitir isso. 
Esto passando em grande, e antes de pedir, as coisas esto bem na estalagem. A Sra. Ou ' Malley est vendo seus convidados. Apesar disso que te aceita reservas 
quando se sabia que seria ter um beb, no posso dizer ". 
"O mesmo motivo, seguiu trabalhando com seu copo at que lhe levaram a ter fora do Liam, imagino ", disse secamente Brianna." Assim  como ganho a vida. H Me e 
Lottie ido a sua casa, ento? " 
"Recentemente tempo". Pelo amor da Brianna, Maggie mantm seu sorriso em seu lugar. Sua me tinha estado queixando, e preocupar-se com o que os grmenes se pode 
recolher no hospital. Isso no era nada novo. "viam-se e viu que estava dormindo, assim Lottie disse que havia unidade da me para trs e se veria que Kayla e amanh." 
Maggie fez uma pausa, olhou a Rogam. Seu gesto imperceptvel deixou a deciso de compartilhar o resto da notcia a ela. Porque ela entende sua irm, e as necessidades 
da Brianna, Maggie se levantou, sentou-se no lado oposto da cama Gray, e tomou a mo da Brianna. " assim que se foi. No, no me olhe assim, no quero fazer mal 
nela. H notcias que te dizer que no  tempo para ela escutar. Homem Rogam, seu detetive, crie ter encontrado a Amanda . Espera, no ponha muitas esperanas. passamos 
por isso antes. " 
"Mas esta vez poderia ser real." 
Brianna fechou os olhos um momento. mais de um ano antes de que ela tinha encontrado trs cartas escritas a seu pai da Amanda Dougherty. Cartas de amor que havia 
conmocionado e consternado. E encontrar neles que no tinha sido um menino se iniciou uma busca larga e lhe frustrem para a mulher que seu pai tinha amado, e o menino 
que nunca tinha conhecido. 
"Poderia ser." No querer ver sua esposa decepcionado uma vez mais, Gray falou com cuidado. "Brie, sabe quantos becos sem sada que corremos na ata de nascimento 
j que se encontrou." 
"Sabemos que temos uma irm", disse Brianna obstinadamente. "Sabemos seu nome, sabemos que Amanda se casou, e que se transladavam de um lugar a outro.  o movimento 
que foi o problema. Mas cedo ou tarde os vamos encontrar." Deu a mo do Maggie um aperto. "Poderia ser esta vez." 
"Talvez". Maggie ainda tinha que resignar-se  possibilidade. Tampouco era do todo segura de querer encontrar  mulher que era sua meia irmana. "Ele est em caminho 
a um lugar chamado Columbus, Ohio. De um modo ou outro, vamos ou seja algo logo". 
"D que nos quiseram fazer isto", disse Brianna em voz baixa. "Tivesse sido feliz de saber que o tentamos, pelo menos, para encontr-los." Com uma piscada, Maggie 
se levantou. -Bom, comeamos o balo em seu rodar, assim no trate de par-la. " Ela s esperava que ningum foi prejudicado pela queda. "Enquanto isso, voc deve 
estar celebrando sua nova famlia, e no preocupar-se mais de um que pode ou no pode ser encontrado." 
"Voc me dir, logo que voc sabe algo", insistiu Brianna. 
"De uma forma ou outra, assim no inquieto a respeito durante este tempo." Um olhar pela habitao havia Maggie sonriendo de novo. "Voc gostaria se tomarmos algumas 
destas flores a domicilio para voc, Brie, estabelece em torno do que ia estar ali quando voc traz para o beb a casa?" 
Com um pouco de esforo Brianna freado o resto das perguntas dando voltas em sua cabea. No havia respostas para eles ainda. "Eu estava agradecido. Cinza se deixou 
levar." 
"Algo mais que queira, Brianna?" Com bom humor, alegre, Rogam aceitou as flores a sua esposa amontoadas em seus braos. "Mais torta?" 
Ela baixou o olhar, ruborizou-se. "Comi- tudo os miolos, no? Obrigado igual, mas acredito que vou fazer. Vete a casa, os dois, e dormir um pouco." 
"Assim o faremos. Chamarei", prometeu Maggie. A preocupao voltou para os olhos ao sair da habitao com Rogam. "Eu gostaria que no era to otimista e to seguro 
de que esta irm perdida da nossa quer ser acolhido nos braos abertos." 
" a forma em que tem feito, Maggie." 
"So Brianna," Maggie disse com um suspiro. "No podia suportar que ela fora ferida devido a isto, Rogam. S tem que olh-la para ver como o est acumulando na cabea, 
em seu corao. No importa quo mau poderia ser de mim, desejo a Deus que nunca tinha encontrado essas cartas. " 
"No se preocupe com ele." Dado que Maggie estava ocupado fazendo precisamente isso, Rogam utiliza o cotovelo para pressionar o boto do elevador. 
"No  meu inquieta esse  o problema", murmurou Maggie. -No deve preocupar-se por isso agora. Ela tem o beb de pensar de, e pode ser cinza ir-se em uns poucos 
meses em sua excurso de promoo. " 
"Pensei que tinha cancelado isso". Rogam trocou a inclinao floresce de novo  segurana. 
"Ele quer cancel-la. Ela  o incomodavam por percorrer, no quer nada para interferir com seu trabalho". Impaciente, irritado, franziu-lhe o cenho s portas do 
elevador. "Sou Damn seguro de que ela  que ela pode dirigir a um beb, a estalagem, todos aqueles clientes sangrado, o que Amanda Dougherty Bodine negocio tambm." 
"Os dois sabemos que Brianna o suficientemente forte para controlar o que ocorre. Assim como ". 
Preparado para discutir, levantou a vista. sorriso divertido Rogam alisado de distncia o estado de nimo. "Pode que tenha razo." Lhe enviou um olhar descarado. 
"Pela primeira vez". Tranqilizado um pouco, ela tomou algumas das flores dele. "E  muito maravilhoso para ser um dia de preocupar-se com algo que nunca pode acontecer. 
Havemo-nos uma bela sobrinha, Sweeney." 
"Isso o fazemos. Acredito que poderia ter seu queixo, Margarida Mara." 
-Estava pensando nisso tambm. " meteu-se no elevador com ele. Que singelo era realmente, pensou, sem esquecer a dor e a lembrana s a alegria. "E eu estava pensando 
agora que a partir do Liam a dar os primeiros passos sobre, poderamos comear a trabalhar em que lhe proporcione uma irm ou um irmo." 
Com um sorriso Rogam conseguiu lhe dar um beijo atravs dos narcisistas. -Estava pensando nisso tambm. " 
Captulo Trs 
Eu sou a Ressurreio e a Luz. 
Shannon sabia a letra, todas as palavras do sacerdote, supe-se que a comodidade, para aliviar, possivelmente obtenha. Ela os escutou, neste dia da primavera perfeita 
ao lado da tumba de sua me. Ela tinha ouvido na igreja cheia de gente, sunwashed missa durante o funeral Todas as palavras, familiar de sua juventude. E ela se 
ajoelhou e se parou e se sentou, embora respondeu como uma parte de seu crebro seguiu o rito. 
Mas ela sentia nem consolo nem aliviado nem inspirado. 
A cena no foi um sonho, mas todo muito real. O sacerdote vestido de negro com sua formosa voz de bartono, dzias e dzias dos enfermos, a corrente brilhante luz 
do sol que se refletia nos cabos de bronze do fretro que foi envolto em flores. O som do pranto, o canto dos pssaros. 
Ela era enterrar a sua me. 
Ao lado da tumba recente foi o montculo cuidadosamente tendido de outro, e a lpide, sendo brutalmente novo, do homem ao que tinha acreditado toda sua vida para 
ser seu pai. supunha-se que devia chorar. Mas ela j tinha chorado. supunha-se que devia rezar. Mas as oraes no quiseram vir. De p, com a voz do sacerdote zumbido 
no ar primaveril claro, Shannon s podia ver-se de novo, caminhando  sala, a ira ainda quente em seu interior. 
Ela tinha pensado que sua me tinha estado dormindo. Mas tinha havido muitas perguntas, muitas exigncias de carreiras na cabea que esperar, e ela decidiu despert-la. 
Brandamente, recordou. Graas a Deus que pelo menos se gentil. Mas sua me no tinha despertado, no se tinha movido. 
O resto se havia pnico. No to doce agora o tremor, os gritos, as splicas. E os poucos minutos de brancura, felizmente breve, que sabia que a histeria agora tinha 
sido desamparado. 
No teria sido a chamada se desesperada para uma ambulncia, a viagem interminvel, aterrador ao hospital. E a espera, sempre a espera. 
Agora, a espera tinha terminado. Amanda se tinha deslizado em um vrgula, e do estado de coma na morte. E da morte, por isso disse o sacerdote, na vida eterna. Disseram-lhe 
que era uma bno. O doutor havia dito, e as enfermeiras que tinham sido indefectiblemente tipo. Os amigos e vizinhos que tinham chamado haviam dito que era uma 
bno. No tinha havida dor, no h sofrimento nos quarenta e oito horas passado. Ela simplesmente tinha dormido enquanto que seu corpo e o crebro se apagou. 
S os vivos sofrido, Shannon pensamento agora. S eles estavam cheios de culpa e remorsos e perguntas sem resposta. 
"Ela est com o Colin agora", murmurou algum. 
Shannon se piscou para trs, e viu que j parecia. As pessoas j estavam girando para ela. Ela teria que aceitar suas simpatias, suas comodidades, suas prprias 
penas, como o tinha feito na visualizao de pompas fnebres. 
Muitos retornam  casa,  obvio. Ela tinha preparado para isso, ocupou-se de todos os detalhes. depois de tudo, pensou enquanto mecanicamente aceitou e respondeu 
aos que se aproximou dela, os detalhes eram o que ela fez todo o possvel. 
Os acertos para o funeral tinha sido dirigido com cuidado e sem problemas. Sua me teria querido que o simples, sabia, e Shannon fazia todo o possvel para dar capacidade 
a Amanda neste ltimo dever. O singelo atade, as flores corretas e a msica, a solene cerimnia catlica. 
E a comida,  obvio. Parecia fracamente horrvel ter algo assim com comida, mas ela simplesmente no tinha tido tempo nem a energia para preparar uma comida para 
os amigos e vizinhos que vinham  casa do cemitrio. 
Ento, por fim, estava sozinha. Por um momento, simplesmente no podia pensar, o que queria? O que estava no certo? Ainda assim as lgrimas e as oraes no quiseram 
vir. Tentativamente Shannon ps uma mo sobre o atade, mas s havia a sensao da madeira aquecida pelo sol, e o aroma embriagador das rosas muito. 
-Siento-murmurou-o ela. "No deveria ter sido assim entre ns ao final. Mas no sei como resolver, ou para troc-la. E no sei como dizer adeus, a qualquer de vs." 
Ela olhou a lpide a sua esquerda. Colin Alan Bodine Amado marido e pai 
Inclusive estas ltimas palavras, pensou miserablemente, esculpido em granito eram uma mentira. E seu nico desejo, enquanto permanecia de p sobre as tumbas de 
duas pessoas que tinha amado toda sua vida, era que ela nunca tinha aprendido a verdade. 
E esse desejo obstinado, egosta era a culpa que se vive. 
Ao voltar a vista, dirigiu-se sozinho para o carro que lhe esperava. 
Parecia que horas antes da multido comeou a emagrecer e a casa ficou em silncio outra vez. Amanda tinha sido muito querido, e aqueles que tinha amado se reuniu 
em sua casa. Shannon disse que seu ltimo adeus, seu agradecimento por ltima vez, admitiu sua simpatia por ltima vez, e finalmente, por ltimo, fechou a porta 
e estava sozinho. A fadiga comeou a arrastar no Shannon enquanto caminhava ao escritrio de seu pai. 
Amanda tinha trocado muito pouco aqui nos onze meses da morte repentina de seu marido. A mesa grande e velho j no estava desordenada, mas ela ainda no tinha que 
dispor de seu ordenador, o modem, fax e outras equipes que tinha usado como agente e assessor financeiro. Seus brinquedos, que os tinha chamado, e sua esposa tinham 
mantido inclusive quando ela tinha sido capaz de dar de presente seus trajes, seus sapatos, seus vnculos tolo. 
Todos os livros permaneceram no planejamento das prateleiras de impostos, planejamento patrimonial, os textos de contabilidade. 
Cansado, Shannon se sentou na poltrona de couro que lhe tinha dado ele a si mesmo pelo Dia do Pai antes de cinco anos. Tinha-o amado, recordou, passou-se uma mo 
sobre o couro burdeos liso. Suficientemente grande para conter um cavalo, que havia dito, e riu e atirou dela em seu regao. 
Lamentou no poder convencer-se de que ela ainda o sente aqui. Mas no o fez. Ela no sentia nada. E que lhe disse mais que a missa de rquiem, mais que o cemitrio, 
que estava sozinha. Realmente sozinho. 
No tinha havido tempo suficiente para algo, pensou Shannon devidamente. Se ela tivesse sabido antes ... No estava seguro do que queria dizer, a enfermidade de 
sua me ou as mentiras. Se ela tivesse sabido, pensou de novo, a formao de opinio sobre a enfermidade. Pode ser que tenham tentado outras coisas, a medicina alternativa, 
a vitamina se concentra, todas as esperanas pequenas e singelas que tinha lido nos livros sobre os medicamentos homeopticos que tinha recolhido. No tinha havido 
tempo para lhes dar uma oportunidade de funcionar. 
S havia um par de semanas. Sua me tinha mantido sua enfermidade dela, como ela tinha guardado outras coisas. 
No os tinha compartilhado, Shannon pensamento como amargura combatido pela dor. No com sua prpria filha. 
Assim, as ltimas palavras que tinha falado com sua me tinha estado na ira e o desprezo. E ela nunca poderia aceit-los. 
Punhos apertados contra um inimigo que no podia ver, levantou-se, afastou-se da mesa. Havia necessitava tempo, maldita seja. Ela tinha necessitado tempo para tratar 
de entender, ou ao menos aprender a viver com ele. 
Agora as lgrimas, quente e indefeso. Porque ela sabia, em seu corao, que desejava que sua me tinha morrido antes de que lhe havia dito. E se odiava por isso. 
depois das lgrimas drena dela, sabia que tinha que dormir. Mecanicamente subiu as escadas, lavou-se as bochechas quentes com gua fria, e laicos, completamente 
vestido, sobre a cama. 
Teria que vender a casa, pensou. E os mveis. Havia papis para passar. 
No lhe havia dito a sua me que a amava. 
Com que pesam sobre seu corao, caiu em um profundo sonho. 
Pela tarde sestas sempre fica atordoado Shannon. Tomou s em caso de enfermidade, e ela estranha vez se doente. A casa estava em silncio quando ela desceu da cama 
outra vez. Um olhar ao relgio lhe disse que tinha dormido menos de uma hora, mas era duro e confuso apesar da brevidade. 
Ela seria fazer o caf, disse-se, e ento ela se sentava e o plano da melhor maneira de dirigir todas as coisas de sua me, e a casa que ela tinha amado. 
O timbre soou antes de que ela tinha chegado  base das escadas. S podia rezar no era algum vizinho wellmeaning vindo a oferecer ajuda ou companhia. Ela queria 
nem no momento. 
Mas era um estranho na porta. O homem era de estatura mdia, com uma bolsa pequena que mostra em seu traje escuro. Tinha o cabelo grisalho, olhos afiados. Tinha 
uma sensao estranha e incmoda quando os olhos se enfocou em sua cara. 
"Estou procurando a Amanda Dougherty Bodine." 
"Esta  a residncia Bodine," obteve Shannon, tratando de cavilha. Vendedor? Ela no acreditava. "Eu sou sua filha. O que  o que quer?" 
Nada trocou em seu rosto, mas Shannon percebeu sua ateno afiado. "Aos poucos minutos de tempo a senhora Bodine, se for conveniente. Sou John Hobbs." 
-Sinto muito, Sr. Hobbs, no  conveniente. Enterrei a minha me esta manh, assim se me desculpa " 
"Sinto muito". Sua mo se dirigiu  porta, abrindo-o quando Shannon o teria fechado. "Acabo de chegar da cidade de Nova Iorque. Eu no tinha ouvido falar da morte 
de sua me." Hobbs terei que repensar e reagrupar rapidamente. aproximou-se muito a simplesmente caminhar longe agora. " voc Bodine Shannon? 
-Assim . Justo o que quero, senhor Hobbs? 
"Seu tempo", disse bastante agradvel ", quando  mais conveniente para voc. Eu gostaria de fazer uma entrevista para reunir-se com voc em uns dias. " 
Shannon para trs o cabelo cansado de sua sesta. "Vou retorno a Nova Iorque dentro de uns dias." 
"Estarei encantado de me reunir com voc ali." 
Seus olhos se estreitaram enquanto tratava de sacudi-la desorientao de sua sesta. "Minha me voc sabe, o Sr. Hobbs? 
-No, no, a senhora Bodine. " 
-Ento no acredito que tenhamos nada que discutir. Agora, por favor, me perdoem ". 
"Tenho informao que me autorizou, por meus clientes, para discutir com a senhora Amanda Dougherty Bodine." Hobbs simplesmente manteve sua mo na porta, tomando 
a medida do Shannon como ele a manteve aberta. 
"Os clientes?" Apesar de si mesmo, Shannon estava intrigado. "Esta a preocupao de meu pai?" 
vacilao Hobbs foi breve, mas ela se deu conta. E seu corao comeou a tambor. "trata-se de sua famlia, sim. Se pudssemos fazer uma entrevista para reunir-se, 
vou informar a meus clientes da morte da senhora Bodine." 
"Quais so seus clientes, o Sr. Hobbs? No, no me diga que  confidencial", espetou-lhe ela. "Voc vem a minha porta o dia do funeral de minha me em busca dela 
para discutir algo que se refere a minha famlia. Eu sou minha nica famlia agora, o Sr. Hobbs, para que sua informao, obviamente me preocupa. Quais so seus 
clientes?" 
"Tenho que fazer uma chamada telefnica-de meu carro. Importa-lhe esperar um momento?" 
-Est bien-aceitou ela, mais por impulso que com um sentido da pacincia. "vou esperar." 
Mas ela fechou a porta quando ele caminhava para o sedan escuro junto  calada. Tinha a sensao de que ia necessitar que o caf. 
No demorou muito. O timbre voltou a soar quando se estava levando a seu primeiro sorvo. Levar a taa com ela, ela voltou a responder. 
"A senhora Bodine, meu cliente me autorizou para dirigir este assunto em meu prprio critrio." Colocou a mo no bolso, tirou um carto de visita, o ofereceu. 
"As investigaes Doubleday", dizia ela. "Nova Iorque". Shannon elevou uma sobrancelha. "Est muito longe de sua casa, senhor, Hobbs." 
"Meu negcio me mantm no caminho um pouco. Este caso particular me manteve a. Eu gostaria de entrar, a senhora Bodine. Ou se deseja ser mais cmoda, poderamos 
nos encontrar onde queira. " 
Tinha vontades de fechar a porta nos narizes. No  que ela tinha medo dele fisicamente. A covardia veio de um pouco mais profundo, e porque ela o reconheceu, ignorou-a. 
-Passe, que acabo de fazer caf. " 
"Agradeo-lhe isso." Como era seu costume, arraigada a comprido, Hobbs escaneada da casa enquanto seguia ao Shannon, tomou na riqueza sutil, o bom gosto em silncio. 
Tudo o que tinha aprendido sobre o Bodines nos ltimos meses se refletiu na casa. Eran-tinha sido-un agradvel, muito unida de maiores ganhos da famlia despretensiosa. 
"Este  um momento difcil para voc, a senhora Bodine," Hobbs comeou quando tomou a cadeira na mesa de um gesto para o Shannon. "Espero que no vou acrescentar 
 mesma." 
"Minha me morreu faz dois dias, o Sr. Hobbs. No acredito que se pode fazer mais difcil do que j . Nata, o acar?" 
"S negro, obrigado." Ele a olhou enquanto se preparava o caf. Proprietria de si mesmo, pensou. Isso faria seu trabalho mais fcil. "Foi sua me doente, a Sra. 
Bodine?" 
"Foi o cncer", disse breve. 
No queria simpatia, julgou, e se ofereceu nenhuma. "Eu represento a Rogam Sweeney," comeou Hobbs, "sua esposa e sua famlia". 
"Rogam Sweeney?" Cauteloso, Shannon se reuniu com ele na mesa. "Eu sei o nome,  obvio. Galerias do mundo tem uma sucursal em Nova Iorque. apiam-se pulg .." Interrompeu-se, 
que estabelecer as sua taa antes das mos poderiam tremer. Irlanda, pensou. Na Irlanda. 
"Voc sabe, ento. Hobbs ler o conhecimento em seus olhos. Isto tambm faria seu trabalho mais fcil. "Meus clientes estavam preocupados de que as circunstncias 
podem ser desconhecidos para voc." 
Decidido a no desfalecer, Shannon levantou sua taa de novo. "O que Rogam Sweeney tm que ver comigo?" 
"O senhor Sweeney est casado com Margarida Mara Concannon, a filha maior do defunto Thomas Concannon, do condado do Clare, Irlanda." 
"Concannon." Shannon fechou os olhos at que a necessidade o que  medo tinha passado. -J vejo. " Quando abriu os olhos outra vez, divertia-se com amargura. "Suponho 
que o contratava para me encontrar. Parece-me estranho que no haveria um interesse depois de todos estes anos". "Contrataram-me, inicialmente, para encontrar a 
sua me, a Sra. Bodine. Posso lhes dizer que meus clientes s se inteirou dela, e sua existncia, o ano passado. A investigao se iniciou nesse momento. Entretanto, 
houve algumas dificuldades para localizar Amanda Dougherty. Como vocs sabem, ela deixou sua casa em Nova Iorque de repente e sem lhe dar a indicao da famlia 
de seu destino. " 
"Suponho que poderia no hav-lo conhecido, como tinha sido expulsa da casa por estar grvida." Empurrando seu caf a um lado, Shannon cruzou as mos. "O que fazem 
seus clientes?" 
"O objetivo principal era ficar em contato com sua me, e para lhe fazer saber que os meninos sobreviventes Sr. Concannon tinha descoberto as cartas que tinha escrito 
a ele, e com sua permisso, para tomar contato com voc. " 
"Sobreviver aos meninos. Est morto ento. Ela passou uma mo  tmpora. "Sim, voc me disse que j. Est morto. Assim so todos. Bom, encontrou-me, o Sr. Hobbs, 
por isso seu trabalho parece. Pode informar a seus clientes que fui contatado e no tm nenhum interesse em nada mais . " 
"Suas irms" 
Seus olhos se esfriou. "Eu no os considero minhas irms." 
Hobbs se limitou a inclinar a cabea. "A Sra. Sweeney e Thane a senhora pode ficar em contato com voc pessoalmente." 
"No posso det-los, verdade? Mas pode enviar o fato de que eu no estou interessado em reunies com mulheres que no sei. O que aconteceu seu pai e minha me faz 
uns vinte e oito anos no trocar o statu quo. portanto-se interrompeu, com os olhos afiar de novo. "Margarida Mara Concannon, voc h dito? O artista? 
"Sim, ela  conhecida por seu trabalho de vidro." 
"Isso  um eufemismo-murmurou Shannon. Ela tinha estado em um dos MM Concannon exibies em todo mundo a si mesmo Nova Iorque. E tinha estado considerando investir 
em uma pea. A idia era quase risvel. "Bom, isso  divertido, no? pode-se dizer Margarida Mara Concannon e sua irm" 
"Brianna. Brianna Concannon Thane. Corre um B e B no Clare. Voc pode ter ouvido de seu marido tambm.  um escritor de mistrio com xito." 
"Grayson Thane?" Em gesto do Hobbs, Shannon fez quase rir. "casaram-se e, conforme parece. Bem por eles. lhes diga que siga adiante com suas vidas, como me proponho 
fazer. "ficou de p." Se no haver outra coisa, o Sr. Hobbs? 
"Estou para lhe perguntar se gostaria de ter cartas de sua me, e se for assim, se se oporia a meus clientes a realizao de cpias de si mesmos." 
"Eu no os quero. Eu no quero nada." mordeu-se de novo em um jorro repentino de veneno, deixando escapar um suspiro, j que drena. "O que aconteceu no  mais culpa 
que a minha. No sei como se sentem a respeito de tudo isto, o Sr. Hobbs, e no lhes importa. Se se tratar da curiosidade, a culpa desconjurada, um sentido de obrigao 
familiar, pode lhes diga que deix-lo ir. " 
Hobbs se levantou tambm. "Do tempo, esforo e dinheiro que gastaram tratando de encontrar, eu diria que foi uma combinao dos trs. E talvez mais. Mas vou dizer 
lhes. "Ofereceu uma mo, surpreendendo ao Shannon a que vrgula." Se tiver dvidas, ou qualquer pergunta que vm  mente, pode ficar em contato comigo no nmero 
do carto. vou estar voando de volta a Nova Iorque esta noite. " 
Seu tom fresco picado. Ela no podia dizer por que. "Tenho direito a minha privacidade". 
"Vocs o tm." Ele assentiu com a cabea. "Me vou ver para fora, a senhora Bodine. Obrigado pelo tempo, e o caf." 
Maldito seja, foi o nico que podia pensar enquanto caminhava tranqilamente fora de sua cozinha. Maldito seja por ser to desapaixonada, to sutilmente crtico. 
E malditos sejam. Maldita Thomas Concannon filhas para procurar para fora, lhe pedindo que satisfazer sua curiosidade. Oferenda a satisfazer sua prpria. 
Ela no os queria. No os necessitam. Que fiquem na Irlanda com suas vidas acolhedor e maridos brilhante. Ela tinha sua prpria vida, e os pedaos do necessrio 
para ser recolhidos com rapidez. 
Limpeza das lgrimas que no se deu conta estavam caindo, que espreitou uma e agarrou a guia Telefnica. Ela folheou rapidamente, passou o dedo pela pgina e depois 
marcou. 
"Sim, tenho uma casa que necessita para vender. Imediatamente." 
Uma semana depois, Shannon estava de volta em Nova Iorque. Havia um preo para vender a casa, e espera que o faam rapidamente. O dinheiro sem dvida no importava. 
Tinha descoberto que era uma mulher rica. A morte lhe tinha dado quase meio milho de dlares nos investimentos que seu pai tinha feito nos ltimos anos. Somado 
a sua herana antes, ela nunca tem que preocupar-se com um pouco to corriqueiro como o dinheiro outra vez. 
Ela tinha tido s para converter-se em um rfo que ganhar o No obstante, ella fue suficiente hija Colin Bodine conocer la casa tena que ser vendido, y que se den 
en el patrimonio neto considerable. Algunos de los muebles que no haba tenido el corazn para vender o regalar estaban en almacenamiento. Seguramente ella podra 
esperar un poco ms antes de decidir qu hacer con cada jarrn y lmpara. 
No obstante, ela foi suficiente filha Colin Bodine conhecer a casa tinha que ser vendido, e que se dem no patrimnio ntido considervel. Alguns dos mveis que 
no tinha tido o corao para vender ou dar de presente estavam em armazenamento. Certamente ela poderia esperar um pouco mais antes de decidir o que fazer com cada 
vaso e abajur. 
Shannon tinha em caixa s alguns favoritos sentimentais para trazer de volta com ela a Nova Iorque. Entre eles se encontravam todas as pinturas que tinha feito a 
seus pais com os anos. 
Aqueles, que no podia desprender-se. 
Apesar de seu supervisor lhe tinha devotado o resto da semana de descanso, que tinha voltado para trabalho o dia depois de retornar do Colombo. Tinha estado seguro 
de que ajudaria, que o trabalho foi a resposta que necessitava. 
A conta se necessitam para ser tratado. Tinha comeado apenas a trabalhar nele quando tinha sido chamado. 
Havia logo que tinha duas semanas para acostumar-se a sua promoo, as novas responsabilidades e posio. 
Ela tinha trabalhado a maior parte de sua vida adulta para essa posio, por essas responsabilidades. Ela era subir na escala agora, ao ritmo rpido e constante 
que tinha planejado para ela. O escritrio da esquina era dela, sua semana de uma olhada, encheu-se ordenadamente com as reunies e apresentaes. O conselheiro 
delegado se sabia seu nome, respeitado seu trabalho, e, sabia, tinha um olho nela por coisas maiores. 
Era tudo o que tinha querido sempre,  necessrio, prevista para o. 
Como podia ter sabido que nada em seu escritrio parecia importar. Nada disso importava no mais mnimo. 
No  sua redao de mesa, suas ferramentas. No  o de grandes conta que tinha enganchado no mesmo dia em que tinha recebido a chamada do Colombo, e se tinha visto 
obrigado a entregar a um scio. Simplesmente no tinha importncia. A promoo se quebrado as costas para garantir parecia to afastado dela nesse momento. Assim 
como a vida que tinha levado, com toda sua ordem e um planejamento cuidadoso, parecia ter pertencido a outra pessoa todo o tempo. 
encontrou-se olhando  pintura de seu pai dormindo no jardim. Ainda estava apoiado contra a parede em lugar de pendurar. Por razes que no podia entender, ela simplesmente 
no o queria em seu escritrio depois de tudo. 
"Shannon? A mulher que apareceu a cabea pela porta era atrativa, vestida impecavelmente. Lily era seu assistente, um amigo ocasional entre o que Shannon estava 
comeando a dar-se conta era toda uma vida de amigos casuais. "Pensei que talvez queira um descanso". 
"No estive fazendo algo que necessito um descanso de". 
"Hey". Lily interveio, cruzando a seu escritrio para dar os ombros do Shannon uma massagem enrgica. "D-se um pouco de tempo. S tornaste um par de dias. 
"No se tivessem incomodado." Em um movimento irritvel que se separou da mesa. "No estou produzindo nada". "Vai por um mau momento". 
"Sim". 
"por que no posso cancelar suas reunies pela tarde?" 
"Tenho que voltar para trabalho em algum momento." Ela olhou pela janela,  vista de Nova Iorque que ela tinha sonhado um dia seria dela. "Mas cancelar o almoo 
com o Tod. No estou de humor para ser social". 
Lily apertou os lbios e fez uma nota do mesmo. "Problemas no paraso?" 
"Digamos que estou pensando que essa relao no  produtivo, j sa-y no h trabalho atrasado muito para as datas do almoo." 
"Sua chamada." 
-Sim, -o. " Shannon deu a volta. "Em realidade no dei as obrigado pelo manejo tanto de meu trabalho durante minha ausncia. Vi algumas costure mais e queria lhe 
dizer que voc tem feito um trabalho fantstico." "Isso  o que me pagam." Lily passou uma pgina em seu livro. "O trabalho Mincko necessidades alguns toques finais, 
e nada est satisfeito as demandas no Rightway. Tilghmanton pensa que pode. O enviado uma nota desta manh lhe pede que revise os projetos e chegar a algo novo, 
a finais da semana. " 
"Bem". Ela assentiu com a cabea e empurrou a sua mesa de novo. "Um desafio que, como pode ser justo o que necessito. Vejamos primeiro Rightway, Lily. Pode-me preencher 
no Mincko mais tarde." 
"Est bem." Lily se dirigiu  porta. "OH, devo te dizer. Rightway quer algo tradicional, mas diferente, sutil mas atrevida, sexy mas reservado." 
" obvio que sim. vou conseguir minha varinha mgica de minha maleta." " bom te ter de volta, Shannon". Quando a porta se fechou, Shannon deixou escapar um profundo 
suspiro. Foi bom estar de volta, no era isso. Tinha que ser. 
A chuva era torrencial pelas ruas. depois de dez horas ao dia miservel, que concluiu em um enfrentamento com um homem ao que tinha tratado de convencer-se a si 
mesmo que ela tinha estado apaixonada por, Shannon se observava da janela do txi no caminho de volta a seu apartamento. 
Talvez ela tinha feito o correto ao voltar para trabalho to logo. A rotina, as demandas e a concentrao tinha ajudado a estreitar algumas da pena. Pelo menos temporalmente. 
Ela necessitava de rotina, recordou-se. Necessitava o calendrio revoltante que se ganhou sua posio em seu Ry-Tilghmanton. 
Seu trabalho, a carreira que tinha lavrado, foi tudo o que tinha agora. Nem sequer houve a iluso de uma relao satisfatria para encher um rinco de sua vida. 
Mas ela tinha tido razo de rupturas com o Tod. Tinham sido mais que atrativo para os apoios entre si. E a vida, ela acabava de descobrir, era muito curto para decises 
insensatas. 
Ela pagou o txi na esquina, precipitou-se para seu edifcio com um sorriso rpido para o porteiro. Por costume agarrou eletrnico, folheando os envelopes enquanto 
subia no elevador at seu piso. 
a da Irlanda deteve em frio, 
O juramento o colocou at o fundo, abrindo a porta, lanando todo o correio em uma mesa. Embora seu corao estava pulsava com fora, seguiu hbito enraizado. Pendurou 
seu casaco, saiu de seus sapatos, serve-se a taa de vinho habitual. Quando ela estava sentada na mesita junto  janela que dava  Avenida Madison, ela ficou a ler 
seu correio. 
Ao cabo de s momentos antes de que ela se rendeu e abriu a carta da Brianna Concannon Thane. 
Estimado Shannon, 
Estou to terrivelmente causar pena pela morte de sua me. Estar ainda est de luto, e duvido que qualquer palavra que hei aliviar seu corao. Das cartas que 
escrevi a meu pai, eu sei que ela era uma mulher amorosa e especial, e o sinto nunca tive a oportunidade de conhec-la, e lhe diga que por mim mesmo. 
cumpriu com o homem Rogam, o Sr. Hobbs. De seu relatrio entendo que eram conscientes da relao entre sua me e meu pai. Acredito que isto que poderia causar algum 
dano, e o sinto por ele. Tambm acredito que no se dem conta de minha audincia. Mas tive que me dirigir a voc, ao menos uma vez. 
Seu pai, o marido de sua me, seguro que queria muito. No quero interferir nas emoes ou aquelas lembranas, que estou seguro que so muito valiosos para voc. 
S quero lhe oferecer uma oportunidade de conhecer esta outra parte de sua famlia e seu patrimnio. Meu pai no era um homem singelo, mas era boa, e nunca se esqueceu 
de sua me. Tenho descoberto suas cartas a ele muito depois de sua morte, ainda envolto na cinta que tinha pacote ao redor deles. 
Eu gostaria de compartilh-lo com voc, ou se isso no  o que quer, para lhe oferecer uma oportunidade de ver o da Irlanda onde foram concebidas. Se o encontrar 
em seu corao, eu gostaria de muito que voc venha e fique comigo e o meu um momento. Se nada mais, o campo que aqui h um bom lugar para aliviar a dor. 
No me deve nada, Shannon. E possivelmente pensa que te devo nada tambm. Mas se amava a sua me, como eu o fiz a meu pai, j sabe que lhes devemos. Talvez por ser 
amigos, se no s religiosas, ho-lhe devolvido algo do que entregou por ns. 
O convite est aberto. Se alguma vez quer vir, ser bem-vindo. 
Atentamente, 
Brianna 
Shannon l-lo duas vezes. Logo, quando ela tinha deixado de lado, agarrou-o e o leu de novo. Foi a mulher realmente to simples, to desinteressado, to dispostos 
abrir o corao e o lar? 
No queria que o corao da Brianna, ou sua casa, disse-se Shannon. 
E, entretanto. E entretanto ... ia negar inclusive a si mesmo que ela tinha estado considerando s isto? Uma viagem a Irlanda. Um olhar para o passado. Ela jogou 
com a idia de ir outra vez sem ficar em contato com qualquer dos Concannons. 
Porque tinha medo? , perguntou-se. Sim, talvez, porque tinha medo. Mas tambm porque no queria nenhum tipo de presso, qualquer pergunta, qualquer demanda. 
A mulher que tinha escrito a carta lhe tinha prometido nada deles. E tinha devotado muito mais. 
Talvez a coxo para acima nele, Shannon pensamento. 
E talvez no o farei. 
Captulo Quatro 
"No sei por que est to inquieto", queixou-se Maggie. "A gente pensaria que se estavam preparando para a realeza." 
"Quero que se sintam cmodos". Brianna centrado no vaso de tulipas no aparador, trocou de idia, e o levou a mesa de flauta fio da janela. "Ela vem de to longe 
a nosso encontro. Quero que se sintam como em casa". 
"Por isso vejo, voc limpou o lugar de acima para baixo duas vezes, trouxe flores para cinco bodas, e se assa bolos e bolos tantos que seria necessrio um exrcito 
de comer a todos". Enquanto falava, Maggie se aproximou, contraes da cortina de encaixe a um lado e olhando por sobre as colinas. "Est-te preparando para uma 
decepo, Brie". 
-E voc est decidido a obter nenhum prazer de sua chegada. " 
"Sua carta de aceitao do convite no estava cheia de emoo e prazer, era agora? " 
Brianna deixou de esponjar travesseiros amaciados j que tinha estudado as costas rgida e sua irm. "Ela  o mpar para fora, Maggie. Sempre tivemos entre si, e 
ainda quando ela se foi de novo. Somado a isso no perdeu a sua me faz um ms. Eu no esperava alguma resposta de flores. Estou bastante feliz que decidiu a vir 
a todos. " 
"Disse-lhe o homem de Rogam ela no queria ter nada que ver conosco." 
"Ah, e nunca h dito em sua vida algo que reconsiderou mais tarde." 
Isso provocou um sorriso nos lbios atirando do Maggie. -No, que eu recorde, neste momento. " Quando ela voltou, manteve-se o sorriso. "Quanto tempo temos antes 
de recolh-la no aeroporto?" 
-um pouco. Necessito enfermeira Kayla em primeiro lugar, e quero trocar ". Ela deixou escapar um flego ao ver a expresso do Maggie. "Eu no vou cumprir com a irm 
Ainda no pus os olhos em minha plataforma e as calas com muito p." 
"Bom, eu no vou trocar". Maggie se encolheu de ombros o interior da camisa de algodo de grande tamanho que tinha escondido nas calas jeans velhas. 
"Faz o que queira", disse a ligeira como Brianna comeou a sair da habitao. "Mas  possvel que deseje pente que aninham ratos na cabea." 
Embora Maggie curvou os lbios, tomou um olhar a si mesmo no espelho sobre a cmoda. Uma boa descrio, pensou com certa diverso como assinalou seus cachos de cor 
vermelha brilhante se grunhia e despenteado. "estive trabalhando", disse em voz alta, apressando o passo para ficar ao dia com a Brianna na parte inferior da escada. 
"Meu tuberas no me importa se meu cabelo  ordenada ou no. No  como que tenho que ver s pessoas dia e noite como voc o faz." 
"E  essa gente est agradecida de que no o fazem. voc fixe mesmo um pouco de um sndwich ou algo assim, Margarida Mara," acrescentou enquanto li rapidamente 
 cozinha. "Voc est procurando alcanou seu ponto mximo." 
"No o sou." Rudos, mas com fome, Maggie se dirigiu para a gaveta do po. "Estou grvida". Brianna se congelou em midstride. "O que? OH, Maggie." "E  sua culpa 
se o for," murmurou Maggie, cenho franzido enquanto cortavam o po integral afresco. 
Rendo, Brianna girou sobre sua irm para dar um abrao forte. -Bom, agora, isso  uma declarao intrigante, e um que estou seguro das autoridades mdicas de todo 
o mundo se interesse " 
Maggie inclinou a cabea, e no havia humor em seus olhos. "Quem acaba de ter um beb, pergunta-me isso? E quem me havia considerar que menina foi formosa, apenas 
minutos depois de que ela nasceu para que fui um pouco mal da cabea?" 
"No te zangue, em realidade, que poderia ter outro beb?" Brianna deu um passo atrs, preocupa-se o lbio. "Agradado de Rogam, no?" 
"No lhe hei dito ainda. Sou maneiras de ser seguro. Mas eu o sinto." Instintivamente se levou a mo a seu estmago. "E no, eu no estou molesto, s estou brincando. 
Espero." Lhe deu um tapinha Brianna rpido na bochecha e voltou para seu edifcio de sndwich. "Eu estava enjoada esta manh." 
"OH." Encheram de lgrimas os olhos da Brianna. "Isso  maravilhoso." 
Com um grunhido Maggie foi  geladeira. "Estou louco para estar de acordo com voc. No diga nada, inclusive  cinza, at que esteja seguro disso." 
"Eu no vero-si vais ter que sentar-se sndwich e tomar um ch com ele." 
"No  um mau negcio. Vamos, alimentar a minha sobrinha, trocar sua roupa, ou chegaremos tarde ao aeroporto recolher  rainha." 
Brianna comeou a fechar-se de novo, respirou profundamente em seu lugar, e se deslizou pela porta que confinava com suas habitaes com a cozinha. 
As habitaes esto equipadas se ampliou desde que se casou no ano anterior. O segundo piso da casa principal, e os convertidos apartamento de cobertura, eram para 
quo convidados foram e vinham no Blackthorn Cottage. Mas aqui, junto  cozinha, foi para a famlia. 
A salita e o dormitrio tinha sido suficiente quando s se havia Brianna. Agora, um segundo dormitrio, um brilhante, creche sunwashed se acrescentou o, com seus 
amplos ventanales de dobro frente das colinas e com vistas a jovem amendoeira em flor Murphy tinha plantado para ela no dia Kayla nasceu. 
por cima do bero, a captura de reflexos da luz solar bastante, foi o mvel, o zoolgico de cristal Maggie fazia, com seus unicrnios e cavalos alados e sereias. 
debaixo da dana, o olhar fixo nas luzes e movimentos, o beb se moveu. 
"A est meu amor", murmurou Brianna. E a febre segue sendo vinho, a avalanche de emoes e assombro. Seu filho. Por fim, a seu filho. "Est voc vendo as luzes, 
carinho? To linda que so, e to inteligente  sua tia Maggie." 
Recolheu Kayla, extraindo-o no aroma, absorvendo a sensao de beb. "vais cumprir com outra tia na atualidade. Sua tia Shannon da Amrica. No se que ser grande?" 
Com o beb acurrucado em um brao, Brianna se desabotoou a blusa que se instalou na cadeira de balano. Olhou uma vez no teto, sonriendo, sabendo que estava por 
cima de cinza em seu estudo. A escritura, pensou, de assassinato e o caos. 
-J estejam ela, emocionante como a boca da Kayla razes, ento amamentado a seus peitos. "E quando j est tudo alimentado e trocado, lhe d bons para seu tempo 
me fui, s um pouco. Tornaste-te j.  s um ms, j sabe. Um ms na atualidade. " 
Cinza os observava da porta, arrasado e humilhado. Ningum poderia lhe haver dito, ningum tivesse podido explicar como se sentiria ao ver sua esposa, seu filho. 
Para ter uma esposa e filhos. Kayla punho descansava na curva do peito de sua me, marfim contra marfim. O sol de jogar brandamente sobre o cabelo, a sombra quase 
idntica  sombra. Eles viram uns aos outros, vinculados de uma maneira que s podia imaginar. 
Logo Brianna olhou, sorriu. "Pensei que estava trabalhando." 
-Ouvi-te no intercomunicador. " Fez um gesto  tela pequena. Tinha insistido em que os ps em toda a casa. Ele se aproximou deles, agachou-se junto  cadeira de 
balano. "Minhas damas so to formosas." 
Com uma risada ligeira Brianna se inclinou para diante. "me beije, Grayson". 
Fez-o, deter-se nela, ento trocou de posto a escovar seus lbios sobre a cabea da Kayla. "Ela tem fome." 
"Tem o apetite de seu pai." O que se voltou seus pensamentos a questes mais prticas. "Deixei-te um pouco de carne fria, e o po est afresco esta manh. Se houver 
tempo, te vou arrumar algo antes de ir." 
"No se preocupe por ele. E se algum dos hspedes retornam de suas divagaes antes de faz-lo, vou pr aos scones e fazer ch." 
-Est-te voltando um hoteleiro muito bem, Grayson. Entretanto, eu no quero que interromper seu trabalho. " "Multa vai da obra." 
"Posso dizer isso. No  o cenho franzido, e no escutei o ritmo piso de acima por vrios dias." "H um assassinato-suicdio", disse com uma piscada. "Ou o que parece 
ser. Alegrou-me". Sem fazer nada riscou um dedo sobre o peito, justo sobre a cabea de sua filha. Dado que seus olhos estavam na Brianna's teve a satisfao de ver 
a rpida sacudida de prazer refletido em seus olhos. "Quando fao o amor com voc de novo, Brianna, que vai ser como a primeira vez." 
Deixou escapar uma respirao instvel. "Eu no acredito que seja justo para me seduzir quando estou amamentando a nossa filha". 
" justo para seduzir a voc em qualquer momento." Ele levantou a mo, deixando que o brilho da luz do sol o ouro de seu anel de bodas. "Estamos casados". 
"Ponha suas glndulas em espera, Grayson Thane," chamada Maggie fora da habitao do lado. "Havemos menos de vinte minutos antes de ter que sair para o aeroporto". 
"Desmancha-prazeres", murmurou, mas sorriu enquanto se levantava. -Suponho que vou ter duas de suas irms perseguio mim agora. " 
Mas Gray foi a ltima coisa na mente do Shannon. Ela podia ver por debaixo da Irlanda da janela do avio, o verde de seus campos, o negro de seus escarpados. Era 
formoso, tremendamente assim, familiar e estranha. 
J estava desejando que ela no tinha vindo. 
No h volta atrs, recordou-se. Parvo que sequer o pense. Poderia ter sido verdade que ela tinha tomado a deciso de vir por impulso, influenciado pelo arrasto 
de sua prpria culpa e pena, e da simples compreenso na carta da Brianna. Mas ela tinha seguido o impulso atravs, tendo uma licena para ausentar-se de seu trabalho, 
closi ng at seu apartamento, e subir a um avio para uma viagem de trs mil quilmetros que foi minutos de ser completa. 
Tinha deixado de pedir a si mesmo o que esperava encontrar, ou o que queria obter. Ela no tinha as respostas. Quo nico sabia era que ela tinha necessitado vir. 
Para ver, talvez, o que sua me tinha visto uma vez. A dvida de sua infestadas de preocupar-se de que estava sendo desleal com o nico pai que tinha conhecido nunca, 
o temor de que, de repente, encontra-se rodeada por quo familiares no tinha nenhum desejo de reconhecer. 
Com um movimento da cabea, tomou seu compacto de sua bolsa. Ela tinha sido suficientemente claro em sua carta, Shannon se recordou enquanto tratava de refrescar 
a maquiagem. editou-se e revisado o texto trs vezes antes de que ela tinha estado satisfeito o suficiente para enviar uma resposta a Brianna. Tinha sido educado, 
um pouco frio e sem emoes. 
E isso foi exatamente como tinha a inteno de seguir adiante. Ela no tratou de careta de dor quando as rodas tocaram terra. Ainda havia tempo, ela mesma assegurou, 
para trabalhar na compostura. Anos de viajar com seus pais lhe tinha feito conhecer a rotina de desembarque, alfndegas, passaportes. transladou-se atravs dele, 
enquanto que em automtico se acalmou sua mente. 
Crdulo agora, assegurou que uma vez senti um pouco  margem das circunstncias, uniu-se  multido em movimento para o terminal principal. 
Ela no esperava que a sacudida de reconhecimento. A certeza absoluta de que as duas mulheres que esperavam com todos outros eram os Concannons. Ela pde haver dito 
que ela era a colorao, a pele cor nata claro, os olhos verdes, o cabelo vermelho. Eles compartilharam algumas caractersticas, embora o mais alto dos dois tinha 
um aspecto mais suave, e seu cabelo era mais ouro, enquanto que o outro se chama pura. 
Mas no era a cor, ou o ar de famlia que a havia na reduo a zero em s dois quando h tanta gente chorando e rendo e correndo a abraar. Foi um profundo conhecimento 
visceral que foi surpreendentemente doloroso. 
Ela tinha s um instante para resumir, o mais alto, puro como um alfinete em um vestido azul simples, e o outro curiosamente chique em uma camisa folgada e calas 
jeans andrajosas. E viu seu reconhecimento retornou com um sorriso resplandecente por um, um lugar fresco, medido pelo outro olhar. "Shannon. Bodine Shannon." Sem 
vacilao nem plano, Brianna se apressou e a beijou brandamente Shannon na bochecha. "Bem-vindo a Irlanda. Brianna estou." 
"Como est voc?" Shannon agradece suas mos foram presa no carrinho de bagagem. Mas j estava Brianna cuidadosamente seu deixando a um lado para tomar a mesma cesta. 
"Esta  Maggie. D-nos muito gosto que tenha vindo." 
"Voc querer sair da multido, imagino." A reserva de julgamento sobre a mulher  margem das calas e a jaqueta cara, Maggie inclinou a cabea. " um comprido viaje 
atravs da gua". 
"Estou acostumado a viajar." 
"Sempre  emocionante, no?" Apesar de seus nervos estavam saltando, Brianna falado facilmente enquanto empurrava o carrinho. "Maggie feito muito mais do que tm 
que ver os lugares. Cada vez que subo a um avio sinto como se eu sou outra pessoa. Foi uma viagem agradvel para voc?" 
"Tudo estava em silncio." 
Um desesperado pouco agora, j que parece que nunca se atraia a mais de uma orao declarativa curto do Shannon de uma vez, Brianna comeou a falar do tempo-que 
estava bem e a durao da viagem  casa de acampo-afortunadamente breve. A ambos os lados de seu Shannon e Maggie se olharam com desconfiana mtua. 
"Teremos uma comida para ti", Brianna continuou quando carregavam a bagagem do Shannon no carro. "Ou voc pode descansar um pouco primeiro, se est cansado." 
"No me quero pr a qualquer problemas", disse Shannon, por isso definitivamente que Maggie soltou um bufido. "Ir ao problema  o que melhor sabe fazer Brie. Tomar 
o fronte", acrescentou com frieza. "Como convidado". 
Muito  cadela, Shannon decidido, e elevou o queixo, por muito que Maggie tinha o costume de fazer, enquanto se deslizava no assento do passageiro. 
Brianna apertou os dentes. Estava acostumada, muito utilizado para a discrdia familiar. Mas ainda me doem. "Alguma vez estive na Irlanda, ento, Shannon? 
"No" devido a que a palavra tinha sido cortante, e a fez sentir como a vil como tinha concludo Maggie, deliberadamente os ombros relaxados. "O que vi do ar era 
formoso." 
"Meu marido viajava a todas partes, mas diz que este espao  a mais formosa que viu." Brianna lanou um sorriso no Shannon enquanto ela negociou sua sada do aeroporto. 
"Mas  sua casa agora, e os prejuzos." 
"Est casada com o Grayson Thane." 
-Sim. H um ano vm os fins de junho. Veio a Irlanda, a Clara,  investigao um livro. vai ser muito em breve.  obvio, ele est trabalhando em outro agora, e passando 
muito bem assassinar s pessoas adequadas e esquerda ". 
"Eu gosto de seus livros." Um tema forte, decidiu Shannon. Uma simples. "Meu pai era um grande f". 
E isso trouxe um momento de silncio espesso, incmodo. 
"Foi difcil para voc," disse Brianna cuidadosamente. "A perda de ambos os pais to juntos. Espero que sua estadia aqui ser ajudar a aliviar seu corao um pouco." 
"Obrigado". Shannon voltou a cabea e contemplou a paisagem. E foi precioso, no havia forma de neg-lo. Assim como no se podia negar que havia algo especial na 
forma em que o sol entrava obliquamente atravs das nuvens e o ar dourado. 
"O homem disse Rogam so um artista comercial", comeou ao Maggie, mais por curiosidade que pelos costumes. 
"Isso  correto." 
"Ento, o que tem que fazer  vender coisas, o mercado deles." 
Shannon frente levantada. Reconheceu desprezo quando o ouviu, entretanto a luz que era. "Em uma maneira de falar." Deliberadamente se voltou, nivelado seu olhar 
no Maggie. "Voc vende ... as coisas. Mercado deles". 
"No" Maggie sorriso era suave. "Acredito-as. Algum mais tem a venda deles". 
" interessante, no te parece," pr na Brianna rapidamente ", que ambos os som artistas? 
"mpar mais bien-murmurou Maggie, e se encolheu de ombros quando Brianna dirigido um olhar de advertncia no espelho retrovisor. 
Shannon s cruzou as mos. Ela, ao menos, tinha sido criada com bons maneiras. "Que to perto est de sua casa a um povo, Brianna? Pensei que ia alugar um carro." 
"Somos um pouco de um caminho do povo. Voc no encontrar um carro para deixar ali. Entretanto, convidamo-lhe  utilizao de este quando voc gosta." 
"No quero tomar seu carro." 
"Encontra-se inativo mais das vezes. E Gray tem uma tambm, assim que ... Voc querer fazer um pouco de turismo, imagino. Um de ns ser um prazer para lhe guiar 
sobre se gostar. s vezes a gente ao igual  vagar por sua conta. Este  nosso povo ", acrescentou. 
No era mais que isso, refletiu Shannon, mais que um pouco abatido. Um pequeno lugar a uma reduo de pendente cale e lojas e casas aninhados. Encantador, por certo, 
e pitorescas. E, pensou com um suspiro interior, inconveniente. No h teatro, no h galerias, no comida rpida. No h multides. 
Um homem levantou a vista para o som do carro, sorriu em todo o cigarro pego a seu lbio inferior e levantou uma mo em uma onda enquanto seguia caminhando. 
Brianna saudou troca, e fez uma chamada pela janela aberta. "bom dia a voc, Mateo Feeney". 
"No te detenha, por amor a Cristo, Brie," Maggie orden-la como ela mesma saudou. -vai falar a partir de agora at na prxima semana se o fizer. " 
"No estou depois de parar. Shannon quer um descanso e no como intriga da aldeia. Entretanto, pergunto-me se sua irm Colleen vai casar com esse vendedor do Brit". 
" melhor do que terei que escutei," disse Maggie, passando rapidamente a descansar as mos na parte posterior do assento dianteiro. "Para ele  algo que j vendeu 
sua ela estar pagando pelo tempo em nove meses". "A realizao do Colleen?" 
"O Brit plantado uma em seu ventre, e agora seu pai tem uma mo ao redor de sua garganta e o outro vendo as admoestaes se lem. Tenho toda ela do Murphy uma ou 
duas noites atrs, no pub". 
Apesar de si mesmo, sentiu que seu interesse Shannon enganchado. "Est-me dizendo que vai obrigar ao homem a casar-se com ela?" "OH, a fora  uma palavra difcil", 
disse Maggie com sua lngua na bochecha. "Animar  melhor. Firmemente fomentar, assinalando as opes muito razovel entre os votos matrimoniais e uma cara rota." 
" uma soluo arcaica, no te parece? depois de tudo, a mulher tinha tanto que ver com ela como o homem." 
"E teremos que agentar com ele justo quando est pego com ela. E o melhor do que esto obrigados a fazer." 
"At que quem tem seis filhos mais e o divrcio", disse Shannon breve. 
"Bom, todos tomamos nossas possibilidades nestes assuntos, no  assim." Maggie se acomodou de novo. "E estamos orgulhosos de ns mesmos irlandeses na considerao 
de vrios deles, e maiores que a maioria." 
No s? Shannon pensou quando levantou o queixo de novo. Com sua IRA e a falta de controle da natalidade, o alcoolismo e os matrimnios nenhuma maneira--para fora. 
Graas a Deus no era mais que um turista. 
O corao lhe deu uma sacudida rpida j que o caminho estreito. A agulha passa atravs de um sinuoso tnel grosa de cobertura plantado to perto do bordo da estrada 
o carro roou a vegetao de vez em quando. de vez em quando havia uma abertura na parede de verde, onde poderia ser uma pequena casa ou uma nave vistos. 
Shannon tratou de no pensar s no que poderia ocorrer se outro veculo se aproximou. 
Logo Brianna fez um giro, e abriu o mundo. 
Sem ser consciente disso, Shannon se inclinou para diante, os olhos muito abertos, os lbios entreabiertos de alegria surpreso. 
O vale foi uma pintura. Porque certamente no podia ser real. Roll depois de passar lista verde da colina se abria ante ela, fica dividido em duas aqui e l por 
paredes de rocha, atalho por uma parte de terra parda se voltou, uma sbita propagao de cores que se prados de flores silvestres. casas de brinquedo e celeiros 
tinham sido colocados em lugares perfeitos, com pontos de pastoreio de gado meandros, roupa agitando alegremente nas linhas. 
runas do castelo, caindo as pedras, e uma parede enorme, alto, de p em um campo como se esse lugar foram encerrados em um tnel do tempo. 
O sol golpeou todo o ouro gosta, e se refletia em uma cinta fina de rio de prata. 
E todo isso, cada fibra de erva estava cavada sob um cu to azul que parecia dolorosamente a pulso. 
Pela primeira vez no dia lhe esqueceu a dor e a culpa e a preocupao. Ela s podia olhar com um sorriso floresce em seu rosto, e a mais estranha sensao em seu 
corao que ela tinha conhecido isto, exatamente isto, estaria ali todo o tempo. 
" formoso, no?" Brianna murmurou e diminuiu a marcha para dar Shannon outro momento de desfrutar. "Sim. Nunca vi nada mais belo. Posso ver por que minha me adorou." 
E essa idia lhe trouxe a dor aguda costas, por isso se voltou seu olhar de novo. 
Mas o novo ponto de vista no era menos encantador. Blackthorn Cottage esperou para dar a bem-vinda, as janelas brilhavam, pedra salpicada de mica que brilhavam. 
Uma glria de uma propagao mais  frente do jardim de sebes que estavam esperando para estalar em uma flor de sua conta. 
Um co ladrou em sinal de saudao, logo que Brianna se deteve detrs de um Mercedes conversvel spiffy. 
"Isso ser Concobar, meu co", explicou e riu quando os olhos se abriram como Shannon Com correu pelo lado da casa. " grande,  Com, mas  inofensivo. No tm medo 
dos ces, verdade?" "Normalmente, no." -Sintate-ordenou Brianna quando ela saiu do carro. "E mostram suas maneiras." 
O co obedeceu imediatamente, sua cauda cinza grosa golpeando o cho para mostrar seu prazer e seu controle. Olhou ao Shannon como ela se apeou com cautela, logo 
se levantou uma pata. 
"Est bem". Shannon respirou fundo e aceitou o aperto de mos canina. "Bonito, no?" um pouco mais de confiana, lhe acariciou a cabea. Olhou e viu que Maggie 
e Brianna j estavam descarregando sua bagagem. -Vou por elas. " 
"No  nenhum problema, nenhum problema absolutamente." Com surpreendente facilidade para uma mulher esbelta, Brianna rebocada malas para a porta da casa. "Bem-vindo 
ao Blackthorn Cottage, Shannon. Espero que se sente cmodo aqui, "Com isto, ela abriu a porta principal e o pandemnium. 
"Vem aqui, pequeno diabo! Digo-o a srio, Liam. Ela vai ter meu couro cabeludo." 
Como observou Shannon, um menino de cabelo negro revolto pelo corredor no curto prazo, mas as pernas surpreendentemente rpida, os miolos pendurando de um punhado 
de bolachas. Sua risada intestinal-que arrebenta ricocheteavam nas paredes. A pouca distncia estava um homem de aspecto muito acossado com um beb pequeno, chorando 
escondido em um brao. 
empresa de localizao, o menino sorriu, mostrando um rosto anglico lubrificado com mantimentos. Arrojou seus braos gordinhos. "Mame". 
"Mame, como certo." Com um golpe de peritos Maggie teve a seu filho recolheu em um brao. "voc olhe, Liam Sweeney, no um ponto limpo que se encontram em voc. 
E antes de comer bolachas de ch. " 
Ele sorriu, danar olhos azuis. "Kiss". 
"Ao igual a seu pai. Beijos arrumar tudo." Mas ela o obrigou antes de passar a um objetivo olhar assassino no Gray. "Ento, o que tem voc que dizer por ti mesmo, 
Grayson Thane?" 
"Declaro-me a loucura." Trocou o beb, acariciando, calmante, inclusive enquanto arrastava o cabelo dos olhos. "No  minha culpa. Rogam chamaram  galeria, e fora 
do Murphy arar algo, assim que se elaborou para ver esse desastre de vinte libras. Ento o beb estava chorando, e Liam se meteu nas bolachas. Ah, a cozinha, Brie 
, no quero ir ali. " 
 isso um fato? " 
"Confia em mim nisto. E o salo de classe de ... bom, s estvamos jogando. Te vou comprar um copo novo. " 
Seus olhos se estreitaram perigosamente. "No  meu Waterford." 
"Ah ..." Tendo ajudar aonde poderia encontrar que, Gray dirigiu sua ateno ao Shannon. "Ol. Perdo por isso. Eu tenho Gray. 
"Muito prazer". Ela sacudiu um pouco como se precipitou o passado Com as pernas para tomar vantagem das migalhas atirar lixo ao cho. Logo atirou de novo quando 
Liam se inclinou e tomou um punhado de seus cabelos. "Kiss", ordenou. 
"OH." Shannon corao lhe encolheu um pouco. Com cautela que bicavam os lbios franzidos e manchada. "Chocolate chip". 
"Fiz-lhes ontem". Tendo piedade de seu marido, Brianna Kayla se deslizou em seus braos. "E a partir dos olhares dela, no h nenhum, mas deixou as migalhas." 
"Eu estava distraindo ao menino", disse Gray em sua prpria defesa. "Kayla tinha que trocar, e o telefone estava soando. Jesus, Brie, como  possvel que dois deles 
mais de duas vezes tanto trabalho como um?" 
" simplesmente um desses mistrios insondveis. Redimir-se, Grayson, e ter bolsas do Shannon a sua habitao, por favor?" 
"No h problema.  realmente um lugar tranqilo", assegurou ele. "Pelo general. Ah, Brie, vou explicar sobre esse lugar no salo de tapete mais tarde." 
As sobrancelhas unidas, Brie deu uns passos para frente, visto o caos da habitao que tinha deixado meticulosamente asseado. "Esteja seguro que voc far. Shannon, 
sinto muito." 
"Tudo est bem." De fato, era mais. A ruidosa bem-vinda tinha feito mais para que se relaxe de maneiras suaves poderia ter. "Este  seu beb?" 
"Nossa filha, Kayla". Deu um passo atrs, de modo que Shannon poderia haver um melhor aspecto. "Ela  uma velha hoje ao ms". 
"Ela  formosa." um pouco mais rgido, voltou-se para o Maggie. E seu filho? " 
"Tal como . Liam, dizer bom dia para ..." Ela calou, perplexo. "Para a senhorita Bodine," decidiu que ela. 
"Shannon". Decidido a no ser torpe, Shannon ofereceu um sorriso. "bom dia a voc, Liam." Ele respondeu com algo que tivesse requerido um intrprete, mas o sorriso 
no necessitava traduo. 
"Eu lhe vou limpar, Brie. me deixe Kayla, e vou mostrar lhe ao mesmo tempo tendem Shannon sua habitao." 
"Estou agradecido". Passou mais da Kayla a fim de que Maggie se dirigiu para a cozinha com um menino em cada brao. "Chocolate", Liam perguntou, com toda claridade. 
"Por nada do mundo, moo-ou," foi a resposta de sua me. 
"Bom". Brianna levou a mo a seu cabelo, que lhe estava escapando de suas patas. "Vamos ao resolvido. Pu-te na sala de loft. So as dois pisos mais acima, mas  
o mais privado e o mais especial." Ela olhou por cima quando comearam a subir. "Se preferir no ter tantas escadas para fazer frente a, posso-o trocar em qualquer 
momento." 
"No me importa a escada." Ela se encontrou incmodo outra vez. Curiosos, pensou, quanto mais fcil era para abordar o desafio do Maggie abrasivos que bem-vindo 
aberta Brianna'S. 
"O quarto s foi preparado por uns meses. Tive o desvan, j v." " uma formosa casa." 
"Obrigado. Algumas das modificaes do mesmo, que fiz depois de meu pai morreu e a deixou para mim. Foi ento quando comecei a B e B. Logo, quando me casei com o 
Grayson que necessitvamos mais espao ainda, para um estudo de seus escritos, e um viveiro. As habitaes esto no primeiro piso, junto  cozinha. " 
Onde est Kayla? Cinza queria saber quando se encontrou com eles na escada em seu caminho para baixo. 
"Maggie a tem." Em um movimento to natural e do costume to comprido que logo que conta, Brianna levantou uma mo na bochecha. "Ter que ir dar um passeio, Grayson, 
claro um pouco a cabea." 
"Acredito que o farei.  bom te ter aqui, Shannon". 
"Obrigado". Ela elevou sua frente quando cinza beijou a sua mulher. No me pareceu bastante o beijo casual um marido pode dar antes de sair em uma caminhada. "Volto 
a tomar o ch", prometeu, e em turba apagado. 
Brianna abriu o caminho ao seguinte piso, onde uma porta j estava aberta no convite. 
A habitao era mais que nada Shannon poderia ter esperado. Ampla e espaosa, com um assento da janela com encanto situado sob o beiral de uma parede inclinada e 
uma grande cama de bronze escondido debaixo da outra. Clarabias e janelas muito arqueado que entrasse o sol e o ar da primavera. As cortinas de encaixe e se elevava 
emparelhado a propagao cremosa. 
As flores frescas em espera de ser inalados, e brilhavam todas as superfcies. 
Ela sorriu, como o tinha feito quando ela tinha visto o vale. " precioso. Realmente encantador, Brianna." 
"Eu o tinha em memore para uma espcie de lugar especial. pode-se ver a granja do Murphy e alm das janelas ali." "Murphy? 
"OH, ele  um amigo, um vizinho. Murphy Muldoon. Sua terra comea justo alm da parede de meu jardim. Estar conhec-lo.  ao redor da casa um pouco." Brianna percorriam 
a sala enquanto falava, transportando com telas de abajures, contraes na colcha. "E esta sala  mais ntima que as outras habitaes, um pouco maior que a maioria 
tambm. O banho  s aqui. Grayson ler alguns livros, e ele o desenhou e Murphy entre eles." 
"Pensei que isto Murphy era um agricultor." 
"Ele , sim. Mas  til sobre tudo tipo de coisas." 
"OH." Shannon sorriso se ampliou na pequena habitao, brilhando com seu garra-pie banheira e lavabo de pedestal e toalhas inquieto dedo pendurando sobre varinhas 
de lato. " como uma casa de bonecas ". 
", sim." Nervoso como tivesse sido sem outro convidado, Brianna vinculados com as mos juntas. "Quer que te ajudar a descomprimir, ou prefere ter uma primeira 
resto?" 
"Eu no necessito ajuda, obrigado. Eu poderia fazer uso dessa banheira." 
"Seja no pas ento. H toalhas no ba pouco, e acredito que voc encontrar tudo o que voc estaria necessitando." Ela vacilou de novo. "Voc gostaria que te traga 
uma bandeja  hora do ch?" 
Tivesse sido mais fcil chegar a um acordo, Shannon pensamento. Poderia haver acurruc na sala s e bloqueia todo o resto. 
-No, vou baixar. " 
"Tome todo o tempo que necessita." Brianna lhe ps uma mo no brao do Shannon para lhe fazer saber a declarao no se referia s ch a ter. "vou estar abaixo se 
deseja algo." 
"Obrigado". 
Quando a porta se fechou detrs da Brianna, Shannon se sentou no bordo da cama. Em privado se podia deixar cair os ombros e seus olhos se fecham. 
Ela estava na Irlanda, e no havia uma idia do que fazer a seguir. 
Captulo Cinco 
"Assim que o que est procurando, esta irm do puxo dos seus?" Como em sua casa como ele tivesse estado em sua prpria cozinha, Murphy Muldoon se serve um dos bolos 
de nata Brianna estava arrumando em uma bandeja. 
Era um homem alto, que tendia para lankiness. tirou-se a boina quando vinha  cozinha, j que sua me lhe tinha ensinado, e seu cabelo escuro revolto dos dedos que 
tinha rastelado atravs deles, e que necessitam um ajuste. "Mantenha seus dedos fora-orden, repelindo a eles. -Espera at que me serve. " 
"No pode ser tudo o que quero ento. Lhe sorriu, danando olhos azul escuro, antes de preencher o bolo na boca. " to bonita como voc, Brie? 
"A adulao no lhe levaro a outro bolo antes do ch." Mas era uma risada no bordo de sua voz. "Pretty no  a palavra para ela. Ela  formosa. Seu cabelo  mais 
tranqilo que do Maggie, mais parecido  pele nessa gua alaz que te quero tanto. Seus olhos so como D foram-embora no gostaria que-a mais clara de verdes. Ela 
 de minha estatura, magro. ... E elegante, suponho que diria. Inclusive depois de que a viagem que logo que parecia enrugado absolutamente. " 
"Maggie diz que  uma cerveja fria." Desde a Brianna estava custodiando os bolos como uma galinha com uma garota, Murphy se estabeleceram para o ch. 
"Ela  reservada", corrigiu Brianna. " que Maggie no quer a seu gosto. E h uma tristeza nela se esconde com sangue-frio." E que Brianna entendeu perfeitamente. 
"Mas ela sorriu, sorriu realmente, quando chegamos ao longo da estrada onde o vale se estende". 
" uma vista justa, por que." Murphy se mudou seus ombros enquanto servia o ch. Suas costas lhe doa um pouco, porque ele tinha estado arando do amanhecer. Mas 
era uma dor boa, uma dor de slidos day's trabalho. "No veria similares das que em Nova Iorque." 
"Sempre se fala de Nova Iorque como se se tratasse de outro planeta em vez de atravs do mar." < p> " a medida do da lua, na medida que a mim respeita." 
Com uma gargalhada, Brianna olhou por cima do ombro dele. Estava mais bonito que nem sequer ele tinha estado de menino. E as mulheres da aldeia tinha falado de sua 
cara de anjo nesses dias. Agora havia uma boa parte do diabo e para adicionar efeitos aos olhos de azul intenso e rpido, o sorriso torcido. 
A vida ao ar livre que lhe teve adequado, e com os anos seu rosto havia uma multa de at um tipo de magreza esculpida que atraiu os olhos da mulher. Um fato que 
no lhe importava um pouco. Sua palha rebelde das ondas negro desafiou penteado adequado. Seu corpo foi duro, com braos musculosos, largos ombros, quadris estreitos. 
Brianna sabia de primeira mo que ele era to forte como um de seus cavalos que queremos, e muito mais suave. Apesar da fora e robustez, havia algo potico sobre 
ele. Um sonho nos olhos, pensou com afeto. 
"O que est olhando?" limpou-se a mo pelo queixo. "Tenho que nata na cara?" 
"No, eu estava pensando que lstima que voc no se encontrou a uma mulher para compartilhar com sua cara bonita." 
Embora ele sorriu, ele trocou de posto com certo embarao. "por que  quando uma mulher se casa com ela pensa que todo mundo deveria fazer o mesmo?" 
"Porque ela  feliz." Ela olhou para baixo onde Kayla sb satisfeito em sua cadeira infantil. "No crie que ela  mais parecido ao Grayson? 
"Ela  a imagem de ti. No  voc, o amor Kayla? agachou-se para lhe fazer ccegas queixo do beb. "O que vai fazer com sua me, Brie? 
-Nada, neste momento. " Desejando que ela no tinha que pensar nele, aferrou-se s mos. "Ela ter que ser contada,  obvio, mas quero dar tempo para relaxar-se 
antes do Shannon de que chegue a tormenta." 
"vai ser um vendaval de alguma proporo. Est seguro de que ela no sabe nada sobre o assunto? No tem idia de que houvesse outra mulher, ou um menino por causa 
dela?" 
"To seguro como estou de meu prprio nome." Brianna suspirou e voltou para a criao de ch da famlia. "Voc sabe como eram as coisas entre eles. Se a me tivesse 
sabido, lhe teria aoitado at a morte do mesmo." 
"Isso  bastante certo. Brie." Murphy desnatada nos ndulos pela bochecha at que lhe devolveu o olhar outra vez. "No tome tudo em si mesmo. Voc no est sozinho 
nisto". 
"J sei. Mas  preocupe-se, Murphy. As coisas so ainda tensas entre a me e eu, e nunca estive sem problemas entre ela e Maggie. No sei que to pior que isto se 
faa. Entretanto, no h nada mais que podia fazer. D tivesse querido que viesse, e tm a oportunidade de conhecer sua famlia. " 
-Ento, estar tranqilo por um tempo. " Com sua taa ainda em uma mo, ele a abraou com o outro e se inclinou para tocar seus lbios  bochecha. 
Ento seu mundo ao reverso. 
A viso ficou na porta, olhando atravs de interessantes e glorioso olhos verdes. Sua pele era como o alabastro, que tinha lido, e olhou to suave como o leite fresca. 
Seu cabelo brilhava como se desprende das linhas de seu rosto a varrer o queixo que se levantou de alta. 
Reina-a das fadas, foi tudo o que podia pensar. E o feitio estava nele. 
"OH, Shannon". O rubor as bochechas Brianna esquenta quando ela viu sua meia irmana. Quanto tinha ouvido? Brianna se perguntou. E como dirigi-lo? "O ch  quase 
preparado. Pensei que o haveria aqui. vou servir aos convidados na sala." 
"A cozinha est bem". Ela tinha ouvido falar um monto, e que tomaria tempo para decidir como dirigir ela mesma. Faz um momento sua ateno se centrava no homem 
que foi aberta nela, como se ele nunca tinha visto uma mulher de antes. 
"Shannon Bodine, este  nosso bom amigo e vizinho Murphy Muldoon." 
"Como est voc?" 
um discurso coerente parecia hav-lo abandonado. Ele assentiu com a cabea, s vagamente conscientes de que provavelmente se parecia com um parvo torpe. 
"Murphy, lhe diria preparar o ch de outros?" 
Quando ela no recebeu nenhuma resposta, Brianna o olhou. "Murphy? 
"O que?" Piscou, esclareceu-se garganta, arrastando os ps. -Sim, vou dizer lhes. " Apartou os olhos da viso e ficou olhando fixamente em branco Brianna. "lhe diga 
que o que?" 
Com uma gargalhada, Brianna lhe deu um empurro para a porta. "No pode ir dormir em seus ps como um de seus cavalos. Saia e lhe diga Grayson e Maggie e Liam estamos 
tomando o ch." Um ltimo empurro e ele estava fora da porta com seu fechando-a detrs dele. "Ele esteve trabalhando do amanhecer, arrumado, e tuckered. Murphy 
o general um pouco mais agudo que isso. "Shannon  posta em dvida." Ele  um agricultor? ""  uma multa, e que  a cria de cavalos, tambm. Ele  como um irmo 
para o Maggie e eu. "Seus olhos, nivelada, com mais do Shannon." No h nada que no se pode compartilhar com o Murphy e a confiana que fica com ele. " 
-J vejo. " Shannon ficou onde estava, justo ao outro lado da soleira. "Assim que o que pensava que lhe podia dizer a respeito desta situao particular". 
Com um suspiro tranqila, Brianna trouxe a bule  mesa. "Voc no me conhece, Shannon, nem Murphy, nem nenhum de ns. No  justo que eu lhe pea que confiar na 
gente que tem feito mais que completo. Assim no ser seu lugar, vou perguntar. a sentar-se e desfrutar de seu ch. " 
Intrigado, Shannon inclinou a cabea. "Voc pode ser um um bom". 
"Maggie tem todo o fogo." "Ela no me quer." "No no momento." 
Shannon teve a mais estranha vontades de rir, e deu a ele. "Isso est bem. Eu no gosto dela, tampouco. O que tem que ch?" "Sandwiches, queijo e um pouco de pat, 
bolachas de acar, po-doces, bolos de nata, bolo de ma." 
Shannon interveio, a topografia da propagao. "Para isso, todas as tardes?" 
"Eu gosto de cozinhar." Sonriendo de novo, Brianna se limpou as mos no avental. "E eu queria seu primeiro dia seja especial para voc." 
"Voc est decidido, no?" 
"H uma raia obstinada na famlia. Ah, aqui vm. Maggie, veja os moos se lavem as mos, verdade? Tenho que servir no salo. "Nata de bolos." Cinza se equilibrou. 
"Onde esconder?" 
"No vai se comer minha comida com os dedos sujos", disse Brianna com calma enquanto terminava de carregar uma bandeja de ch lhe rodem. "voc sirva-se mesmo, Shannon. 
Volto logo que vi a meus convidados". 
"Sente-se". Maggie saudou a mesa logo que ela tinha lavado seu filho fora na pia. Ela se deixou cair Liam em uma cadeira alta, deu-lhe um dedo brinde por mastigar. 
"vai ter acar em sua taa de ch?" 
"No, obrigado", Shannon retornou, igualmente rgido. "S negro." 
"Est em uma de tratar", disse Gray como amontoou seu prato. "Nova Iorque pode ter alguns dos melhores restaurantes do mundo, mas alguma vez comi nada como cozinhar 
Brianna'S. Est com o Ry-Tilghmanton?" -perguntou, tomando sobre si mesmo que o monto de placas do Shannon a si mesmo. -Sim, OH, nem tanto-estive ali mais de cinco 
anos ". 
"Eles tm um bom representante. Princpio da linha." Felizmente mordeu um sandwich. "De onde se treina?" 
"Carnegie Mellon." 
"Mmm. No se pode fazer melhor. H uma padaria em Pittsburgh, talvez uma meia milha da universidade. Parejita feijo que se executa. Fazem estes bolos de rum." 
"Conheo o lugar." fez-se sorrir ao pensar nele, e fcil de falar com outro americano. "Peguei a ela cada domingo pela manh durante quatro anos." 
Dado que Maggie estava ocupado com o Liam Murphy e todos pareciam capazes de fazer a olhava fixamente, Shannon sentia nenhum escrpulo em ignor-los em favor do 
Gray. "Brianna me disse que veio aqui  investigao um livro. Significa isso que um que vem definida aqui? " 
-Sim.  que sai em um par de meses ". 
"vou olhar adiante a ele. Eu gosto de seus livros muito." 
"vou ver chegar uma cpia avanada." Quando o beb comeou a formular muitas perguntas. Cinza e a levantou na curva de seu brao quando caiu comodamente a guardar 
silncio. 
Shannon mordiscou seu sndwich-o qual era bom, sem dvida, e enche o buraco no se deu conta de fome tinham cavado. Satisfeito mas no impressionou muito, ela mordeu 
em um bolo. 
Seu sistema em seu conjunto marcou prazer dos mais agudos e pecaminoso. 
Cinza simplesmente sorriu quando seus olhos mdio fechados deriva. "Quem necessita o cu, verdade?" 
"No interrompa", murmurou, "Estou tendo uma epifana". 
-Sim, h algo religioso a respeito de bolos Brie est bem. " Cinza se serve outro. 
"Pig". Maggie enrugou o nariz nele. "Deixa algo para mim para levar a casa a Rogam pelo menos." 
"por que no aprender a fazer sua prpria?" 
"por que teria que faz-lo?" Presumido, Maggie lambeu a nata de seu polegar. "S tenho que caminhar pelo caminho de ter o seu." 
"Voc vive perto daqui?" Shannon sentiu dbil prazer ante a idia. 
"S pelo caminho." leve sorriso do Maggie indicou que entendia os sentimentos do Shannon por completo. 
"Rogam a arrasta fora de forma peridica," pr pulg Cinza "Para o Dubln ou uma de suas galerias. As coisas so mais pacficos ento. Ele penetrou Liam uma cookie 
de acar. 
"Mas estou aqui com a suficiente freqncia para manter um olho nas coisas, e ver que Brianna no est sobrecarregada". "Brianna pode manter um olho em si mesmo," 
disse a mulher em questo, voltou para a cozinha. "Gray, deixar algumas dos bolos de Rogam." 
"V?" 
Cinza simplesmente se burlou do Maggie e atirou de sua esposa na cadeira a seu lado. "No tem fome, Murphy?" 
Porque esse olhar sem pestanejar estava comeando a incomodar a ela, Shannon tamborilar os dedos sobre a mesa. "Muito ocupado olhando para mim o senhor Muldoon a 
me preocupar com comer." 
"Torro", murmurou Maggie Murphy e golpeou com o cotovelo. 
"Peo-lhe perdo." Murphy agarrou sua taa de ch a toda pressa o suficiente para ter por cima do bordo de decantao. "Eu estava woolgathering  tudo. Devo voltar." 
E talvez quando voltou para seu prprio campo que havia esperando encontrar a sua prudncia. -Obrigado, Brie, para o ch. Bem-vindos a Irlanda, a senhorita Bodine. 
" 
Agarrou sua boina, meteu-o na cabea, e saiu apressadamente. 
"Bom, nunca me ocorreu ver o dia em que Murphy Muldoon deixou seu prato cheio". Desconcertado, Maggie se levantou para lev-lo a mesa. "Vou dar por Rogam." 
-Sim, fazer ", disse Brianna ausente. "voc crie que ele est vindo abaixo com algo? Ele no se olhe." 
Shannon pensou que tinha cuidadoso o suficientemente so, e com um encolhimento de ombros esqueceu o estranho senhor Muldoon e terminou seu ch. 
Mais tarde, quando o cu estava perdendo sua florao de cor azul e dirigindo-se para cinza, Shannon teve um percurso atravs de 
jardins traseiros da Brianna. Sua proprietria queria ela, com toda claridade, para desalojar a cozinha depois do jantar da famlia. Sem ventilador particular de 
lavar os pratos, Shannon tinha aceito a sugesto de que ela tome um pouco de ar e desfrutar da quietude da noite. 
Foi sem dvida o lugar para fazer nada, decidiu Shannon, intrigado, enquanto caminhava pelo exterior de um estufa. Apesar de que estranha vez apareceram Brianna 
se aproveitou da preguia cmodo. 
Que no a mulher? Shannon se perguntou. Ela cozinhava, corria o equivalente de um hotel pequeno, exclusivo, aos cuidados de um beb ajardinadas,, atrados a um homem 
muito atrativo, e conseguiu ver como um disparo da revista Teme, Irlanda Pas quando se encontrava nela. 
depois de percorrer o efeito estufa, viu uma pitoresca zona sentado no bordo de uma cama de alegrias e as viola. Ela se acomodou na cadeira de madeira, encontrou-o 
to cmodo como parecia, e decidiu que no ia pensar Brianna, ou Maggie, ou o lar era uma parte temporria de. Ela, por to somente um pouco de tempo, no pensar 
em nada absolutamente. 
O ar era suave e fragrante. Houve uma muito badaladas do tacho pendurando das fadas perto de uma janela perto. Pareceu-lhe ouvir o deso de uma vaca na distncia, 
um som to alheia a seu mundo como a lenda de duendes ou almas em pena. 
granja do Murphy, supunha. Espera, por seu bem, era um agricultor melhor que conversador. 
Uma quebra de onda de cansao se apoderou dela, o jato lag seus nervos tinha mantido a raia durante horas. Ela deixa que venham agora, casulo ela e desfocamento 
dos borde de muitas preocupaes. E sonhava com um homem sobre um cavalo branco. Seu cabelo era negro e ondeando atrs dele, e sua capa escura aoitada pelo vento 
e foi moldada com a chuva que arrojou como fria de um cu cinza ao. 
Raio dividi-lo como uma lana, lanas o flash na cara, ressaltando os ossos Celtic de alta, os olhos de cobalto do negro irlands, e o guerreiro. Houve um broche 
de cobre no pescoo da capa. Um giro intrincada de metal ao redor de uma talha da cabea de um semental criado. 
Como se na simpatia, seu cavalo chutou o ar catico, continuando, golpeou a grama. dirigiram-se diretamente a ela, o homem e a besta, ambos igualmente perigosos, 
igualmente magnficos. Ela captou o brilho de uma espada, o brilho opaco de armaduras orvalhado com barro. O corao lhe respondeu o bramido do trovo e a chuva 
golpeou com frieza em seu rosto. Mas no havia medo. Seu queixo era alto impulso que os via como bala para ela, e seus olhos, estreitado contra a chuva, reluzia 
de cor verde. 
Em um spray de barro e a umidade do cavalo se desviou a um alto no mais de centmetros dela. O homem a cavalo aparecia para ela com o triunfo e a luxria que brilha 
em seu rosto. 
-Bom-se ouviu dizer em uma voz que no era do todo dele. "tornaste". 
Shannon despertou sobressaltado, agitado e confundido pela estranheza e a claridade absoluta do sonho. Como se ela no tinha dormido absolutamente, pensou enquanto 
se escovava o cabelo da cara. Mas mais recordar. 
Ela logo que teve tempo de divertir-se a si mesmo pela idia quando seu corao se disparou de novo a dobro tempo. Havia um homem de p no  um p de distncia, 
observando-a. 
"Peo-lhe perdo." Murphy deu um passo adiante das sombras que se estendiam. "No foi minha inteno assust-la. Acreditei que estava dormindo." 
Miserablemente envergonhada, ela se atirou de p na cadeira. -Assim veio a me olhar de novo, senhor Muldoon? " 
-No, isto , I. .. " Ele suspirou frustrado. 
No tinha falado com ele com severidade sobre apenas este comportamento? Maldita seja, se ia encontrar a si mesmo todos os thicktongued softheaded e pela segunda 
vez a seu redor. "Eu no queria incomodar", comeou de novo. "Pensei por um minuto que tinha vindo acordado e me tinha falado, mas no havia." Tentou um sorriso, 
uma que tinha encontrado pelo general encantado as damas. "A verdade de tudo  que a senhorita Bodine, eu gostaria de voltar a pedir desculpas por tudo aberta a 
voc durante o ch. Era grosseiro". 
-Muito bem. Esquece-o ". E desaparece, pensou com irritao. "Estou pensando que  seus olhos." Sabia que era mais. Ele tinha conhecido exatamente o que era o momento 
em que tinha cuidadoso uma e visto. A mulher que tinha esperado. O flego soprou a cabo estava impaciente. "Meus olhos?" "H olhos de fadas. Claro como a gua, verde 
como o musgo, e cheio de magia." 
No parecia slowwitted agora, deu-se conta de cautela. Sua voz tinha adquirido uma cadncia musical desenhado para fazer que uma mulher esquea tudo, mas o som da 
mesma. "Isso  interessante, o Sr. Mul Doon " 
"Murphy, se for o mesmo a ti. Estamos no caminho de ser vizinhos." 
-No, no o somos. Mas bom Murphy comigo. Agora, se me desculpar "em vez de aumentar como o tinha previsto, ela se tornou atrs na cadeira e deixou escapar um grito 
afogado. Algo elegante e rpido de carga foi das sombras. E grunhiu. 
"Com". No fazia falta mais que a s slaba tranqila do Murphy para que o co de arrasto a um alto e deixando cair sua cauda. "No foi minha inteno te assustar." 
Murphy lhe ps uma mo sobre a cabea do co. "O foi para sua carreira de noite, j vezes quando se encontra comigo, gosta de jogar. No estava grunhindo tanto como 
falar." 
"Falar". Fechou os olhos enquanto esperava a seu corao pulsava com fora para deter. "Falar ces, isso  tudo de noite  necessrio." Logo cheia Com mais de e, 
pondo a cabea em seu regao, olhou  cara fervorosamente. Inclusive um iceberg teria derretido. "Assim, agora que est pedindo desculpas, suponho, pelo susto que 
me fora de minha pele." Ela elevou o olhar ao Murphy. "Vocs dois so um bom par." 
-Suponho que os dois podemos ser torpes s vezes. " Em um movimento grcil que desmentia as palavras, tirou um punhado de flores silvestres das costas. "Bem-vindo 
ao condado do Clare, Bodine Shannon. Que sua estadia seja o mais doce e colorido como as flores, e duram mais." 
Assombrado, e encantado, maldita seja,, tomou as flores alegres dele. "Pensei que foi um homem estranho, Murphy," murmurou. "Parece que eu tinha razo." Mas seus 
lbios estavam curvados como ficou de p. "Obrigado". 
"Agora, isso  algo que vou esperar. Seu sorriso", disse-lhe quando ela apenas se levantou suas sobrancelhas. "Vale a pena esperar. boa noite, Shannon. Durma bem." 
afastou-se, voltou de novo em uma sombra. Quando o co comeou a seguir, disse que havia algo brando Com o freio e girar a esperar ao lado do Shannon. 
Como a fragrncia das flores que sustentava brincou seus sentidos, o homem chamado Murphy se fundiu na noite. 
"At aqui as primeiras impresses", disse Shannon ao co, logo meneou a cabea. "Acredito que  hora de ir pulg tenho que estar mais cansado do que esperava." 
Captulo Seis 
As tormentas e os cavalos brancos. Brutalmente homens bonitos e um crculo de pedras. Aoitado pelos sonhos, Shannon no tinha passado uma noite tranqila. 
E despertou de congelamento. Isso era estranho, pensou, como as brasas na pequena chamin da habitao ainda brilhava vermelho, e ela mesma foi enterrado no queixo 
em uma colcha grosa, suave. Entretanto, sua pele estava geada at o ponto de fazer tremer para que se quente. 
Qual era mais estranho ainda era que ela no era mais frio. At que sentiu que sua cara por ela mesma, teria jurado que estava molhado como se tivesse estado de 
p em meio de uma tormenta. 
sentou-se na cama, arrastando as mos pelo cabelo. Nunca antes em sua vida tinha experiente sonhos com tanta claridade, e no foi segura de querer que se converta 
em um hbito. 
Mas os sonhos e noites sem descanso a um lado, estava acordado. Por experincia sabia que no teria abraado de novo no travesseiro e a deriva. De volta em Nova 
Iorque, que no teria sido to lhe frustrem. Sempre havia dzias de coisas que terei que fazer, e ela normalmente despertou cedo para conseguir um salto no dia. 
Sempre havia uma conta para trabalhar, papis para fazer frente a, ou simplesmente para levar a cabo as tarefas domsticas antes de dirigir-se ao escritrio. As 
que se realizam, teria que revisar sua agenda eletrnica para ver o que as nomeaes e funes se programaram para o dia-o que se entretenimentos sociais em linha 
para a noite. O show da manh na televiso lhe daria uma atualizao do clima, e qualquer notcia atual antes de que ela agarrou sua maleta, e sua bolsa de esporte, 
segundo o dia da semana, e partiu para o passo ligeiro de seis mas a p a seu escritrio. 
A vida satisfeita e organizada de um jovem profissional no caminho at a escada corporativa. foi precisamente a mesma rotina h mais de cinco anos. 
Mas aqui ... Com um suspiro, olhou para a janela onde o cu do oeste ainda estava escuro. No houve prazos, sem entrevistas, sem apresentaes que tem que dar-se. 
Ela tinha tomado um descanso da estrutura que era to familiar, e portanto reconfortante. 
O que fazer uma pessoa no campo irlands ao amanhecer? depois de arrastar-se fora da cama, aproximou-se de atiar o fogo, continuando, acolchoada no assento da janela 
a enrolar-se em suas almofadas. 
Ela pde distinguir os campos, as sombras das paredes de pedra, o contorno de uma casa e dependncias, como o cu pouco a pouco aliviada de ndigo a um azul mais 
suave. Com um pouco de diverso que ouviu o canto de um galo. 
Talvez ela teria Brianna sobre a oferta da utilizao de seu carro e conduzir a alguma parte. Em qualquer lugar. Esta parte da Irlanda era famoso por suas paisagens. 
Shannon pensou que tambm pode conseguir um olhar nela enquanto esteve aqui. Talvez teria que utilizar a localizao e o tempo de frias para pintar se o estado 
de nimo lhe pareceu. 
No banheiro se correu a cortina circular ao redor da tina de unhas do p e se encontrou, com o prazer, a gua da ducha estava quente e abundante. Ela escolheu um 
pescoo de tartaruga e jeans escuros e quase agarrou sua bolsa antes de que ela se deu conta que no teria necessidade dela at que ela fez os acertos de transporte. 
A deciso de tomar o convite da Brianna a si mesmo como em sua casa no corao, ela comeou a baixar a preparar o caf. 
A casa estava to tranqila que quase podia acreditar que estava sozinho. Ela sabia que havia pessoas no segundo piso, mas Shannon no ouviu nada, mas o rangido 
tranqila da escada sob seus prprios ps enquanto caminhava para o primeiro piso. 
 a nova viso que a deteve, a janela olhando para o este que emolduravam a ruptura impressionante do alvorada. O desdobramento das nuvens no horizonte era grosa, 
capas, e lhe disparou com redemoinhos de cor vermelha. O negrito difuso de cor no cu, batendo de novo o blues mais suave e dcil com rosas de fogo lambe. Inclusive 
enquanto olhava, as nuvens se transladou, navegando como um navio em chamas que iluminou o cu lentamente. 
Pela primeira vez em meses que se encontrava ativa querer pintar. Tinha sido costume mais que o desejo que tinha tido sua embalagem alguns de suas equipes. Estava 
agradecida agora, e se perguntou at onde teria que conduzir para comprar o que outros fornecimentos que possa necessitar. 
Encantado com a idia, e a perspectiva de uma atividade real, vagou para a cozinha. 
Encontrar Brianna j ali e a boneca de profundidade na massa do po era mais de uma surpresa do que deveria ter sido. "Pensei que seria a primeira vez." -bom dia. 
Voc  um madrugador ". Brianna sorriu enquanto seguia a amassar sua massa. "Assim  Kayla, e ela se acordada com fome. H caf, ch ou se o desejar. J o preparei 
para o Grayson." 
"Ele est para acima, tambm?" Tanto, pensou Shannon, durante uma manh solitria. 
"OH, ele se levantou faz horas a trabalhar. Ele faz que s vezes quando a histria  preocupam-se ele. O vou arrumar o do caf da manh, uma vez me pus o po se 
levante." 
-No, est bem caf. " depois de que ela tinha servido uma taa, Shannon estava torpemente, sem saber o que fazer a seguir. "Voc assar seu prprio po?" 
-Sim, sim.  um processo suave. Ter brinde pelo menos. H uma parte de ontem ainda na gaveta ". 
"um pouco mais tarde. Eu estava pensando que poderia conduzir ao redor de um pouco, ver os escarpados ou algo assim." "OH, seguro que voc quer ver os lugares de 
interesse." Competentemente Brianna acariciou a massa em uma bola e o converteu em um tigela grande. "As chaves esto nesse gancho ali. Toma cada vez que tem uma 
mente a divagar. Teve uma boa noite?" 
"Em realidade, i--a interrompeu, surpreso que tinha estado a ponto de lhe dizer Brianna de seus sonhos. -Sim, a habitao  muito cmoda. " Inquietas outra vez, 
ela tomou outro sorvo de caf. "H um ginsio em qualquer lugar?" 
Brianna se cobriu a massa com um pano, logo se dirigiu  pia para lav-las mos. "Ao Jim? Vrios deles. Est procurando a algum em particular?" 
Shannon abriu a boca, logo a fechou de novo em uma risada. -No, um ginsio, um clube de sade. Fao exerccio trs ou quatro vezes  semana. J sabe, caminadoras, 
escaladoras, pesos livres. " 
"OH." Brianna estabelecer uma frigideira de ferro fundido no fogo como ela o pensado. -No, havemos nada disso justo aqui. Uma roda de esquilo, isso  para caminhar? 
" 
"Sim". 
"Havemos campos para isso. Voc pode ter um p bem pelo campo. E bom ao ar livre para fazer exerccio.  uma formosa manh para estar fora, embora teremos a chuva 
desta tarde. Voc querer uma jaqueta, -continuou, assinalando a uma jaqueta vaqueira luz pendurando de um gancho pela porta traseira. 
"Uma jaqueta?" 
" um pouco frio, fora." Brianna conjunto a tudo ritmo toucinho na frigideira. "O exerccio lhe dar um apetite. Voc ter o caf da manh quando voltar." 
Franzindo o cenho, Shannon estudou de novo Brianna'S. Parecia que ia dar um passeio. um pouco desconcertada, ela deixou a taa e recolheu a jaqueta. "Eu no acredito 
que vou ser larga." 
"Tome seu tempo", disse Brianna alegremente. 
Divertido o um ao outro, separaram-se. 
Shannon nunca tinha considerado a si mesmo o tipo ao ar livre. No era uma f de senderismo. Ela preferia a atmosfera civilizada das guas de sade bem equipados 
clube-em garrafa, o noticirio matutino da televiso, as mquinas que disse a seu progresso. Ps em questo de minutos cinqenta e trs vezes  semana e sente prazer 
a si mesmo considera forte, so, tonificado e bem. 
Mas ela nunca tinha entendido a gente que atou pesadas botas e as mochilas e os atalhos de excurso ou escalado montanhas. Ainda assim, sua disciplina era muito 
arraigada para permitir que ela perder todas as formas de exerccio. E um dia a Blackthorn tinha mostrado que a cozinha da Brianna poderia ser um problema. 
Assim que ela tirava passear. Shannon colocou as mos nos bolsos de sua jaqueta emprestada, para que o ar era frio. Houve uma mordida pouco agradvel pela manh 
que sacudiu o lixo qualquer escria persistente do jato lag. 
Passou o jardim onde primaveras ainda empapadas de rocio, e o efeito estufa que sua tentao de tomar as mos e olhar atravs do cristal tratado. O que viu lhe havia 
a boca aberta. Ela tinha visitado viveiros profissionais com sua me que eram menos organizados e menos bem sortida. 
Impressionado, deu meia volta e se deteve. Tudo era to grande, pensou enquanto olhava por sobre o pau de macarro da terra. To vazio. Sem ser consciente de que 
ela se encolheu de ombros  defensiva na jaqueta. Ela pensou que nada de caminhar por uma calada de Nova Iorque, esquivando pedestres, cuidando seu prprio espao 
pessoal. O estrondo do trfico, rudo de buzinadas, levantou vozes eram conhecidas, no  estranho este silncio como brilhante. 
-No exatamente como correr no Central Park ", murmurou, confortado pelo som de sua prpria voz. devido a que era menos difcil de seguir que retornar  cozinha, 
comeou a caminhar. 
Havia sons, deu-se conta. Os pssaros, o zumbido longnquo de uma mquina, fazendo-se eco da casca de um co. Ainda assim parecia estranho estar to sozinho. Mais 
que centrar-se nisso, ela apertou o passo. Passeando no tonificar os msculos. 
Quando chegou  parede de pedra em primeiro lugar, debateram-se suas opes. Podia caminhar por ela, ou saltar por cima dele no seguinte campo. Com um encolhimento 
de ombros, subiu em cima. 
Reconheceu o trigo, o bastante alto para agitar um pouco na brisa, e em meio dela, uma rvore solitria. Embora parecia imensamente velho para ela, suas folhas ainda 
o verde tenro da primavera. Um pssaro posado em um de seus ramos altas, nodosas, cantando seu corao. 
deteve-se olhar, a escutar, desejando que ela havia trazido para seu caderno de desenho. Teria que voltar com ele. Tinha passado muito tempo desde que tinha tido 
a oportunidade de fazer uma paisagem real. Estranho, pensou quando comeou a caminhar de novo. Ela no tinha dado conta de que queria. Entretanto, qualquer com conhecimentos 
rudimentares encontraria seus dedos prurito aqui, decidiu. As cores, as formas e a luz magnfica. deu-se a volta, caminhando para trs por um momento para estudar 
a rvore de um ngulo diferente. 

Cedo na manh seria o melhor, ela decidiu e saltou a parede, junto com sua ateno centrada ainda detrs dela. 
S a sorte lhe impediu de converter de cabea na vaca. 
"Cristo Jesus". Arrastou-se para trs, aproximou-se com fora contra a pedra. A vaca simplesmente olhou ao intruso sem paixes e agitava sua cauda. " to grande." 
Desde sua atalaia na parte superior da parede, Shannon deixou escapar um flego instvel. "No tinha idia que eram to grandes." 
Cauteloso, levantou o olhar e descobriu que Bossie no estava sozinho. O campo estava cheio de vacas em pastoreio, as grandes damas de olhos plcidos com peles e 
negro-branco. Como no parecia especialmente interessado nela, baixou lentamente at ficar sentado no muro em lugar de parar-se sobre ela. 
"Suponho que o tour se detm aqui. No vais mugir ou algo assim?" 
Em lugar de obrigar, o mais prximo vaga trocou sua major parte e voltou para pastoreio. Divertido agora, Shannon depravado e teve um comprido, olhar mais global 
em torno A. O que viu havia lhe inclinando-se lbios.
"Os bebs". Com um sorriso, comeou a surgir para ver de primeira mo nas pantorrilhas fracas pulando entre suas majores com menos energia. Logo a tinha cuidado
olhando para trs aos olhos de seu vizinho mais prximo. No estava muito seguro de se as vacas tenderem a morder ou no. "Suponho que vou ver os daqui."
A curiosidade lhe tinha que chegar a cabo, com cautela, com os olhos cravados no rosto da vaca. Ela s queria tocar. Embora ela apareceu, manteve seu traseiro plantados
firmemente na parede. Se a vaca no gostou do movimento, Shannon imaginei que poderia estar no outro lado. Qualquer mulher que trabalhava trs vezes por semana deve
ser capaz de correr mais rpido que uma vaca.
Quando seus dedos roaram, ela descobriu que o cabelo era rgida e dura, e que a vaca no parecia objeto. Mais crdulo, Shannon avanou um pouco mais perto e se
estendeu sua mo sobre o flanco. "No lhe importa ser manipulados, de que uma", disse Murphy a suas costas.
grito do Shannon havia vrias das vacas rodantes de apagado. depois de um mugido molesto, estabeleceram-se de novo. Mas Murphy seguia rendo quando o que tinham,
e sua mo ficou no ombro do Shannon, onde se apoderou de evitar que casse de bruces contra a parede.
"Steady agora. Est todos os nervos."
"Pensei que estava sozinho." No estava segura de se era mais mortificado a ter gritado ou capturou acariciar a um animal de granja.
"Estava retornando de fixar meus cavalos aos pastos e te vi." Em um movimento cmodo sentado na parede, olhando para o lado oposto, e acendeu um cigarro. " uma
formosa manh."
Sua opinio sobre que foi um grunhido. No tinha pensado que esta  sua terra. E agora, ao parecer, foi apanhado de novo. "Cuida de ti mesmo todas estas vacas?"
"OH, tenho um pouco de ajuda de vez em quando, quando se necessita. Voc segue adiante, seu mascote se o desejar. Ela no o conta."
"Eu no era seu acariciar." Era um pouco tarde pela dignidade, mas Shannon fez uma punhalada na mesma. "Tinha curiosidade a respeito de como se sentiam."
"Alguma vez hei meio doido uma vaca?" A s idia lhe fez sorrir. "Tem-nos nos Estados Unidos me ho dito."
" obvio que tm vacas. Simplesmente no v-los passear pela Quinta Avenida com muita freqncia." Ela inclinada uma olhada a ele. Seguia sonriendo, olhando para
trs para a rvore que tinha comeado todo o cenrio. "por que no se curta por que? Est na metade de seu trigo."
"No  um trabalho de arar e plantar ao redor dele", disse com facilidade. "E foi aqui mais tempo que eu." No momento em que estava mais interessado nela. Ela cheirava
ligeiramente pecaminosa, alguns ardilosos fragrncia feminina que havia um homem estava maravilhado. E no o estava bem que ele tinha estado pensando nela como o
tinha vindo pela ascenso?
Ali tinha estado, como se tivesse estado esperando.
-Tem um bom dia para seu primeira no Clare. No haver chuva durante o dia. "
Brianna havia dito o mesmo, recordou Shannon, e franziu o cenho ao cu muito azul. "por que diz isso?"
"No viu a sada do sol?"
Apesar de que ela se perguntava o que tinha que ver com nada, Murphy foi cavando o queixo na mo e voltando a cara oeste. "E ali," disse, assinalando. "As nuvens
recolhendo do mar. Que vai voar por em meio-dia e nos leve a chuva. Um suave, no uma tormenta. No h humor no ar."
A mo em seu rosto era duro como uma rocha, suave como a gua. Ela descobriu que levava o aroma de seu imvel com ele, os cavalos, a terra, a erva. Parecia mais
sbio de tudo para concentrar-se no cu.
-Suponho que os agricultores tm que aprender a medir o tempo. "
"No  aprendendo muito. Voc acaba de saber." Para agradar a si mesmo, deixou que seus dedos escovo pelo cabelo antes de deix-los cair sobre seu prprio joelho.
O gesto, a intimidade casual dela, havia a voltando a cabea para ele.
 possvel que tenham tido que fazer frente de maneira oposta, com as pernas pendurando a cada lado da parede, mas eram de quadril a quadril. E olho agora aos olhos.
E as sua eram a cor do cristal tinha recolhido a sua me-o vidro Shannon tinha preparado com tanto cuidado e levado a Nova Iorque. Cobalt.
Ela no via nada do acanhamento ou o desconcerto que tinha lido neles no dia anterior. Estes eram os olhos de um homem de confiana, a gosto consigo mesmo, e um,
deu-se conta com certa confuso de sua prpria, que havia pensamentos perigosos detrs deles.
Teve a tentao de beij-la. S se inclina para frente e pr seus lbios nos seus. Uma vez. Em silncio. Se tivesse sido outra mulher, o teria feito. Por outra parte,
sabia que se tivesse sido outra mulher no tivesse querido to mal.
"Voc tem uma cara, Shannon, que as novelo de direito por si mesmo na parte dianteira da mente de um homem, e floresce ali." Era a voz, pensou, os irlandeses no
que fez que inclusive um som to parva como a poesia declarao. Em defesa contra ela, ela olhou para outro lado, para a segurana das vacas em pastoreio.
"Crie em analogias agrcolas."
-Isso  certo. H algo que eu gostaria de lhes mostrar. Quer vir comigo? "
"Devo retornar."
Mas j estava em aumento e tomando a da mo como se fora j um costume. "Tisn't agora." agachou-se, agarrou uma flor azul estrelado, que tinha estado crescendo em 
uma greta na parede. Em vez da mo a ela, como ela tinha esperado, escondido-o detrs da orelha. 
Era ridiculamente encantador. Ela ficou a caminhar junto a ele antes de que pudesse deter-se. "No tem trabalho? Pensei agricultores estavam sempre trabalhando." 
"OH, tenho um momento ou dois de sobra. H Com." Murphy se levou uma mo enquanto caminhavam. "Rabbitting". 
A vista do co elegante cinza correndo pelo campo em detrs de uma mancha que era um coelho havia rendo. Logo seus dedos apertados no Murphy em perigo. "O vai matar." 
-Sim, se pudesse apanh-lo, provavelmente o faria. Mas as probabilidades de que so poucas. " 
Caador e caado raiada pela ascenso e desapareceu em uma magra linha de rvores onde o mais mnimo brilho de gua apanhada sob o sol. 
"vai perder o agora, como sempre o faz. No pode deixar de perseguir mais que o coelho pode ajudar a fugir." 
"vai voltar se o chamam," disse Shannon com urgncia. "vai voltar e deix-lo como est." Disposto a desfrutar dela, Murphy enviou um apito. Momentos mais tarde Com 
delimitadas voltar sobre o campo, a lngua fora feliz. 
"Obrigado". 
Murphy comeou a caminhar de novo. No tinha sentido lhe dizer Com seria de novo ao coelho seguinte perfumadas. "Sempre viveu na cidade?" 
"Em ou perto. viajamos muito, mas sempre se estabeleceram perto de um importante centro de distribuio". Ela elevou a vista. Parecia mais alto quando caminhavam 
lado a lado. Ou talvez era s a forma que tinha de mover-se sobre a terra. E viveste sempre aqui? " 
"Sempre. Parte destas terras foi o Concannons ', e o nosso correu a seu lado. Tom corao nunca esteve na agricultura, e durante os anos que vendeu peas a meu pai, 
depois a mim. Agora o que  meu se divide entre o que fica da Concannons ', deixando um pedao deles a cada lado. " 
Seu cenho franzido enquanto olhava s colinas. No podia comear a calcular a superfcie ou a figura dos limites. "Parece que um monto de terra". 
" suficiente". Chegou a uma parede, calou com facilidade sobre ela, ento, para surpresa do Shannon, limitou-se a pr as mos na cintura e a levantou sobre como 
se houvesse pesava nada. "Isto  o que queria te mostrar." 
Ela ainda estava tratando com o choque de quo forte era quando ela olhou e viu o crculo de pedra. Sua primeira reao foi no surpresa ou assombro ou prazer. Era 
simples aceitao. 
Ocorreria a ela mais tarde que no lhe surpreendeu porque j sabia que estava ali. Tinha-o visto em seus sonhos. 
"Que maravilhoso." O prazer chegou, e agora rapidamente. Inclinar a cabea sobre os olhos para bloquear o ngulo do sol que o estudou, como um artista que, por forma 
e a textura e o tom. 
No era grande, e vrias das pedras que tinham servido como lhes dento tinha cansado. Mas o crculo de p, majestosa e por arte de magia em um campo tranqilo de 
cor verde, onde os cavalos pastavam ao longe. 
"Nunca vi um, salvo nas fotografias." Apenas consciente de que se vinculou com os dedos do Murphy e lhe estava atirando com ela, apressou-se mais de perto. "H toda 
classe de lendas e teorias sobre as pedras de p, no? Naves espaciais ou os druidas, o congelamento gigantes ou o baile fadas. Sabe voc quantos anos tem? " 
"Velha como as fadas, diria eu." 
Isso a fez rir. "Pergunto-me se se tratasse de lugares de culto, ou o sacrifcio." A idia a fez estremecer, agradavelmente, como ela estendeu uma mo para tocar 
a pedra.
Ao igual a seus dedos roaram, ela lhes jogou para trs bruscamente, e ficou olhando. No tinha estado ali o calor, muito calor para um afresco da manh.
Murphy no tirava os olhos de cima. " uma coisa estranha, no  assim, que se sente?"

"H poder aqui. Talvez nas mesmas pedras, talvez no lugar que escolheram para cri-los pulg" "Eu no acredito nesse tipo de coisas."
"H muita irlands no em voc." Muito brandamente, atraiu-a para o arco de pedra e no centro da dana.
Decidido a ser prticos, ela cruzou os braos sobre o peito e se afastou dele. "Eu gostaria de pintar, se me permitir isso."
"No me pertence. A terra ao redor dele  meu, mas pertence a si mesmo. O pintura se assim lhes agradar." 
"Seria". Relaxante de novo, ela percorreu o crculo interior. "Sei que a gente em casa que pagaria pela oportunidade de estar aqui. Quo mesmos vo a Sedonna 

procurando vrtices e se preocupam com seus chakras". 
Murphy fez uma careta enquanto se arranhava o queixo. "Tenho lido a respeito disso. Interessante. No crie que h alguns lugares e algumas costure que tm os velhos 


lembranas neles? E o poder que vem deles? " 
Ela poderia, quase podia, ali de p. Se se deixou. "Certamente no acredito que pendurava de uma rocha bastante ao redor de meu pescoo vai melhorar minha vida 
sexual." 
Divertido, 

lhe devolveu o olhar. "E no acredito que um agricultor em sua opinio, tampouco." 
-Bom, no sei a respeito de usar um colar para fazer coisas mais interessantes na cama. Prefiro depender de mim para isso. " 
-Arrumado a que fazer "Shannon murmurou e se voltou para um golpe das pedras. "Entretanto, so to antigos, e estiveram aqui por mais tempo que ningum sabe 
realmente. 
Isso  magia em si mesmo. Pergunto-se-me interrompeu, contendo a respirao e escutando duro. "ouviste isso?" 
Foi s um passo longe agora, e esperou, e observou. "O que ouviu, Shannon? 
Sua garganta estava seca, ela se esclareceu. "Tem que ter sido um pssaro. Soava como se algum que chora por um segundo." 
Murphy lhe ps uma mo sobre seu cabelo, deixa-se correr atravs do qual o tinha feito antes. -Ouvi-a falar. Assim algumas outras. Suas irms. No se 
pem 
rgidos, "murmurou, voltando a cara a ele. "O sangue de sangue, e  intil ignor-lo. Chora aqui porque perdeu a seu amante. Assim  a histria." 
"Era um pssaro", insistiu Shannon. 
"Eles foram condenados, j v," ele continuou como se no tivesse falado. "S era um campons pobre, e ela era a filha do proprietrio. Mas se reuniram aqui, 

aqui e amado, e concebeu um filho aqui. Assim se diz. " 
Tinha frio e outra vez, lutando contra um calafrio, referiu-se  ligeira. "Uma lenda, Murphy? Eu esperaria que no haveria muito a respeito de um lugar como este". 


"Assim h. Esta  triste, como muitos o so. Deixou-a aqui a esperar por ele, para que pudessem fugir juntos. Mas eles o agarraram e o mataram. E quando seu 

pai a encontrou ao dia seguinte, ela estava to morto como seu amor, as lgrimas ainda em suas bochechas. " 
"E agora,  obvio, ela o persegue." 
Ele sorriu, absolutamente insultada pelo cinismo. "Ela o amava. Quo nico pode esperar." Murphy tomou as mos para as esquentar no seu. "Gray ideia de fazer 

um assassinato aqui, mas trocou de opinio. Disse-me que no era um lugar de sangue. Assim em lugar de estar em seu livro, que ser no tecido.  mais apropriado. 


" 
"Se puser a isso." Teria que haver atirou suas mos, mas me senti to bem de ter seu redor. "Necessito mais fornecimentos se dito fazer qualquer pintura 

seria enquanto eu estou aqui. Devo voltar. Estou-te cuidando de seu trabalho, e caf da manh provavelmente explorao Brianna  para mim." 
Mas s a olhou, desfrutando da forma em que suas mos se sentiam na sua, a maneira em que o ar se ruborizou de cor em suas bochechas. Gozam, assim o 
pulso 
instvel se sentia em suas bonecas, e a confuso rpida em seus olhos. 
"Estou contente de te haver encontrado sentado em minha parede, Shannon Bodine. Me d algo  foto o resto de meus dias." Molesto com a forma em que seus joelhos 


estavam derretendo, p-lhes rgido e inclinou a cabea. "Murphy, est paquerando comigo?" 
"Parece que sou." 
" adulador, mas eu realmente no tenho tempo para ele. E ainda tem minhas mos." 
"Eu tambm". Com os olhos nos seus, levantou-lhes, apertou os lbios com os ndulos. Seu sorriso era rpido e o desarmamento, quando ele a deixou ir. "Vamos caminhando 


comigo outra vez, Shannon". 
ficou um momento em que se voltou e saiu da dana. Ento, porque no podia resistir, comeou a voar a um dos arcos e o viu caminhar, com um apito 

para ces, por cima de seu campo. 
No  um homem a subestimar, pensou. E ela tinha visto at que desapareceu detrs de uma ascenso, inconscientemente esfregando-os ndulos quente contra seu 

bochecha. Captulo Sete 
Shannon no sabem como chegar a sua primeira visita a um pub irlands. No  que no a via com vontades. Ela sempre desfrutou de coisas novas, novos lugares, nova 


gente. E inclusive se tivesse sido resistente, o prazer evidente Brianna's com a idia de uma sada de noite a teria empurrado a ir. 
Entretanto, no tudo podia resolver com a idia de ter um beb a um bar. 
"OH, est preparado." Brianna levantou a vista quando Shannon comeou a baixar as escadas. -Sinto muito, estou-me ficando atrs. O beb tinha fome, ento  

necessrio trocar. " balanava-se enquanto falava, Kayla descansando no oco de um brao, uma bandeja com duas taas de ch equilibrada no outro. 
-Ento, as irms se queixou a respeito da garganta e coceira pediu um pouco de ponche quente. " "As irms?" 
"O Freemonts, no quarto azul? OH,  provvel que sentia saudades. acaba-se de chegar hoje. Parece que ficou apanhado na chuva e teve um calafrio." Brianna 

ps os olhos. "So regulares, so os Freemonts, assim trate de no ocupar-se de seus queixar-se. Mas passam os trs dias ao ano que tm aqui fazendo outra coisa. 


Gray diz que  porque vivi com eles durante toda sua vida e nem Alguma vez teve uma queda com um homem decente ". 
Ela se deteve, ruborizou-se e logo esboou um sorriso dbil quando Shannon ps-se a rir. 
"No deveria falar assim dos hspedes. Mas o ponto  que estou um pouco detrs das coisas, assim se no lhe importaria esperar?" 
" obvio que no. Posso" 
"Ah, e est o telefone. Maldita seja, deixemos ressonar ". 
Onde est Gray? 
"OH, ele est investigando a cena do crime, ou matar a algum mais. Grunhiu quando me meteu em seu estudo, por isso vai ser de nenhuma ajuda neste momento." 

-Entendo. Bom, posso fazer algo? " 
"Estaria muito agradecido se pudesse ter o beb por uns minutos, justo quando executar este piso de acima da bandeja e mimar s irms um pouco". Brianna 

olhos brilharam. "No passar muito tempo; usei um mos livres com o usque." 
"Claro, eu a coxo". Com muito cuidado Shannon trocou Kayla em seus braos. O beb se sentia to terrivelmente pequena ali, e frgeis. "No tive muita prtica. 

A maioria das mulheres que conheo se esto concentrando em sua carreira e de postergar o ter filhos." " uma pena, no  assim, que ainda  muito mais fcil para 


os homens a fazer as duas coisas. Se voc acabar de caminhar um pouco. Ela  inquieta, ansiosa como penso para sair e ter um pouco de msica e a companhia que 

a mim . " 
Com uma graa invejvel, Brianna se precipitou pelas escadas com a bandeja de ch e adulterados. 
"Kayla Inquieto,? Shannon passeava pelo corredor e na sala. "Conheo o sentimento." Charmed, ela desnatada em um dedo pela bochecha do beb e sentir essa 

sacudida rpida de prazer quando um pequeno punho, agarrou-o. "Forte, no? No  fcil de convencer. No acredito que sua me  uma, tampouco." 
Dar um capricho si mesmo, penetrou um beijo, logo outro, encantado quando Kayla borbulhava nela. 
-Bastante grande, no? " 
Entretanto sonhadores, Shannon levantou a vista e sorriu como Gray entrou na habitao. "Ela  simplesmente formosa. No se do conta de quo pequenos so 

at que voc est sustentando uma". 
"Ela cresceu." inclinou-se, sorriu a sua filha. "Parecia uma fada indignada quando ela nasceu. Nunca o esquecerei." 
"Parece-se com sua me agora. Falando disso, acima da Brianna drogar s irms Freemont". 
"Bem". Cinza que parecia encontrar nenhuma surpresa, e assentiu. "Espero que ela faz um bom trabalho dela, do contrrio vo seguir seu arrebentar o culo 
por 
trs dias." 
"Ela parece fazer isso bastante bem por si mesmo." 
"Isso  Brie. Quer uma taa antes de ir, ou prefere esperar a que uma pinta no pub? 
"Eu vou esperar, obrigado. Vai conosco? Acreditei que estavam matando a algum." 
"No esta noite. Eles j esto mortos." Cinza considerado um usque, optou por no. Estava mais no humor para uma Guinness. "Brie disse que queria fazer algo de 

a 
pintura enquanto est aqui." 
"Acredito que sim. Eu traga algumas costure comigo, o suficiente para comear de todos os modos." Sem dar-se conta que estava imitando os movimentos da Brianna 
ao 
dobrar-se 

o beb. "Ela me disse que podia usar o carro e tratar do Ennis para obter mais fornecimentos." 
"Faria melhor no Galway, mas  possvel encontrar o que necessitam." 
"Eu no gosto de usar seu automvel", espetou ao Shannon. 
"Preocupado pela circulao pela esquerda?" 
"No  isso, mas sim simplesmente no se sente direito a pedir emprestado." Tendo em conta, Gray diminuiu no brao do sof. "Quer um conselho de um colega 

ianque? 
"Talvez". 
"A gente de por aqui so um mundo dentro de si. Oferenda a dar, emprestar, a compartilh-lo tudo, includos eles mesmos,  uma segunda natureza. Brie Quando lhe 

entrega 

as chaves de seu automvel, ela no est pensando-que  assegurado, se ela tem um histrico de manejo, que acaba de acreditar que uma pessoa necessita o carro. 
Mas 
como 

 tudo o que h. " 
"No  to fcil de meu fim. No vim aqui para ser parte de uma famlia grande, generoso." 
"por que veio?" 
"Porque eu no sei quem sou." Furioso de que tinha sado, que tinha estado ali para sair, lhe entregou o beb. "Eu no gosto de ter uma crise de identidade." 

"No se pode culpar a voc," disse Gray facilmente. "estive ali." Apanhou o som da voz de sua mulher, paciente, calmante. "por que no te d um pouco de 

tempo, amigo? Desfrutar de da paisagem, aumentam umas poucas libras de cozinha da Brianna. Em minha experincia, as respostas revistam vir quando menos o espera." 


"Profissionalmente ou pessoalmente?" levantou-se, deu-lhe uma palmada na bochecha. "As duas coisas. Oua, Brie, vamos ou no?" 
"S tenho que conseguir minha bolsa". Apressou-se em, alisando o cabelo. "OH, Cinza, vai ento? 
"Crie que me ia perder uma tarde com vocs?" Com a mo livre lhe rodeou a cintura e varreu em uma valsa a sua rpida. 
Seu rosto j era brilhante. "Pensei que foste trabalhar". "Sempre se pode trabalhar". Apesar de que seus lbios curvados, foi baixando a eles. 
Shannon esperou um segundo, logo outra antes de limpar a garganta. "Talvez deveria esperar fora, no carro. Com os olhos fechados." 
"Basta, Grayson,  vergonhoso Shannon." 
"No, eu no o sou. Ela  ciumenta." E lhe piscou os olhos um olho  mulher a que j se considera a sua irm-en-ley. "Vamos, amigo, vamos encontrar um homem para 

ti." 

"No, obrigado, eu se desfez de um." 
"Sim?" Sempre interessado, Gray entregou o beb a sua esposa para que pudesse crculo do Shannon cintura. -nos conte tudo. Vivemos para a intriga por aqui. " 
"Deixa-a", disse Brianna com uma risada exasperada. "No lhe diga algo que no quer encontrar em um livro." "Isto no seria uma leitura muito interessante", decidiu 

Shannon 

e saiu ao ar mido. Tinha chovido e estava chovendo ainda, justo como se predisse. 
"Eu posso fazer algo interessante." Cinza abriu a porta do carro a sua mulher com alguns galanteria, logo sorriu. "Ento, por que o lixeiro?" 
"Eu no o descarrega." Tudo era absurdo o suficiente para esclarecer seu estado de nimo. Shannon se deslizou no assento de atrs e sacudiu o cabelo para trs. 
"Nos 

separamos em condies mutuamente suscetveis". 
-Sim, sim, ela o deixou. " Cinza tamborilava com os dedos na parte posterior do assento, o que se meteu no caminho. "As mulheres sempre falam afetado 
quando 
rompem-se o corao de um indivduo." 
"Est bem, vou fazer para acima". Shannon brilharam cinza um sorriso no espelho retrovisor. "arrastou-se, rogou-lhe, suplicou. Acredito que inclusive chorou. Mas 

no 

comoveu-se e lhe esmagou ainda sangrantes corao sob meus tales. Agora se barbeou a cabea, agradvel a todos seus bens terrestres, e se uniu a um culto religioso 


pequenos no Mozambique ". 
"No est mau." 
"Mais divertida que a verdade. Qual foi realmente no compartilham mais que um gosto pela comida tailandesa e espao de escritrio, mas lhe convidamos a utilizar 

qualquer 

verso de um livro." 
" mais feliz sem ele, pois-disse Brianna complacncia. "E isso  o importante." 
um pouco surpreso de quo fcil era, Shannon arqueou uma sobrancelha. -Sim, tem razo. " Tal como foi muito mais singelo do que tinha suposto para sentar-se 

e desfrutar da noite. 
pub Ou'Malley. Era, como ela decidiu Shannon entrou, um velho filme de negro em branco e protagonizada pelo Pat Ou'Brien. O ar ligeiramente nublados dos cigarros, 


as cores escuras, a madeira manchada de fumaa de tabaco, os homens se refugiaram no bar mais copos de cerveja negra, a risada das mulheres, as vozes murmurando, 


a melodia de tuberas no fundo. 
Havia um televisor pendurado detrs da barra, a imagem em algum tipo de evento esportivo, o som. Um homem que levava um avental branco sobre sua barriga 

de largura olhou e sorriu ampliamente enquanto seguia tirar outra cerveja. 
"portanto, voc trouxe para a pequena no ltimo." ficou a pinta at deix-lo repousar. "Bring ela por, Brie, vamos ter um olhar nela." Obrigar, 

Brianna pr Kayla, o transportista e todas, no alto da barra. "Leva o cap de sua senhora cercados pelo Tim". 
"Isso  um um doce". Ele estalou Kayla debaixo do queixo com um dedo de grossura. "A imagem de que  ela, Brianna." 
"Eu tinha algo que ver com ele," pr em cinza quando a gente comeou a amontoar-se ao redor do beb. 
-Claro e o fez, "Tim esteve de acordo. "Mas o bom Deus em sua sabedoria e passar por cima que deu  moa cara de anjo de sua me. vai ter uma 

pinta, Gray? 
"Assim o farei, do Guinness. O que quer tomar, Shannon? 
Olhou  cerveja Tim Ou'Malley terminado de desenhar. "Um pouco mais pequeno que isso." 
"Uma pinta e um copo," ordenou Gray. "E um refresco para a nova me." "Shannon, este  Tim Ou'Malley a construo de seu Guinness." Brianna lhe ps uma mo 

sobre o ombro do Shannon. "Tim, este  meu ... guest, Shannon Bodine cidade de Nova Iorque." 
"Nova Iorque". Com as mos em movimento com a facilidade e a automatizao de uma larga experincia, Tim vigas na cara do Shannon. "Hei primos de sobra em 

Nova Iorque. No  casualidade de que sabendo Francisco Ou'Malley, o aougueiro". 
-No, sinto muito. " 
"Bodine." Um homem no tamborete ao lado do Shannon deu uma imerso profunda, tendo em conta de seu cigarro, apagou a fumaa com ar pensativo. "Eu sabia 
que 
uma do Bodine Katherine Kilkelly faz alguns anos. Linda Como o leite fresca foi ela. Kin a voc, talvez? 
Shannon lhe deu um sorriso incerto. -No que eu saiba. " a primeira viagem do Shannon na Irlanda", explicou Brianna. Houve gestos de compreenso por toda parte. 


"Sabia Bodines do Dublin City." Um homem ao final da barra de fala em uma voz se quebrou com a idade. "Quatro irmos que preferiria lutar a cuspir. O Bodines 

Mad os chamvamos, e cada homem filho deles saiu correndo e se uniu  IRA. Isso estaria de volta pulg .. trinta e sete." 
"Trinta e cinco anos," a mulher a seu lado corrigido e piscou os olhos um olho ao Shannon de um rosto sulcado por linhas. "Me fui caminhar uma ou duas vezes com 

o Paddy Bodine, 

e Johnny lhe partiu o lbio do mesmo." 
"Um homem tem que proteger o que  dele." O velho John Conroy tomou a mo de sua esposa e lhe deu um aperto ssea. "No houve moa mais bonita no Dubln que 

Nell Ou'Brian. E agora ela  a minha. " 
Shannon sorriu na cerveja cinza lhe entregou. O casal se noventa se se tratasse de um dia, estava segura, e foram tirados da mo e paquerando entre si como 

se fossem recm casados. 
"Deixem ter a um beb." Uma mulher saiu da habitao detrs da barra, secando-as mos no avental. "V, te faa com uma mesa", disse ela, assinalando 

Brianna a um lado. "Eu a levo comigo para que eu possa mim-la durante uma hora." 
Conhecer qualquer protesto era intil, Brianna Shannon introduziu  esposa do Tim e observou o vulto mulher Kayla apagado. "Pode ser que assim se sintam a seguir. 


Ela no me deixa ter o beb para trs at que vamos." 
Shannon voltou a seguir, e viu o Murphy. 
esteve-se sentado junto ao fogo de baixa todo o tempo, observava enquanto ele se relaxou um tom tranqilo ao lado de um acordeo. Olhando-a tinha aturdido 

a sua mente outra vez, diminuiu sua lngua, por isso se alegrava de que tinha tido tempo para reunir o julgamento antes de cinza a levou a sua mesa. 
" voc entretida ns esta noite, Murphy?" Brianna perguntou enquanto estava sentada. 
"Eu mesmo sobre tudo." Estava agradecido de seus dedos no balo solto ao igual a seu crebro quando Cinza deu uma cotovelada ao Shannon em uma 
cadeira. Tudo o que podia ver por um instante de tempo eram seus olhos, plido e claro e cuidadoso. "Ol, Shannon". 
"Murphy". No teria havido forma graciosa para evitar tirar a cadeira cinza tinha tirado para ela, a que ps quase cotovelo a cotovelo com o Murphy. Ela sentiu 
estpido 
que 
seria questo. "Onde aprendeu a tocar?" 
"OH, eu o recolheu aqui e l." 
"Murphy tem um talento natural para os instrumentos", disse Brianna com orgulho. "Pode jogar em algo que ele a mo." 
"Srio?" Seus largos dedos sem dvida parecia o suficientemente inteligente, e a suficiente capacitao, nos botes complicados da caixa pequena. Sem 
embargo, 
ela pensou que deve saber a melodia e nunca olhou para baixo ao que fazia. Ele s a olhou. "Um agricultor musical", murmurou. 
"Voc gosta da msica?" perguntou-lhe. 
"claro que sim. A quem no gosta da msica?" 
deteve-se o tempo suficiente para recolher a sua pinta, sip. Supunha que teria que acostumar-se a sua garganta seca vai cada vez que estava perto. "H uma cano 


que voc gostaria de escutar?" 
Ela se encolheu de ombros, deixou cair casualmente. Mas o sentia que tinha deixado de jogar. "Eu no sei muito sobre a msica irlandesa". 
Cinza se inclinou para diante. "No pergunte por 'Danny Boy'", advertiu em um sussurro. 
Murphy lhe sorriu. "Uma vez um ianque", disse  ligeira e se encarregou a relaxar-se de novo. "Um nome como Shannon Bodine, e voc no sabe msica irlandesa? 
"Sempre estive mais no Percy Sledge, Aretha Franklin". 
Com os olhos nos dela e um sorriso nas comissuras da boca, comeou uma nova melodia. O sorriso se ampliou quando ria. 
" a primeira vez que ouvi" Quando um homem ama a uma 'Mulher em um mini acordeo ". 
- um acordeo ". Jogou um olhar a uma nota. -Ah, a est meu homem. " 
Liam jovem Sweeney revoltos pela habitao e subiu ao regao do Murphy. Apontou um olhar comovedor. "Candy". 
"Voc quer que sua mame para raspar a pele de cima outra vez?" Mas Murphy olhou, tomou nota de que Maggie se deteve no bar. Colocou a mo no bolso 

e tirou uma gota de limo envolto. "Pop em rpida, antes de que ela nos v." 
Obviamente era uma velha rotina. Shannon, vistos Liam abrao mais perto do Murphy, a lngua apanhada entre seus dentes diminutos como tratou o envoltrio. 
"portanto, est fora da famlia a noite, verdade?" Maggie cruzado, ps as mos sobre o respaldo da cadeira da Brianna. Onde est o beb? " 
"Diedre menina, tomou." Automaticamente Brianna escabull pelo que Maggie poderia elaborar outra cadeira. 
"Ol, Shannon". A saudao foi corts e framente formal ante o olhar do Maggie trocado, reduzido por peritos em seu filho. "O que tem a, Liam?" 
"Nada." Ele sorriu sobre sua gota de limo. 
"Nada do fato. Murphy, que est pagando por sua primeira cavidade". Ento sua ateno se centrou de novo. Shannon viu o homem alto e moreno vir para a 

mesa, duas taas empilhados em uma mo, um copo de cerveja na outra. "Shannon Bodine, meu marido, Rogam Sweeney." 
" bom conhec-lo." depois de ajustar pela bebida, tomou a mo, sonriendo com um grande encanto. Qualquer que seja a curiosidade que havia, estava bem 
escondido. 
"Est desfrutando de sua visita?" 
-Sim, obrigado. " Ela inclinou a cabea. "Suponho que tenho que dar as obrigado por isso". 
"S indiretamente." Aproximou uma cadeira prpria, o que  necessrio para o Shannon a deslizar-se outra polegada ou dois mais perto ao Murphy. "Hobbs me diz que 

voc trabalha 

para o Ry-Tilghmanton. Sempre utilizamos a Agncia Pryce na Amrica". 
Shannon elevou uma sobrancelha. "Estamos melhor." 
Rogam sorriu. "Talvez vou procurar nisso." 
"Isto no  uma reunio de negcios", queixou-se sua esposa. "Murphy, no vais jogar algo vivo?" 
deslizou-se com facilidade em um carretel, o bombeamento de notas rpidas e complicadas fora do pequeno instrumento. Conversao ao redor deles se converteu em 

silncio, 
interrompido por algumas risadas, algumas Palmas como um homem com um chapu de asa larga fez um baile rpido reforo em seu caminho  barra. 
"Danar-te?" Murphy lbios estavam to perto de seu ouvido, Shannon sentiu seu flego sobre sua pele. 
"No  assim." Ela retrocedeu, com sua taa como uma barreira. -Suponho que voc o faz. Isso  parte dela, verdade? " 
Inclinou a cabea, como divertido como era curioso. "Ser irlands quer dizer?" 
"claro que sim. dana-se ..." Ela fez um gesto com sua taa. -Bebe, briga, escrever prosa e poesia melanclica. E desfrutar de sua imagem como o sofrimento, os 


rebeldes mesquinho ". 
A seu julgamento, um minuto, ao compasso da chave de um p. "Bom, somos rebeldes, e o sofrimento que temos feito. Parece que perdeste a conexo. " 
"Nunca tive um. Meu pai era de terceira ou de quarta gerao, e minha me no tinha famlia que conhecia." 
Isso provocou o cenho franzido aos olhos, e embora o sentia por ela, Murphy no estava disposto a deix-lo ir. 
-Mas voc acredita que sabe da Irlanda e os irlandeses ". Algum mais se levantou danar, assim tomou uma nova melodia para mant-los felizes. "Voc 

viu algumas filmes do Jimmy Cagney na televiso at tarde, ou escutado ao Pat Ou'Brien tocando seus sacerdotes." Quando aprofundou seu cenho, sorriu brandamente. 


"Ah, e no haveria desfile de So Patrcio at a Quinta Avenida." 
"E?" 
"Assim no te diz nada, verdade? Quer saber da Irlanda, Shannon, continuando, escutar a msica. A melodia e as palavras quando h palavras para escutar. 

E quando a ouvir, na verdade,  possvel comear a conhecer o que nos faz. Msica do corao de qualquer povo, qualquer cultura, porque vem do corao. 

" 
Intrigado pesar de si mesmo, ela olhou os dedos ocupados. "Ento estou para pensar os irlandeses so despreocupados e rpido em seus ps." 
"Uma cano no diz toda a histria." Embora o menino j estava dormitando em seu regao, que jogou em adiante, passar a algo to de repente triste, to logo suave, 


Shannon piscou. 
Algo em seu prprio corao se rompeu um pouco como Brianna comeou a cantar em voz baixa a letra. Outros se uniram, contando a histria de um soldado valente e 

condenados, 
morrendo em um mrtir de seu pas, chamado James Connolly. Quando terminou, Rogam se levou a menino dormindo em seu prprio regao, e Murphy chegou a sua cerveja. 

"No 

tudo  'Band MacNamarra ,' verdade? 
Ela tinha sido meio doido, profundamente, e no estava seguro que queria ser. " uma cultura estranha que escreve canes sobre uma bela execuo." 
"No nos esquecemos de nossos heris", disse Maggie com um estalo em sua voz. "No  certo que em seu pas tm lugares de interesse turstico nos campos de 

batalha? Seu Gettysburg e tal coisa?" 
Shannon olhos Maggie framente, assentiu com a cabea. "Touch". 
"E a maioria de ns gostamos de fingir que tinha lutado pelo Sul", posto cinza pulg 
"Pela escravido." Maggie se burlou. "Sabemos mais sobre a escravido do que poderia chegar a imaginar." 
"No  escravido." Encantado de um debate no horizonte, Gray deslocado para ela. "Para que uma forma de vida." 
"Isso deveria mant-los contentes", murmurou Rogam como sua esposa e seu cunhado-se mergulhou no argumento. "H algo que voc gosta em especial para ver ou fazer 

enquanto 
esteja aqui, Shannon? Estaramos encantados de organizar as coisas para voc." 
Seu acento era diferente, assinalou. Sutilmente diferente, mais suave, com um toque da escola de preparao o que ela teria chamado. "Suponho que deveria ver 

as coisas tursticos habituais. E no acredito que pudesse voltar atrs sem ver o menos uma runa". 
"Gray's ps uma perto em seu prximo livro", comentou Murphy. 
"Fez-o, sim." Brianna olhou detrs dela, tratando de no te impaciente a causa Diedre ainda para voltar para beb. "Fez um assassinato horrvel ali. Eu s vou 
a 
voltar atrs e ver como consertado da Kayla. voc poderia tem outra pinta, Murphy?" 
"No me importaria. Obrigado." 
"Shannon? 
Com certa surpresa, Shannon assinalou seu copo estava vazio. -Sim, suponho. " 
-vou procurar as bebidas. " depois de passar pelo Liam a sua esposa, Rogam se levantou, dando Brianna um tapinha na bochecha. "V confuso com o beb." 
"Conhece este um?" Murphy pediu ao comear a jogar outra vez. 
S tomou um momento. "Feira do Scarborough". Significava Simon e Garfunkel a ela, na estao de oldies na rdio. 
"Canta, Shannon? 
"Por muito que algum que tem uma ducha e uma rdio." Fascinado, inclinou-se mais perto da cabea. "Como sabe que botes apertar? " 
"Primeiro ter que saber que cano tem uma conta para jogar. Aqui." 
"No, eu-" Mas ele j tinha deslizado um brao ao redor dela e se aproximava as mos debaixo das correias por debaixo da sua. 
"Ter que conseguir a sensao de que em primeiro lugar." Guiou aos dedos aos botes, pressiona brandamente para baixo enquanto abria o fole. O acorde que 

soou foi larga e pura e a fez rir. 
"Essa  uma." 
"Se voc pode fazer um, pode fazer outro." Para demonstr-lo, empurrou o fole e fez uma nota distinta. "Solo se necessita o querer, e a prtica." 
Experimentalmente se deslocou uns dedos ao redor e se estremeceu ante o choque das notas. "Eu acredito que pode ter um pouco de talento." Ento ela ria 

outra vez enquanto jogava com os dedos sobre a sua e fez o instrumento cobra vida. "E as mos rpida. Como se pode ver o que est jogando?" 
Com a risada ainda nos olhos, sacudiu o cabelo para trs e voltou a cara  sua. A sacudida ao redor de seu corao estava to vivo como a melodia, 

e no to agradvel. 
" uma questo de sentimento." Embora os dedos se foi ainda, transladou-se a seu redor, trocando o estado de nimo da msica uma vez mais. Triste 

e romntico. "O que sente?" 
"Ao igual a estou sendo jogados cada pouco a forma mais inteligente esta pequena caixa." Seus olhos se estreitaram um pouco enquanto o estudava. 
De algum jeito sua posio tinha trocado o suficiente para ser considerado um abrao. As mos, esses duro-palma, as mos geis, foram, sem dvida, possessivos 

sobre a dela. "Voc tem alguns movimentos muito suaves, Murphy". 
"Me ocorre que no quero dizer que como um completo." 
-No.  uma observao. " Foi te impacte dar-se conta de que o pulso na garganta foi martelado. Seu olhar baixou  boca, deteve-se para que ela pudesse 
sentir 
o calor, e sua inteno como uma coisa tangvel. -No-disse ela em voz muito baixa, muito firmemente. 
-Como voc queira. " Seus olhos voltaram para a sua, e no havia um poder sutil e simples nos que desafiou. "Prefiro beijar pela primeira vez em um lugar mais privado 


a mim mesmo. Quando pude tomar meu tempo nisso." 
Ela pensou que ele seria a tomar seu tempo, quer dizer. Ele no poderia ter sido o homem que tinha percebido lenta em um princpio. Mas tinha a sensao de que 


era completo. "Eu diria que completa a lio." Decidida a encontrar a certa distncia, ela atirou de suas mos de debaixo da sua. 
"vamos ter outro, cada vez que tem uma mente." E de fato tomando-se seu tempo, levantou seu brao ao redor dela, continuando, estabelece as concertina 

a beber o ltimo de sua cerveja. "A gente tem a msica em ti, Shannon. Voc simplesmente no ho deixe jogar ainda." 
"Acredito que fico com a rdio, obrigado." Mais agitado do que queria admitir, levantou-se. "Desculpe". Ela se foi em busca da sala de descanso e tempo para 

assentar-se. 
Murphy foi sonriendo para si mesmo quando ps seu copo vazio. Sua frente levantada quando apanhou olhar com o cenho franzido do Maggie. 
"O que voc est a ponto, Murphy?" -perguntou. 
"Estou a ponto de ter outra cerveza-una vez Rogam volte com ele." 
"No jogue comigo, moo-ou". No estava segura de si mesmo se se temperamento ou preocupao em sua elaborao da cerveja, mas tampouco foi reconfortante. 

"Sei que h um bom olho para as damas, mas nunca vi esse olhar neles antes". 
"No  assim? 
"Stop acossando-o, Maggie." Cinza patadas para trs em sua cadeira. "Murphy tem direito a provar as guas. Ela  um espectador, no?" 
"Fecha a boca, Grayson. E no, no tem direito a ser provas destas guas, Murphy Muldoon." 
Ele a olhava, murmurando um obrigado quando Rogam conjunto bebidas frescas sobre a mesa. "H uma exceo para mim conhecer sua irm, Maggie Mae? 
Olhos brilhantes e ntidas, inclinou-se para diante. "Tenho uma objeo a lhe ver caminhar para o extremo de um escarpado que certamente vai cair. Ela no  

um de ns, e ela no vai estar interessado em um granjeiro do condado ao oeste, no importa quo bonita . " 
Murphy disse nada por um momento, sabendo do Maggie seria que bole de impacincia, tirou um cigarro, contemplou-o, acendeu-o, assinalou na primeira imerso. 

" um pouco que se preocupe por mim, Maggie. Mas  minha rocha e minha queda." 
"Se crie que vou sentar me  margem enquanto voc faz um culo de ti mesmo e recebe em seu corao tromped no negcio, equivoca-se." "No  assunto de seu negcio, 


Margarida Mara", disse Rogam e tinha a ira de sua mulher jogando sobre ele. 
"Nenhum de meus? Maldita seja, se no o for. conheci a este tolo softheaded toda sua vida, e o amava, e Deus sabe por que. E este puxo no estaria aqui 
se 
no fora por mim e Brianna . " 
"O ianque  sua irm", comentou Gray. "O que quer dizer" ela  "provavelmente to espinhoso e teimoso como voc." 
antes do Maggie, chegava-a dentes nus em que, Murphy foi levantando uma mo. "Ela  a direita.  seu negcio, Maggie, como eu sou seu amigo e ela  
voc 
irm. Mas  mais meu negcio." 
A pista de ao no tom tranqilo lhe havia temperamento e sua desativao saltando preocupar-se. "Murphy, estar retornando antes de onde vinha." "No, se 
posso 
convenc-la do contrrio". 
Agarrou suas mos agora, como se o contato se transferiria entrar em razo. "Nem sequer a conheo. 
"Algumas costure que voc sabe antes de que seja razovel". Relacionou os dedos com os seus, pelo bnus no era profundo e forte. "esperei por ela, Maggie, 

e aqui est. Isso  tudo para mim." 
devido a que ela podia ver a certeza indiscutvel de que em seus olhos, fechou sua conta. "perdeste a cabea. No posso recuper-lo para voc." 
"No se pode, no. Nem sequer voc." 
Ela se limitou a suspirar. -Est bem, quando voc teve sua queda e estava quebrado na parte inferior, virei ao redor e a enfermeira de suas feridas. Quero 

levar a casa Liam agora, Sweeney. " levantou-se, vinculao ao menino dormido em seus braos. "No vou pedir lhe que fale de sentido para ele", acrescentou Gray. 

"Os homens 

no ver alm de uma cara formosa." 
Quando se voltou, viu que Shannon tinha sado da sala de descanso e se abordou pela Conroys. Ela enviou ao Shannon um olhar duro, foi respondido em espcie, 

continuando, saiu do bar com seu filho. 
"Eles tm mais em comum que nenhum dos dois se d conta." Cinza, vistos olhar do Shannon na porta do bar antes de dar sua ateno ao casal de ancies. 

" a base comum que h entre eles tanto como em seus prprios ps." 
Cinza assentiu com a cabea antes de olhar para trs ao Murphy. "Est apanhado nessa cara bonita, Murphy?" 
Mais por costume que por desenho, Murphy brincou com uma melodia. "Isso  parte dela." Seus lbios curvados, mas o olhar de seus olhos era distante e profundo. 


" a cara que estive esperando voltar a ver." 
Ela no ia permitir que Maggie ficar em sua pele. Shannon prometeu a si mesmo que enquanto ela preparava para a cama essa noite. A mulher tinha posto detetives 


nela, tinha-a investigado e reportado, e agora que ela tinha tratado de ser uma mentalidade suficientemente aberta para reunir-se com a cara Concannons a cara, 


Maggie a tratavam como a um intruso. 
Bom, ela ficava sempre e quando der a vontade. Um par de semanas, Shannon refletiu. Trs no exterior. Ningum ia espantar com o olhar frio e comentrios 

abrasivos. Margarida Mara Concannon ia vir a dar-se conta de que os Estados Unidos de raa mais dura de roer. E o granjeiro no ia assustar a ela, tampouco. 

Encanto e se v bem no eram armas que a preocupavam. Ela tinha conhecido a um monto de homens encantadores, de aparncia agradvel. 
Talvez ela nunca tinha conhecido a um com bastante Murphy uso, ou que algo estranho que flui plcidamente debaixo de tudo, mas no se referia a ela. Em realidade 


no. 
meteu-se na cama, atirou dos lenis at o queixo. A chuva tinha feito o ar apenas um pouco mais afresco que cmodo. Ainda era apertado e quase infantilmente 

agradvel estar includo na cama com o som da chuva e o tamborilar da fumegante taa de ch Brianna tinha insistido em que levasse com ela de esfriamento 

na mesita de noite. 
Amanh se havia explorar, Shannon se prometeu. Ela se traga seu orgulho e agarrar o carro. Ela ia encontrar seu material de arte, talvez de umas runas, algumas 


lojas. Ela tinha feito quo suficiente viajam com seus pais no se preocupam golpeando sobre um pas estrangeiro por sua conta. 
E por sua conta  onde queria estar por um dia, sem que ningum observando seus movimentos, ou tratando de diseccionar. 
Acurrucarse mais abaixo na cama, deixou que sua mente se foi s pessoas que tinha que participar das. 
Brianna, o caseiro. Uma nova me, a nova esposa. E uma mulher de negcios, Shannon se recordou. Eficiente, com talento. Bom corao, sem dvida, mas com algo 

assim como preocupar-se detrs de seus olhos. 
Gray-companheiros de seu puxo. Fcil-na superfcie, em qualquer caso. Friendly, agudo engenho deslumbrado por sua esposa e filha. Contido, ao parecer, fazer conta 


omisso da boa vida que poderiam estar vivendo em uma grande cidade com sua fama. 
Maggie. O cenho franzido vinho de forma automtica. Suspeito por natureza, impulsivo, franco at o ponto de grosseria. Shannon considerou uma lstima que ela 

respeitava os rasgos particulares. Sem lugar a dvidas uma amante algema e me, indiscutivelmente, um grande talento. E, embora Shannon, sobreprotector e ferozmente 


leais. 
Rogam se cultivou, liso, os costumes arraigados tanto uma parte dele como seus olhos. Organizada, diria-se, e sagaz. Sofisticado, e o suficientemente afiada 
para 
fazer funcionar uma organizao que se respeitou em todo mundo. E, pensou sombramente, que tinha que ter um senso de humor e a pacincia do Job, a 
viver 
com o Maggie. Logo houve Murphy, o bom amigo e vizinho. O agricultor com um talento para a msica e a paquera. Surpreendentemente bonito e despretensioso mas-no 


 to simples como parece com primeira vista. Ela no acreditava que tinha conhecido um homem to completamente em sintonia com ele. 
Queria beij-la, ela pensou que seus olhos se voltou pesada e outros privados lugar. Em caso de que podia tomar seu tempo nisso. Poderia ser interessante. 
O homem controla o cavalo impaciente sem nenhum esforo visvel. A chuva seguia pele, com frieza, por isso soava como calhaus cair ao cho. O cavalo 

branco soprou, enviando nuvens de fumaa gelada como homem e mulher, vistos um ao outro. 
"Voc esperava." 
Ela podia sentir o rudo surdo de seu prprio corao. E a necessidade, a terrvel necessidade era to forte como seu orgulho. "Caminhando em meu prprio campo 
no 
tem 

nada que ver com a espera." 
riu, um som pleno, temerria que rodou pelas colinas. Na crista de uma dessas colinas se encontrava o crculo de pedra, olhando. 
"Voc esperava." Em um movimento to grcil como um baile, inclinou-se e recolheu a seus frente a seus ps. Com um brao lhe levantou, e logo a ps na cadeira frente 


a ele. "me beije", exigiu, entrelaando os dedos enluvados no cabelo. "E faa a conta." 
Tinha os braos mais perto do arrastou at seus peitos ficaram esmagados contra a armadura de viagem sobre o peito. Sua boca estava to faminto, to desesperada 


e spera como a sua. Em um juramento, arrojou uma mo para que sua capa a rodeou. "Por Cristo, vale a pena cada milha fria e suja de um gosto de voc." 
-Ento fique, maldita seja. " Ela o atraiu perto outra vez, apertou os lbios mortos de fome  sua. "Stay". 
No sonho Shannon murmurou, balanada entre o prazer e o desespero. Porque at no sonho, ela sabia que ele no o faria. 
Captulo Oito 
Shannon se tomou um dia para ela, e era melhor para ele. A manh estava mida, mas esclareceu gradualmente de forma que enquanto conduzia, a paisagem em torno de 

seu 

lavado e parecia iluminado com habilidade. Furze que bordean o caminho era uma mancha de flores amarelas. Coberturas de fucshia aluso s gotas de vermelho sangue. 


Seus jardins foram empapados com a cor como as flores tomavam o sol na luz aquosa. Hills, o verde vivo deles, simplesmente brilhava. Tomou fotografias, 

jogando com a idia de utilizar a melhor delas como base para desenhos ou pinturas. 
Era certo que havia alguns problemas de negociao das estradas da Irlanda, e a unidade do lado esquerdo, mas ela no tinha a inteno de reconhec-lo. 

Ela compra para os cartes postais e bagatelas para os amigos de volta a casa pelas estreitas ruas do Ennis. Amigos, pensou, que pensou que era simplesmente 

tirar frias longamente esperada. Foi baixando a dar-se conta de que no havia volta a casa se sentia um ntimo suficiente tendo compartilhado sua relao 

neste caso, ou sua necessidade de explor-lo. 
O trabalho sempre tinha chegado primeiro, com a ambio lutando detrs dele. Mas como, ela decidiu, era um triste comentrio sobre sua vida. O trabalho tinha sido 


uma enorme parte de quem se tratava, ou se considera a si mesmo de ser. Agora que ela se cortou a partir dele, a propsito, para que ela se sentia como um solitrio 


supervivente,  deriva s em muito dvidas. 
Se ela no era Shannon Bodine por nascimento, e o jovem artista quente comerciais de desenho, quem era? 
A filha ilegtima de um irlands sem rosto que havia camas uma mulher solitria que tinha estado em seu oddessy pessoal? 
Esse era um pensamento doloroso, mas que manteve uma preocupam-se em sua mente. Ela no queria acreditar que ela estava desordenada, to dbil corao que o fato 

de 
calva de seu nascimento deve interessar  mulher adulta. 
Entretanto, fez-o. ficou de p sobre uma s linha de praia com o vento agitava seu cabelo e sabia o fez. Se o houvesse dito quando era menino, havia 
de 
alguma maneira guiou pela vida com o conhecimento de que Colin Bodine foi o pai quem a escolheu a ela se no ser o pai quem a tinha concebido, sentia 

que no podia estar to ferido pela verdade agora. 
Ela no podia trocar, no os fatos nem a forma em que tinha aprendido deles. A nica opo que ficava era para lhes fazer frente. E nos que se enfrentam, 

cara a si mesmo. 
"Os mares agitados de hoje." 
Shannon olhou a seu redor, surpreso pela voz e quo velha estava de p detrs dela. No tinha ouvido aproximar-se de ningum, mas as ondas estrelando-se eram, 

e sua mente tinha sido muito longe. 
-Sim, -o. " Shannon lbios curvados em um sorriso amvel, distante reservados para os estrangeiros. " um belo lugar, entretanto." "Alguns preferem a natureza 


selvagem." A mulher sustentava uma capa com capuz a seu redor, olhando por volta do mar com os olhos assombrosamente brilhante em uma cara to bem alinhados. "Alguns 


a calma. No h suficientes tanto no mundo para que todos tenham sua eleio." Olhou ao Shannon ento, alerta, mas sem sorrir. "E o tempo suficiente para 

que qualquer outro para trocar de idia." 
Desconcertado, Shannon colocou as mos na jaqueta. Ela no estava acostumada a que as discusses filosficas com os transeuntes. "Suponho que a maioria 

da gente como um pouco de cada um, dependendo de seu estado de nimo. O que  o que chamam a este lugar? Tem um nome?" 
"Alguns dos que chamam Strand Moria, para a mulher que se afogou nas ondas quando perdeu a seu marido e seus trs filhos maiores a um incndio. Ela no se deu 

tempo a trocar de opinio, j v. Ou recordar que nada, bem ou para mau, fica para sempre. " 
" sozinho um nome para um lugar to formoso." 
", sim. E  bom para a alma que parar e fazer uma profunda reflexo de vez no que realmente dura." voltou-se para o Shannon e sorriu com muita amabilidade. "Quanto 


mais velho voc seja, j voc procura." 
"tomei uma grande quantidade de olhares largos na atualidade." Shannon lhe devolveu o sorriso. "Mas tenho que voltar agora". 
-Sim, tem uma maneira de viajar ainda. Mas vais chegar aonde vai, moa, e no esquecer de onde estiveste. " 
Uma mulher estranha, Shannon pensamento como comeou a ascenso pelo pendente suave das rochas para a estrada. Ela Supunha que era outro rasgo irlands para 

que uma conversao esotrica de um pouco to simples como um ponto de vista. Como 
chegou  estrada, lhe ocorreu que a mulher tinha sido de idade, e sozinho, e talvez necessitava que o levasse aonde tinha ido. 
Ela se voltou com os pensamentos de oferecer exatamente isso. E no vi mais que uma cadeia vazia. 
O tremor foi primeiro, o encolhimento de ombros. A mulher acabava de seu negcio, isso era tudo. E era hora de que os que dar a volta e levar o de volta a 

seu dono. 
Ela encontrou Brianna na cozinha, sentado sozinho por uma vez e de enfermaria de uma taa de ch solitrio. 
-Ah, est de volta. " Com um esforo Brianna sorriu, logo se levantou para servir outra taa. "Teve um bom passeio?" 
"Sim, obrigado." Meticulosamente Shannon devolvido as chaves do carro a suas cavilhas. "Eu era capaz de recolher alguns dos fornecimentos que necessitava, tambm. 


Assim vou fazer alguns esboos de amanh. Dava-me conta de outro automvel  frente". 
"Os clientes, acaba de chegar esta tarde da Alemanha." 
"Sua estalagem um habitual das Naes Unidas" resposta ausente Brianna havia a levantando uma sobrancelha. Shannon no poderia ter conhecido  outra mulher tambm, 


mas reconheceu preocupar-se quando ela o viu. "H algo mal?" 
Brianna retorcia as mos, conteve-se no gesto habitual, e os deixou cair. "voc poderia se sinta por um momento, Shannon? Eu esperava para lhe dar uns dias 

antes de falar disto. Mas ... eu estou encurralado". -Est bem. " Shannon sb "vamos ter." 
"Quer algo com o ch? Hei bolachas, ou-" 
"Est estancamento, Brianna." 
Brianna suspirou e se sentou. "Eu sou um covarde nascido. Preciso falar com voc a respeito de minha me." 
Shannon no se moveu, mas lhe trouxe escudos abaixo. Foi instintivo, que abrange to defensivo como ofensivo. E sua voz reflete a mudana. -Muito bem. Ambos sabemos 


que eu no estou aqui para desfrutar das vistas. O que quer dizer a respeito? " 
"Est zangado, e no posso te culpar por isso. Estar mais zangado ainda antes de que seja terminado." Brianna ficou olhando a seu ch por um momento. "Os sentimentos 


maus so o que mais me covarde. Mas no h pr isto. Ela  passar por aqui. acabei as desculpas para det-la. No posso mentir a ela, Shannon, e pretender 

que no  mais que um hspede aqui. " 
"por que?" 
"Ela no sabe a respeito disto, nada disto." Olho com problemas, Brianna olhou de novo. "Nada sobre meu pai e sua me. Nada de ti." 
sorriso do Shannon era fresca e magra. "De verdade crie isso? Por isso vi, as algemas revistam ter um instinto de apartar-se maridos." 
"Apartar-se no foi o que aconteceu entre nossos pais, e sim, acredito que por completo. Se minha me tivesse sabido, teria sido sua melhor arma contra ele." Doeu-me 

admiti-lo, 
envergonhado a seu falar dela, mas no viu outra opo agora. "Nenhuma s vez em minha vida vi um amor entre eles. S dever, a frieza disso. E o calor do 

ressentimento. " 
No era algo Shannon queria ouvir, e certamente nada que ela escolheu para preocupar-se. Agarrou a taa. -Ento, por que se divorciam? " 
"H um assunto complicado", refletiu Brianna. "Igreja, os meninos. Hbito incluso. Ressentimento de minha me para ele era grande-e para ser justos, que havia alguma 


razo. No podia aferrar-se a seu dinheiro, nem havia nenhuma habilidade na realizao da mesma. O dinheiro e para que compra ra-es-importante para ela. Ela tinha 


uma carreira no canto, e uma ambio quando o conheceu. Ela nunca quis que conformar-se com uma casa e um pequeno pedao de terra. Mas houve um brilho que 

pode-se dizer entre eles. A beca de flash me Maggie ". 
-J vejo. " Ao parecer, ela e sua irm a metade tinha mais em comum que Shannon tinha dado conta. "Ele fez um hbito de no tomar cuidado com o sexo." 
os olhos da Brianna foi quente e forte, um fenmeno que havia Shannon olhando com fascinao. "No tem direito a dizer isso. No, incluso no tem nenhum direito, 


porque no o conhecia. Era um homem de grande bondade e grande corao. H mais de vinte anos ficou seus prprios sonhos detrs dele para criar a seus filhos. 

Amava Maggie tanto como qualquer pai poderia amar a um menino. Foi minha me quem o culpou, e Maggie, pela vida que se encontrou frente A. Ela se deitou com ele 


para que me converta por dever. Dever da primeira igreja. No posso pensar em uma cama mais frio que um homem por vir. " "Voc no pode saber o que havia 

entre eles antes de que nascesse," Shannon interrompido. 
"Sei muito bem. Ela mesma me disse. Eu era sua penitncia por seu pecado. Sua reparao. E depois de que ela sabia que ela me levava, no era necessrio que fora 


sua esposa alm da porta da habitao." 
Shannon negou com a cabea. Tinha que ser o mais humilhante para a Brianna para falar de assuntos tais como que era para ela para escut-la. Entretanto, Brianna 


no parecia humilhado, assinalou. Brianna olhou framente furioso. "Sinto muito.  quase impossvel para mim entender por que duas pessoas que permanecem juntos 

nessas 
condies." 
"Isto no  os Estados Unidos. 'Tis a Irlanda, e faz mais de vinte anos na Irlanda. Digo-te isto para que entenda havia dor nesta casa. Parte dela D interposto 


o mesmo, no se pode negar isso. Mas h uma amargura em minha me, e algo dentro dela a faz aderir-se a ela. Se tivesse sabido, nem sequer suspeitava que 

ele tinha encontrado a felicidade e o amor com outro, lhe teria parecido no cho com ela. Ela no pde ter deixado a si mesmo, nem visto uma razo para 
faz-lo. 
" 
"E agora ela tem que saber." 
"Agora ela ter que saber", coincidiu Brianna. "Ela lhe vem como uma bofetada. E a tratar de te fazer danifico. 
"Ela no pode me fazer danifico. Sinto-o se parecer insensvel a voc, mas seus sentimentos e sua maneira de mostrar que j no importa para mim." 
"Isso pode ser certo." Brianna teve um comprido suspiro. "Ela est melhor, mais contedo do que estava acostumado a ser. Criamo-la em sua prpria casa, perto do 

Ennis.  

mais o que a faz feliz. encontramos uma mulher maravilhosa a viver com ela. Lottie uma enfermeira retirada-que vem muito bem como me v a si mesmo que 

sofrem todo tipo de enfermidades. Os netos se suavizaram um pouco seu, tambm. Embora no gosta de demonstr-lo. " 
"E tem medo deste soprar as coisas fora da gua outra vez." 
"No tenho medo que o far. Sei que ser. Se pudesse lhe liberar da ira e a vergonha, faria-o, Shannon". 
"Sou capaz de dirigir." 
Brianna cara se relaxou em um sorriso. "Ento vou pedir te um favor. No deixe que o que ela diz ou faz a sua vez que de distncia. tivemos to pouco tempo, 

e quero mais." "Eu pensava ficar duas ou trs semanas", disse Shannon de maneira uniforme. "No vejo nenhuma razo para trocar isso". 
"Estou agradecido. Agora bem, si- interrompeu, angustiados quando ouviu o som da abertura da porta dianteira, e as vozes femininas. "OH, esto aqui 

j." 
"E que gostaria de falar com ela a ss." 
"Eu o faria. Se no te importar." 
"Eu s quero estar perto de repente, no para o primeiro ato." 
Fingindo uma calma j no se sentia, Shannon se levantou. "vou sair  rua." 
disse-se que era ridculo sentir como se estivesse abandonando um navio que se afunda. Era a me da Brianna, Shannon se recordou que ela comeou com o passar do 


atalho do jardim. problema da Brianna. 
Haveria uma cena, segundo ela. Cheio de emoes irlandesa, o temperamento e o desespero. Ela certamente no queria saber nada disso. Graas a Deus que 

tinha sido criado nos Estados por duas a calma, a gente razovel, que no foram jogo de dados s mudanas de humor desesperado. 
Respirou fundo, voltou-se um crculo. E viu o Murphy cruzar o prximo campo, aproximava-se da estalagem. 
Tinha uma maravilhosa forma de caminhar, assinalou. No  um escora, no uma fanfarronada, mas sua pernada tinha toda a confiana de ambos. Ela teve que admitir 

que 

era um prazer v-lo, a masculinidade em bruto de movimento. 
Um quadro de animao, pensou. O homem irlands. Sim, isso era exatamente, decidiu-el comprido musculosos braos com a camisa de trabalho enroladas at os cotovelos, 


as calas jeans que tinha visto dezenas de lavagens, as botas que tinha caminhado incontveis quilmetros. A boina gasta baixa para dar sombra aos olhos 

que no podia fraco que o azul rico, surpreendente. O rosto quase mticamente formoso. 
Um homem M maiscula, refletiu. Nenhum executivo pode gentil exsudam um aura de xito caminhando pelo Madison Avenue em um traje de mil dlares com uma dzia 
de 
rosas de lei na mo cuidados como Murphy Muldoon passear pela terra nas botas gastas e um buqu silvestres. 
" uma coisa agradvel para caminhar para uma mulher que sorri a ti." 
"Estava pensando que parecia um documentrio. Agricultor irlands passeava a sua terra". 
Isso o desconcertou. "Minha terra termina no muro dali." 
"No parece ter importncia." Divertida por sua reao, jogou-lhe uma olhada s flores que tinha. "No  isso o que chamamos levar laranjas a Valncia? 
"Mas estes so de minha terra. Como eu estava pensando em voc, tomei com o passar do caminho". 
"So preciosas. Obrigado." Ela fez o que qualquer mulher faria e afundou a cara neles. " sua casa vejo desde minha janela? A pedra grande com todas as chamins?" 


", sim." 
"Muita da casa de um homem. E todos os outros edifcios." 
"Uma granja necessita um celeiro ou dois, e as cabines e tal. Se for caminhar mais de um dia, vou mostrar de ti." 
"Talvez o farei." Olhou para a casa na primeira nota. Shannon duvidava que seria a ltima. 
"Maeve vm a seguir," murmurou Murphy. -A senhora Concannon. " 
"Ela est aqui." Um pensamento repentino havia lhe olhando para trs no Murphy, estudando seu rosto. "E voc tambm. Simplesmente passa por?" 
"Eu no diria isso. Maggie me chamou para me dizer as coisas que se mora." 
O ressentimento foi to rpido como o instinto de amparo inesperado. "Ela deveria estar aqui sozinha, e no deixar toda esta confuso at o Brie." 
"Ela est a.  ela que oua gritar." Em um gesto singelo, um refgio a mais do que parecia, tomou a mo do Shannon e a levou mais longe da casa. "Maggie 

e sua me ir em cada terriers ao igual a outros. Maggie'11 ver que ela faz, para manter a greve ao Maeve muito perto da Brianna." 
"por que a luta mulher com eles?" Shannon exigiu. "No tinham nada que ver com isso." 
Murphy disse que nada um momento, afastando-se um pouco de maneiras de examinar as flores em um espinheiro negro. "Seus pais te amo, Shannon? 
" obvio que o fizeram." 
"E alguma vez teve nenhuma causa para duvidar dela, ou para levar o amor a um lado e examin-la em busca de defeitos?" 
Impaciente agora, pois a casa se tornou detestvel silncio, ela negou com a cabea. "No. Ns queramos." 
"Tive a mesma." Como se o tempo s estavam a para ser gasto, atraiu-a para baixo sobre a erva, e logo se tornou para trs nos cotovelos. "No pensava 

em ter sorte, j que s era. Cada bracelete ou uma carcia de minha me nunca me deu o amor havia nele. Quo mesmo a outros." 
Sem fazer nada agarrou a mo do Shannon, brincou com os dedos. "No sei como me tivesse pensado nisso muito. Mas, houve Maggie e perto do Brie, e pude ver 

que eles no tm as mesmas. Com o Tom o fizeram." Murphy olhos se iluminaram com a memria. "Suas meninas eram sua maior alegria. Maeve no tinha essa aula de dar 


nela. E estou pensando, mais que os amava, mais que estava decidido a no. Para castigar a todos, includa ela mesma." 
"Sonha como uma mulher horrvel". 
"Ela  una uma infeliz." Ele levantou a mo, lav-los lbios sobre os ndulos, em um gesto ausente da intimidade de comprimento. "Voc foi infeliz, Shannon. 

Mas voc  forte e o suficientemente inteligente para deixar acontecer a tristeza nas lembranas." 
"No sei se for." 
"Sei." levantou-se ento, lhe tendendo uma mo. -Irei com voc. foi tranqila o tempo suficiente, assim  hora. " 
deixou-se atirar a seus ps, mas no mais  frente. "Isto no  meu assunto, Murphy. Parece-me que todo mundo estaria melhor se ficava fora dele." 
Seus olhos ficou na sua, e o nvel de escurido e resistente. "De p, com suas irms, Shannon. No me decepcione, oa ti mesmo." 
"Maldita seja". Seu olhar sem pestanejar a fazia sentir-se dbil, e envergonhado da debilidade. -Maldita seja, est bem. Irei pulg Mas eu no te necessito comigo. 


" 
"Estou com voc o mesmo." Manter a mo na sua, conduziu-a para a casa. 
Era uma tolice a temer que, disse-se Shannon. A mulher pode fazer ou dizer nada que tenha efeito. Mas seus msculos se enroscavam e sua rigidez nos ombros quando 


ela saiu pela porta da cozinha com o Murphy detrs dela. 
Seu primeiro pensamento foi que a mulher sentada na mesa no se parecia com a vtima de ningum. Seus olhos estavam quentes, com o rosto nas linhas de um implacvel 


juiz que tinha passado j a pena. Tinha as mos sem anis, agarrados  mesa no que poderia ter sido uma atitude de orao tinha sido no os ndulos 

brancos. 
A outra mulher estava sentada a seu lado mais redondo, com uma aparncia mais suave compensado pelos olhos preocupados. Shannon deu conta de que as irms Concannon 


estavam de p, ombro com ombro, com seus maridos a cada lado em uma inquebrvel e unida da parede. 
Maeve lhe cobriu com um olhar furioso, e se acurruc os lbios. "Traz-la-lhe aqui, a esta casa, enquanto eu estou nele?" 
"A casa  minha", disse Brianna com uma voz que foi framente calma. "E Shannon  bem-vindo nela. Como voc, me." 
"Como sou eu? Atire-lhe isso na cara. Este feto de adultrio de seu pai. Assim  como mostrar seu respeito, sua lealdade para mim, a mulher que te deu a vida." 


"E queixava de cada sopro de que tomamos depois", jogou no Maggie. 
"Esperava-me isso de voc." Maeve ira se voltou a rodar por cima de sua filha maior. -Voc no  diferente dela. Nascido no pecado. " 
"OH, guarda seus golpes Bblia." Maggie agitou a fria de distncia. "Voc no o queria, de maneira que obter nenhuma simpatia." 
"Tomou os votos com ele, e fiquei votos." "As palavras, mas no o corao deles", murmurou Brianna. "O fato, feito est, mame." 
"Maeve." Lottie tendeu uma mo. "A menina no tem a culpa." 
"No me fale de culpa. Que tipo de mulher penetrou outro marido na cama?" 
"Aquele que amou, imagino." Shannon deu um passo adiante, inconscientemente a aproximar-se desse muro unido. 
"O amor faz que todo direito de pecado? A profanar a Igreja?" Maeve se resistiram, mas suas pernas se sentiam pouco firme e algo dentro de seu corao ardia. 

"Eu no esperam menos dos gostos de vocs. Um americano, criado por uma mulher adltera." 
-No fale de minha me ", advertiu Shannon em voz baixa, perigoso. "Alguma vez. Ela tinha mais coragem, mais compaixo, mais pura bondade nela que te possa imaginar 


em seu pequeno mundo estreito. Voc maldio o fato de minha existncia tudo o que queira, mas voc no fala de minha me. " 
"Voc vem todo o caminho da Amrica a me dar ordens em minha casa." 
"vim porque me convidaram a vir". a ira do Shannon era muito cego para dar-se conta de que sua mo do Murphy foi no ombro, do Gray no brao. 

"E porque era uma das ltimas coisas que minha me queria que eu fizesse antes de morrer. Se te incomodar, no se pode evitar." 
Maeve se levantou lentamente. A menina tinha o aspecto dele, era o nico que podia pensar. Que classe de penitncia era que ela tinha que olhar  cara da 

garota e ver o Tom Concannon dos olhos? 
"O pecado  plantado em ti, moa. Esse  seu nico legado do Tom Concannon." Ao igual ao estalo de um ltego, disparou-se seu olhar ao Murphy. -E voc, 
Murphy 
Muldoon. Permanente com seu uma vergonha para sua famlia. Est-te mostrando to fraco como qualquer homem afvel, de que voc est pensando que vai ser o 
mais 
livre de si mesmo j que ela nasceu no pecado. " 
mo do Murphy se esticou no brao do Shannon antes de que pudesse avanar e atacar. "Tome cuidado, senhora Concannon." Sua voz era suave, mas Shannon podia sentir 


a fora de seu temperamento atravs de seus dedos se esticaram. "Est dizendo coisas que voc ter que arrepender-se. Quando falas de minha famlia, e do Shannon, 


em tal forma, a vergonha  dela." 
Seus olhos se estreitaram de forma que ningum podia ver as lgrimas nadando detrs deles. "Assim que todos vocs esto em meu contrrio. Cada um de vocs." 
"Estamos da mesma opinio a respeito, Maeve." Sutilmente Rogam bloqueado sua esposa. "Quando sua mente est mais tranqila, vamos falar de novo." 
"No h nada que falar de". Agarrou a bolsa da mesa. "Voc escolheu". 
"Voc tem uma opo, tambm", disse Gray em voz baixa. "Aferrar-se ao passado ou aceitao das pressente. Aqui ningum quer te fazer danifico. 
"No espero nada mas o dever, e inclusive que no  devotado por minha prpria carne e sangue no vou entrar nesta casa enquanto ela est sob seu teto.." deu-se 


a volta e caminhou rigidamente de distncia. 
"Sinto muito". Lottie se reuniram prpria bolsa. "Ela necessita tempo, e falando com cabo." Com um olhar de desculpa no Shannon, ela se apressou ao Maeve. Depois 


de um comprido minuto de silncio, Gray deixou escapar um suspiro. -Bom, isso foi divertido. " Apesar da ligeireza de tom, seu brao se foi a sua esposa e ele 

esfregava-se as mos acima e abaixo do brao. "O que diz, Shannon. vou sair a procurar um pau bicudo agradvel espetada no olho." 
"Prefiro tomar um gole", ouviu-se dizer, logo seu olhar se concentrava na Brianna. "No se ela desculpe-dijo com voz tremente. "No te atreva a pedir desculpas." 


"No o far." Decididos a lutar o que estava em floraes em sua prpria garganta, deu a sua irm Maggie uma cotovelada para a mesa. -Sente-se, todos vocs. Estamos 


tendo usque. Murphy, ficou a bule ". 
Com a mo ainda no ombro do Shannon, comeou a girar. "Pensei que amos ter usque." 
"Voc est. vou tomar o ch." Era um bom momento, decidiu. O momento perfeito para este tipo de notcias. Ela olhou a Rogam, um brilho de diverso profana 

nos olhos. "No  prudente ter espritos quando est levando." 
Ele piscou uma vez, logo o sorriso se sobressaltou e propagao. "Est grvida". 
"Ento o mdico disse que esta mesma manh." Semeia-a mos nos quadris, ela inclinou a cabea. "vai ficar a, olhando embevecidos como um parvo?" 
"No" O estalo da risada enquanto a varrida frente a seus ps e a fez girar a cozinha. "Por Cristo a Mara, Margarida, amo-te. Verta o usque, Gray. Havemos 

algo que celebrar." 
"Estou-o vertendo". Mas se deteve o tempo suficiente para lhe dar um beijo Maggie. "Ela o fez por ti-murmurou Shannon Murphy como estava a seu lado, observando 


a mudana de um raio de estado de nimo. 
"O que?" 
"Lhe disse aqui, disse a todos os que estamos aqui." Mediu o ch enquanto falava. "Isto  para suas irms, para aliviar a pesadez ao redor de seus coraes." 

"Para Brianna-comeou Shannon, mas Murphy lhe retira com um olhar. 
"No fechamento voc mesmo fora de um presente quando se ofereceu, carinho. lhe dizendo te fez sorrir, tal como ela queria a ele." 
Shannon cheias as mos nos bolsos. "Voc tem uma maneira de me fazer sentir muito pequeno". 
Ele elevou o queixo com um dedo da mo suave. "Talvez tenho uma maneira de lhe ajudar a procurar um nvel mais profundo." 
"Acredito que desfrutei pouco profundo ser." Mas ela se separou dele e se aproximou do Maggie. "Felicitaes". Ela tomou o copo e ficou cinza ofereceu com estupidez. 


"Eu no conheo nenhum brinde irlands." 
"Trate do Slainte ou duit Dhia", sugeriu Maggie. 
Shannon abriu a boca, fechou-a em uma gargalhada. "Eu no acredito." 
"S Slainte  suficiente", disse Murphy como quando tirou a bule sobre a mesa. "No  mais que te atormenta." 
"Slainte ento. Shannon levantou seu copo, e logo recordou algo de sua infncia. "OH, e pode que haja uma dzia de meninos, Maggie, igual a voc." 
"Um brinde e uma maldio." Cinza riram. "Bem feito, amigo." 
"Sim". Maggie lbios curvados. "Fez o suficientemente bem." 
Captulo Nove 
As horas do Murphy passou com seus cavalos foi seu mais puro prazer. Trabalhar a terra era algo que tinha feito sempre, sempre ia fazer. Havia alegria nela, 

e a frustrao e a decepo e o orgulho. Gozou da terra em suas mos, sob seus ps, e o aroma das coisas que crescem. O tempo em partes iguais foi 

seu amigo e seu inimigo. Sabia que o estado de nimo do cu freqentemente melhor que ele sabia o seu. 
Sua vida tinha transcorrido arar a terra, a plantao dela, colhendo a mesma. Era algo que sempre tinha sabido, entretanto, no foi tudo o que sabia. 

A mola da multa que o oeste estava desfrutando significava que seu trabalho era duro e comprido, mas sem a amarga dor dos cultivos de raiz que se apodreciam 

na terra molhada, ou gros que sofreu a picada das geadas ou a praga das pragas. 
Plantou sabiamente, a combinao dos caminhos de seu pai e seu av com a nova verso, e os meios freqentemente experimental que lia nos livros. J seja 

que conduzia seu trator para o campo de cor marrom com suas fileiras de novelo de batata escura verde, ou entrou no estbulo escuro na madrugada para iniciar 

a ordenha, sabia que seu trabalho era valioso. 
Mas seus cavalos eram para ele. 
Ele estalou a um ano de idade, vendo como da ampla baa de peito deu um rumor vago da cauda. conheciam-se estes dois, e o jogo de larga data. Murphy esperou 

pacientemente, desfrutando da rotina. Uma gua ficou mais brilhante no campo, a colheita de erva pacientemente enquanto amamentava a seu potro. Outros, incluindo 


 gua que era a me ao ano de idade, e o prmio do Murphy, a potra castanha, animou a seus ouvidos e observou ao homem. Murphy deu uns tapinhas no bolso, 

e com orgulho eqina O despertar sacudiu a cabea e se aproximou. 
"Est muito magra, no? Bom moo. Ele riu entre dentes, acariciando o ano de idade o flanco como o cavalo acariciou no bolso, e os outros caminhavam 

a sua maneira. "No por cima de suborno. Hei aqui, pois." Tomou um pedao da ma que havia em quartos e deixar que o potro comer de sua mo. "Estou pensando 

que vai de uma formosa aventura de hoje. Te sentirei falta de." Acariciou-lhe, controle automtico dos joelhos do potro. "Maldito se no o farei. Mas vadiar 

em pastos durante todo o dia no  o que voc nasceu para. E todos ns temos que fazer o que tnhamos que fazer". 
Saudou os outros cavalos, o intercmbio das partes de ma, continuando, com o brao pendurando ao redor do pescoo de novilho, olhou sobre a terra. 

Campainhas e campainhas brotavam silvestres, e a madwort comeava a florescer amarelo ao lado da parede perto. Podia ver seu silo, e o celeiro, as cabanas, 

alm da casa, olhando como um quadro sobre um cu de nuvens em capas. 
Passado o meio-dia, o tribunal, e pensado em ir tomar uma taa de ch antes de sua entrevista de negcios. Logo olhou ao oeste, alm da dana de pedra, longe 
de 
a parede que separa o pastoreio a partir de cereais. 
E ali estava ela. 
Seu corao tropeou no peito. perguntou-se se sempre seria assim quando a viu. Foi algo impressionante para um homem que tinha ido mais de trinta anos sem 
sentir 
mais que um interesse passageiro em uma mulher para ver um, uma vez, e sabemos sem dvida que ela era seu destino. O desejo estava ali, uma agitao profunda que 

o 

fez muito para tocar e provar e levar. Pensava que podia, com um enfoque cuidadoso e paciente. Para no lhe era indiferente. Ele havia sentido seu salto pulso, 


e visto a mudana que se deslize o desejo em seus olhos. 
Mas o amor estava ali, mais profundo ainda que o que deseje. E estranho, pensou agora, j que parecia ter estado ali sempre, esperando. Assim no seria suficiente 


para o tato, ao gosto, a tomar. Isso s seria um comeo. 
"Mas voc tem que comear a seguir, no?" Murphy deu o novilho uma ltima carcia, e logo caminhou sobre o pasto. 
Shannon o viu vir. De fato, ela tinha estado distrado de seu trabalho quando ele tinha chegado entre os cavalos. Tinha sido como uma pea de teatro, pensou, 

o homem e o cavalo jovem, ambos os exemplares excepcionais, passando uns momentos juntos em um campo verde. 
Ela tinha conhecido, tambm, o momento exato em que a tinha visto. A distncia no lhe tinham impedido de sentir o poder do olhar. O que quer de mim? , se 
perguntou 
enquanto se dirigia de volta ao tecido que tinha comeado. 
O que  o que quero dele? 
"Ol, Murphy". Ela seguiu pintando como ele chegou  parede que os separava. "Brianna disse que no lhe importaria se eu trabalhei aqui por um tempo." 
"No h de que tanto tempo como desejo.  a dana que pinta?" 
"Sim. E sim, pode jogar uma olhada." Trocou os pincis, uma de sujeio entre os dentes enquanto se balanava por cima do muro. Ela foi a captura o mistrio 

da mesma, Murphy decidiu que estudou o tecido que se estabeleceu sobre um cavalete. O crculo inteiro foi esboado, com uma habilidade que admirava e invejava. 


Embora tanto as costas e pe em primeiro plano ainda estavam em branco, que tinha comeado a acrescentar cor e textura s pedras. 
" magnfico, Shannon". 
Apesar de que gostava, ela negou com a cabea. "Tem um comprido caminho por percorrer antes de que seja perto de ser grandes. E perdi perto da luz adequada 

hoje em dia." Apesar de que sabia, de algum jeito, ela podia pintar as pedras de p em qualquer luz, desde qualquer ngulo. "Pensei que te vi antes, em seu 

trator." 
"Provvel". Gostava da forma em que cheirava quando trabalhava de pintura e perfume. "estiveste nele lon g? 
-No o suficiente. " Franzindo o cenho, formou redemoinhos se seu pincel na pintura que tinha deslocado em sua paleta. "Puseram-me em marcha ao amanhecer para obter 


o direito sombras." 
"No haver outro amanhecer de amanh." sentou-se na parede, tocando com um dedo contra seu caderno de esboos. "Essa camisa que leva, O que significa para o 

CM? 
Deixou o pincel, deu um passo atrs para examinar o tecido, e se lubrifica mais pintura de seus dedos a sudadera. "Carnegie Mellon.  a universidade a que ia." 

"Voc estudou pintura ali." 
"Umm". As pedras no chegavam  vida, entretanto, pensou. Ela queria que vivo. "Concentrei-me na arte comercial." 
" que as imagens fazendo por publicidade?" 
"Mais ou menos." A seu julgamento, recolhendo seu caderno de esboos e folheando. "por que quer a elaborar quadros de sapatos ou garrafas de cerveja quando se pode 

fazer 
isto?" 
Ela agarrou um trapo, o mido de seu frasco de essncia de terebintina. "Eu gosto de ganh-la vida, e fao uma boa vida". Por alguma razo lhe resultava imprescindvel 


para eliminar uma mancha de pintura cinza no lado da mo. "Acabo de copped uma conta importante antes de que eu me despedi de ausncia. Tenho tendncia a 

conseguir uma ascenso." 
"Isso est bem, no?" Passou outra pgina, sorriu mais de um esboo da Brianna trabalhando em seu jardim. "Que tipo de conta ?" 
"A gua engarrafada". Ela murmurou, porque parecia uma coisa to parva aqui nos campos de largura e o ar perfumado. "A gua?" Fez exatamente o que havia 

esperado. Lhe sorriu. "O tipo com gs? por que crie que a gente quer beber a gua que borbulha ou vem em garrafas?" 
-Porque  pura. No todo mundo tem um poo em seu ptio traseiro, ou um mole, ou o que diabos . Desenhista de gua  uma indstria enorme, e com a contaminao 


e o desenvolvimento urbano que s vai conseguir maior. " 
Ele seguiu sonriendo. "No me pea que lhe irritam. Estava-me perguntando." voltou-se para ela o caderno de esboos. "Eu gosto desta". 
Deixou o trapo a um lado e se encolheu de ombros. Era um desenho dele, na celebrao pub sua concertina, uma cerveja ao meio terminar na mesa. "Deveria. Eu 

sem dvida lhe adula." 
"Foi amvel de sua parte." Deixou o livro a um lado. "Hei algum que vem por pouco tempo para olhar o ano de idade, assim no se pode pedir a tomar o ch. Vir 


esta noite, para jantar em seu lugar?" 
"Para o jantar?" Quando se levantou, tomou um passo automtico em retirada. 
"Pode-se chegar cedo. A metade de seis, para que eu pudesse lhe mostrar a respeito dos primeiros." Uma nova luz apareceu em seus olhos, uma das diverses perigosas 


como tomou a mo. "por que caminhar para trs?" 
"Eu no o sou." Ou no era agora que havia deu procurao dela. "Eu estou pensando. Brianna poderia ter planos." 
"Brie  uma mulher flexvel". Um puxo luz sobre a mo levou um passo mais perto do Shannon. -Vamos, passar a tarde comigo. No tem medo dos dois de ns 

estar a ss? " 
" obvio que no." Isso seria ridculo. "No sei se voc pode cozinhar". 
"Deva ver". 
Jantar, recordou-se. Era o jantar. Em qualquer caso, sentia curiosidade por ele, como viveu. -Muito bem. vou conseguir. " 
"Bem". Com uma mo ainda com ela, cavou a parte posterior da cabea, avanou para si. Seus nervos estavam j que chiada quando se lembrou levantar 

a mo protestando contra seu peito. 
"Murphy" 
"S vou beijar te", murmurou. 
No havia s ao redor dela. Seus olhos permaneciam abertos, consciente, vivo na dela como sua boca baixa. Eles foram quo ltimo vi, que viva, impressionante 

azul, antes de ir-se surdos, mudos e cegos. 
Foi apenas um sussurro de um toque ao princpio, uma escova de luz de boca em boca. Ele a abraava como se fossem cair em um baile em qualquer instante. Ela 
pensou 
que poderiam influir, suave e doce o que foi a primeira reunio dos lbios. 
Logo saiu da sua, surpreendendo a um suspiro dela como ele tomou sua boca em uma lenta e luxuosa viagem de seu rosto. A tranqilidade de explorao de suas bochechas, 


tmporas, plpebras debilitada pelos joelhos. O tremor comeou ali, e avanou de modo que ela estava sem flego quando sua boca cobriu a dela por segunda 

vez. 
Mais profundo agora, pouco a pouco. Seus lbios entreabiertos, e me alegro de sonar na garganta. Sua mo se deslizou at o ombro, presa, e logo ficou inerte. 

Podia cheirar os cavalos e a erva, e algo como um relmpago no ar. 
tornou-se, foi o nico que podia pensar antes de sua cabea foi nadar em sonhos. Ela era tudo o que ele queria. Para sustentar seu assim, sentir tremer com 

a mesma necessidade que sacudiu em seu interior estava mais  frente glorioso. Sua boca parecia ter sido formado para fundir-se com a sua, e os gostos que encontrou 


ali eram escuros, misteriosos e amadurecido. 
Era suficiente, de algum jeito que era suficiente, para conter, para sofrer os dentes mordendo uma necessidade do paciente de menos. Podia ver como seria, 

sentir como seria, tombar-se na erva quente com ela, a seu pin debaixo dele, corpo a corpo e corpo a corpo. Como ia a circular ao amparo e em contra 

dele, dispostos e ansiosos e fluido. E ao fim, por fim, de enterrar-se em seu interior. 
Mas esta vez sua boca era suficiente. deixou ficar e desfrutar e possuir, afastando-se com suavidade, e com a promessa de mais. Suas mos queriam a tremer. Para 


acalm-los, escorregou-lhes na cara e no cabelo. Tinha as bochechas acesas, o que faz ela, a seus olhos, ainda mais formosa. Como podia ter esquecido o magra 

que estava, como um salgueiro, ou quanta verdade e a beleza poderia brilhar em seus olhos. 
Sua mo se deteve em seu cabelo e suas sobrancelhas se juntaram como imagem trocada pela imagem. 
"Seu cabelo era comprido ento, e suas bochechas estavam molhadas pela chuva." 
Sua cabea lhe dava voltas, em realidade gira. Ela sempre acreditou que era um clich romntico ridculo. Mas tinha que pr mo  tmpora para no cair. "O que?" 


"Outra vez nos encontramos aqui". Voltou a sorrir. Era fcil para ele aceitar tais coisas como vises e magia, tal como ele podia aceitar que seu corao se havia 


perdido muito antes de que o sabor de sua primeira encantadora. "Eu quis te dar um beijo por um comprido tempo." 
"No se conheceram a muito tempo tempo." 
"Havemos. vou fazer o de novo, e lhes recordar? 
"Eu no acredito." No importa quo estpido a fez sentir, ela levantou uma mo para det-lo. "Isso foi um pouco mais potente que eu esperava, e acredito que ambos 


estaramos melhor ritmo ... ns mesmos." 
"Enquanto que estamos procurando chegar ao mesmo lugar." 
Deixou cair a mo. Se pudesse estar seguro de algo, era que no ia a imprensa, ou fazer movimentos difceis ou no desejados. Entretanto, ela tomou s um instante 


a estud-lo, e menos a olhar dentro de si mesmo. "No sei o que somos." 
"Basta com que um de ns sabe. Tenho uma entrevista para mant-la". Ele passou os dedos pela bochecha para que pudesse tomar esse ltimo toque com ele. "vou procurar 


a vocs esta noite." Captou a expresso de sua cara antes de que saltou a parede. "No  to fraco do corao far desculpas para no vir s porque gostou 

beijar para mim." 
No valia a pena o esforo de estar molesto porque tinha visto que estava a ponto de faz-lo. Em lugar disso voltou a recolher sua equipe. "Eu no sou fraco do 


corao. E me gostou de beijar os homens antes". 
-Claro e voc tem, Shannon Bodine, mas nunca beijei a gente como eu. " 
foi assobiando. assegurou-se de que estava fora do alcance do ouvido antes de que ela deixe a risada frouxa. No deve haver sentido estranho ir a uma entrevista, 

no quando uma 

mulher havia se tornado recentemente vinte e oito e tinham sofrido sua parte de novidades e dura no jogo de singre. 
Talvez tinha sido a maneira Brianna havia fussed cheias de animao em torno como uma me nervosa, a noite do baile de graduao. Shannon s pde sorrir 

ao pensar nele. Brianna se tinha devotado  imprensa um vestido, ou emprestar seu um, e tinha o dobro de chegar  sala de loft com sugestes sobre os acessrios 


e sapatos. 
Shannon se supe que tinha sido uma grande decepo para a Brianna quando ela apareceu no piso de abaixo cala esportiva e uma camisa de seda sem formato. 
Isso no tinha deixado da Brianna de lhe dizer que ela estava preciosa, para ter um tempo maravilhoso, e no preocupar-se de quando chegou pulg Se Gray no tinha 

chegado 

ao longo de sua esposa e a arrastou fora da sala, ela nunca poderia ter escapado. 
Foi, Shannon se supe, o comportamento sisterlike, e no faz-la to incmodo como ela tinha esperado. 
Ela estava agradecida tanto Brianna e Gray tinha insistido em que agarrar o carro. No foi um comprido viaje ao Murphy, mas o caminho seria escuro depois da posta 


do sol, e parecia que a chuva. 
A s uns minutos depois de retirar-se do meio-fio, que estava atirando a uma mais larga que a apertou entre sebes de fcsia que j tinham comeado a florescer 

nos coraes de cor vermelha sangre. 
Ela tinha visto a casa de sua janela, mas era maior, e sem dvida mais impressionante de perto. Trs histrias de pedra e madeira que parecia to velho como 

a terra mesma, e igualmente bem cuidado, levantou-se atrs do sebe e antes de uma trama ordenada de flores variadas. 
Havia arcos plaina de pedra lavrada sobre as janelas ordenada quadrados do primeiro andar. Ela alcanou a ver um alpendre lateral e se imaginou havia portas 
que 
conduzem a ele do interior. 
Duas das chamins estavam fumando, fumando perezosamente suas nuvens no cu ainda azul. Uma caminhonete se encontrava na unidade por diante dela, salpicado 

de barro. alm de que foi um pacto de idade expostas em blocos. 
Ela no pode pretender saber muito sobre os carros, mas sem dvida tinha conhecido tempos melhores. 
Entretanto, as persianas e o alpendre da casa estavam recm pintadas de um azul suave que mescla brandamente com a pedra cinza. No havia desordem no alpendre, 


s um par de rockeros que parecia destinado a ter companhia. O convite foi efetuada pela porta que j estava aberto. 
No obstante, ela chamou  ombreira e gritou. "Murphy". 
-Adiante e bem-vindo. " Sua voz parecia vir das escadas que disparou do corredor principal. "vou estar um minuto. Estou lavando para acima." 
Ela entrou e fechou a porta detrs dela. Para satisfazer sua curiosidade, caminhou um pouco mais pelo corredor e apareceu na primeira habitao, onde de novo, 

uma porta estava aberta fita de seda em sinal de bem-vinda. 
Uma sala,  obvio, anotou. Cada to ordenada como Brianna, se carecer de alguns de seus toques femininos. 
Antigo, mveis robustos se estabeleceu em um piso de tablones de largura que brilhava. Um fogo de turfa a fogo lento em uma chamin de pedra, com o que seu aroma 


antigo e atrativo na habitao. Havia candelabros que flanqueiam o suporte de madeira grosa, negrito, giros sinuosos de esmeralda. Alguns eram o trabalho 
de 
Maggie, foi dentro para um olhar mais de perto. 
parecia-se muito lquido, tambm fundido para ser slidos. Entretanto, o vidro se esfrie contra seus dedos. Houve um toque sutil e fascinante de rubi debaixo, 

como se no houvesse calor apanhado no interior  espera das chamas. 
"A gente pensaria que poderia colocar os dedos diretamente no corao dele", comentou Murphy da porta. 
Shannon assentiu com a cabea, a localizao das bobinas de novo antes de cumprir. "Ela  brilhante. Embora prefira no lhe dizer o disse." Sua frente acariciou 


quando ela o olhou. No parecia muito diferente do homem que caminhou seus campos ou tenha desempenhado sua msica nos bares. Foi, sem boina, e seu cabelo era espesso, 


encaracolado, e um pouco mido de sua lavagem. Seu suter era um cinza suave, suas calas de tons mais escuros. 
Ela pareceu estranho que ela pudesse foto com a mesma facilidade na capa do GQ como o agrcola mensal. 
"Voc se lava bem". 
Ele sorriu com acanhamento. "Um olhe as coisas, a gente, mais como um artista faz uma vez que voc est acostumado a eles. Eu no quis guardar." 
"No  um problema. Eu gosto de ver onde voc vive." Seu olhar ricocheteou nele e se centrou em um muro de livros. "Essa  uma biblioteca". 
"isso OH  s alguns deles." Ele ficou onde estava quando se cruzaram. Joyce, Yeats, Shaw. Eram de esperar. Ou'Neill, Swift e Thane Grayson,  obvio. 

Mas havia um tesouro oculto de outros. Poe, Steinbeck, Dickens, Byron. A poesia do Keats e Dickinson e Browning. Maltratadas volmenes do Shakespeare e contos 

igual de bem manuseado pelo rei e MacAffrey e McMurtrey. 
"Uma coleo ecltica", murmurou ela. "E ainda h mais?" 
"Eu os mantenho aqui e l na casa, assim se voc estiver no estado de nimo, no tem que ir muito longe. Um livro  uma coisa agradvel ter perto." 
"Meu pai no era muito na leitura, a menos que tivesse que ver com o negcio. Mas minha me e eu adoro encantava. Ao final, ela estava to mal, tenho lido 

a ela." "Voc foi um consolo para ela. E uma alegria." 
"No sei". Ela se negou e tratou de um brilhante sorriso. "portanto, recibo uma viagem?" 
"Um menino sabe quando est queridos", disse Murphy em silncio, e logo tomou a mo. "E sim, ter uma visita guiada. vamos sair primeiro, antes de que chova." 

Mas lhe fez deter uma meia dzia de vezes antes de que tinha viajado da parte dianteira da casa  costas. Explicou o teto com vigas, e 

o pouco espao da direita, onde sua me ainda gostava de costurar quando deveu visitar. 
A cozinha era to grande como um celeiro, e como escrupulosamente limpo como qualquer outro que tinha visto nunca. Entretanto, surpreendeu-lhe ver frascos de cor 


das ervas e especiarias variou no mostrador, e o brilho do cobre panelas de fundo que pesam sobre ele. "Tudo o que tenho no forno cheira maravilhoso". 
"'Frango Tis, e necessita um tempo ainda. Neste caso, tente estes." 
Ele trouxe um par de botas de borracha de uma habitao contiga e tinha franzido Shannon. "No vamos tromping ao redor dentro .." 
" mais que provvel". Agachou-se para deslizar a primeiro arranque por cima de seu sapato. "Quando tem animais, tem esterco. Voc ser mais feliz nestes." 

-Acreditei que mantm s vacas no campo ". 
Encantado, sorriu para ela. "A gente no vai ordenha nos campos, carinho, mas na sala de ordenha. Isto se faz para passar a noite." Levou-a a cabo a parte de 

atrs onde se calou com facilidade em sua prpria Wellies. "Feito-me esperar como uma das vacas se adoeceu". "OH,  grave?" 
-No, estou pensando que no o . S necessitava um pouco de medicao. " 
"Faz voc mesmo? No tem um veterinrio?" 
"No pelo cotidiano." 
Olhou a seu redor e se encontrou sonriendo de novo. Outro quadro, pensou. edifcios de pedra perfeitamente situado entre prados. lanzuda ovelha amontoados perto 

de 

um abrevadero. Alguns mquina enorme e dente maldade sob um abrigo, e no o balido dos animais e o grasnido preparado para chamar um dia. 
Houve Com, que permaneciam sentadas pacientemente ao lado da perto de paddock, golpeando sua cauda. 
"Brie lhe enviou, eu apostaria, para ver que me comportava com voc." 
"No sei. Parece tanto seu co como o dela." Ela o olhou como Murphy se inclinou para saudar o co. "Eu teria pensado que um agricultor teria pelo menos 

um ou dois ces por sua conta." 
"Tive uma, morreu faz sete anos o prximo inverno." Com a facilidade do amor mtuo, Murphy acariciou os ouvidos Com. "Acredito que de conseguir outro de vez em 
quando, 

mas nunca parecem chegar a faz-lo." 
"Tem todo o resto. No me dava conta que a criao de ovelhas." 
"S uns poucos. Meu pai, agora, foi uma das ovelhas." endireitou-se, e logo tomou a mo enquanto caminhava. "Eu sou mais um homem lcteos mim mesmo." 
"Brianna lhe diz que prefere os cavalos." 
"Os cavalos so um prazer. Em um ano ou dois que podem pagar seu caminho. Hoje vendi um ano de idade, um potro formoso. O entretenimento de regateio quase equilibra 


a perda dele." Ela levantou a vista como Murphy abriu a porta do celeiro. "No pensei que os agricultores se supunha que se vinculam." 
"Um cavalo no  uma ovelha que aougueiro para o jantar do domingo." 
A imagem de que a fazia to somente nuseas suficiente para deixar repousar a matria. "Um de leite nesta lista?" 
"Sim". Ele abriu o caminho atravs de uma sala de leite esfregado com mquinas reluzentes inoxidvel e o suave aroma da vaca e o leite  deriva pelo ar. 

"'Tisn't to romntica como faz-lo  mo e o fiz quando era menino, mas  mais rpido, mais limpo e mais eficiente." 
"Cada dia", murmurou Shannon. 
"Duas vezes ao dia." 
" muito trabalho para um homem." 
"O moo na granja do lado lhe ajuda com isso. Temos um acordo." < P> Como lhe mostrou atravs da sala, o celeiro, nos subrbios de novo para o 

silo e os abrigos de outros, no acreditava que um menino faria muita diferena na extenso do trabalho. 
Mas era fcil esquecer-se de todo o suor, o msculo que tinha que ir a cada hora do dia quando a levava aos estbulos para mostrar seus cavalos. 
"OH, so ainda mais formoso de perto." Muito encantados de tomar cuidado, levantou a mo e lhe acariciou a bochecha da potra castanha. 
"Esse  meu Jenny. Tive-a s dois anos, e nunca vou vender. H uma moa." Ao cabo de s o som de sua voz para que o cavalo trocando sua ateno 

ao Murphy. Se Shannon tinha acreditado possvel as coisas tal, tivesse jurado a potranca paquerado com ele. E por que no? ela refletiu. Que mulher poderia resistir 


a essas mos de largura, qualificados, a forma em que acariciava, acariciava? Ou essa voz suave, murmurando palavras carinhosas parva? 
"Ao ter que conduzir, Shannon? 
"Hmm". O n que se apresentou de maneira abrupta em seu 
a garganta a levou a esse gole amargo. -No, nunca tenho feito. De fato, acredito que isto  o mais perto que estive alguma vez em um cavalo. " 
"Mas se no terem medo deles, por isso ser mais fcil para voc para ver se tiver uma mente." 
Levou-a atravs, deixando que seus coo a encher e acarici-los e jogar com os potros recm-nascidos que nascem, e a vi rir do potro brincalho que tivessem mordiscado 


no ombro se Murphy no tinha bloqueado a boca com a mo. 
"Seria uma forma maravilhosa de crescer", comentou enquanto caminhavam de retorno  casa. "Todo este ambiente, todos os animais." Ela se ps-se a rir quando ela 


deteve-se na porta de atrs aos ps de suas botas. "E o trabalho,  obvio. Mas voc deve ter encantou, j que ficaram." 
"Eu perteno a ela. Vem e sente-se. Hei pouco de vinho que gostar." 
Amigablemente se lavou as mos na pia da cozinha com ele. "No qualquer de sua famlia desejam permanecer e trabalhar na granja? 
"Sou o filho maior, e quando me pai morreu, tocou-lhe para mim. Minhas irms maiores se casou e se afastou para iniciar suas prprias famlias." Tomou uma garrafa 

da geladeira, 

um saca-rolha de uma gaveta. "Ento minha me se voltou a casar, e minha irm menor do Kate tambm. Tenho um irmo mais jovem, mas ele queria ir  escola 

e aprender sobre questes eltricas. " 
Seus olhos se ampliaram enquanto servia o vinho. "Quantos tem que ti?" 
"Cinco. Havia seis, mas minha me perdeu a outro filho quando ainda era de enfermaria. Meu pai morreu quando eu tinha doze anos, e ela no se casou de novo at 


que foi faz vinte, por isso s havia cinco." 
"S". Ela ps-se a rir e sacudiu a cabea, e aumentaria sua taa, mas ficou a mo. 
"Que tenha palavras clidas em um anoitecer frio, uma lua enche em uma noite escura, e o caminho custa abaixo todo o caminho at sua porta." 
"Sliante-disse-e lhe sorriu enquanto bebia. "Eu gosto de sua granja, Murphy". 
"Agrada-me que faz, Shannon". Ele a surpreendeu ao inclinar-se para baixo e pressionando os lbios  frente. 
A chuva comeou a tamborilo em voz baixa enquanto se endireitou e se voltou a abrir a porta do forno. Os aromas que saam havia gua a boca. 
"por que  sempre pensei cozinha irlandesa era um oxmoron? 
Sopesou a torradeira, p-la sobre a tampa da estufa. "Bom,  a verdade que  mais freqentemente um pouco suave que no. Eu nunca me dava conta como um moo. 
Mas 
quando Brie comeou a experimentar e provar os pratos de mim, comecei a ver que minha querida me tinha uma certa falta na cozinha. " Olhou por cima do ombro. 

"O que me negaria at a morte se se repetir semelhante calunia." 
"Nunca vo ouvir de mim." levantou-se, tampouco intrigado a jogar uma olhada mais de perto. O frango era de ouro, prolas com a umidade, salpicado com especiarias, 

e rodeado 

por um crculo dourado das batatas e as cenouras. "Agora, isso  maravilhoso." 
" Brie est fazendo. Ela me comeou um ano atrs jardim de ervas, aoitado at tomei o tempo para que a atenda". 
Shannon se recostou sobre o mostrador, olhando a ele. No sentiu um pouco molesto quando Gray chegou e venceu seu tempo? " 
Estava bem e verdadeiramente desconcertado por um minuto, e logo sorriu enquanto foi transferido de frango da frigideira ao prato. "Ela nunca foi para mim, nem 
eu 

para ela. estivemos muito tempo da famlia. Tom era um pai para mim quando morreu o meu. E Brie e Maggie foram sempre minhas irms." O esculpido de 

uma parte pequena no peito. "No  que seja um sentimento fraternal que tenho a respeito de vs, Shannon. esperei para voc o tempo suficiente." 
Alarmada, trocou, mas ele se transladou sem problemas  caixa dela em, de novo ao mostrador. Entretanto, quo nico fez foi levantar a picada 

de frango aos lbios. 
E o polegar roou ligeiramente, sedutora, sobre o lbio inferior quando ela aceitou sua oferta. " bom. Srio." Mas sentia seu peito grosso, e o alarme aumenta 


quando se desnatada em uma mo pelo cabelo. Ela fez seu formigamento endireitar a coluna vertebral at que foram aos olhos. 
"O que est fazendo, Murphy?" 
-Bom, Shannon ". Tocou-se os lbios aos dela  ligeira, quase despreocupadamente. "Estou-te cortejando". 
Captulo Dez 
A conquista? Assombrado, Shannon ficou assombrado com ele. Era ridculo, uma palavra tola que no tinha nada que ver com ela, ou seu estilo de vida. 
Entretanto, tinha tropeado sem dvida fora de sua lngua irlandesa facilmente. Tinha que lhe fazer tragar de novo, e rpido. 
"Isso  uma loucura.  absurdo." 
Tinha as mos na cara de novo, pontas dos dedos ao ras com a linha da mandbula. "por que?" 
-Bom ... porque. " Em defesa se mudou de novo, fez um gesto com sua taa. "Em primeiro lugar, que quase no me conhecem." 
"Mas eu sei que voc." Mais divertido que ofendido por 
sua reao, voltou-se a esculpir o frango. "Eu sabia que o momento em que te vi." 
-No comece que o misticismo celta comigo, Murphy ". Ela se aproximou da mesa, coroada seu vinho, e bebeu ela. "Sou americano, maldita seja. A gente no 
se 
andam cortejando s pessoas em Nova Iorque". 
"Essa poderia ser parte do que tem que mau nisso". Levou o prato  mesa. -Sente-se, Shannon. Voc querer comer enquanto est quente. " 
"Ela coma ps os olhos antes de fech-los na frustrao. "Agora me tenho que comer." 
"Voc deveu comer, no?" Assumir as funes de acolhida, encheu o prato de sua cadeira, e logo sua prpria antes de acender as velas. "No tem fome?" 
"Sim, tenho fome". Ela se deixou cair em sua cadeira. depois de estalar o guardanapo em seu regao, agarrou a faca e o garfo. 
Para os prximos minutos se comeu, enquanto que suas opes em crculos ao redor de sua cabea. "vou tratar de ser razoveis com voc, Murphy". -Est bem. 

" Cortam-se no frango em seu prato, na amostra, e se alegrou de que tinha feito um bom trabalho. "Seja razovel ento. 
"Nmero um, tem que entender que s vou estar aqui outra semana, dois como mximo." 
-Ficar mais tempo ". Disse que enquanto comia plcidamente. "No comeou a resolver os problemas e sentimentos que te trouxe aqui. No perguntou por 

uma vez Tom Concannon." 
Seus olhos se esfriou. "Voc no sabe nada a respeito de meus sentimentos." 
"Acredito que sim, mas ns deixaremos por agora, j que te faz infeliz. Mas que ficar, Shannon, porque h coisas para voc a cara. E perdoar. No  
um 
covarde. H fortalea em ti, e o corao. " 
Odiava que estava vendo nela as coisas que ela se negou a admitir a si mesmo. Rompeu um aberto das bolachas que havia trazido para a mesa, olhava para fora 

de vapor de calor. "Se ficar uma semana ou um ano, no se aplica a isto." 
"Tudo se aplica a este", disse com suavidade. "O traje de comida que voc?" 
" impressionante". 
"Pintar-te mais hoje, depois de que te deixei?" 
"Sim, eu-se tragou outro bocado, cravou o garfo dele. "Est trocando o tema." 
"Que tema?" 
"Voc sabe muito bem que tema, e vamos esclarecer coisas aqui e agora. No quero ser cortejada por ningum. No sei como so as coisas por aqui, mas de onde eu 

venho, 
as mulheres so independentes, iguais. " 
"Hei algumas ideia sobre isso mesmo." Sem fazer nada tomou seu vinho, tendo em conta suas palavras enquanto bebia. " bastante certo que em geral seu irlands 
tem 
um tempo difcil com as mulheres j  igual. Agora, houve algumas mudanas na gerao passada, mas  um processo lento." Ps seu vinho a um lado e voltou 

a sua comida. "H muitos que eu chamaria companheiro que no estaria de acordo comigo em sua totalidade, mas pode ser porque tenho feito um monto de leitura nos 


ltimos anos e pensei no que tenho lido. Sinto-me uma mulher tem direitos quo mesmo um homem, ao que tem, o que faz. " 
"Isso  importante de que," Shannon murmurou. 
Ele se limitou a sorrir. " um passo de uma certa proporo para algum criado como eu me criei. Agora bem, na verdade, no sei como me havia reagir a ela se 

queria que me corte". 
"No". 
-A o tem. " Levantou uma mo, sonriendo ainda, como se terei que tinha que dizer para ele. "E meu cortejo que no tem nada que ver com os direitos ou a igualdade, 


no te faz menos ou mais de mim.  que tenho a iniciativa, por assim diz-lo. Voc  o mais formoso que vi em meu a vida. E tive a sorte de ver uma grande 

quantidade de beleza. " 
Desconcertado pelo repentino rpida de prazer, ela olhou a seu prato. No havia uma forma de dirigir isto, dirigi-lo, estava segura. Ela s tinha que encontr-la. 


"Murphy, me sinto adulada. Qualquer poderia ser". 
" mais que adulada quando te beijo, Shannon. Os dois sabemos o que acontece a seguir." 
Ela assinalou com um pedao de frango. -Muito bem, sinto-me atrado. Voc  um homem atrativo, com certo encanto. Mas se tivesse estado pensando em tomar voltar 


a utiliz-la, no haveria agora ". 
"No  assim? Cristo, mas ela era um prazer conversar com, pensou. "E por que seria isso, quando quer tanto como quero a ti?" 
Teve que esfreg-las Palmas moderador sobre o guardanapo. -Porque  um engano evidente. Estamos pensando nisto desde dois ngulos diferentes, e nunca vo vir 

juntos. Eu gosto de voc. Voc  um homem interessante. Mas eu simplesmente no estou procurando uma relao. Maldita seja, terminou-me faz uma semana somente. 
Eu 

estava ocupado na prtica. " Inspirao golpeado. inclinou-se para diante, seu sorriso de suficincia. "Estava dormindo com ele." 
sobrancelhas do Murphy arqueou. "Foi parece ser a chave. Voc deve tomar cuidado dele. " 
" obvio que cuidou dele. No ir  cama com estranhos." Audincia de si mesmo, um suspiro entre dentes. Como tinha conseguido lhe dar a volta ela em? 
" o tempo passado a meu ver. Preocupei-me o suficiente a respeito de uma mulher ou dois para deitar-se com ela. Mas nunca ser querido antes." 
O pnico se esvaziou a cor da cara. "Voc no est apaixonado por mim." 
"Amei-te do momento que pus os olhos em ti." Disse-o em voz to baixa, to simplesmente, que ela acreditava-por um momento acreditou por completo. "antes disso, 

de 

alguma maneira. esperei por ti, Shannon. E aqui est." 
"Isto no est acontecendo", disse com voz tremente e se separou da mesa. "Agora, me escute, que ps este negocio louco todo de sua mente. No vai funcionar. Est 


idealizar a situao. Alucinante. Tudo o que vais conseguir  envergonhar aos dois. " 
Entrecerr os olhos, mas ela estava muito ocupado jogando fumaa a notar a mudana, ou o perigo nele. "Meu amor que  uma vergonha para ti." 
"No gire em torno de minhas palavras-dijo com fria. "E no trate de me fazer parecer pequeno e pouco profundo porque no estou interessado em ser cortejada. Jesus, 

cortejado. 

Ridcula Incluso a palavra." 
"H outro que voc gosta mais?" 
"No, h outra que prefiro. O que eu prefira, e esperar,  para que voc caia." 
sentou-se em silncio um momento, que trfico de uma ira construindo lentamente. "Porque voc no tem sentimentos por me? " 
"Isso  correto." E porque era uma mentira, sua voz afiada. "Seriamente tem uma idia ilusria de que me acaba de cair em mansamente com o planos absurdos que 

est cozinhando? me casar contigo, viver aqui? A esposa de um agricultor, pelo amor de Deus. Vejo-me como a mulher de um agricultor? Eu tenho uma carreira, uma 


vida ". 
Ele se moveu to rapidamente que s teve tempo para aspirar um ar surpreso. Tinha as mos nos braos, os dedos escavado pulg Sua cara era um estudo 

das claras e escuras da fria. 
"E minha vida debaixo de ti?" -perguntou. "O que tenho, o que trabalhei, inclusive o que sou  algo menos? Algo para ser desprezado? 
O corao lhe pulsava como um coelho, em rpida buracos 
sacudidas. Ela s pde sacudir a cabea. Quem poderia ter adivinhado que havia nele tanta pacincia? 
"vou aceitar que no sei que me ama, no limpar seus olhos para ver que estamos destinados. Mas no vou ter que desprezar o que sou e tudo o que desprezam 

j minha famlia por geraes lutou. " 
"Isso no  o que queria dizer" 
"Crie que a terra s se sinta, formosa como um quadro, e espera a ser recolhido?" A luz das velas projetavam sombras sobre seu rosto, o que faz to 

fascinante como perigosa. "H sangue derramado por ele, e mais suor do que se pode pesar. Manter  difcil, e mant-la no  suficiente. Se voc for muito 

orgulhoso para aceitar que os seus, ento lhe vergonha." 
Seu flego se estremecia a cabo. Teve que obrigar-se a tirar, lentamente. "Faz-me mal, Murphy". 
Deixou cair as mos como se sua carne se queimou. Deu um passo atrs, seus movimentos bruscos, pela primeira vez desde que o conhece. "Peo-lhe perdo." 
Era seu turno de vergonha. Sabia que tinha as mos grandes, e conhecia sua fora. Horroriza-lhe que os teria utilizado, inclusive em fria cega, para pr uma 

marca nela. 
O selfdisgust em sua cara lhe impedia de ceder  tentao de esfregar a dor nos braos. No obstante seu enorme falta de compreenso dele, sabia por instinto 

que era um homem gentil que consideraria ferir uma mulher a forma mais baixa do pecado. 
"No era minha inteno ofender", disse lentamente. "Eu estava zangado e molesto, e tratando de fazer o ponto de que somos diferentes. Quais somos, o que queremos. 


" 
Colocou as mos nos bolsos. "O que quer?" 
Abriu a boca, logo a fechou no amortecedor de encontrar a resposta no estava ali. "tive uma srie de mudanas importantes em minha vida no ltimo par 

de meses, assim ainda tenho que pensar nisso. Mas uma relao no  um deles." 
"Tem medo de mim?" Sua voz foi cuidadosamente neutro. "No foi minha inteno te fazer danifico." 
"No, eu no te tenho medo." Ela no pde evit-lo. Deu um passo para frente, ps uma mo na bochecha. "Temper entende temperamento, Murphy". Quase seguro 
a 
crise tinha passado, ela sorriu. "vamos esquecer tudo isto, e ser amigos." 
Em seu lugar, deteve-se seu corao ao tomar a mo, deslizem-se at que seus lbios meigamente apertou na palma. "'Minha recompensa  to infinita como o mar, 

meu amor to profundo, quanto mais te dou, mais tenho, pois ambos so infinitos. " 
Shakespeare, pensou enquanto seu corpo se suavizou. Ele citar ao Shakespeare com essa voz formosa. "No diga coisas como que a mim, Murphy. No  jogar limpo". 

"Estamos ltimos jogos, Shannon. Estamos nenhum dos dois meninos, ou tolos. Hei aqui agora, eu no te farei mal." Sua voz era suave, como foi quando se suavizou 


um cavalo. Para ela se foi assustadios quando lhe deslizou seus braos ao redor dela. "me diga o que senti quando te beijei pela primeira vez." 
No era uma pergunta difcil de responder, como ela o estava sentindo de novo. "Tempted". 
Sorriu, apertou os lbios curvados a seu templo. "Isso no  tudo. No havia mais, no estava ali? uma espcie de lembrana de si." 
Seu corpo se negava a seu fim muito sensvel para manter-se duro e distante. "Eu no acredito nessas coisas". 
"No me pergunte o que voc crie." Seus lbios se cruzou da tmpora at a mandbula, o paciente. "Mas o que sentia." Atravs da magra barreira de seda 

sua pele era Wanning. Ele pensou que poderia voltar louco a si mesmo da celebrao cortar essa barreira de distncia e encontrar todos os dela. "No foi neste 
momento." 
permitiu-se a si mesmo um miservel poucos graus, caindo no beijo, saboreando a forma na boca produzido pela sua. "Foi outra vez." 
"Isso  uma tolice." Mas sua prpria voz parecia vir de muito longe. "E isto  uma loucura." Inclusive Enquanto falava, suas mos estavam fisting no cabelo para 


o ter perto, mais perto, at que o prazer limitada razo passado. "No podemos fazer isto". O ronrono de prazer soava na garganta, ondulada maravilhosamente 

na boca. " s a qumica." 
"Deus benza  cincia." Quase como sem flego, como ela, que a arrastou at os ps e torturado a si mesmo. S por um momento, prometeu-se. E saqueados. 

Exploses estalou dentro dela, um aps o outro at que seu sistema era maltratadas pela cor e a luz. Em um arranque selvagens da cobia, que todos menos 

a ele com garras em uma briga mais. 
Touch me, maldita seja. A ordem entrou em erupo na cabea. Mas suas mos no fez mais que espera enquanto seu corpo ardia em desejos de ser poseda. Sabia como 


sentiria-se sua mo. Ela sabia, e poderia ter chorado da potncia dos conhecimentos. palma da mo dura, movimentos suaves que construir e construir 

em marcas. 
Com um instinto selvagem que no sabia se escondia em seu interior, cravou-lhe os dentes no lbio, lhe acossar, desafiando-o. Em seu juramento violento, lhe jogou 


a cabea para trs, com o rosto radiante de triunfo. 
Logo empalideceu, grau por grau. Porque seus olhos eram os olhos de guerreiro, escuro e mortal, e familiar terrivelmente. 
"Deus". O estalo de sua voz, enquanto ela lutava distncia. A luta pelo ar, para manter o equilbrio, apertou suas mos contra seu peito. "Stop. Deus, 

isto tem que parar." 
Vacilando no bordo magro de controle, Murphy punhos suas mos aos flancos. "Quero-te mais do que querem tomar o prximo flego. Est-me matando, Shannon, 

este querer. " 
"Cometi um engano". Tirou as mos trementes pelo cabelo. "Cometi um engano. Sinto muito. No vou deixar que isto v mais longe." Ela podia sentir que atraiu 

para ele, de negativo a positivo. A faculdade de poder. "te afaste de mim, Murphy". 
"No posso. Voc no pode saber." 
"Temos um problema". Decidido a acalmar, caminhou cambaleando-se at a mesa e agarrou sua taa de vinho. "Podemos resolv-lo", disse a si mesmo e tomou um sorvo. 

"Sempre 

h uma forma de resolver um problema. No me fale ordenou, levantando uma mo como um policial de trfico. "me deixe pens-lo". 
O mais curioso foi que nunca se considerou um ser muito sexual. houve um momento agradvel de vez em poucos com os homens lhe importava, havia respeito. "Agradvel" 


era uma descrio ridiculamente plido do que tinha estalado nela com o Murphy. 
Esse era o sexo, pensou, assentindo com a cabea. Isso estava permitido, que estava bem. Os dois eram adultos, to no comprometido. Certamente se preocupava 
por 
ele, e o respeitava, embora o admirava em um grande nmero de nveis. O que tinha que mau em uma aventura selvagem antes de que se estabelecesse e decidiu o que 

fazer 

com o resto de sua vida? 
Nada, decidiu,  exceo de que as empresas tola cortejo. portanto, ela bebeu um sorvo de vinho de novo, deixou-o. Haviam s tem que desfazer do 
obstculo. 
"Queremos dormir juntos", comeou. <p >-Bom, me ia encontrar dormindo contigo uma coisa agradvel, mas prefiro fazer o amor com que algumas dzias de vezes 

em primeiro lugar. " 
"No jogue jogos semnticos, Murphy". Mas sorriu, aliviado de que o humor estava de volta em seus olhos. "Acredito que podemos resolver isto de uma maneira razovel 


e mutuamente satisfatria". 
"H uma maneira maravilhosa de falar s vezes." Sua voz estava cheia de admirao e deleite. "Inclusive quando o que diz no tem sentido.  to digna, j sabe. 


E com classe." 
"te cale, Murphy. Agora bem, se s estar de acordo em que a idia de um compromisso a longo prazo no  factvel". Quando ele s seguia sonriendo nela, 
soprou 
um flego. "Est bem, vou dizer o de maneira simples. N a corte. 
"Sabia o que queria dizer, querida. Simplesmente eu gosto de escutar a voc. No tenho problema com a possibilidade de viver o resto de minha vida contigo. E apenas 

hei 
comeado a cortejar a voc. Nem sequer dancei contigo ainda. " 
Ao final de seu engenho se esfregou as mos sobre seu rosto. " realmente to cabezotas? 
"Assim que minha me sempre dizia." Murphy, "ela diria," uma vez que te faa uma idia em que o crebro dos seus, nada chama, se solta. " "Lhe sorriu. 

"Voc vai gostar a minha me." 
"Eu nunca vou conhecer sua me." 
"OH, o far. Estou trabalhando isso. Mas, como voc dizia?" 
"Como ia dizendo-repetiu ela, desconcertada. "Como posso recordar o que estava dizendo quando voc seguir atirando estas curvas? Faz-o a propsito, simplesmente 


a nublar as coisas quando devem ser muito singela. " 
"Quero-te, Shannon", disse e se deteve seus mortos. "Isso  simples. Quero me casar contigo e formar uma famlia com voc. Mas isso  adiantar-se s coisas." 

"vou dizer. vou ser o mais clara e concisa a respeito disto como eu. Eu no te quero, Murphy, e eu no quero me casar contigo." Seus olhos foram a frestas. "E 
se 
segue sonriendo a mim, eu vou cantar a voc." 
"Voc pode tomar um oscilao em mim, e podemos lutar um pouco, mas logo  provvel que resolver a primeira parte deste aqui no cho da cozinha." Ele 

aproximou-se mais, encantada quando elevou o queixo. -Porque, querida, uma vez que tambm me passa em ti outra vez, no posso prometer tirar-lhe o da cabea at 

que 
terminei. " "Estou farto de tratar de ser razovel. Obrigado pelo jantar. Foi muito interessante." 
"Voc querer uma jaqueta para proteger-se da chuva." 
-Eu no-" 
"No seja tola". Ele j tinha tomado um dos seu fora das fumaas. "S ter que blusa muito mido e frio de sua pele". 
O arrebatou antes de que pudesse ajud-la a ela. -Muito bem. vou voltar para voc. " 
"Leve com voc, se voc pensar nele, quando devem pintar pela manh. Estarei caminhando." 
"No pode estar a". Colocou os braos no denim desgastado suave, ficou com a manga de atirar o passado de seu alcance. "boa noite". 
"Te vou caminhar at o carro." Apesar de que ela comeou a opor-se, ele a tirou do brao e a tirou da cozinha e o corredor. "Voc s se molham", protestou 

ela quando chegaram  porta principal. 
"No me importa a chuva". Quando chegaram ao carro, que sabiamente se tragou um sorriso. " o lado equivocado, querido, a menos que voc me est querendo o 

leve a casa." 
limitou-se a franziu o cenho e trocou de direo para que se desviou para a unidade da direita. 
Medio de seu estado de nimo, optou por lhe beijar a mo em vez de sua boca quando ele tinha aberto a porta do carro para ela. "Sonho em um sonho", murmurou. 

"Poe 
havia algumas linhas nessa formosa. Voc sonho de esta noite, Shannon, e eu de ti." 
-No, no o farei. " Disse-o com firmeza que ela fechou a porta. depois de empurrar as mangas de sua jaqueta, tornou-se atrs da unidade e encabeada pelo caminho 


a chuva lavou. 
O homem tinha que ter um parafuso solto em alguma parte, decidiu. Era a nica explicao. Sua nica opo era lhe dar absolutamente nenhum estmulo partir 
de 
este momento. 
No janta mais acolhedora na cozinha, sem msica e risadas no bar, nem conversaes fcil ou beijos assombrosa no campo. 
Maldita seja, que havia o sinto falta de. Todos da mesma. Ela se deteve na unidade da Brianna e ponha o freio. foi-se e se agita os sentimentos e 
desejos 
que no sabia que era capaz de, continuando, deixou-a sem outra opo que os silenciador. 
Pinheaded idiota, pensou, fechando a porta antes de correr para a casa. 
Shannon lutou contra o cenho franzido enquanto abria a porta e se encontrou Brianna radiantes sorrisos pelo corredor. "OH, bom, ele te emprestou uma jaqueta. Eu 


no penso nisso at depois de que te tinha ido. Teve que passar um bom momento, ento?" 
Shannon abriu a boca, surpreso quando os tpicos habituais simplesmente no estavam ali. "O homem est louco". 
Brianna piscou. "Murphy? 
"Quem mais? Estou-te dizendo,  algo que tem ao redor de cortia na cabea. No h raciocinar com ele." 
Em um movimento to natural que nenhum deles conta, Brianna tomou a mo do Shannon e comeou a levar as costas para a cozinha. "Teve uma briga?" 
"Uma briga? No, eu no diria isso. No se pode brigar com a loucura." 
"Hey, Shannon". Quando a porta da cozinha aberta, Gray levantou a vista, fazendo uma pausa com uma colher grande de algo a metade de caminho a um tigela. "Como 


esteve o jantar? Tem alguma habitao para pouco? Brie faz o melhor do mundo." 
"Ela teve uma tarefa pendente com o Murphy", Brianna lhe informou, insistindo ao Shannon em uma cadeira antes de ir para a bule. 
-No me diga ". Intrigado, Gray objeto de dumping a bagatela, e logo fomos a outro recipiente. "O que acontece?" 
"OH, nada mais. Ele s quer que se case com ele e ter seus filhos." 
Brianna deixou cair a taa de ch, apenas o salvou de rupturas no cho. "Est brincando", disse ela, e quase obteve uma gargalhada. 
" uma brincadeira muito bem, mas no o estou fazendo." Ausente cavou no recipiente cinza encontra frente a ela. "Diz ser me faz a corte. Ela soprou, bebeu 
um 
sorvo de bagatela. "Pode superar isto?" -perguntou do Gray. "Ah ..." Passou-se a lngua pelos dentes.  No . 
Muito devagar, com os olhos muito abertos e Brianna tomou assento. "Disse que estava querendo corte?" 
"Disse que estava", corrigiu Shannon e colher at mais bagatela. "Ele tem a idia selvagem de amor a primeira vista, e que nos significam, ou algo ridculo. Tudo 


isto de recordar e o reconhecimento. Bull", murmurou, e derramou a prpria ch. 
"Murphy nunca cortejou a ningum. Nunca quis". 
Com os olhos entrecerrados Shannon voltou para a Brianna. "Desejo a todos deixariam de usar essa palavra antiquada. Pe-me nervoso". 
"A palavra," pr em cinza "ou escritura pela que?" 
"As duas coisas." Apoiou o queixo no punho. "Como se as coisas no eram o suficientemente complicado." " voc indiferentes com ele? Brianna perguntou. 
"No  indiferente." Shannon franziu o cenho. "Exatamente". 
"A trama se complica." Cinza se limitou a sorrir ante o olhar climatizado Shannon lhe disparou. -Ser melhor que entender aos irlandeses som uma raa obstinada. 


No estou seguro se os irlandeses do oeste no forem os mais obstinados. Murphy Se tiver os olhos postos em ti, que vai permanecer ali. " 
"No faa luz dela, Gray. Em solidariedade automtica Brianna lhe ps a mo sobre o Shannon. "Ela est molesto, e h coraes envoltos". 
-No, no o so. " A respeito de que, ao menos, Shannon poderia ser firme. "Tendo em conta ir-se  cama com um homem e passar o resto de sua vida com ele so dois 


coisas completamente diferentes. E quanto a ele, que  s um romntico". Com seu cenho franzido, concentrou-se em raspar o ltimo da bagatela de sua tigela. 
"No 
tem sentido, a idia de que um par de sonhos estranhos tem nada que ver com o destino." 
"Murphy tinha sonhos estranhos?" 
Distrado de novo, Shannon olhou a Brianna. -No sei. Eu no lhe perguntei. " 
"Voc tem". Gray no pde ser mais feliz. inclinou-se para diante. -me diga-em especial as partes sexy ". 
"Basta, Grayson". 
Mas Shannon se encontrou rendo. Estranho, pensou, que aqui deve ser o irmo maior que tinha querido sempre para. "Tudo  sexy", disse-lhe ela e lhe lambeu os 
lbios. 
"Sim?" inclinou-se para ela. "Comea pelo princpio, no deixe nada fora. Nenhum detalhe  muito pequeno." "No faa conta, Shannon". 
"Tudo est bem." Mais completo, empurrou a taa vazia a um lado. "Os dois poderiam encontrar interessante. Nunca tive um sonho recorrente antes. Em realidade, 
 
mais como vinhetas, em ordem aleatria. Ou o que parece ser." 
-Agora est realmente me est voltando louca ", queixou-se Gray. "Derrame". 
-Muito bem. Comea no campo, onde o crculo de pedra ? Cmico,  como sonhei que estava ali antes de que eu o vi. Mas isso no  possvel. De todos os modos 

"-saudou que fora-" est chovendo. Fria, no h as geladas. Sonha como o cristal esmerilhado quando entro nele. Eu no-corrigiu ela com um sorriso mdio. "A 

mulher no sonho. Logo h um homem, o cabelo escuro, capa negra, o cavalo branco. Voc pode ver o vapor que fora deles, e o barro que  salpicado 
em 
suas botas e suas armas. Cavalga para cabo para m-su-completo. E ela fica com o cabelo soprando. E " 
interrompeu-se. Tinha captado o olhar rpido, surpreendeu aos olhos da Brianna, e o intercmbio entre ela e o silncio cinza. 
"O que ?" -perguntou. 
-Parece que a bruxa e o guerreiro ". Os olhos cinza-se obscureceu, concentrados na cara do Shannon. "O que passa depois?" 
Shannon ficou as mos debaixo da mesa e vinculados juntos. "Voc me diz." 
-Est bem. " Cinza jogou uma olhada a Brianna, quem fez um gesto para ele para cont-lo. "Conta a lenda que havia uma mulher sbia, uma bruxa, que vivia na 

terra aqui. Tinha a vista e, carregando com ele tanto como bendito, viviam separados do resto. Uma manh, quando ia  dana para comunicar-se com seus deuses, 

encontrou-se com o guerreiro no crculo, ferido, seu cavalo junto a ele. Tinha o dom de curar e tratar suas feridas, a enfermaria at que ele era forte outra 

vez. apaixonaram-se. converteram-se em amantes. " 
Fez uma pausa para adicionar o ch s taas, recolheu o seu. "Deixou-a,  obvio, porque terei que liberar guerras e batalhas que tinha prometido ganhar. Prometeu 


voltar, e lhe deu um broche  cavilha da capa e a lembrana por". 
"E no?" Shannon se esclareceu garganta. "Quando retornar." 
"Diz-se que fez, a seu cavalo pelo campo em uma tormenta que sacudiu o cu. Ele queria que a levasse a esposa, mas ele no quis renunciar a sua espada 
e 
escudo. Eles brigaram por esta amargura. Ao parecer no importa o muito que amava, no havia nenhum compromisso em ambos. A prxima vez que se foi, deu-lhe a broxa, 


para record-lo at que retornou. Mas nunca retornou de novo. diz-se que morreu em outro campo. E com seu dom da vista, ela sabia o momento em que ocorreu. 

" 
" s uma histria." devido a que se esfriaram de repente, Shannon rodeou com suas mos ao redor da taa. "Eu no acredito nesse tipo de coisas. Voc no pode 

me dizer que fazer". 
Gray mudaram seus ombros. "Sim, posso. Posso acreditar essas duas pessoas existiam, e que era algo forte entre eles que perdura. O que tenho curiosidade por saber 

por 

o que  que lhe sonho deles ". 
"Tive um par de sonhos de um homem sobre um cavalo", disse Shannon com impacincia. -O que estou seguro de qualquer nmero de psiquiatras teria um dia de campo 


com. A gente no tem nada que ver com a outra. Estou cansado ", acrescentou, levantando-se. "Vou  cama." 
"Tomar o ch", disse Brianna amavelmente. 
"Obrigado". 
Quando Shannon esquerda, Brianna lhe ps uma mo sobre o ombro do Gray. "No pique muito, Grayson. Ela  to problemtico." 
"Ela se sentiria melhor se ela deixou de celebrar tanto no interior." Com uma risada mdio voltou a cabea para pressionar seus lbios  mo da Brianna. "Eu 
o 
sei." 
"Ela necessita tempo, como o fez." Ela suspirou, larga e profunda. "Murphy. Quem o tivesse pensado? " 
Captulo XI 
No era como se Shannon evitava sair s pedras em p. ficou-se dormido, simplesmente. E se ela tinha tido sonhos, pensou enquanto tomava seu caf da manh 

na tarde de caf e pozinhos, no era uma surpresa. 
a cama antes de bagatela e uma lenda por um professor de histria roleta igualou uma noite agitada. 
Entretanto, a claridade deles a preocupava. Sozinha, ela podia admitir que havia sentido o sonho, no s se imaginaram. Sentiu a spera manta  costas, 

o comicho da erva, o calor e o peso do corpo do homem sobre a dela. Na dela. 
Ela deixou escapar um comprido suspiro, ao pressionar uma mo no estmago onde a lembrana do sonho interps um rebocador de responder da saudade. Ela havia 

sonhado fazendo o amor com o homem com sua cara-pero no a cara do Murphy. Tinham estado no crculo de pedra, com a sobrecarga de natao estrela e a 

lua branca, como um farol. Tinha ouvido o grito de uma coruja, sentiu o quente flego vem logo contra sua bochecha. Suas mos conhecia a sensao dos msculos, 


grupamento e filtrado. E ela tinha conhecido, mesmo que seu corpo tinha estalado no clmax, que esta seria a ltima vez. 
Doa-lhe pensar nele, ferido de modo que agora, acordado, consciente, as lgrimas ainda ameaado e queimado com amargura nos olhos. 
Ela levantou caf. Ela ia ter encaixar-se a presso fora dele, ela mesma advertiu, ou unir-se s filas de seus colaboradores na linha no escritrio do 

terapeuta. A comoo na porta de atrs lhe havia compor seu rosto. Quem quer que fosse, Shannon estava agradecido pelo desvio. 
Mas no basta sendo agradecidos contente quando viu que era Maggie. 
"Eu vou deixar em, verdade?" Maggie disse: Com. -No tem que empurrar. " 
O estalo de co pela porta aberta, correu sob a mesa, ento, reduziu-se com um suspiro comprido sofrimento. 
"Estou seguro de que nada". sorriso fcil do Maggie refrigerados vrios graus quando viu Shannon s na cozinha. -bom dia. trouxe algumas bagos para 
o 
Brie. " 
"Havia algumas diligencia. Gray piso de acima de trabalho." 
"vou deixar os." Em casa, Maggie se aproximou de pr a bolsa no refrigerador. "Gostou da comida com o Murphy? 
"Notcias sem dvida viaje." Shannon no pde evitar a molstia na baa. "Surpreende-me que voc no sabe o que serve." 
Com um sorriso to magro como seu prprio temperamento, Maggie se voltou. -OH, tivesse sido o frango. Ele tem uma mo no assado, no  que faz um hbito de 

cozinhar para as mulheres. " tirou-se a boina, meteu-o no bolso. "Mas ele tomou com voc, no?" 
"Eu diria que era seu negcio, e a minha." 
"Voc diria que mau, e vou avisar lhe  mente a seu passo com ele." 
"No estou interessado em suas advertncias, ou sua atitude repugnante." 
Maggie inclinou a cabea em um gesto que havia muito mais que ver com desdm que a curiosidade. "Justo o que lhe interessa Bodine no Shannon,? Resulta-lhe divertido 


mesmo penduram diante de um homem? Um que no tem inteno de fazer mais que jogar com? Voc tinha vindo por que naturalmente suficiente. " 
A neblina vermelha de fria cegava. Ela estava de p em um instante, com os punhos em capas. "Maldito seja. Voc no tem direito a atirar pedras a minha me." 

-Tem razo. Absolutamente. " E se ela poderia ter mordido a lngua, Maggie se tomaram as palavras, e a injustia detrs deles, as costas. "Desculpo-me 

por isso". 
"por que? Voc soava exatamente como sua prpria me." 
Maggie no podia careta de dor. "No poderia ter orientado de maneira que o eixo melhor. Soava-me como ela, e eu era to mau como ela. Assim vou pedir desculpas 


de novo por isso, mas no para o resto. " 
Para acalmar-se a si mesmo, ou tente, voltou-se a esquentar a bule. "Mas eu te pergunto, e voc pode ser que ser honesto, j que  s para ns dois, 
se 
voc no pensou perto da mesma de meu pai como acabo de dizer de sua me." 
A preciso da pergunta havia Shannon dar marcha atrs. "Se o fiz, pelo menos eu era muito educado para express-lo." 
"Parece-me que a cortesia e a hipocrisia se voltam muito freqentemente da mo." Satisfeito pelo assobio rpido que tirou do Shannon, Maggie agarrou o bote 

de ch. "Assim no tm nem entre ns. Circunstncias significa que o sangue por ao, um fato que no agrada a nenhum dos dois muito. No  uma 

mulher tenra do que posso ver. Nem sou eu Mas Brianna . " 
"Assim vamos proteger a de mim, tambm?" 
"Se for necessrio. Se se fizer mal um de meus, te vou perseguir por isso". Cara conjunto, voltou-se. "me entenda ali.  claro ver Brie j tem aberto seu 
corao, 
e se Murphy no tem, far-o." 
"E j fechou a sua, e sua mente." 
"No  assim? Maggie se aproximou da mesa, golpeou-lhe as Palmas para baixo. No vieste com seu corao e a mente formada apertado? No me importa o que D sofrido. 


No  mais que ti mesmo que est pensando. No importa a voc que nunca teve a oportunidade de tomar sua felicidade . Nunca tive ... " 
interrompeu-se como sua viso cinza. Insultos, apoiou-se na mesa, a luta pelo equilbrio. Apesar de que se cambaleou, Shannon estava agarrando pelos ombros. 

-Sinta-se, pelo amor de Deus. " 
"Estou bem". 
"claro que sim." A mulher estava plida como a morte e seus olhos tinha rodado quase de volta em sua cabea. "Vamos outra ronda". 
Mas Maggie se deslizou na cadeira bonelessly, por isso nem sequer um protesto simblico quando Shannon firmemente at o fundo com a cabea entre os joelhos. 

"Breathe. S respira ou algo assim. Mierda." Ela deu o ombro do Maggie um tapinha incmodo e se pergunta o que fazer a seguir. -vou procurar cinza, vamos 

a chamar o mdico. " 
"No necessitam mdico". A luta contra o enjo, Maggie procurou at que encontrou a mo do Shannon. "No o incomode.  simplesmente estar grvida  tudo. O 

mesmo aconteceu quando eu estava levando ao Liam as primeiras semanas." Tremente, e desgostada consigo mesma, Maggie se tornou para trs. 
Ela sabia que a rotina e manteve os olhos fechados, assinalou ar em lento e constante. Seu abriu os olhos com surpresa quando sentiu o pano frio na cabea. 

"Obrigado". 
-Bebe um pouco de gua. " Espero que tenha sido o movimento correto, Shannon insistiu  taa que tinha cheio s na mo do Maggie. "Ainda est muito plida." 

"Passa. Justo maneira em que a natureza lhe recorda que voc tem feito muito menos por diante em nove meses". 
"Pensamentos felizes". Shannon sentou de novo, mantendo os olhos cravados na cara do Maggie. "por que ter outro?" 
"Eu gosto dos desafios. E eu quero mais filhos-que foi uma grande surpresa para mim, como eu nunca soube que deseja que o primeiro.  uma aventura, em realidade, 

um 
pouco 
enjos, nuseas conseguir de uma manh, engordando como um porco premio. " 
"vou tomar sua palavra para ela. Sua cor vai voltar." 
-Ento, pode deixar de me olhar como se me foram crescer asas ". Deslizou-se o tecido da frente, ps sobre a mesa, entre eles. "Obrigado". 
Aliviado, Shannon se recostou em sua cadeira. "No h de que. 
"Desde que o menciona." Maggie depenadas no pano mido. "Estaria muito agradecido se voc no mencionar ao Brie, nem a ningum, que eu tinha um pouco de um feitio. 


Havia alvoroo, v-se, ento comearia Rogam se abate." 
"E o faz melhor no amparo de ser protegidos". 
"Poderia-se dizer isso". 
Pensativo, Shannon tamborilar os dedos sobre a mesa. cruzou-se alguma linha, pensou, sem que nenhum deles se d conta. Talvez seria dar o seguinte 

passo, deliberada. 
"Quer que guardar silncio a respeito?" 
-Sim, sim ". 
"Quanto vale para voc?" 
Tomado por surpresa, Maggie piscou. "Vale a pena?" 
"Poderamos cham-lo um intercmbio de favores." 
As sobrancelhas unidas, Maggie assentiu com a cabea. "Poderamos. Que favor lhe est depois?" 
"Quero ver onde voc trabalha." 
"Onde eu trabalho?" As suspeitas se deslizou em sua voz e seus olhos. "dentro de minha casa de cristal? 
Nada poderia ter sido mais doce, decidiu Shannon. -Tenho entendido que realmente odeio quando a gente venha a sua casa de cristal, fazer perguntas, procure um pouco. 


Isso  o que quero fazer. " Ela se levantou para tomar sua taa na pia. "Do contrrio, s poderiam sair-se de voc a ponto de deprimir-se na cozinha." 

"No se deprimiu", murmurou Maggie. "O corpo no pode inclusive ter um feitio pouco em paz", continuou enquanto se separou da mesa. "A gente se supe que so 
tolerantes 
a uma mulher grvida. Vamos ento." Evidentemente aborrecido, tomou sua tampa de seu bolso e a meteu na cabea. 
"Pensei que havia unidade." 
"Ao igual a um ianque", disse Maggie com desgosto. "Estamos caminhando". 
"Bem". Shannon Murphy agarrou a jaqueta do cabide e o seguiu. Onde est Liam? " -perguntou enquanto entrava no jardim traseiro. 
"Com seu d. Rogam teve a idia de que necessitava uma mentira, nesta manh e o levaram a galeria por umas horas." "Eu gostaria de v-lo. A galeria. estive 

em todo mundo em Nova Iorque". 
"O objetivo deste um no  to elegante. Rogam foi para que seja mais um lar para a arte que uma tela. Contamos com apenas artistas irlandeses e artesos. 

foi um ano desde que abriu, e ele tem feito o que se props fazer. Mas ento -Sempre o faz. " gil, saltou-se a primeira parede. 
"esteve muito tempo casados?" 
"Dois anos antes. Isso foi algo mais que ele se props fazer." fez-se sorrir ao pensar nele, para recordar como lhe tinha lutado em cada passado do caminho. "No 

tem 

pensamentos de matrimnio, um homem esperando a que volte? 
"No" Como se estivesse ouviu o som de um trator, mas ento viu montar ao Murphy no campo longnquo. "Estou-me concentrando em minha carreira". 
"Sei o que ." Maggie levantou a mo em uma onda. "vai ser que se remonta a seu blog para cortar grama.  um bom dia para ele, e ele prefere a turfa  madeira 

ou o carvo." 
os incndios de turfa e pntanos, Shannon pensamento. Mas Deus, no olhar a cavalo fino sobre sua terra com o sol streaming sobre ele. "vai fazer tudo sozinho?" 


-No, no haver ajuda.  estranho que um homem curta a erva por si mesmo. No muitos o fazem agora, necessita-se tempo e esforo. Mas Murphy sempre faz uso de 


o que tem. " Maggie se deteve um minuto para ativar um crculo lento. "vai ter uma boa colheita este ano. Quando seu pai morreu, ele ps tudo o que est 

neste lugar. E que tem feito brilhar como seu pai, e o meu, nunca poderia." Enquanto caminhavam de novo, Shannon um olhar enviesado. "Isto era terra Concannon 

uma vez." 
"Murphy mencionou que ele tinha comprado." Foram mais da parede ao lado. Estavam perto da casa agora, e Shannon podia ver galinhas escavando no ptio. "Foi 

sua casa, ento, antes?" 
-Sim, mas no em minha memria. Crescemos no Blackthorn. Se nos remontarmos umas quantas geraes, a Muldoons e Concannons estavam relacionados. Houve irmos nos 


vemos, que herdou toda a terra aqui, que se dividiu entre eles. Um no podia deixar de semear uma semente que seria a primavera da terra. E o outro parecia 

crescer nada mais que pedras. Mas se diz que bebia mais do arado. 
No havia cimes e o temperamento entre eles e suas algemas no falaria se se encontraram cara a cara. " "Agradvel", comentou Shannon estava intrigado e tambm 

para 
recordar a pr a jaqueta emprestada no alpendre posterior. 
"E um bom dia o segundo irmo, que a cerveja preferida dos fertilizantes, desapareceu. Desaparecido. No caminho da herana, o primeiro irmo de 

propriedade de toda a terra agora. Deixou que a mulher de seu irmo e os meninos permaneam na casa de acampo-que seria minha casa agora. Alguns disseram que o 
faziam 

pela culpa, porque se suspeitava que se desfez de seu irmo. " 
"Matou-o?" Surpreso, olhou por cima do Shannon. "O que  isto? Can e Abel?" 
"um pouco como, suponho. Pesar de que o assassinato de seu irmo herdou o jardim em lugar de ser expulso dele. Seu nome era Concannon, e com o tempo passou 

uma das filhas do irmo desaparecido se casou com uma Muldoon. Lhes deu um pedao de terra por seu tio e funcionou bem. E com os anos as coisas trocaram. 

Agora  a terra Muldoon, e o Concannons s os borde ". 
"E no molesta isso?" 
"por que teria que faz-lo?  de justia imparcial. E embora no o fora, inclusive se esse irmo faz muito tempo caiu em um pntano em uma bebedeira,  Murphy, 


que ama a terra como meu d prpria nunca o fez. Aqui estamos. Este  o que  meu. " 
" uma casa preciosa. E era, pensou, estudando-o. um pouco mais de uma casa de campo, decidiu, entretanto, que foi sem dvida o corao dela. A pedra era to 

bonita que tpicos da zona se levantaram dois novelo. produziu-se um deslocamento interessante na linha da mesma, o que sups que era um aplique. 

E a mo do artista, pensou, no ajuste que estava pintado de um pavo de cor prpura. 
"acrescentamos  mesma, de maneira que Rogam poderia haver espao para escritrios, e que haveria um espao para o Liam." Maggie sacudiu a cabea como se deu a 
volta. 

"E,  obvio, o homem insistiu em que acrescentar outra habitao ou dois, enquanto estvamos nisso. J o planejamento de uma cria, entretanto, que se deslizou 

junto a mim nesse momento." 
-Parece que o vo acomodar ". 
"OH, ele est feliz ante a idia de famlia,  Rogam. Vem de ser filho nico, talvez. E tenho descoberto que me sinto muito o mesmo. Tenho um dom para a maternidade, 


e orgulhosos disso.  estranho como uma pessoa pode trocar tudo. " "No acredito que me dava conta do muito que o quer", disse Shannon em voz baixa. "Voc parece 


to ... individuais". 
"O que  uma que ver com a outra?" Maggie deixou escapar um suspiro e franziu o cenho no edifcio de pedra que era sua solido, seu santurio. Sua loja. -Bom, 

vamos fazer isto, ento. Mas o acordo no diz nada a respeito de que ponham suas mos em todo as coisas ". 
"A tornada famoso hospitalidade irlandesa". 
"Bugger", disse Maggie com um sorriso e foi abrir a porta. 
O calor foi um shock. Explicou o estrondo rugir Shannon tinha comeado para ouvir um campo cheio de distncia. O forno estava aceso. Ao dar-se conta que a fazia 


sentir-se culpado de manter ao Maggie do trabalho. 
"Sinto muito. No me dava conta que terei que permitir poder continuar." "No tenho nada urgente. 
A culpa no tinha uma oportunidade contra a fascinao. Os bancos, prateleiras estavam repletas de ferramentas, folhas soltas de papel, as obras em curso. 

Houve uma grande cadeira de madeira com os braos, as ranhuras e ocos esculpidos e lixados nos lados. Cubos cheios de gua ou areia. 
Em um rinco, como lanas empilhados, foram largas varas de metal. 
"So esses tubos? 
"Pontils. Voc reunir o vidro no extremo deles, no se funde no forno. utiliza-se o tubo para sopro a borbulha." Maggie levantou uma. "O pescoo com 

as tomadas". 
"Uma borbulha de cristal". Absorto, Shannon estudou os giros e as colunas, os tigelas e crios Maggie havia Helter skelter criao nas prateleiras. "E faz 

o que queira com ele. " 
"Voc faz o que sente. Tem que fazer uma segunda recolher, rodar e esfri-la para formar o que chamamos uma pele. Voc faz uma grande parte do trabalho 

sinta-se em sua cadeira, levantar-se infinidade de vezes para voltar para forno . Tem que manter o pontil ou o tubo em movimento, utilizando a gravidade, a luta 


contra ela. " Maggie inclinou a cabea. "Quer prov-lo?" 
Muito cativado ao ser surpreso pelo convite, Shannon fez uma careta. " obvio que sim." 
"Algo simples," murmurou Maggie enquanto ela comeou a pr as coisas. "Uma bola, plaina na parte inferior. Ao igual a um pisapapeles". 
Em momentos Shannon encontra encerrado em suas mos luvas grossas com um pontil na mo. Seguindo as instrues, colocou a ponta no fundido, fez-a 

girar. -No seja to ambicioso-lhe espetou Maggie. "Toma tempo". 
E o esforo, Shannon descobriu. No era um trabalho para um homem dbil. O suor corria por suas costas e passou desapercebido quando viu a borbulha comeam a 
formar-se 
no extremo do tubos. 
"Fiz-o!" 
-No, no. " Mas Maggie guiado suas mos, sua amostra como fazer que o segundo se renen, faz-la rodar sobre o mrmore. Explicou cada passo, nenhum deles plenamente 


conscientes de que estavam trabalhando em conjunto e desfrut-lo. 
"OH,  maravilhoso." Enjoado como um menino, Shannon com vigas  bola de cristal. "Olhe a esses redemoinhos de cor nela." 
"No serve fazer algo feio. vamos usar isto para aplanar a base. Tome cuidado, isso  bom. Tem as mos inteligentes." Ela trocou o tubos, mostrando Shannon 

como montar o outro extremo a uma pontil. "Agora que a greve agudo, no." 
Shannon piscou quando a bola separado do tubos, sustentando agora a pontil. 
"No forno de primeira", encomendou ao Maggie, impaciente. "Para esquentar o lbio. Isso  tudo, no muito. No forno que vai. Para recocido. daqui, tomar 

esse arquivo, a greve de novo." 
Quando a bola caiu em uma grosa almofadinha de amianto, Maggie fechou o forno em uma maneira profissional e ajustar o temporizador. 
"Isso foi maravilhoso!" 
"Voc fez o suficientemente bem." Maggie se inclinou para um pequeno refrigerador e tirou duas bebidas fritem. "Voc no  torpe ou estpido." 
-Graas-dijo secamente-Shannon. Ela tomou um comprido trago. "Acredito que a lio prtica perdeu o equilbrio do trato." 
Maggie sorriu. "Logo que me deve, no?" 
"Ao parecer". Casualmente Shannon escovado atravs dos esboos sujar um banco de trabalho. "Estas so excelentes. Vi alguns de seus esboos e pinturas em 

Nova Iorque". 
"No sou um pintor. Rogam no  que deixe passar a um pouco de dinheiro passam, por isso toma o que gosta deles, montou-lhes." 
"No vou discutir que seu cristalera  superior a seu desenho." 
Maggie se ingere a bebida antes de que a afogou. No quer voc? " 
-No, mas tem um olho Rogam excelente, e estou seguro de que os sacrifcios a cabo o melhor possvel. " 
"OH, como certo. Voc  o pintor, no? Estou seguro de que tem grande talento para desenhar os anncios." Desafiado, Shannon deixou a bebida. "Voc realmente 
no 
pensa que est melhor nele que eu." 
-Bom, no vi nada teu, verdade? A menos que derrubou em uma revista por esperar para ter meu limpem os dentes. " 
Shannon ps sua prpria e raptou a um do Maggie partes de carvo. Tomou mais tempo encontrar um bloco de papel de desenho e com a folha limpa. Enquanto Maggie se 

inclinou 

para seu quadril cruzados de braos no bordo da banqueta, inclinou-se sobre seu trabalho do Shannon. 
Comeou com traos rpidos, empurrando a sua molstia. Ento ela comeou a encontrar o prazer nela, e o desejo de beleza. 
"por que, 'tis Liam." a voz do Maggie foi suave como a manteiga que viu seu filho emergem. Shannon estava desenhando s a cabea e os ombros, concentrar-se 

nessa picardia que danava em seus olhos e ao redor da boca. O cabelo escuro estava revolto, arqueou os lbios no bordo da risada. 
"Sempre parece que ele s esteve em problemas, ou em busca dela", murmurou enquanto Shannon sombra. 
"Faz-o, sim.  um amor, meu Liam. Agarraste-o assim, Shannon". 
Alarmado pela captura na voz do Maggie, olhou por cima do Shannon. "No vamos comear a chorar. Por favor." 
"Os hormnios". Maggie soprou e sacudiu a cabea. "Agora suponho que terei que dizer que tem uma mo melhor que eu no desenho." 
"Reconhecimento aceito." Shannon lanou suas iniciais na esquina da pgina, com cuidado o romperam. "O comrcio justo para um pisapapeles ", disse, entregando-lhe 


ao Maggie. 
-No, no o . O equilbrio se inclinou de novo. Devo-te outro favor. " 
Shannon tomou um trapo para limpar o p de carvo das mos. Olhou a seus prprios dedos. -me fale do Thomas Concannon. " 
No sabia que a necessidade tinha vindo, e no foi menos surpreso que Maggie que ela tinha pedido. A questo cantarolava por vrios segundos. 
"Entra". Maggie tom suave de repente, ao igual  mo se disps no brao do Shannon. "vamos tomar o ch e falar dela." 
Foi ali onde Brianna encontrado quando caminhava na cozinha do Maggie com a Kayla e uma cesta de po de soda. 
"OH, Shannon. No sabia que estivesse aqui." E ela nunca teria imaginado ali, sentado  mesa do Maggie, enquanto que Maggie ch elaborado. "Eu ... Te trouxe 

um pouco de po, Maggie." 
"Obrigado. por que no fatia alguns at? Morro de fome." 
"Eu no ia ficar" 
"Acredito que deveria." Maggie olhou por cima do ombro, olhou aos olhos da Brianna. "Kayla foi a dormir em sua companhia, Brie. por que no a ps a dormir uma 

sesta nesta lista?" 
-Est bem. " Muito consciente da tenso na sala, Brianna estabelecer o po e agarrou ao beb com ela. 
-Est preocupada comearemos cuspir o um ao outro ", comentou Maggie. "Brie no  uma para a luta." 
"Ela  muito amvel." 
"Ela , sim. A menos que se coloca o lugar equivocado. Ento  feroz. Sempre parece mais feroz, porque nunca  muito esperado. Foi ela quem encontrou as 
cartas 
de sua me escreveu. manteve-se no apartamento de cobertura, j v. Em uma caixa onde gostava de pr as coisas importantes para ele. No fomos atravs dele, ou 
alguma 

de suas outras coisas, por muito tempo depois de que ele tinha morrido. " 
Ela trouxe a panela mais, sentou-se. "Foi difcil para ns, e minha me vivia com o Brie na casa at faz um par de anos. Para manter a paz o que poderia 

manter-se, Brie no falava muito de D." 
"Se realmente as coisas to mal entre seus pais?" 
"Pior que mau. Vieram uns com outros fins na vida. Foi um impulso, e a paixo. Embora ele me disse que teria sido o amor uma vez, ao comeo da mesma." 

"Maggie?" Brianna vacilou na soleira. 
"Vem e sente-se. Ela quer falar de D." 
Brianna entrou, o escovado uma mo sobre o ombro do Shannon, talvez em apoio, talvez em sinal de gratido, antes de que ela se uniu a eles. "Sei que  duro 

para ti, Shannon". 
"Tem que ser tratado. Estive-o evitando." Ela levantou o olhar, observou de perto cada uma de suas irms. "Quero que entenda que tinha um pai." 
"Eu acredito que seria uma mulher com sorte que se podia dizer que havia dois", posto Maggie polegadas "Tanto que a amava." Quando Shannon negou com a cabea, o 

canho. 

"Era um homem carinhoso. Uma generosa. Muito generosa s vezes. Como pai era amvel e paciente, e cheio de diverso. No era sbio, nem xito. E ele tinha a 

costume de deixar uma tarefa ao meio fazer. " 
"Sempre estava ali se for necessrio animar", murmurou Brianna. "Tinha grandes sonhos, os escandalosos, e os planos que foram to tolos. Sempre foi depois 
de 
fazer sua fortuna, mas morreu mais rico em amigos que em dinheiro. Lembra-te desse momento, Maggie, quando decidiu que seria criar coelhos , pelas peles? " 
"E ele construiu currais para eles e comprou um par dos brancos de corto comprido. OH, mame estava furiosa com o dinheiro que custo, e a idia dela." Maggie se 


riram. "Os coelhos no ptio." 
Brianna riu entre dentes e se serve o ch. "E logo estavam. Uma vez criados que no tinha corao para vender por esfolar. E Maggie e eu gemendo  idia 

dos coelhinhos pouco de ser assassinados. " 
"Assim saiu uma noite", disse Maggie, recolhendo a histria ", os trs nos aproxima furtivamente como ladres, e os deixou fora, a me e o pai e os bebs. 

E nos rimos como loucos quando foram ricocheteando nos campos. " Suspirou e tomou seu ch. "No tinha o corao ou a cabea, para as empresas. Estava acostumado 

a escrever poesia", 

recorda. "Coisas terrveis, o verso branco. Sempre foi uma decepo para ele que no tinha as palavras". 
Brianna apertou os lbios. "Ele no era feliz. Tratou de ser, e trabalhou duro como qualquer homem poderia ver que Maggie e eu estaria. Mas a casa estava cheio 
de 

ira, e como vimos mais tarde, sua prpria dor foi mais profunda do que ningum pde alcanar. Havia orgulho. Estava to orgulhoso de ti, Maggie. " 
"Estava orgulhoso dos dois. Lutou uma terrvel batalha com a me para ver que fui a Veneza a estudar. Ele no dar marcha atrs disso. E o que ganhei 

para meu flanco, e Brianna." 
" no o fez-" 
"E assim foi." Maggie corte da Brianna. "Todos ns sabamos. Com que me fui no havia mais remedeio que apoiar-se em ti, que dependem de voc para ver a 

casa, para ela, a tudo." 
"Era o que queria, tambm." 
"Teria que dar a lua se pudesse." Maggie lhe ps uma mo sobre a Brianna'S. Voc era sua rosa. Era a forma em que falava de ti o dia que morreu. " "Como morreu?" 


Shannon perguntou. Era difcil pr a foto juntos, mas ela estava comeando a ver um homem, de carne e osso, defeitos e virtudes. "Estava doente?" 
"Ele era, mas sabia que nenhum de ns." Foi doloroso para o Maggie, sempre seria para voltar para esse dia. "Fui busc-lo, em Ou'Malley. Eu tinha vendido s 

minha primeira pea de vidro, no Ennis. Celebramos ali. Foi um grande dia para ns dois. Fazia frio, a chuva ameaadora, mas pediu que eu conduza com ele. 

Samos ao Loop Head, como fazia freqentemente. " 
"Loop Head". corao do Shannon era gago, agarrou. 
"Era seu favorito de todos os lugares", disse-lhe Maggie. "Gostava de estar no bordo da Irlanda, olhando atravs do mar para os Estados Unidos". No, Shannon pensamento, 


no para um lugar. Para uma pessoa. "Minha me me disse que se reuniu ali. conheceram-se no Loop Head". 
"OH." Brianna cruzou as mos e olhou a eles. "Ai, pobre de D. Deve ter visto cada vez que ia ali." 
"Era seu nome, disse, quando se estava morrendo." Maggie no me importou que as lgrimas, e as deixou cair. "Fazia frio, um frio e ventoso, com a chuva comeava 


a soprar polegadas eu lhe estava perguntando por que, por que se tinha ficado todos estes anos na infelicidade. Ele tratou de me dizer, para explicar que se necessitam 


duas pessoas para ter um matrimnio bom ou mau. Eu no queria ouvir. E me perguntei se tinha estado alguma vez algum mais em sua vida. E ele me disse que tinha 

amado 

a algum, e que era como uma flecha no corao. Isso no tinha tido direito a ela. " 
depois de um suspiro tremente, continuou. "cambaleou-se e se foi cinza. A dor o levou a seus joelhos, e eu estava to assustado, gritam-lhe a levantar-se, e tratando 


de atirar dele. Queria um sacerdote, mas foi s ns dois ss ali, sob a chuva. Ele me dizia que ser forte, para no dar as costas a meus sonhos. No 
podia 
me proteger da chuva ele. Disse-me que meu nome. Logo disse Amanda. Amanda Justo. E morreu. " 
de repente Maggie empurrou a cadeira para trs e saiu da habitao. 
"Lhe di", murmurou Brianna. "No tinha a ningum para ajudar, tinha que D no caminho por ela mesma, levasse-lhe at o fundo. Tenho que ir a ela." -No, me deixe. 


Por favor. " Sem esperar a aprovao, Shannon se levantou e entrou na habitao do frente. Maggie estava ali, olhando pela janela. 
"Eu estava sozinho com minha me quando ela entrou no vrgula que nunca reviveu a partir." Liderando com seu corao, Shannon se aproximou, p-lhe uma mo sobre 

o ombro 

do Maggie. "No foi ao final da terra e o sol brilhava. Tecnicamente, ainda estava viva. Mas eu sabia que tinha perdido. No havia ningum ali para ajudar." 
Sem dizer nada, Maggie levantou a mo, apoiou-a sobre o Shannon. 
"Foi o dia em que me falou mesmo. Sobre ela e Tom Concannon. Eu estava zangado e ferido e disse coisas que ela nunca poderei recuperar. Sei que amava a meu pai. 


adorava Colin Bodine. E sei que ela estava pensando nela quando Tommy me deixou. " 
"Culpam a eles?" Maggie disse em voz baixa. 
-No sei. Ainda estou zangado, e ainda estou ferido. E mais que nada que eu no sei quem sou em realidade. Eu tinha que tomar depois de meu pai. Acredito que o 


fiz. " Sua voz se quebrou, e lutou duro para igualar de novo. "O homem que se descreve e Brie  um estranho para mim, e no estou seguro se me podem cuidar." 
"Sei da ira. Sinto muito, tambm. E eu sei, por diferentes raciocine, o que se sente ao no estar seguro de quem e o que  em realidade dentro de voc." 
"Ele no pergunta, mais do que podia dar, Shannon". Brianna entrou na habitao. "Ele nunca pediu que de ningum." deslizou-se a mo pelo Shannon para que os trs 


ficaram juntos, olhando para fora. "Somos uma famlia, pelo sangue. Depende de ns decidir se formos capazes de ser famlia pelo corao." 
Captulo Doze 
Ela tinha muito que pensar, e queria que o tempo para faz-lo. Shannon sabia que ela havia tornado uma esquina muito forte na cozinha do Maggie. 
Ela tinha irms. 
Ela no podia negar a conexo por mais tempo, nem podia parecer para deter a propagao da emoo. Ela se preocupava com eles, suas famlias, suas vidas. 

Quando estava de volta em Nova Iorque, imaginou o contato continuaria, com cartas, chamadas, visitas ocasionais. Inclusive poderia ver-se retornar ao Blackthorn 


Cottage por uma semana ou dois de vez em quando com os anos. Teria que as pinturas, tambm. Seu primeiro estudo da dana de pedra se terminou. Quando ela deu 

um passo atrs do tecido terminado, que tinha sido surpreso de que o poder e o alcance da mesma, a paixo pura dela, tinha vindo dela. 
Nunca tinha pintado que vividamente antes, ou se sente como um apego emocional a qualquer fera de seu trabalho. 
E tinha levado a iniciar outros como a pintura se secava na primeira. O desenho que tinha feito da Brianna em seu jardim era agora um silncio, sem lugar a dvidas 


aquarela romntico, quase completa. 
Havia tantas outras idias, temas variados. Como podia resistir  luz luminosos, variado-los matizes de verde-o velho da cinza grosa vara SH e'd visto 

tocar suas vacas por um caminho de toro? Todo isso, cada coisa e cada rosto que viu gritou a pintar. 
No viu o machuco na extenso de sua estadia uma semana mais, ou dois. Um condutor de nibus de frias, gostava de pensar nela, onde ela poderia estudar 

um aspecto de sua arte que tinha sido ignorado em grande medida ao longo de sua carreira. 
Sua liberdade financeira foi uma excelente justificao para alargar sua estadia na Irlanda. Se seu registro ao Ry-Tilghmanton no era o suficientemente forte para 


manter durante seu ano sabtico, logo ela simplesmente encontrar outro melhor posio-quando retornou a Nova Iorque. 
Agora ela caminhava pela rua com a jaqueta do Murphy no brao. Havia a inteno de recuper-lo a ele antes, mas como tinha estado trabalhando mais perto 

da estalagem o ltimo par de dias, no houve a oportunidade. 
E lhe tinha parecido muito covarde para aprovar uma tarefa pequena na Brianna ou cinza. 
Em qualquer caso, ela se dirigia  parte dianteira da casa e se imaginou que seria nos campos, ou no celeiro. Deix-lo em seu alpendre, com uma breve nota 

de agradecimento parecido que parecia uma sada fcil. 
Mas,  obvio, no estava no campo ou no celeiro. 
Ela supunha que deveria ter sabido que no estaria com a forma em que sua sorte correu quando se aplica a ele. 
 medida que omite sua porta do jardim da entrada, pde ver sua cicatriz, botas gastas por aparecendo por debaixo do pequeno carro lamentvel. "Fuck me!" 
Seus olhos se abriram, e logo danaram com humor no fluxo constante e imaginativa das maldies que voavam de debaixo do carro. 
"Inferno buggerin Sangrento '. Pego como o galo de um co em uma cadela." Ali estava o PING do metal em greve, o acidente de um instrumento da queda. 

"A maior monto de mierda fora da pocilga." 
Com isso, o prprio Murphy colocou debaixo do automvel. Seu rosto, impregnada de graxa, disparou com a frustrao, submeteu-se a vrias transformaes rpidas 
quando 

viu Shannon. 
A consternao se dirigiu  vergonha, e que para um sorriso encantadoramente tmido. 
"No sabia que estavam ali." limpou-se a palma de sua mo pelo queixo, manchas de graxa e um rastro de sangue. "Deram-me um pouco mais cuidado com minha lngua". 


"soube para utilizar algumas das mesmas palavras," disse ela com facilidade. "Embora no com a cadncia agradvel, laminados. Tem algum problema?" 
"Poderia ser pior." sentou-se no que foi um momento e logo se desdobra e se levantou no que foi quase o bal de graa. "prometi a meu sobrinho Patrick 

ter-me isso no caminho para ele, mas vai tomar um pouco mais do que pensava." 
Estudou o carro novo. "Se voc pode conseguir que a execuo, voc est fazendo milagres." 
" s a transmisso. Eu posso arrumar isso". Deu-lhe ao carro um final cenho franzido. "No  meu trabalho para que seja bonita. Obrigado Jesus." 
"No vou manter. Eu sozinho, est sangrando". Fechou a distncia entre eles de um salto, gancho a mo e preocupar-se sobre o corte pouco profundo no polegar 

que se filtra o sangue. 
"Tore que alguns na sangre-en um dos pernos." 
"que foi pego como" 
"Sim". Sua cor rosa, divertida ela. "que um." 
-Ser melhor que limp-lo ". Era seu turno de ser envergonhado pela forma em que terei que sujeitar com a mo. Ela deixou cair. 
"vou chegar a ela." Ao v-la, ele tomou um leno de seu bolso de atrs para deter o fluxo. "Perguntava-me se tinha que vir perto. Estiveste-me evitando." 

-No, estive ocupado. Eu tinha a inteno de obter esta em contato com voc antes. " 
Ele tomou a jaqueta que lhe entregou, jogou-o sobre o cap do carro. "No  um problema. Tenho outro". Com uma meia sorriso em seu rosto se apoiou no carro 
e 
tirou um cigarro. -Claro e olhando encantados hoje, Shannon Bodine. E seguro que tambm o so, j que sou muito sujos que te incomode Sonhou de mim? ". 

-No comece a que, Murphy ". 
"Voc o fez." Acendeu um fsforo, fazendo buzina com a mo sobre a ponta do cigarro. "Tive sonhos de que a partir de agora e de antes. Estariam reconfortante 

se estivesse na cama junto a mim." 
-Ento, voc vai ser incmodo, porque isso no vai acontecer ". 
S atirou da orelha e lhe sorriu. -Vi-te faz uns dias, caminhando pelos campos com o Maggie. Voc parecia mais fcil com ela. "< p> "Estvamos indo para seu 

loja. Queria v-lo." 
Sua frente se disparou. "E lhe mostrou?" 
-Assim . Fizemos um pisapapeles. " 
"Ns". Agora, sua boca se abriu. "Voc lhe tocou as ferramentas e os dedos no esto rotas? Vejo como foi", decidiu. "Dominado-a a atou primeiro." 
Sentir-se um pouco petulante, Shannon depenadas na manga. "No foi necessrio recorrer  violncia." 
-Deve ser os olhos de fadas dos seus. " O ngulo da cabea. "No h como muita tristeza neles agora. Est cura." 
"Penso nela todos os dias. Minha me. Eu estava longe de seu papai e tanto os ltimos anos." 
" a natureza das coisas, Shannon, para que os meninos crescem e se movem por sua prpria conta." "Sigo pensando que deveria ter chamado mais freqentemente, faz 


mais tempo para sair. Especialmente depois de que morreu meu pai. Sabia o curta que a vida poderia ser depois disso, mas eu ainda no tinha o tempo". 
Ela se voltou para olhar s flores que floresciam desenfrenadamente na suavidade da primavera. "perdi aos dois em um ano, e eu pensei que nunca a superar 

a misria disso. Mas, voc. Embota a dor, inclusive quando voc no o quer." 
"Nenhum dos dois quisesse que chorar muito tempo. Os amantes de ns quer ser recordado, mas com alegria." 
Ela olhou por cima do ombro. "por que  to fcil falar com voc a respeito disto? No deveria ser". Quanto a olh-lo  cara, ela negou com a cabea. 

"Eu ia derrubar essa jaqueta fora, pensando que estaria em alguma parte. E eu ia permanecer longe de voc. " 
Deixou cair o cigarro na unidade, esmagou-o a cabo. "Chegaram-me depois, quando me contava que tinha tido tempo de assentar-se." 
"No vai funcionar. Uma parte de mim  quase o sinto, porque estou comeando a pensar que  um entre um milho. Mas no vai funcionar". 
"por que no vem por aqui e me d um beijo, Shannon? O convite foi a luz, amigvel e crdulo. "Logo me dizem que sem sentido outra vez." 
"No" O disse com firmeza, continuando, uma risada Emanava. "Esse tipo de arrogncia deve irritar o inferno fora de mim." jogou-se o cabelo para trs. "Vou". 

"Entra, tomar uma taa de ch. vou lavar se. "Deu um passo adiante, mas tomou cuidado de no toc-la." Ento vou te dar um beijo. " 
O grito de alegria lhe havia cheques. Olhando ao redor, viu o Liam subindo pelo caminho de entrada. Com um esforo, o desejo Murphy ps em espera. 
"Bom, aqui est um moo provvel  que devem visitar." Murphy se agachou para lhe dar um beijo ruidoso. "Como vai tudo vai a seguir, Liam? Tem-me que 

levar, moo-ou", disse Liam medida que o menino levantou os braos. -Mas seu que mother'd minha pele para isso ". 
"O que tem que mim?" 
Liam trocou afetos e subiu alegremente nos braos do Shannon. Lhe acomodou no quadril como Rogam se converteu na unidade. 
" como uma bala de uma arma quando fica dentro de dez metros deste lugar." Rogam elevou uma sobrancelha enquanto o carro pouco explorados. "Como vai?" 
"Muito mais que lento. Shannon estava entrando em uma taa de ch. voc ter uma taa?" 
"No me importaria isso, verdade, Liam?" 
"Ch", Liam disse, sonriendo, e lhe beijou Shannon mortos na boca. 
" a idia da torta que poderia ir com ele que lhe faz carinho", disse Rogam com secura. " a ti a quem devia ver, Shannon. Voc me economizou um pouco de 

um passeio." 
"OH." Parecia como se estivesse pego agora. Se tomar filosoficamente, que levava Liam na casa. 
"Vamos  cozinha", disse-lhes Murphy. "Tenho que limpar". 
Enquanto conversavam em um galimatas Liam srio, Shannon se instalou na cozinha com Rogam. surpreendeu-se de v-lo encher o hervidor de gua, medir o ch, o calor 


da panela. Ela supunha que no devia, mas estava to ... suave, decidiu. Sua roupa pode ter sido casual, mas tudo nele fala de dinheiro, privilgio e poder. 

"Posso lhe fazer uma pergunta?" ela se apressou a dizer antes de que pudesse trocar de opinio. 
- obvio. " 
"O que  um homem como voc fazendo aqui?" 
Ele sorriu, to rpido, to assombrosamente, ela teve que lutar para manter a boca aberta ao cair. Esse sorriso, deu-se conta, era uma arma importante. 
"No  um edifcio de escritrios", comeou dizendo, "no  um teatro ou um restaurante francs na vista." 
-Isso. No  que no  um lugar formoso, mas sigo esperando que algum diga 'cortar', ento a tela fica em branco e me dou conta de que fui 
caminhando 
atravs de um filme. " 
Rogam abriu uma lata, tirou uma das bolachas do Murphy para entreter ao Liam. "Minha reao inicial a esta parte do mundo no era to romntico como isso. A primeira 


vez que vim aqui, estava amaldioando a cada milha de barro. Cristo, que parecia que nunca deixaria de chover, e muito longe do Dubln  o oeste, em mais de quinze 


quilmetros. Aqui, me me deixe levar isso Ter miolos em cima de ti. " 
"No me importa." Shannon se acurruc mais perto do Liam. -Mas voc se estabeleceram aqui ", pede-lhe que Rogam. 
"Temos uma casa aqui, e uma casa no Dubln. Eu queria que a nova galeria, estado trabalhando no conceito de que antes de conhecer o Maggie. E depois de que 

tinha-lhe sob contrato, apaixonou-se por ela, importunado seu que se casasse comigo, o conceito se converteu em todo mundo Galerias Clara. " "Quer dizer que 

foi uma deciso de negcios?" 
"Isso era secundrio. Ela  enraizado aqui. Se tivesse esmigalhado para fora, teria quebrado o corao. De maneira que temos que o Clare, e Dubln, e nos contido". 


levantou-se, vai  caldeira de vapor que estava disparando, para terminar de fazer o ch. "Maggie me mostrou o desenho que fez do Liam. requer-se habilidade 

para pr tanto em umas poucas linhas e matizes." 
"Simples carvo, e uma espcie de hobby da minha." 
"Ah, um hobby." Manter suas cartas perto de seu colete, Rogam se voltavam quando Murphy entrou " sua msica um hobby, Murphy?" 
" meu corao". Deteve-se junto  mesa para volante de cabelo do Liam. "Roubo de minhas bolachas. vais ter que pagar por isso." Arrancou-lhe ao menino acima, fazendo 


ccegas nas costelas e o envio do Liam em chiados de risada. 
"Caminho", Liam demandada. 
"Voc sabe onde est, no? Vamos ento a procur-la." Liam Murphy conjunto para baixo, deu uns tapinhas no traseiro. "Sente-se no cho e jogar com 
ele. 
Se no escutar nada do que no deveria, vou depois." 
Como Liam fora engatinhando, Murphy abriu um armrio para as taas. "Ele  parcial a um velho caminho de madeira que tinha de menino", explicou. "Parcial suficiente 

que 

possa mant-lo tranqilo e afastado dos problemas para dez ou quinze minutos em um ir. Sinta-se, Rogam, vou atender a outros disto". 
Rogam se uniu ao Shannon na mesa, sorriu-lhe de novo. "Tinha um olhar  pintura que tenha terminado, o das pedras de p? Espero que no lhe importa." 
"No" 
Mas seu cenho franzido. 
"Voc faz alguns, e Brie no estava contente com minha insistncia em subir a olhar quando ela me mencionou isso. Ela disse que ia dizer eu mesmo me tinha invadido 


sua privacidade e lhe pedimos desculpas por isso". 
"No importa, de verdade." Levantou a vista para o Murphy enquanto enchia as taas. "Obrigado". 
"Te vou oferecer um mil libras por ela." 
Ela estava agradecida que havia ainda para tomar o ch. Seguro que teria afogado nele. "No  srio." 
"Eu estou sempre srio sobre a arte. Se voc terminou que qualquer outra coisa, ou em curso, estaria interessado em ter um primeiro momento." 
Ela estava mais  frente desconcertado. "Eu no vendo meus quadros." 
Rogam assentiu com a cabea, deu um sorvo a seu ch contente. "Isso est bem. vou vender para voc. A todo mundo estaria contente de representar a seu trabalho. 


" 
Discurso era impossvel, ao menos at que sua mente deixou de girar. Sabia que tinha talento. Ela nunca se teria elevado at a data ao Ry-Tilghmanton se houvesse 


sido medocre. Mas a pintura era para sbados pela manh, ou as frias. 
"Ns gostaramos de muito-prosseguiu o Rogam, saber exatamente como e quando pressionar sua vantagem", para apresentar seu trabalho na galeria de Clara ". 
"Eu no sou irlands". Devido a sua voz no era forte, Shannon franziu o cenho e voltou a tent-lo. "Maggie disse que s dispem de artistas irlandeses, e 

eu no sou irlands". Essa declarao foi recebida com um silncio respeitoso. "Eu sou americano", insistiu ela, um pouco desesperada. Sua esposa lhe havia dito 


Shannon reagiria exatamente deste modo. Rogam era, como ele preferia ser, a dois passos por diante de sua pedreira. "Se voc estiver de acordo, poderamos funo 


como nosso artista convidado americano, de origem irlandesa. No tenho nenhum problema em comprar seu trabalho diretamente, em uma pea por pea de base, mas 

acredito que seria em benefcio mtuo de ter uma mais formal acordo, com trminos precisos. " 
"Assim  como chegou Maggie", disse Murphy Shannon, desfrutando de si mesmo. "Mas eu gostaria que no o venderia nem que a pintura, Shannon, at que o vi 

por mim mesmo. Poderia ser que eu pudesse superar a oferta." 
"Eu no acredito que queira vend-lo. No sei. Eu nunca tive que pensar sobre isto". Confundido, empurrou a seu cabelo. "Rogam, sou um artista comercial". 
-Voc  um artista ", corrigiu ele. -E voc  parvo pr limitaes a ti mesmo. Se voc prefere pensar nas pedras de p " 
"It's The Dance", murmurou. "Titulado-o simplesmente The Dance". 
Foi ento, pelo tom de sua voz, o olhar de seus olhos, que Rogam sabia que tinha ela. Mas ele no era dos que desfrutar-se. "Se o preferir, pode pensar 

que o trabalho em particular", continuou no mesmo tom suave e razovel ", pergunto-me se me deixasse tomar em emprstimo e o mostrar na galeria". 
"I. .. bem" Parecia no s estpido, mas descorts objeto. "claro que sim. Se quiser, eu no tenho um problema com isso". 
"Estou agradecido". Levantou-se, a metade de sua misso completa. "Preciso chegar a casa Liam por sua sesta. Maggie e eu estamos trocando os turnos deste tempo 


de hoje. Ela esteve trabalhando esta manh, e agora vou  galeria. Quer que v e recolher a pintura em meu caminho ? " 
-Suponho. Sim, est bem. No se emoldura ". 
"Nos encarregamos disso. Eu vou ser a redao de um contrato para que voc possa olhar por cima." 
Confundido, ela o olhou fixamente. "Um contrato? Mas" 
-vais ter todo o tempo que necessita para ler, pensar nisso, e naturalmente, vamos negociar qualquer mudana que queira. Obrigado pelo ch, Murphy. Estou 

esperando com interesse a Ceili ". 
Murphy s lhe sorriu e se voltou o sorriso no Shannon Rogam quando saiu a recolher a seu filho. "Ele  escorregadio, verdade?" 
Ela olhava  frente, procurando provas atravs da conversao que acabava de ter lugar. "O que estou de acordo?" 
"Dependendo de como se olhe, nada. Ou tudo. Ele  ardiloso, nosso Rogam. Eu estava esperando, observando, e mesmo assim nunca lhe vi que flanquear at que se fez". 


"No sei como se sente a respeito disto", murmurou Shannon. 
"Parece-me que se eu era um artista e um homem que tem uma reputao em todo mundo por ser um perito nele, e por ter um afeto e a compreenso do 

melhor dela, encontrei a meu trabalho de valor, eu gostaria de ser orgulhoso. " 
"Mas eu no sou um pintor." 
Paciente, Murphy se cruzou de braos sobre a mesa. "por que, Shannon, faz-se um hbito de dizer o que no . Voc no  irlands, no  irm do Maggie 

e Brie, voc no  um pintor. Voc no est apaixonado por mim. " 
"Porque  mais fcil saber o que no  do que ." 
Ele sorriu ao escut-lo. "Agora, isso  uma coisa sensata que h dito. Sempre querem mais fcil?" 
"Nunca me estava acostumado a pensar assim. Sempre estava satisfeita pelo fato de que fui depois das provocaes." Confuso e um pouco assustada, fechou os olhos. 

"Muito est 

trocando em mim. No posso conseguir bases slidas. Cada vez que me parecem, tudo troca de novo." 
"E  difcil mover-se com ela quando est acostumado a estar firmes." levantou-se, logo tomou em seus braos. -No, no se preocupe. " Sua voz era tranqila quando 


ela ficou tenso. "Eu no vou fazer outra coisa que te abraar. S descansa a cabea de um minuto, carinho. Deixe um pouco da ateno dela. " 
"Minha me lhe teria encantado." 
"Voc no pode sentir seus sentimentos." Brandamente lhe acariciou o cabelo, a esperana de que tomaria a carcia j que se destinavam. Na amizade. "Sabe, meu 

me uma vez me esperava sair  cidade e ganho a vida na msica." 
"Srio?" Ela encontrou a cabea perfeitamente se localizado na curva de seu ombro. "Eu tivesse pensado toda sua famlia tivesse esperado-wanted-que  granja". 

"Era uma esperana que tinha, quando me mostrou um interesse nos instrumentos e coisas assim. Ela queria a seus filhos a ir alm do que ela tinha conhecido, 
e 
ela me queria mais, j v, da granja." 
"E ela estava decepcionado ? " 
"Talvez alguns, at que viu que isto era o que queria." Sorriu a seu cabelo. "Talvez alguns inclusive depois. me diga, Shannon,  feliz em seu trabalho?" 
- obvio. Sou bom nisso, e tive a oportunidade de ascender. dentro de uns anos vou ter a eleio entre o nvel superior no Ry-Tilghmanton, 
ou 
iniciar um negcio por minha conta. 
"Mmm. Sonha mais como ambio que a felicidade." 
"por que tm que ser diferentes?" 
"Pergunto-me". Ele a apartou porque a tentao de beij-la outra vez, e no era o que necessitava nesse momento. "Talvez voc deve perguntar-se, e acredito que 
atravs, 

se o desenho de algum mais pe o mesmo sentimento dentro de ti que o desenho o atira voc faz". 
Ele a beijou, mas  ligeira, na frente. "Enquanto isso, voc deve estar sonriendo em vez de preocupar-se. Rogam toma s o melhor para suas galerias. No h 

estado fora do Ennistymon ainda, verdade?" 
"No" Ela o sentia que tinha deixado ir. " a onde est a galeria? 
"Perto. Levarei-te, se quiser. No posso hoje", disse com uma careta de dor no relgio de parede. "Tenho um pouco que fazer por aqui, entretanto, e prometi 
ir 
do Feeney e lhe emprestar uma mo com o trator." -No, e te guardei o tempo suficiente de todos os modos. " 
"Voc pode guardar mim como o tempo que queira." Tomou a mo, passando o dedo polegar sobre os ndulos. "Talvez tinha chegado at esta noite pub. 
Lhe 
vou comprar um gole para celebrar." 
"No estou seguro do que estou celebrando, mas eu poderia fazer isso". Antecipando-se a ele, deu um passo atrs. "Murphy, no vim aqui para lutar na cozinha." 

"Nunca hei dito que o fez." 
"Est-te pondo esse olhar em seus olhos", murmurou. "E essa  minha idia de ir-se." 
"Minhas mos esto podas agora, assim no lhe muss acima se te beijei." 
"No estou preocupado por ser desordenado, estou preocupado a respeito de ser ... no importa. S mantn suas mos onde possa as ver. Digo-o a srio." 
Obrigar, levantou-lhes as Palmas para fora, ento sentiu que seu corao a volta quando se levantou nas pontas dos ps e lhe beijou a bochecha. 
"Obrigado pelo ch, e o ombro." 
" bem-vindo a qualquer, em qualquer momento." 
Ela suspirou e se preparou uma cpia de segurana um passo mais. "Sei. Voc faz duro para ser sensata." "Se tiver uma mente para ser insensvel, Feeney pode 
esperar." 
Ela se ps-se a rir. Ningum havia jamais lhe pediu  cama com bastante uso tais. "Voltem para trabalho, Murphy. Acredito que estou de humor para a pintura." 
Ela saiu pelas costas, j acostumados  forma sobre os campos. 
"Shannon Bodine." 
"Sim". Rendo de novo, voltou-se, caminhando para trs enquanto o via sair pela porta da cozinha. 
"vai pintar algo para mim? Algo que nos recorda de mim?" 
"Pode ser". Deu uma mo em uma onda, girou sobre seus tales e se afastou para o Blackthorn. 
Nos jardins traseiros da estalagem Kayla sesta em um bero dobradia perto da amendoeira em flor Murphy tinha plantado para ela. Sua me se capina a cama 

perenes perto, e seu pai estava fazendo seu melhor nvel para falar Brianna em atividades baixo teto. 
"O lugar est vazio." Cinza perdiam os dedos pelo brao da Brianna. "Todos os convidados so Pontos de Interesse. Dormida O cabrito." aproximou-se um pouco mais 

perto 

para picar na parte posterior do pescoo da Brianna, respirada por seu estremecimento de reao rpida. "Vem a cama, Brianna." "Hei trabalho". 
"As flores no vo a nenhuma parte." "Tampouco o so as ms ervas". Seu sistema se voltou louco como ele desnatada na ponta da lngua por sua pele. "Ah, 
olhe. 
Estive a ponto tirou um desastre. Vete agora, e" 
"Quero-te, Brianna." Ele tomou as mos e apertou os lbios na parte posterior de cada um. 
Corao e o corpo derretido. "OH, Grayson". Seus olhos piscaram a porta fechada quando se esfregou os lbios persuasiva sobre a dela. "No podemos. Shannon 

poderia voltar em qualquer momento." "Uh-OH. Crie que adivinhou que Kayla veio?" 
"Esse no  o ponto." Entretanto, seus braos foram entrelaando ao redor de seu pescoo. Colocou o primeiro alfinete de seu cabelo. "Que sentido tem?" 
Tinha estado segura de que havia uma, muito simples, um ponto muito vlido. "Quero-te, Grayson". 
Passeando no ptio, Shannon se deteve. Sua primeira reao foi divertida vergonha por ter tropeado com uma cena muito privado. O seguinte disparo, sobre 

o interesse em primeiro lugar, se. 
Era uma imagem formosa, romntica, pensou. O beb dormindo sob uma manta de cor rosa plido, as flores florescem, a roupa que sopra na linha de fundo. E 
o 
homem e a mulher, de joelhos sobre a erva, envolto em si. 
 uma pena, pensou, no tinha um bloco de papel de desenho. 
Ela deve ter feito algum rudo, como Brianna passou, viu-a, e se ruborizou Rosily. 
"Sinto muito." Bye ". 
"Shannon". Apesar de que Shannon deu a volta, Brianna estava lutando livre. "No seja tola". 
"Adiante," Gray corrigido quando Shannon vacilou. "Ser tolo. SCRAM." 
"Grayson!" Impressionado, Brianna bate suas mos longe e se levantou. "Ns-eu era capinar os maricas". 
Shannon tirou a lngua na bochecha. "OH, pude ver isso. Vou dar um passeio." 
"Voc acaba de dar um passeio." 
"portanto, vamos levar a outra". Cinza se levantou, envolveu um brao ao redor da cintura da Brianna, e enviou ao Shannon um olhar significativo. "A um 

realmente larga." Fazendo caso omisso de sua esposa a meias lutas, armou-se outra forquilha de seu cabelo. "Melhor ainda, tomar meu carro. Pode" Ele deixou escapar 

um gemido 

quando Kayla comeou a gemer. 
"Ela necessita seu nappie trocado". Brianna se foram partindo ao bero. Divertido, e sentir maravilhosamente queria, ela sorriu mais a seu marido quando levantou 


ao beb. "poderia-se pr um pouco dessa energia no deshierbe, Grayson. Ainda tenho para assar bolos". 
"Bem". pesando bvio que ele viu sua esposa, e suas esperanas de uma hora ntima, deslizar-se fora de seu alcance. "Ps para cozer ao forno." 
"Sinto muito". Shannon se encolheu de ombros quando Brianna tomou ao beb em seu interior. "O mau de tempo." 
"Est-me dizendo." Ele passou um brao ao redor de seu pescoo. "Agora tem que me ajudar a erva". 
" o menos que posso fazer." Amigablemente se instalou na erva junto a ele. -Suponho que nenhum dos convidados esto ao redor. " 
"No a vrios pontos de interesse. Ouvimos sua notcias. Felicitaes." 
"Obrigado. Suponho. Ainda estou um pouco shellshocked. Rogam tem uma maneira de deslizar-se atravs e ao redor e ainda por cima das objees at que esteja a s 


assentindo com a cabea e aceitar tudo o que diz." 
"Ele o faz." Intrigado, Gray estudou seu perfil. "Voc teria objees a ser associado a todo mundo?" 
-No, no sei. " Moveu os ombros sem descanso. "Saiu de um nada. Eu gosto de estar preparado para as coisas. J tenho uma carreira". O qual, se realiz ed com uma 


sacudida, no tinha pensado em semanas. "Estou acostumado aos prazos, e um ritmo rpido, a confuso de trabalhar em uma organizao ocupada. Pinturas, este 

tipo de pintura,  solitrio e motivados pelo estado de nimo em lugar de comercializao." "Ser utilizado para uma forma de vida no significa que voc no 
pode 
trocar de marcha, se for o suficientemente grande a recompensa ". Olhou para a janela da cozinha. "Depende do que quer, e quanto o quero". 
"Isso  o que no o decidi. Estou resistncia, Gray. No estou acostumado a isso. Sempre soube o que acontecer tomar a seguir, e confia, talvez 
excesso 
de confiana, pelo que foi feito." 
Pensativo, escovou-se os dedos sobre a cara prpura brilhante de um pensamento. "Talvez foi porque era s meus pais e eu, nenhuma outra famlia que sempre 

senti-me capaz de parar-se por minha conta, fazer exatamente o que queria. Nunca fiz muito perto dos arquivos anexos como um menino, porque vivia em tantos lugares. 


Me fez fcil com os estranhos, e cmodo em novos lugares e situaes, mas nunca me senti um vnculo real com ningum mais que a meus pais. No momento em 

que se instalou no Colombo, que tinha estabelecido minhas metas e se centrou em chegar a eles passo a uma cuidadosa passo. Agora, dentro de um ano, perdi a meus 

pais, 

aprendi que minha vida no era o que eu pensava que era. de repente, estou nadando na famlia que nunca soube que tinha. No sei o que sinto por eles, ou eu mesmo. 


" 
Olhou de novo, obteve um pequeno sorriso. "Wow. Isso foi muito, no?" 
"Pelo general, ajuda a dar a voz de sentimentos." Brandamente lhe atirou de seu cabelo. "Parece-me que se algum for bom em ir passo a passo, ela seria capaz de 


trocar e seguir fazendo precisamente isso em outra direo. S tem que estar sozinho quando seu quer estar sozinho. Tomou muito tempo para aprender isso ". 

Beijou-a, fez-a sorrir. "Shannon, me darling, te relaxe e desfruta de da viagem." 
Captulo Treze 
Pela manh, decidiu pintar no jardim, pondo os toques finais  aquarela da Brianna. Da casa chegou o zumbido da atividade como uma famlia 

do condado de Maio se juntaram at sair da estalagem para a seguinte etapa de sua viagem ao sul. 
Ela poderia cheirar os po-doces quentes-cross Brianna fazia para o caf da manh e as rosas que tinham brotado em sua ascenso na trellace. 
Mordiscando seus ndulos, Shannon deu um passo atrs para examinar o tecido terminado. 
"Bom, isso  formoso." Com o Liam no reboque, Maggie cruzou a grama detrs dela. " obvio, ela faz um tema fcil, Brianna." Ela se inclinou e beijou 

ao Liam no nariz. -Sua tia Brie tem seus glteos, carinho. V por eles ". 
Quando revoltos fora, fechando a porta da cozinha detrs dele, Maggie franziu o cenho na pintura. "Direito de Rogam ento", decidiu. " estranho que no, 

que  uma prova para mim. Tomou sua pintura das pedras na galeria antes de que tivesse a oportunidade de ver." E voc queria comprov-lo por ti mesmo. " 

"Seu esquema do Liam foi mais que bem", admitiu Maggie. "Mas um carvo de lenha no  suficiente para julgar. Posso lhes dizer agora que querer isto, e ele lhe 

texugo 

at que se comprometa". 
"Ele no o texugo, que destri, sem derramamento de sangue." 
riem do Maggie foi rpida e rica. "OH, essa  a verdade. Benza a ele. Que mais tem?" Sem convite agarrou caderno de esboos do Shannon e a folheou. 
"Voc sirva-se mesmo", disse Shannon secamente. 
Maggie s fazia rudos de aprovao e interesse, continuando, soltou outra gargalhada encantado. "Voc deve fazer isto uma, Shannon. Deve faz-lo.  Murphy 
em 
o cho. O homem e seus cavalos. Maldita seja, eu gostaria de ter as mos para fazer retratos como este". "Eu gostaria de v-lo ali s vezes, quando estava pintando 


o crculo." Shannon inclinou a cabea para que pudesse ver a mesma pgina. "Era irresistvel". 
"Quando a pintura, eu estaria encantado de compr-la por sua me." Ela franziu o cenho ento. "A menos que tenha assinado com o Sweeney para ento. Se for algo 


que dizer nele, que me vai cobrar a metade de uma perna e ambos os braos. O homem pede a mais feroz dos preos das coisas." 
"Eu no acredito que isso te incomode." Com o cuidado, Shannon teve o tecido do cavalete terminado e o ps sobre a mesa. "Quando fui a seu show em Nova Iorque faz 


um par de anos, desejei a esta pea, era como um sol, tudas estas cores quentes explorando de um ncleo central. No  meu estilo habitual, mas Deus, que 

eu queria. " 
"Fired Dreams", murmurou Maggie, profundamente adulado. 
-Sim, isso  tudo. Tive que pesam contra o desejo de um ano de aluguel em Nova Iorque as taxas. E eu necessitava um teto sobre minha cabea. " 
"Ele vendeu essa pea. Se no houvesse, eu a dei a voc." Ante o olhar aturdido do Shannon, Maggie se encolheu de ombros. "Ao ritmo da famlia." 
Comovido, e no est seguro de como responder, Shannon estabelecer um tecido fresca em seu cavalete. "Eu diria que tem sorte de ter um administrador ardiloso 
cuidar 
seus interesses." 
Como desconcertados como Shannon, Maggie entupido as mos nos bolsos. "Assim sempre me diz. Ele tem sua mente posta em fazer o mesmo para voc." 

"No tenho tanto tempo para a pintura uma vez que estou de volta em Nova Iorque". Tomando um lpis, Shannon esboado ligeiramente no tecido. 
Maggie s elevou uma sobrancelha. Quando uma mulher era um artista at o osso, reconheceu outro. "Est tendo contratos redigidos at hoje". 
"Move-se rpido." 
"Mais rpido que voc pode cuspir. Querer cinqenta por cento", adicionou, sonriendo com malcia. "Mas voc pode reduzir a quarenta utilizando a conexo 

da famlia." 
a garganta do Shannon foi de repente, incmodo seco. "Eu no aceitei nada." 
-Ah, mas o far. Ele lhe arenga, e adora. vai ser razovel e eficiente. Digo-te que no, muito obrigado, e vai passar diretamente a isso. Se a razo 
no 
funciona, vai encontrar alguma pequena debilidade de torcer ou alguns desejam privado a ajustar. E estar assinando seu nome antes de dar-se conta. Sempre sustentar 


um lpis dessa maneira? " 
Ainda com o cenho franzido pela predio, Shannon olhou a mo. -Sim. Fico com a boneca solta. " 
"Mmm. Guardo um agarre mais firme, mas poderia tent-lo. 1 deve lhe dar isto antes de comear a mesclar as pinturas." De seu bolso tirou uma bola de papel acolchoado. 


No momento no Shannon sentiu o peso, sabia. "OH,  genial." Uma vez que o documento foi retirado a um lado, ocupou o mundo  luz. 
"Voc o fez, em sua major parte, por isso deveria ter." 
Shannon se converteu de maneira que os redemoinhos de cor azul profunda dentro da forma e o tom trocou. " formoso. Obrigado." 
"No h de que." Maggie se voltou para a lona. Ela podia ver a silhueta do homem, o cavalo. "Quanto tempo tomar para terminar?  uma questo desagradvel, 

e eu s peo que eu adoraria lhe dar  senhora Brennan, me do Murphy, quando aparece pelo Ceili". 
"Se comear a fazer clique, s se tomar um dia ou dois." Shannon configurar o mundo a um lado e tomou seu lpis. "Quando foi a Ceili, e o que ?" 
" sbado seguinte, e uma Ceili  uma espcie de festa com msica e baile e comida." Ela olhou por cima como Brianna saiu da porta da cozinha. "Estou 

dizendo a este pobre, ignorante do puxo o que  um Ceili. Onde est meu torvelinho? 
"No  urbanizao Grayson. Estou-o, disse o homem de negcios." Brianna se deteve, e logo sorriu ao tecido sobre a mesa. "OH, estou to adulado. Que formoso 

trabalho que faz, Shannon". Ela apareceu no novo tecido, cauteloso. A experincia com o Maggie tinha ensinado a seus artistas tinham estado de nimo que estalou 


como um raio. " Murphy, no?" 
"Ser", murmurou Shannon, entreabrindo os olhos como ela esboado. "No me dava conta que estavam tendo uma festa, Brie". 
"Uma festa? OH, a Ceili. No, Murphy o ter. Surpreendeu-nos ao princpio, j que sua famlia acabava de chegar faz umas semanas para o batismo da Kayla. Mas 

a sorte deles esto chegando de novo, para que possam conhec-lo. " 
Shannon deixou cair o lpis. Lentamente se inclinou para recolh-lo. "Desculpe-me?" 
"Esto ansiosos de conhecer voc", Brianna continuou, muito absorto no tecido a notar que Maggie estava pondo os olhos e fazendo caretas. " encantadora 

me do Murphy e seu marido podem fazer a viagem do Cork to logo de novo." 
Shannon deu a volta. "por que foram querer a meu encontro?" 
"Porque ..." A advertncia registrados, apenas um golpe muito tarde. A provas, Brianna comeou a pincel em seu avental. -Bom,  s que ... Maggie? " 

"No me olhe. Voc j ps seu p nela." 
" uma pergunta simples, Brianna." Shannon esperou at que Brianna levantou seu olhar outra vez. "por que a me do Murphy e sua famlia retornar aqui a meu encontro?" 


-Bom, quando ele lhes disse que era voc o cortejo, que-" 
"O que?" Arrojou o lpis para limitar a exploso. "Est louco ou o crebro acaba de morrer? Quantas vezes tenho que lhe dizer No me interessa antes de que o consegue 


atravs dessa cabea dura? " 
"Vrias vezes mais, apostaria", disse Maggie com um sorriso. "H uma piscina no povo que se est inclinando por volta de umas bodas de junho." 
"Maggie!" Brianna disse em voz baixa. 
"As bodas?" Shannon fez um rudo entre um grunhido e uma maldio. "Isso  como muito. Est chamando a sua me que me controlem, que tem a gente de apostas" 

"O fato , que era Tim Ou'Malley que comeou a piscina," pr Maggie pulg 
"Tem que ser detido." 
"OH, no h parada Tim vez uma aposta tem feito." 
No se pode encontrar o humor, Shannon Maggie disparou um olhar ardente. "Crie que  divertido? A gente nem sequer sabe que esto apostando por mim?" 
Maggie no tinha que pens-lo. "Sim". Logo, com uma gargalhada, agarrou Shannon pelos ombros e a estreitou. "OH, voc mesmo se esfrie. Ningum pode te obrigar a 

fazer 

o que no queremos." 
"Murphy Muldoon  um homem morto." 
Com menos simpatia que uma diverso, Maggie lhe deu uns tapinhas na bochecha. "Parece-me que no seria to disparado se fosse to desinteressada como voc 
afirma. 
O que pensa voc da questo, Brie? 
"Acredito que hei dito mais que suficiente." Mas seu corao empurra as palavras. "Ele te ama, Shannon, e no posso deixar de sentir por ele. Eu sei o que  cair 

no 
amor 
e no ser capaz de encontrar a sada, sem importar o parvo que te faz. No seja muito duro nele ". 
Temper drenagem to rapidamente como havia flasheado. "Seria ser mais difcil, no seria, para mim deixar ir isto em quando no est levando a nenhuma parte? " 

Maggie agarrou o caderno de desenho, e logo tendeu a pgina em que Murphy apareceu. "No  certo?" Quando Shannon no disse nada, Maggie deixe o livro de novo. 


"O Ceili de mais de uma semana de distncia. Ter tempo para arrum-lo." 
"A partir de agora." Shannon tomou a aquarela e o levou dentro. No caminho at sua habitao, pratica-se exatamente o que diria ao Murphy quando o rastreou. 

foi uma pena que ela teria que romper sua amizade justo quando tinha comeado a dar-se conta do muito que significava para ela. Mas duvidava de que o 
pudesse 
entender nada menos que a amputao total. <p > E havia o trazido sobre si mesmo, o idiota. Com um esforo, conteve-se o suficiente para sustentar o tecido 

com cuidado contra a parede de sua habitao. Ir  janela, examinou os campos. depois de um momento se viu nas proximidades da parte posterior da 
casa. 
Dandy. Havia barba  besta em sua guarida. 
Sua fuga para a levou pelas escadas e por fora. Estava a meio caminho da porta antes de que ela viu o carro estacionado no lado da estrada, e 
Brianna 
e Maggie a ambos os lados da mesma. 
Ela no teve que ver para saber um argumento estava em pleno apogeu. Podia ouvir o tom agudo, impaciente da voz do Maggie. Tivesse sido fcil seguir seu caminho, 


mas viu a cara da Brianna. Era plido, e rigidamente controlados,  exceo dos olhos. Inclusive a partir de dois metros de distncia, Shannon poderia ver o 
dor 
neles. 
Ela apertou os dentes. Parecia que era seu dia para fazer frente s crises emocionais. E maldita seja, ela estava no estado de nimo perfeito. 
As palavras de irritao chegou a um abrupto fim quando ela se aproximou do carro e olhou ao Maeve. 
"Shannon". Brianna se apoderou das mos. "Eu nunca apresentou ao Lottie. Lottie Sullivan, Shannon Bodine." 
A mulher com a cara redonda e de expresso afligida continuou o processo de escalada do lado do condutor. 
"Estou prazer em conhec-lo-disse com um sorriso rpido, desculpa. "E bem-vindos." 
"Te coloque no carro, Lottie, espetou-lhe Maeve. "No nos vamos ficar." 
"Drive a gente mesmo da ento", espetou Maggie lateral direito. "Lottie bem-vindo aqui." 
"E no estou?" 
" voc quem tem feito essa eleio". Maggie se cruzou de braos. "te faa miservel se se quiser, mas no o far ao Brie." 
-A senhora Concannon. " Shannon deu uma cotovelada ao Maggie a um lado. "Eu gostaria de falar com voc." 
"No tenho nada que te dizer." 
-Muito bem. Ento voc pode escutar. " Pela extremidade do olho, Shannon capturados Lottie pisco os olhos de aprovao e espera ganh-lo. "Temos uma conexo, voc 


e eu, ns gostemos ou no. Suas filhas nos unem, e eu no quero ser a causa da frico entre os dois." 
"Frico causa de ningum mais que a si mesmo", disse Maggie acaloradamente. "te cale, Maggie." Shannon ignorado assobio de sua irm de mau gnio e continuou. "Voc 


tem o direito de estar zangado, a senhora Concannon. E para ser ferido, se for seu orgulho, que o sofrimento ou o corao, no importa. Entretanto, o fato 
 
que no pode trocar o que aconteceu, ou o resultado dela mais que eu. " 
Embora Maeve no disse nada, s seguiu olhando ferozmente para frente, Shannon estava decidida a terminar. 
"Minha parte em tudo isto  mas bem indireta, um resultado mais que uma causa. Tenha ou no formavam parte da causa no importa." 
Isto trouxe a cabea Maeve ao redor, e o veneno cuspindo. "Voc se atreveria a dizer que me causou sua me para cometer adultrio com meu marido." "No. Eu no 


estava ali. Minha me culpou a ningum, certamente no  voc, por suas aes. E o que estou dizendo  que no importa que parte jogou. Alguns poderiam dizer 

que j que no a amava ele, voc no deve lhe importar que ele encontrou a outra pessoa. No estou de acordo com isso. Voc tem todo o direito do mundo  ateno. 


O que fiz esteve mau. " 
prximo protesto do Maggie foi talhado por um olhar frio do Shannon. "Foi um engano", disse de novo, que j no h uma interrupo. "J seja que se olhe moral, 


religiosa, ou intelectualmente. Voc foi sua esposa, e no importa quo satisfeito nenhum dos dois se encontravam no matrimnio, que deveria ter sido respeitado. 


Honrado. No se tratava, e para descobrir que no era No depois de tantos anos no diminui a ira ou a traio. " Ela respirou tranqilo, consciente de que a 
ateno 
estava centrada Maeve plenamente nela. "No posso voltar atrs e no ter nascido, a senhora Concannon. Nada qualquer de ns pode fazer a vontade de 
romper 
a conexo, assim vamos ter que viver com isso." 
deteve-se de novo. Maeve estava olhando agora, e intrigado, com os olhos entrecerrados. "Minha me morreu com minhas duras palavras entre ns. Eu no posso arrumar 


isso, tampouco, e me arrependerei toda minha vida. No permita que algo que voc no pode trocar a runa o que tem agora. vou ser foi antes. Maggie e Brie 
e 
seus netos esto aqui. " 
Satisfeito que tinha feito todo o possvel, Shannon deu um passo atrs. "Agora, se me desculparem, tenho que ir assassinar a um homem." 
Comeou pelo caminho, tinha conseguido no mais de cinco passos, quando ouviu a porta aberta do carro. "Garota". 
Shannon se deteve, deu meia volta e se encontrou com o olhar do Maeve desapasionadamente. Sim? 
"Voc tem feito seu ponto." Qualquer que seja o esforo que se demorou para reconhecer que, Maeve disfarado com um gesto enrgico. E voc tem algum sentido, mais 


que o homem cujo sangue corre atravs de alguma vez o fez. " 
Shannon inclinou a cabea em reconhecimento. "Obrigado". 
Enquanto Shannon seguiu seu caminho, todos outros ficou assombrado com o Maeve como as asas, se lhe brotou. "Bom, Te vais ficar fora de todo todo o dia?" 

-perguntou. "Obter um movimento em ti, Lottie. Quero ir e ver minha neta". 
No est mau, Shannon decidido e apressou o passo. Se houvesse um meio que muita sorte para conseguir atravs do Murphy, poderia-se considerar que o trabalho de 


um excelente dia de. Quando chegou  granja e em crculos nas costas, ela viu o Murphy, perto do pasto de ovelhas junto a um homem baixo e patizambo, que 

tinha seus dentes fixada ao redor de um tubos. 
No estavam falando, mas ela teria jurado algum tipo de comunicao que estava passando. 
De repente, o homem mais velho assentiu com a cabea. -Est bem, Murphy. Dois porcos. " 
"Estaria muito agradecido se pudesse mant-los para mim, o Sr. McNee. Durante um dia ou dois." 
"Que posso fazer." Empurrou o tubos mais na boca e tinha comeado para o prado quando viu Shannon. "H empresa, moo." 
Murphy olhou de esguelha e sorriu ampliamente. "Shannon. Estou feliz de verte." 
"Simplesmente no comeam comigo, babuno." Ela se adiantou a colocar um dedo no peito. "Tem um monto de explicaes que dar." 
junto a eles, McNee animou a seus ouvidos. " este o ento, Murphy?" 
Medio de sua terra, Murphy se esfregou o queixo. --o. " 
"Tomaste-te seu tempo tirando um out, mas recolheu uma dama." 
borbulho Temper, Shannon aceso McNee. "Se voc apostou por este idiota, pode te despedir de seu dinheiro." 
"H uma piscina?" McNee perguntou, ofendido. "por que no me disseram dele?" 
Enquanto Shannon considera a satisfao de golpear as cabeas juntas, Murphy deu uns tapinhas no brao. "Se me desculparem um momento, carinho. Necessita 

ajuda para o cordeiro que te interessa, o Sr. McNee?" 
"No, no posso fazer o trabalho, e parece que h o suficiente em suas mos neste momento." Com uma agilidade surpreendente, o velho ficaram no paddock 
e 
enviou balido disperso das ovelhas. 
"vamos entrar". 
"Ficaremos aqui", replicou Shannon costas e logo lhe jurou quando assumiu um firme controle sobre o brao. 
"vamos entrar", repetiu. "Prefiro fazer seu gritando para mim em privado". 
A sua maneira cuidadosa se deteve na escada, tirou-se o Wellingtons gradeio. Abriu a porta para ela, esperou a que qualquer homem de boas maneiras que para 

ela nele antes da tormenta. 
"Quer te sentar?" 
-No, maldita seja ao inferno e de volta, no me sentarei. " 
encolheu-se de ombros, apoiou-se no mostrador. "Ficaremos ento. H algo em sua mente?" 
Seu tom suave s avivou o fogo. Como te atreve? Como te atreve a chamar a sua famlia e lhes dizer que vir olhar sobre mim, como se eu fora um de seus cavalos 

que vo a leilo. " 
Seu rosto depravado. "Voc se equivoca nisso. Perguntei-lhe se tinha vindo te conhecer. Isso  completamente diferente." 
"No  diferente. E tem que venham com pretextos falsos. Voc lhes disse que me estava cortejando. 
"Assim estou cortejando, Shannon". 
"passamos por isso, e eu no estou passando de novo." 
-Est bem ento. Posso lhe oferecer ch? " 
Ela se surpreendeu de que ela tinha os dentes  esquerda, o mais forte que os estava moendo. "No, voc no me pode oferecer o ch." 
"Tenho algo para ti." Colocou a mo detrs dele no mostrador e tomou uma caixa. "Eu estava no Ennis um ou dois dias atrs e comprei isto para voc. Esqueci-me de 


lhe dar a voc ontem. 
Em um gesto que reconheceu como algo infantil, levou-se as mos  costas. "No, absolutamente no. Eu no estou tomando presentes de voc. Isto no  nem remotamente 


divertido mais, Murphy". 
Simplesmente abre o quadro de si mesmo. -Voc gosta de levar coisas bonitas. Estes me chamou a ateno. " 
Apesar de suas boas intenes, ela olhou para baixo na caixa aberta. Estavam muito pendentes muito tontamente-d exatamente o tipo que poderia ter eleito 

a si mesmo. Citrino e ametista corao se encontra, um em cima do outro. 
"Murphy, os que so caros. Tome de novo." 
"Eu no sou um mendigo, Shannon, se se tratar de minha carteira se esto preocupando". "Essa  uma considerao, mas  secundrio." obrigou-se a apartar a vista 

de 

as pedras preciosas. "Eu no estou tomando presentes de voc. S vou respirar." 
Caminhou para ela at que se encontrou uma cpia de segurana contra a geladeira. "No te atreva". 
"Voc no est usando nenhum dia de hoje", observou. "De modo que os prove. No te mova, carinho, eu no sei se tiver o dom da mesma." 
Ela golpeou nas mos enquanto se comeou a fixar o pendente de primeiro, e logo gritou quando apareceu o poste em seu lbulo. 
"Voc lhe buscou isso", murmurou, dando ao trabalho de sua plena ateno. 
"vou golpear te", disse entre dentes. 
"Espera a que termine. Este  um trabalho para um homem torpe. por que fazem essas coisas pequenas pouco gancho to sangrenta? There. "Como um homem satisfeito 


com a realizao de uma tarefa molesta, deu um passo atrs e estudou o resultado." Traga-te. " 
"No se pode raciocinar com a irracional", recordou-se. "Murphy, quero que chame a sua famlia e lhes dizer que no por vir". 
"No posso fazer isso. Esto procurando com interesse a Ceili e te conhecer." 
Ela agrupado as mos nos punhos. -Muito bem, continuando, chamar e lhe dizer que cometeu um engano, troca de opinio, o que seja, e que voc e eu no somos 

um tema ". 
Seu cenho franzido. -Voc  o sentido de que devo lhes dizer que no vou casar me contigo? " 
"Isso, exatamente." Lhe deu um tapinha de felicitao no brao. "Finalmente conseguiste." 
"Eu no gosto de dizer no a nada, mas no posso mentir a minha famlia". Ele foi o suficientemente rpido em seus ps para esquivar o primeiro golpe, logo a segunda. 

A 
terceira quase o apanhou quando estava dobrado da risada, mas se evitou por seu gancho na cintura e balanando em um crculo vertiginoso. 
"Deus, voc  para mim, Shannon. Estou locamente apaixonado por ti." 
"Crazy", comeou, mas o resto foi afogado contra sua boca. 
roubou-se o flego. Ela no pde recuper-la. Enquanto ela se apoderou de seus ombros, ele continuou seu crculo, acrescentando enjos  dispnia. Sua boca se adicionou 

o 

calor. Inclusive quando se deteve no meio silvestre spinning, a sala contnua a girar, e seu corao com ela. No era um pensamento rpido e surpreendente atravs 


da bruma do desejo, que lhe estava dando outra opo que lhe amam. 
"Eu no vou permitir que isto acontea". Em uma inundao de pnico de foras, empurrou longe. 
Tinha o cabelo revolto, os olhos muito abertos e pasmados. Podia ver o pulso golpeando na garganta, e a cor se foi o beijo que floresce em suas bochechas. 

"Vem a cama comigo, Shannon". Sua voz era grosa, spera e tensa. "Cristo Jesus, necessito-te. Cada vez que te afasta, h um buraco em mim, e um medo terrvel 

que no voltar." Desesperado, atraiu-a para si de novo, afundou a cara no cabelo. "No posso seguir vendo que a p, e nunca ter." 
"No faa isto". Ela apertou os olhos com fora e se enfrentaram em uma batalha feroz com o que estava dentro dela. "No lhe deixa que seja algo to simples 
como 
ir  cama, e eu no posso deixar que ser outra coisa." 
" outra coisa.  todo o resto." Arrancou as costas. Recordar, deixou cair as mos antes dos dedos poderia moretn. " porque disparo a seu redor? Me 

torpes s vezes porque no sempre posso pensar de uma maneira clara quando estou perto de ti." 
-No, no  voc, Murphy. Sou eu. Sou eu e sua idia de ns. E o dirigi muito mais torpe que voc. " Tratou de tomar uma respirao profunda, mas encontrou 

a seu peito foi dolorosamente contrados. "Assim que me vou arrumar isso. Eu no vou verte de novo." Com os olhos fixos em seu seu custo, mas ela se negou a dar 


marcha atrs. "Isso far mais fcil para ns dois. Eu vou comear meus acertos para retornar a Nova Iorque". 
"Isso  correr", disse de maneira uniforme. "Mas, sabe se est fugindo de mim ou de ti mesmo?" 
" minha vida. Tenho que voltar para ela." 
A fria arrastando-se por ele no deixava lugar incluso para o medo. Com seu ardor nos olhos nos seus, colocou a mo no bolso e a lanou o que havia 

levado ali sobre a mesa. 
Os nervos comearam a estirar-se, inclusive antes de que ela baixou o olhar e o viu. O crculo de cobre com a figura de um cavalo em relevo. Haveria um alfinete 


na parte posterior, sabia, resistente e de espessura suficiente para montar a braadeira juntas manto de um homem. 
Murphy a viu afastar-se to plido como o cristal. Seus dedos se aproximou dele, ento se apartou bruscamente, encrespa-se em um punho  defensiva. 
"O que ?" 
"Voc sabe o que ." Jurou com a violncia estudou quando ela sacudiu a cabea. "No minta a se mesmo.  pobre esprito." 
Podia v-lo contra l escura, tanto broxa e a capa de contas com a chuva. De onde tiraste? 
"Encontrei-o, centro da dana quando era um menino. Fiquei dormido com ela na mo, justo a. E sonhei com voc a primeira vez." 
Ela no podia apartar os olhos dela, mesmo que sua viso vacilou. "Isso no  possvel". 
"Aconteceu, como te disse." Recolheu-o e o tendeu a ela. 
"Eu no o quero." Pnico serpenteava em sua voz. "Guardei-o para ti a metade de minha vida". Mais tranqila, o guardou no bolso. "Eu posso mant-la 
mais 
tempo. No h necessidade de que se v ter tido o tempo que voc est querendo com suas irms. No vou tocar dessa maneira outra vez, ou lhe pressionam 

para que me d o que est no est disposto A. H minha palavra. " 
Ele o manteria. Ela o conhecia o suficientemente bem como agora no o duvido. Como ia jogar lhe a culpa por lhe haver dado uma promessa que lhe fez sentir-se 
pequeno 
e vontades de chorar? "Preocupo-me com ti, Murphy. No quero te fazer danifico". 
Ela no pode ter nenhuma idia do muito que tinha feito precisamente isso. Mas ele seguiu sua voz neutra. "Sou um homem adulto, Shannon, e pode tender para mim 


mesmo." 
Tinha estado to seguro de que ela poderia abandonar frio. Agora se encontrou com que queria o ter de novo, e o sustentem. "No quero perder sua amizade.  chegado 


a significar muito para mim em pouco tempo." 
"No o podia perder." Ele sorriu, embora tinha que manter as mos perto de seus lados para evitar chegar a ela. "Voc nunca ter que preocupar-se por isso." 

Tratou de no ao sair e comeou a subir a estrada de novo. E ela tratava de no pensar muito profundamente sobre por que tinha que chorar. 
Captulo XIV 
Murphy ps de novo em limpando os estbulos. O trabalho fsico foi parte de sua vida, e sabia como utilizar a tenso e o suor para aliviar a mente. 
Foi uma lstima que no estava trabalhando para ele. 
Ele conduziu sua p na palha das camas sujas, arrojou a carga na pilha de crescimento em seu carrinho de mo. "Sempre havia uma boa pontaria, verdade, Murphy". 


Maggie se aproximou de suas costas. Sorria, mas seus olhos estavam procurando seu rosto em busca de signos. E o que encontrou rompeu o corao. 
"por que no est trabalhando?" Falou sem olhar por cima ou se detenha. "Ouo seu forno." 
"Eu vou chegar a ela." aproximou-se mais, apoiando uma mo na porta do estbulo aberto. "No vim por ontem, porque pensei que talvez queira um pequeno 
pausa. 
Assim esperei at esta manh. Shannon viam miserveis quando retornou depois de ver que ontem". 
"Fiz meu melhor esforo para pr seu a gosto." mordeu-se fora das palavras antes de tomar a p no posto seguinte. 
"E sua facilidade, Murphy?" Maggie lhe ps uma mo nas costas, deixando-o sentar apesar de seu gesto badtempered. "Posso ver o que sinto por ela, e eu no gosto 


saber que est to zangado." 
-Ento ser melhor que estar fora, como eu estou planejando em permanecer desta maneira. Retrocede, maldita seja, ter o esterco na cara. " 
Em seu lugar lhe arrebatou no punho da p e havia um lutam zangado e brevemente. -Muito bem ento. Soltou-lhe e se sacudiu as mos. "Voc pode ir 

a palear a mierda tudo o que queira, mas voc me fala." 
"Eu no estou de humor para a companhia." 
E desde quando fui a companhia? " 
-Maldita seja, Maggie, vete. " Ele se voltou para ela, mau gnio em seus olhos. "No quero sua compaixo, no quero sua compaixo, e no quero nenhum conselho sangrenta." 


Ela punho de suas mos, deixou cair que nos quadris, e se foi cara a cara com ele. "Se voc acreditar que me pode sacudir com palavras desagradveis e mais desagradvel 


mau gnio, equivoca-te, moo." 
 obvio que no podia, e porque lhe faria nenhum bem com ela, Murphy fez o que pde fazer para enterrar a fria. -Sinto muito, Maggie Mae. No acontecer com ti. 


Preciso estar a ss um momento. " 
"Murphy" 
Ela me partiria se ele no a via fora, e rapidamente. "No  que no estou agradecido de que tinha que passar e querem ajudar. No estou preparado para isso. Necessito 


para lamber minhas feridas por minha conta. Seja um amigo, querida, e me deixe em paz". 
Deflactado, ela fez quo nico sabia como, e apertou a bochecha  sua. "vai dever falar comigo quando se pode?" 
-claro que sim. Vete agora, vete. Tenho muito que fazer hoje. " Quando ela o deixou, Murphy conduziu sua p na palha e amaldioou em voz baixa, com sanha, at que 

se 
ficou sem palavras. 
Ele trabalhou como um possesso at pr-do-sol, logo se levantou outra vez quando o fez repetir o processo. Inclusive seus msculos bem tonificados doa no 

momento em que se estabeleceu com um sanduche frio e uma garrafa de cerveja. 
J estava pensando na cama, embora era apenas oito anos, quando a porta traseira se abriu. Rogam e Gray chegou atravs dele, seguido por isso felizes. 
"Estamos em uma misso, Murphy". Gray lhe deu uma palmada nas costas, logo se voltou para os armrios. 
"Uma misso, que ". Com automaticamente se arranhava as orelhas quando o co apoiou a cabea em seu regao. "De que natureza?" 
"Estamos obrigados a extrair de seu estado de nimo negro". Rogam estabelecer uma garrafa na mesa e rompeu o selo. "Estamos nenhum dos dois lhes permitiu voltar 


a casa at que o obtivemos". 
"Brie e Maggie tiveram a cabea a mais de que durante dois dias," ps cinza pulg 
"No h necessidade disso, ou para isto. Eu ia  cama." 
"Voc no pode, como um irlands, dar as costas a dois companheiros e uma garrafa do Jamison." Cinza golpeou trs copos, um por um, sobre a mesa. 
"portanto, estamos a embebedar-se, verdade?" Murphy olhos a garrafa. Ele no tinha pensado nisso. 
"As mulheres no foram capazes de trocar o rumo." Rogam serve trs tiros fortes. "Assim reconheceram que  um trabalho masculino." sentou-se comodamente 

na mesa, levantou sua taa. "Slainte". 
Murphy se arranhou o queixo, deixou escapar um flego. "Que carajo." Ele bebeu o primeiro copo, fez uma careta antes de golpear abaixo de uma dose adicional. "S 


pr uma garrafa? 
Rendo, Gray verte a seguinte ronda. 
Quando a garrafa se foi a metade, Murphy se sentia mais suave. Uma soluo temporria, sabia, e um de um parvo. Mas se sentia muito o parvo. 
"Tenho que te dizer." J um pouco cambaleante, Gray patadas para trs em sua cadeira e deu uma imerso a um dos charutos Rogam tinha proporcionado. "No posso me 

embebedar". 

"Sim, pode." Rogam estudou a ponta de seu prprio charuto. "Vi-te." 
"No se podia ver nada. Foi muito bbado." Ao comprovar que maravilhosamente divertido, Gray se inclinou de novo e quase derrubou. "Mas o que quero dizer  

que no pode ser to arado no posso fazer o amor com minha esposa esta noite. OH, obrigado." Agarrou o copo Murphy havia tornado a encher e fez um gesto com ele. 

"Estou 

recuperando o tempo perdido". Mortal grave, apoiou o cotovelo sobre a mesa. "Sabe quanto tempo pode no durante o embarao de uma mulher?" 
"Eu". Rogam assentiu. "Posso dizer que sim sei com preciso." 
"E no os molesta muito. So ..." Cinza fez um gesto grandilocuente. "Anidamiento. Assim estou inventando, e eu no estou bbado." 
"Muito tarde", murmurou Murphy e franziu o cenho em seu copo. 
"Crie que no sei o que te passa?" Em comunho cinza Murphy murros no ombro. "Est quente." 
Com uma risada soprando, Murphy atirou de novo outra oportunidade. "Deveria ser to fcil." 
"Sim". Em um suspiro de vento cinza voltou para seu charuto. "Quando te tenho, que tenho a ti. No  a verdade, Sweeney?" 
"A verdade Esterlinas. Ela  a pintura em cima de uma tormenta, j sabe." 
Murphy o olhou buho. "Minha misria, seu benefcio?" 
Rogam se limitou a sorrir. "vamos ter sua primeira exposio no outono. Ela no sabe, mas vamos trabalhar ao redor disso. Sabe voc se foi mo a 
mo 
com o Maeve Concannon?" 
"O que quer dizer j?" Prefiriendo seus cigarros aos puros de Rogam, Murphy um iluminado. "Eles tm uma briga?" 
-No, por certo. Shannon s partiram at a mulher e disse que sua pea. Quando terminou, Maeve disse que ela era uma mulher sensata e logo foi ao longo em 
a 
estalagem a ver o beb e o jovem Liam. " 
 isso um fato? " Empapado na admirao e o amor, Murphy tomou outro gole. "Jesus, ela  algo, no  verdade? Shannon Bodine, da cabea dura e branda 

de corao. Talvez vou lhe dizer que eu neste momento." ficou acima, sua constituio o suficientemente forte como para que no se balance. "Talvez 

eu irei l encima, procur-la, e trazer a de volta aonde pertence." 
"Posso olhar?" Cinza queria saber. 
"No" Um suspiro, Murphy deixou cair na cadeira. "No, eu lhe prometi que no o faria. Eu no gosto disso." Agarrou a garrafa, encheu seu copo de novo at o usque 

danaram 

at o bordo. "Eu vou odiar a minha cabea na manh, essa  a verdade dela. Mas vale a pena. "Tomou profundo." Para compartilhar minha pena com dois dos melhores 


amigos de Deus deu a um homem. " 
"Maldita seja a direita. Bebida a ela, Rogam." 
"Estou pensando que poderia ser conveniente recuperar esse tempo que esteve falando de antes de agora, como vou estar perdendo em sete meses". 
Cinza se inclinou para a cumplicidade Murphy. "Este tipo  to aguda, que d medo." 
"Eu agradeceria que os dois de que voc deveria deixar blabbering em perto das camas as mulheres. Estou sofrendo aqui". 
" desconsiderado de ns", coincidiu Rogam. "No h necessidade de falar da mulher em todos. ouvi sua gua de cria baa? 
"Hey". Cinza levantou uma mo. "Mare, mulher. Mulheres". 
"Maldito se no estarem bem." Agradavelmente, Rogam emitidos em torno de outro tema. "Temos uma fina escultura na atualidade, de um artista que no Condado de 

Maio. Usou Conemarra mrmore, e  um trabalho precioso. Um nu." 
"Mierda, Rogam, a vamos de novo". desgosto exasperado Grayson Murphy enviou fora a rir a gargalhadas. 
Ser generosos amigos, que serve Murphy na cama quando a garrafa se terminou, e logo se separaram, a certeza de que tinham completo sua misso. 
Manter-se afastado dela era difcil. Inclusive com as exigncias da explorao, Murphy era difcil ir dia detrs dia, e noite detrs noite, sabendo que ela 
estava 
ao outro lado do campo. E at agora fora de seu alcance. Ajudou-me a pensar que o fazia por ela. 
Nada acalmava a alma como o martrio. 
amigos bem intencionados no serve de nada. Uma semana depois de que ele a viu afastar-se, entrou no ptio traseiro da Brianna e viu o Shannon em seu cavalete. 


Ela levava a sudadera da universidade, salpicada e manchada com pintura e um par de calas jeans folgadas que desapareceram no joelho. 
Pensou que se parecia com um anjo. 
Com os olhos entrecerrados, e a ponta de seu pincel de golpear contra seus lbios, ela estudou sua obra. Sabia que o momento em que o sente pela mudana em seus 


olhos, seu movimento delicado de baixar o pincel antes de que ela voltou a cabea. 
No disse nada. Sabia que sua lngua se enredo. depois de um momento incmodo, ele se aproximou e ficou olhando fixamente a sua pintura. 
Era a estalagem, a vista traseira, com sua bonita pedra e janelas abertas. Brianna jardins foram as correntes de cor e forma. A porta da cozinha estava 

aberta em sinal de bem-vinda. 
Shannon desejou no tinha posto seu pincel a um lado, e agarrou um trapo que ter que ter as mos ocupadas que preocupar-se da pintura. 
"Ento, o que te parece?" 
" bom". No podia pensar nas palavras. "Parece terminado." 
--o. Justo ". 
"Bom". Se moveu os cartes de ovos que levava. " bom". 
deu-se a volta, jogando com os tubos e escovas no pequeno posto cinza tinha armado para ela. -Suponho que estive muito ocupado. " 
"Tenho, sim." Ela levantou a vista,  cara, e seu crebro parecia para desconectar. "Ocupado". Furioso consigo mesmo, franziu o cenho para baixo em seu carto. 


"Ovos", murmurou. "Brianna chamada dos ovos. Disse que os necessitava". 
"OH." Por sua parte, Shannon ficou olhando as caixas. -J vejo. " 
Desde sua atalaia na esquina interior da janela da cozinha, ps os olhos na Brianna. "Olha-os, os dois deles. Atuando como ninnies". 
devido a que parecia to pattica, trocou seu plano professor de deix-los ss e se apressou para a porta. 
-Ah, a est, Murphy, e que levou os vulos. Benza. Entra e tm um sabor deste strudel que tenho feito. " 
"Necessito" Mas ela j tinha deslocado  cozinha, deixando-o olhando com desconcerto  porta. A mudana de cartes de novo, olhou ao Shannon. "Hei, ah ..." 
Maldita 
seu engenho lento, pensou. "por que no toma, e eu estarei em meu caminho." 
"Isto Murphy tinha que parar, Shannon se disse, e ps a prova seu cho mediante a fixao de uma mo no brao. ficou rgido, e no podia culp-lo. "No 

chegou tudo em uma semana, e sei que est acostumado a deixar cair a ver a Brianna e Gray freqncia e facilidade." Olhou a sua mo, logo outra vez  cara. 

"Pensei que o melhor  manter-se afastado". 
"Sinto-o por isso. No quero que se sinta dessa maneira. Pensei que fomos amigos ainda." 
Seus olhos ficou na sua. "Voc no entrou nos campos." 
-No, eu no. Pensei que o melhor era manter-se  margem, e o sinto por isso. " Queria lhe dizer que o tinha perdido, e tinha medo de. "Est zangado comigo?" 

"Comigo mais". Ele mesmo se estabilizava. Seus olhos, pensou, e o motivo tranqila neles, seria desfazer qualquer homem. "Quer um pouco strudel? Seu sorriso 

estendeu-se lentamente. -Sim. Que fao. " Quando entrou, deteve-se Brianna contendo a respirao. "Obrigado pelos ovos, Murphy". A buliosa agora, ela 

tomou as caixas dele e foi  geladeira. "Necessito-os para um prato vou estar fazendo para o Ceili. Viu a pintura do Shannon?  magnfico, no?" 
"". Se tirou a boina, a pendurou em um cabide. "Este strudel de uma receita de uma mulher alem me deu a semana passada quando estava aqui. Lembra-te de 

ela, Shannon, a senhora Metz? o da grande voz". 
"As tropas de assalto", Shannon disse com um sorriso. "Ela se alinharam a seus trs filhos na manh para sua inspeo-marido, tambm." 
"E puro como um alfinete que eram, cada um deles. Voc me dir se for to bom como o strudel segundo ela." 
Brianna estava servindo quando soou o telefone. Shannon chegou para o receptor no telefone da parede. "vou conseguir o. Cabana Blackthorn". Ela vacilou 

um momento, as sobrancelhas, surpreso de elevao. "Tod? Sim, sou eu." Ela se ps-se a rir. "Eu no soam irlandesa". 
No se pode manter o lbio de curling, Murphy se sentou  mesa. "Tod", murmurou quando Brianna estabelecer o Strudel de diante dele. "Sonha mais como um inseto 


que um nome." 
-Cala-orden Brianna e lhe aplaudiu o brao. 
" formoso", prosseguiu Shannon. "Muito parecido ao Local Firo. Lembra-te? Burt Lancaster". Ela se ps-se a rir outra vez. -Est bem. Bom, eu estou fazendo 
um 
monto de caminhar e comer. E eu sou a pintura. " 
"Que aborrecido, n?" Sua voz era divertida, simptica e com voz dbil. 
"No" Seu cenho franzido. "No, absolutamente." 
"No soa como o tipo de acordo. De todos os modos, quando vais voltar?" 
Ela agarrou o cabo de telefone se encrespa em seus dedos e comeou a torcer. "Eu no estou seguro. Um par de semanas, provavelmente." 
"Cristo, Shan, que esteve ali um ms j." 
Seus dedos se preocupa o cabo, torcendo mais preciso. Estranho, no lhe tinha parecido como um ms. "Eu tinha trs prximas semanas". Ouviu a posio defensiva 
no 

tom, e odiava a ele. "O resto est em mim. Como vo as coisas ali? " 
-J sabe como . Ordinria manicmio desde que assegurou a conta do Gulfstream.  a garota de ouro ali, Shan. Dois entalhes em seu cinturo dos principais 

em seis meses entre o Gulfstream e Tito. " 
Ela tinha esquecido do Tito, e franziu o cenho j pensar no conceito e a arte que tinha vindo para acima com para ajudar a vender pneumticos. "Gulfstream 
 
teu." 
"Agora, claro, mas o bronze sabe que a iniciou. Hey, no  que me ia tomar o crdito por seu trabalho." 
-No,  obvio que no. 
"De todos os modos, pensei que lhe permitem saber aos meninos de acima so felizes, mas nosso departamento est comeando a sentir os efeitos da queda e as 

campanhas de Natal de comear. Realmente  necessrio voltar." 
Sentiu a luz pulstil na tmpora, o aviso de uma cerveja cefalia tensional. "Tenho coisas que fazer exerccio, Tod. Coisas pessoais". 
"Voc teve uma m rajada. Conheo-te, Shannon, ter de novo sob seus ps outra vez. E te sinto falta de. Sei que as coisas estavam um pouco tensas entre ns 

quando foi, e eu no era como a compreenso como Eu deveria ter sido, to sensvel a seus sentimentos. Acredito que podemos falar de que fora, e voltar para 
a 
linha ". 
"estiveste vendo Oprah? 
"Vamos, Shan. Voc toma um par de dias mais e logo me do uma chamada. me faa saber seu nmero de vo e a ETA lhe recolhemos no aeroporto, e o acolhedor com 

uma garrafa de vinho e isto trabalho ". 
"vou voltar para voc, Tod. Obrigado por chamar. " 
"No espere muito tempo. O lato tem uma memria coletiva de curto." 
"vou ter isso em mente. Bye." 
Pendurou, descobriu que o cabo estava envolto desordenadamente ao redor de seus dedos. concentrou-se em meticulosamente endireitar de novo. 
"Isso foi em Nova Iorque", disse sem voltar-se. "meu amigo no trabalho." antes de que ela se deu a volta, assegurou-se que tinha um brilhante sorriso em sua cara. 


"Ento, como est o strudel? 
"Olhe por ti mesmo." Brianna serve o ch Shannon a ir com ele. Seu primeiro instinto foi  comodidade. Ela conteve o impulso, confiando Murphy para fazer o trabalho. 


"Parece-me ouvir que o beb", disse e correu atravs da porta de comunicao. 
o apetite do Shannon tinha fugido. Olhou com indiferena no strudel, omite que por seu ch. "Ai, ai, o escritrio se afunda." 
"Ele te quer de volta." Quando os olhos do Shannon levantou a sua, Murphy inclinou a cabea. "Este Tod quer que retorne." 
" a manipulao alguns de minhas contas, enquanto que eu me tenha ido.  um monto de trabalho extra." 
"Ele te quer de volta", disse Murphy de novo, e Shannon comeou a colocar o garfo no strudel. 
"Ele o mencionou-en uma espcie de passo noncommital. Tivemos uma discusso tensa antes de ir." 
"Uma discusso", repetiu Murphy. "Uma discusso tensa.  voc o sentido de uma briga?" 
"No" Ela sorriu um pouco. "Tod no luta. Debate", murmurou ela. "Ele debate.  muito civilizada." 
"E era debater, de maneira civilizada, agora mesmo? Por isso  tudo enredado? " 
"No, ele me estava pondo ao dia com o escritrio. E no estou enredado". 
Murphy ps as mos sobre seus seres inquietos, sossegando at que ela o olhou de novo. "Voc me pediu que fora seu amigo. Estou tratando." 
"Estou confundido a respeito das coisas, uma srie de coisas", disse lentamente. "Normalmente, no tomou tanto tempo para saber o que quero e como consegui-lo. 


Sou bom na anlise. Sou bom nos ngulos. Meu pai era, tambm. Sempre podia zero na parte inferior a linha. admirei por que, aprendi-o dele. " 

Impaciente, sacudiu as mos de debaixo do Murphy. "Eu tinha todo traado, e eu estava fazendo o trabalho. O posio com a assinatura da direita, parte alta de 

a moradia, o vesturio de alta potencializa, o pequeno, mas a coleo de arte de bom gosto. A membresa no clube de sade adequado. Uma relao pouco exigente 

com um homem atrativo e bem-sucedido que compartilhavam meus interesses. Ento todo se veio abaixo, e me faz to cansado de pensar em pr juntos de novo. " 
 isso o que quer fazer? Que fazer? " 
"No posso seguir adiando. Essa chamada me recordou o estive deixando todos os deriva. Tenho que ter uma base slida debaixo de mim, Murphy. Eu no funcionam 

bem o contrrio." Quando sua voz se quebrou, lhe apertou a mo aos lbios. "Ainda me di tanto. Ainda me di pensar em meus pais. Para sei que nunca 

voltarei a ver. Nunca cheguei a dizer adeus. Nunca cheguei a dizer adeus a um deles. " 
Ele no disse nada quando se levantou e se aproximou dela, a no ser simplesmente a levantou seus ps para embalar em seus braos. Em seu silncio era uma compreenso 

to perfeita, 

to elementar, e o devastou. Ela podia chorar e saber que suas lgrimas cassem sobre um ombro, que nunca se encolhia de fora dela. 
"Sigo pensando que sou mais dela", conseguiu dizer. "Logo penetra e me aperta o corao." 
"No deixei a ti mesmo que grito atravs. Adiante, meu amor. Sentir-se melhor por isso". 
arrancou-se dele, cada estremecimento soluo, e sabendo que no podia fazer mais que estar ali. 
"Eu os quero de volta." 
-Sei, querida. J sei. " "por que a gente tem que ir-se, Murphy? por que a gente que amamos e necessitamos tanto tenho que ir?" 
"No, no todo o caminho. Ainda lhes levamos dentro, e no se pode perder dali. No ouve sua me falando com voc algumas vezes, ou seu pai que lhe recorda 
de 
algo que fizeram juntos? " 
Cansado e dolorido de tanto chorar, voltou-se a bochecha mida pelo que poderia descansar contra o peito. Tolo, deu-se conta. Que parvo tinha sido ao pensar 

que era mais forte para manter nas lgrimas que deix-los ir. 
"Sim". Seus lbios curvados em um sorriso aquoso. "Ponho-me fotos s vezes, das coisas que fizemos juntos. Inclusive as coisas mais comuns, como tomar o caf da 

manh." 
"E eles no ho deixou todo o caminho, verdade? " 
Fechou os olhos, confortado pelo batimento do corao regular do corao do Murphy na orelha. "Justo antes da missa, a missa funeral de minha me, o sacerdote se 

sentou 
comigo. 
Ele foi muito amvel, compassivo, j que foi s uns meses antes, quando enterramos a meu pai. Entretanto, era a vida normal de linha eterna, a misericrdia, 
e 
o prmio eterno a meus pais obteriam de ter sido catlicos devotos e gente boa e carinhosa. " 
Ela apertou contra ele uma ltima vez, para ela, logo retrocedeu. "supunha-se que me console, e talvez o fez, um pouco. O que voc acaba de dizer uma ajuda 

muito mais". 
"A f  uma espcie de recordar, Shannon. Necessita prmio suas lembranas em vez de ser ferido por eles." sacudiu-se uma lgrima da bochecha com o lado do 

polegar. "Est bem agora? Ficarei se quiser, ou conseguir Brie para voc." 
-No, estou bem. Obrigado. " 
Inclinou o queixo, beijou-a na frente. -Ento, sentar-se, beber seu ch. E no saturar sua mente com Nova Iorque at que esteja preparado. " 
" um bom conselho." Quando ela soluou, tomou seu leno de seu bolso. "Restos do nariz." 
Ela riu um pouco e obedeceu. -Me alegro de que tenha vindo, Murphy. No fique fora outra vez. " 
"Eu estarei perto." Porque ele sabia que necessitava tempo para ela agora, voltou a tomar a boina da cavilha. "Quer vir aos campos de novo logo? Me 

gosta de ver que h pintura na luz do sol." -Sim, irei aos campos. Murphy ... " Interrompeu-se, sem saber como pr a questo, ou por que parecia to importante 


que ela pea. "No importa". 
deteve-se na porta. "O que? Sempre  melhor dizer o que tem em mente que o deixa crculo ali." 
Circulando era exatamente o que estava fazendo. -Estava-me perguntando. Se tivssemos sido amigos ... quando minha me estava doente, e eu tinha tido que ir-se 


a cuidar dela. Para estar com ela. Quando ela morreu, se me houvesse dito que me podia dirigir todo isso, inclusive preferido para dirigir tudo por si s, o 

respeitaram isso? mantido  margem? " 
-No,  obvio que no. Desconcertado, estabeleceu-se a boina na cabea. "Essa  uma pergunta estpida. Um amigo no fica longe de um amigo que est de 
duelo." 
"Isso  o que eu pensava", murmurou, e logo olhou o tempo suficiente, o suficiente para que o esfregando o dorso da mo pelo queixo em busca de 
migalhas. 
"O que?" 
"Nada. Me- levantou a taa e ria dos dois. "Woolgathering". 
Mais desconcertado que nunca, devolveu-lhe o sorriso. "Verei-te ento. Voc, ah, chegado a Ceili, verdade?" 
"Eu no o sinto falta de." 
Captulo Quinze 
A msica foi saindo da casa quando Shannon chegou com a Brianna e sua famlia. levou-se o carro como Brianna fazia muita comida para os trs 

deles para dirigir tudo da mesma, e o beb, em uma caminhada. 
primeira Shannon surpresa da noite foi o nmero de veculos pela estrada. Sua ponta de rodas para acima sobre o bordo da grama  esquerda justo 
suficiente 
espao de outro carro, com um piloto muito valente ou estpido, para passar atravs. 
"Do aspecto da presente, ter uma casa enche", comentou Shannon, j que comearam a descarregar os pratos e terrinas da Brianna. 
"OH, os carros e caminhes so s para aqueles que vivem muito longe para ir caminhando. A maioria vm a p a uma Ceili. Gray, no ponta que bote. Voc 

derramar o caldo." 
"Eu no o ponta se tivesse trs mos." 
"Ele  cruzar", disse Shannon Brianna, "porque seu povo editoriais acrescentaram outra cidade para sua excurso." Ela no pde manter a suficincia de sua voz. 
"Houve 

um tempo no homem no podia esperar para ir errante". 
"Os tempos trocam, e se quer vir comigo " 
"Voc sabe que no pode sair da estalagem durante trs semanas no meio do vero. Vamos." Apesar da carga que ambas celebradas, Brianna se inclinou para 

beij-lo. "No se preocupe nela esta noite. Ah, olhe,  Kate. 
apressou-se para frente, sua chamada de felicitao que flutuam no ar. 
"Sempre se pode cancelar a excurso", disse Shannon em voz baixa que ela e Cinza seguiu. 
"Que o digam a ela." Voc no estar descuidando suas responsabilidades para seu trabalho por minha culpa, Grayson Thane. vou estar onde me deixou quando voltar. 


'" 
"Bom". Shannon haveria aplaudiu a bochecha se suas mos no tinha sido completa. "Ela vai. te anime, Gray. Se que vi nunca um homem que o tem tudo,  
voc." 
"Sim". Isto levantou o nimo um pouco. -Sim. Mas vai ser difcil sentir-se assim quando estou dormindo sozinho em Cleveland no prximo julho. " 
"O sofrimento quando o servio de habitao. Filmes na habitao, e a adulao dos fs." 
"te cale, Bodine." Deu-lhe uma cotovelada a envi-la atravs da porta. 
Ela no se deu conta havia tanta gente em todo o condado. A casa estava cheia deles, vivo com suas vozes, cheio de seus movimentos. antes de que ela 

tinha dez passos pelo corredor, apresentaram a uma dzia, e aclamado por mais que muitos que tinha conhecido j. 
Msica de violinos e flautas saam da sala onde alguns j estavam danando. Pratos de comida se amontoavam, equilibrado nos joelhos enquanto que os 
ps 
pisando em forte com entusiasmo o momento. culos foram levantados ou em espera de ser pressionado nas mos. 
Ainda mais pessoas se apinharam na cozinha, onde pratos e terrinas estavam abarrotadas de extremo a extremo ao longo dos contadores e a mesa do centro. Brianna 


estava ali, com as mos vazias j que o beb se passa ao redor e mmicos. 
"Ah, aqui est Shannon." Brianna vigas como ela comearam a descarregar os pratos dos braos do Shannon. "Ela no esteve em um Ceili antes. Teramos que 

a msica na cozinha tradicional, mas no h espao para isso. Mas podemos escutar s a mesma. Sabe Diedre Ou'Malley." 
"Sim, ol." 
"Te consiga um prato, moa-orden Diedre. "antes da horda te deixa nada mais que migalhas. vamos ter esses, Grayson ". 
"Vou a comercial para uma cerveja." 
"Eu posso fazer isso por ti." Ela riu entre dentes enquanto tomava pratos. "H muito que se havia a cabo no degrau ali." 
"Shannon? 
"claro que sim." Ela sorriu como Gray saiu da porta em busca de garrafas. "No se parece que haver muito negcio no bar esta noite, a senhora Ou'Malley." 

-No, por certo. fechamos. Um Ceili vazia no povo do Murphy. Ah, Alice, estava falando de seu filho. " 
Com a garrafa cinza lhe tinha dado a meio caminho de seus lbios, Shannon voltou e viu uma mulher magra com o cabelo ligeiramente ondulada cor caf vm na 

cozinha. Tinha uns olhos do Murphy, e seu sorriso rpido. 
"Eles colocaram um violino em suas mos, assim no vai conseguir alm da sala por um tempo." Sua voz era suave, com um sorriso no bordo da mesma. 

"Pensei que o havia arrumar um prato, Dee, em caso de que encontre um momento para comer." 
Agarrou um, logo seu sorriso se iluminou. "Brie, eu no te vi ali. Onde est o anjo da sua?" 
-Aqui mesmo, a senhora Brennan. " Com um sorriso arrogante, Gray se aproximou para beij-la. 
"Vamos com voc. Diabo se parece mais. Onde est o beb?" 
"Nancy Feeney e jovens Mary Kate fugiu com ela", disse Deidre, descobrindo os pratos Brianna havia trazido. "vais ter que encontrar, ento brigar com eles 

para ela." 
"E assim o farei. Ah, escute que se pode escutar moo. Orgulho vigas em seus olhos. " um presente de Deus em suas mos." 
"Agrada-me que tenha podido vir do Cork, a senhora Brennan, "Brianna comeou." No se encontraram Shannon. Meu ... amigo dos Estados Unidos ". 
"No tenho, no". O orgulho brilhando deslocado  cautela e a curiosidade. Sua voz no esfriou com preciso, mas adquiriu um toque de formalidade. "Estou encantado 


de te conhecer, Shannon Bodine." Ela tendeu a mo. 
Shannon se surpreendeu secando-as Palmas de suas calas antes de aceitar a saudao. " um prazer te conhecer, a senhora Brennan." E agora o que? "Murphy lhe favorece." 


"Obrigado.  um menino bonito por certo. E voc vive em Nova Iorque e ganhar a vida desenhando?" 
"Sim". Incmodo e miservel, tomou um gole de sua cerveja. Quando Maggie chegou ruidosamente pela porta traseira, Shannon poderia ter beijado seus ps. <p > "Se 

nos 
faz tarde", anunciou Maggie. "E Rogam estalo de lhe dizer a todos que era minha culpa, assim que o direi em primeiro lugar. Eu tinha que trabalhar at o final." 

Ela 

deixou-se cair uma taa sobre a mesa, continuando, estabelea Liam at primeiros passos. "Morro de fome at a morte, tambm." Agarrou um da Brianna's 

cogumelos cheios de uma placa, e os consumiu. -A senhora Brennan, justo a mulher que eu procuro. " 
Tudo o que se derreteu rgida formalidade da cara da Alice enquanto escabull  mesa para lhe dar um abrao Maggie duro. "Senhor, voc foi a mesma quando era 

menina, sempre ruidoso como seis tambores." 
"Voc se arrepender de hav-lo dito quando te dou sua presente. Vamos, Rogam." 
"Um homem tem direito a deter e conseguir uma cerveja." Com uma na mo que ele mesmo manobrou e o pacote que tinha envolta pela porta. A entrada 

trouxe saudaes fresca e o bate-papo. Ao ver como um refgio perfeito, Shannon comeou a bordo para o corredor. 
-No, no o faz, covarde. " Divertido, Gray lhe impediu o passo. Ele jogou um brao pelos ombros em um gesto de afeto to firme como grilhes. 
"Me d uma pausa, Gray. 
"No  uma casualidade." 
Stuck, viu como Alice retira cuidadosamente o papel marrom da pintura. Como gente ao redor, havia sons de surpresa e aprovao. 
"OH,  ele tis  vista-murmur Alice. "Isso  s a forma em que sustenta sua cabea, o que v? E como est. Nunca tive um presente melhor, Maggie, essa 
 
a verdade. No posso lhes agradecer o suficiente para dar para mim, ou para a pintura ela ". <p > "Me pode dar as obrigado por isso. Mas Shannon o pintou". 
Todas as cabeas na sala trocou de direo, e medida. 
" um talento fino que tem," disse Alicia depois de um momento, e a cadncia se voltou em sua voz. "E um corao para ver seu tema com claridade. Estou muito orgulhoso 


de ter esta". 
antes do Shannon poderia pensar em uma resposta, uma pequena exploso, a mulher de cabelo negro do corredor. "MA, no imagina who's-O que  isto?"  espreita 

da pintura, que abriu passo a cotoveladas  mesma. "por que, 'tis Murphy com seus cavalos." 
"Shannon Bodine pintado," Alice lhe disse. 
"OH?" Os olhos brilhantes e curiosos, a mulher se voltou para a sala de explorao. Demorou s uns segundos a zero polegadas "Bom, eu sou Kate, sua irm, 

e me alegro de te conhecer. Voc  o primeiro que cortejou sempre. " 
Shannon se afundou um pouco contra o brao de apoio do Gray. "No  no-estamos-Murphy exagerado", decidiu que como vrios pares de olhos de seu estudo. "Somos 
amigos". 

" sbio ser amigos quando est cortejando", coincidiu Kate. "voc crie que em algum momento poderia desenhar? Maggie no meus filhos." 
"Sou um artista do vidro," Maggie lhe recordou e seguiu enchendo seu prato. "E voc ter que acontecer Rogam. Ele  sua gesto." 
"No assinei o contrato ainda", disse Shannon rapidamente. "No tenho nem sequer" 
-Ao melhor o pode fazer antes de assinar com ele ", Kate interrompeu. "Eu posso recolh-los e traz-los para voc sempre que voc diz." 
"Stop acossando  mulher", disse Alicia com suavidade. "E o que vieste aqui para que estalam em me dizer?" 
"Diremo-lhe?" Kate olhou em branco por um momento, logo, seus olhos espaoso. "OH, no adivinhar quem acaba de entrar pela porta. Maeve Concannon," ela disse antes 


de que algum poderia tentar. "Grande como a vida." 
"por que, Maeve sido no um Ceili em vinte anos!" Diedre disse. "Mais, parece-me." 
"Bom, est por vir, e Lottie com ela." 
Brianna e Maggie se olharam fixamente, sem fala, logo se transladou rapidamente, como uma unidade. 
-Ser melhor ir ver se quiser um prato ", explicou Brianna. 
-Ser melhor ir ver que ela no a tormenta pela casa ", corrigiu Maggie. "por que no vem, Shannon fazer? Voc tinha uma maneira com ela a ltima vez." 

"Bom, em realidade, no think " 
Mas Maggie a agarrou por brao e a arrastou fora da cozinha e o corredor. "A msica segue jogando", disse em voz baixa. "Ela no ps os obstculos para 

isso." 
"Olhe, isto  meu assunto", protestou Shannon. "Ela  sua me." 
"Te vou recordar suas prprias palavras, a respeito das conexes." 
"Mierda, Maggie." Entretanto, Shannon no teve mais remedeio que apertar os dentes e se lanou  sala. 
"Doce Jesus," foi todo Brianna poderia dizer. 
Maeve estava sentado, Liam em seu regao, golpeando com o p ao ritmo da bobina. Seu rosto pode ter sido, a boca triste, mas que lhe deu golpecitos com 
o 
p de distncia. 
"Ela est divertindo." Assombro havia ronda do Maggie olhos por toda parte. -Bom, pelo amor de Cristo. " Com um mau humor idiota, Shannon se liberou. "Por 

que no teria que faz-lo?" 
"Nunca se tinha chegado em torno da msica", murmurou Brianna. "No em minha memria." Como Lottie balanado por, danando um Clare fixado nos braos de um vizinho, 


Brianna s pde sacudir a cabea. "Como conseguir que Lottie vir?" 
Mas Shannon se esqueceu do Maeve. Ao outro lado, Murphy estava, tiro do quadril, um violino sujeito entre o ombro e o queixo. Tinha os olhos mdio fechados, 

por isso ela pensava que estava perdido na msica rpida os dedos e as mos feitas. Logo sorriu e piscou os olhos um olho. 
"Do que esto jogando?" Shannon perguntou. O msico foi acompanhado por um flautista e outro que tocava um acordeo. 
"Isso  carretel Saint Steven. Brianna sorriu e sentiu que seus prprios ps inquieto. "Ah, olhe a danar." 
" hora de fazer algo mais que olhar." Cinza menina, tomou pelas costas e se voltou ela na sala. 
"por que, que  maravilhosa", disse Shannon depois de um momento. 
"Ela tinha sido uma bailarina, nossa Brie, se as coisas tivessem sido diferentes." As sobrancelhas unidas, Maggie passou o olhar de sua irm a sua me. "Talvez 


as coisas eram diferentes ento que esto comeando a ser agora." 
depois de tomar uma respirao larga, Maggie entrou na sala. depois de um momento de vacilao, fez seu caminho atravs da dana e se sentou junto a seu 
me. 
" um espetculo que nunca pensei ver." Alice saiu junto ao Shannon. "Maeve Concannon sesso com sua filha em um Ceili, seu neto em seu joelho, o p tocando distncia. 


E muito perto de um sorriso. " 
-Suponho que a conheo a muito tempo tempo. " 
"Da infncia. Ela fez sua vida, e Tom, uma misria. E as meninas sofreram por isso.  uma coisa difcil de lutar pelo amor. Agora parece que encontrou 

alguma satisfao na vida que leva, e em seus netos. I estou contente por isso ". 
Alice olhou ao Shannon com algumas atraes. "Desculpo-me por minha prpria filha de vergonhoso que na cozinha. Sempre foi uma de falar primeiro e pensar passado." 


-No, est bem. ... Ela estava mal informado ". Alice franziu os lbios no prazo. -Bom, se no haver dano feito. A est minha filha Eileen, e seu marido Jack. 

Vir 
reunir-se com eles? " 
"claro que sim." 
Ela os conheceu, e outras irms do Murphy, seu irmo, suas sobrinhas e sobrinhos e primos. Sua cabea se cambaleou com nomes, e seu corao se cambaleou da acolhida 


incondicional que recebeu cada vez que se estreitou a mo. 
Lhe deu um prato cheio, uma cerveja fresca e um assento perto da msica, onde Kate conversavam em seu ouvido. 
O tempo simplesmente  deriva, sem importncia frente  msica e a calidez. Os meninos engatinhando ou correndo, ou caram a sonhar nos braos dispostos de 

algum. Viu como os homens e as mulheres paqueram enquanto danavam, e os que so muito velhos para desfrutar da dana do ritual. 
Como ia pintar? Shannon se perguntou. Em viva e cores deslumbrantes, ou em suaves, bolos nvoa? Ou seria o exemplo. A emoo foi aqui, e a energia, e 

no havia alegria tranqila e tradio ininterrupta. 
Lhe ouvia na msica, pensou. Murphy tinha razo nisso. Cada nota, cada formosa voz levantada na cano, fala das razes muito profundas para ser 
quebrados. 
Adorou ouvir a senhora de idade Conroy cantar uma balada de amor no correspondido com uma voz aflautada que, entretanto foi verdade. Ela riu junto com outros 

no brinde alegre gritou. Em sobressalto e assombro viu Brianna e Kate executar um passo complexo e lrico-dedo do p que havia mais gente em turba  sala. 

Ela bateu as Palmas de cor rosa quando a msica se deteve e logo olhou por cima como Murphy passar por seu violino. "Est-te acontecendo bem?" perguntou-lhe. 
"Estou desfrutando de cada minuto." Lhe entregou seu prato para compartilhar. "No teve a oportunidade de comer nada. Assim faz-lo rpido." Lhe sorriu. "Eu 

no quero que deixe de jogar". 
"Sempre h algum para encher pulg" Mas tomou a metade de seu sanduche de presunto. 
"Que mais se pode jogar, alm dos de violino e acordeo?" 
"OH, um pouco disto e aquilo. Vi-te conheci minha famlia". 
"H muitos deles. E todos pensam que o sol sai pelos olhos do Murphy". Ela riu quando fez uma careta. 
"Acredito que devemos danar." 
Ela negou com a cabea quando tomou a mo. "Como j comentei a vrios senhores formosa, estou muito contente de ver. No, Murphy". Ela riu de novo quando 

atirou a seus ps. "No posso fazer isso-palmilhas ou cilindros ou o que seja." 
-claro que sim. " Estava constantemente atraindo-a para fora. "Mas vo tocar uma valsa, como lhes pedi. A primeira vez que a dana deve ser uma valsa." 
Era sua voz que tinha a mo vai coxeando, a forma em que se suavizou sobre as palavras. "Nunca dancei a valsa em minha vida." 
ps-se a rir, e logo abriu os olhos. " uma brincadeira." 
"No, no  um baile popular nos clubes que vou, assim vou ficar em casa e fora." 
"Eu te mostrarei". Deslizou-se um brao pela cintura, trocou seu agarre na mo. "Ponha a outra emano em meu ombro." 
"Sei que a postura,  a escada." Era muito encantada, uma noite para lhe agradar. Baixando a cabea, olhava a seus ps. 
"Voc sabe o nmero, sem dvida." Sorriu na parte superior da cabea. "Assim v um, e uma mais rpida dois e trs. E se deslizar o p de atrs um pouco 

na ltima recontagem, voc se deslizam nele. Sim, isso  tudo." 
Quando ele a rodeou, olhou de novo, rendo. "No trate de impressionar. Sou um estudo rpido, mas eu gosto de um monto de prtica." 
"Pode ter tudo o que queira. No  de dificuldade para mim te ter em meus braos." 
Algo trocou em seu interior. "No me olhe assim, Murphy". 
"Tenho que, quando estou danando uma valsa com voc." Ele a girou em trs crculos de comprimento, to fluido como o vinho. "O truque quando voc est danando 

uma valsa 

 olhar  direita nos olhos de seu casal. Voc no se enjoam dessa maneira, quando voc est dando a volta. " 
A idia da mancha centrado poderia ter tido seus mritos, mas no, Shannon descobriu, quando a ateno se centrou esses olhos azul escuro. "Voc tem pestanas 

mais largas que suas irms", murmurou. 
"Sempre foi uma ma da discrdia entre ns." 
"Esses olhos maravilhosos." Sua cabea lhe dava voltas, voltas e voltas como a dana. No bordo da vertigem, ao bordo dos sonhos. "Vejo-os em meu sonho. No 
posso 
deixar de pensar em ti." 
Os msculos de seu estmago se retorcia como ferro, apertados. "Carinho, estou fazendo meu melhor esforo para cumprir uma promessa que aqui." 
"Sei." Tudo estava em cmara lenta agora, uma deriva, uma vez, uma nota. Tudas as cores e os movimentos e as vozes pareciam desvanecer-se mistily a um segundo 

plano at que foi s o duas delas, e a msica. "Voc nunca romper uma promessa, o que lhe custar". 
"Tenho no antes." Sua voz era to tensa como a sua mo que sustenta. -Mas voc me prova. Est-me pedindo a romper? " 
-No sei. por que est sempre a, Murphy, na ponta de minha mente? " Ela fechou os olhos e deixou cair a cabea sobre o ombro. "No sei o que estou fazendo, 

o que estou sentindo. Tenho que me sentar. Tenho que pensar. No me ocorre quando me estas tocando." 
"Voc conduz um homem mais  frente do final de suas foras, Shannon". Com um esforo que mantinha suas mos suaves medida que a levaram, conduziu-a de volta 

a seu assento. agachou-se frente a ela. "me olhe". Sua voz era tranqila, por debaixo da msica e a risada. "No vou voltar a perguntar, jurei que no o faria. 
No 

 o orgulho que me detm, nem que me faz dizer o seguinte passo, seja o que seja, tem que ser teu." 
No, Shannon pensamento. Foi honra. Como a antiga palavra como um noivado. 
"Deixa de paquerar com a moa." Tim se deteve por esbofetear ao Murphy duro nas costas. "Sing algo por ns, Murphy". 
"Estou ocupado agora, Tim". 
"No" Shannon retrocedeu, encontrou um sorriso. "Ir cantar algo, Murphy. Nunca te ouvi." 
Lutando para recuperar a compostura, ele baixou o olhar para as mos que tinha descansado sobre seus joelhos. "O que voc gostaria de escutar?" 
"O favorito". Em um gesto que era como apologia do pedido, ela ps sua mo sobre a sua. "A cano que significa o mais a voc." 
-Muito bem. vai falar comigo depois? " 
"Mais tarde". Lhe sorriu enquanto se endireitava, seguro de que ela se sentiria mais a si mesmo como mais tarde. 
"Ento, como se encontra o primeiro Ceili?" Brianna se sentou a seu lado. 
"Hmm? OH,  genial. Tudo o que se de." 
"No tivemos uma grande festa, desde grandes cinza e eu nos casamos o ano passado. Bacachs A tivemos na noite retornamos de nossa lua de mel." 
"O que?" 
"OH, um Bacachs  uma velha tradio, onde as pessoas se disfaram e entrar na casa ao anoitecer, e OH, Murphy vai cantar." Ela deu ao Shannon a mo 

de um aperto. "Pergunto-me o que vou fazer." 
"Seu favorito." 
"'Four Green Fields", "Brianna murmurou e sentiu que seus olhos picam antes da primeira nota se jogou. 
Ao cabo de s a primeira nota de que as vozes que se calasse. A sala ficou imvel como Murphy elevou com o acompanhamento de um s tubo. 
No sabia que terei que dentro dele-que o tenor puro, limpo, ou o corao detrs dela. Cantou uma cano de tristeza e esperana, da perda e a renovao. 

E enquanto isso a casa cresceu to silencioso como uma igreja, seus olhos estavam postos nela. Era uma cano de amor, mas o amor foi na Irlanda, na terra, 

e para a famlia. 
Ao escut-lo, ela sentiu que algo que se moveu em seu interior durante o turno de danar de novo, mais forte, mais firme, mais  frente. O sangue comeou a 

cantarolar sob a pele, no em tanta paixo como a aceitao. Antecipao. Cada barreira que tinha construdo se derrubou e caiu, sem rudo, em virtude da beleza 


sem esforo da cano. 
Sua voz simplesmente vencidos ela. 
Havia lgrimas em suas bochechas, quente, liberado por sua voz e as palavras dilaceradoras da balada. No houve aplausos quando se terminou. O silncio foi 

o reconhecimento de uma beleza simples e grandiosa. 
os olhos do Murphy ficou no Shannon como murmurou algo ao gaiteiro. Uma inclinao de cabea, e logo uma melodia brilhante rpida se jogou. O baile comeou de 

novo. 
Ela sabia que ele tinha entendido antes dado o primeiro passo para ela. Sorriu. levantou-se e tomou a mo que se oferecem. No podia sair rapidamente. Havia muita 


gente que o detiveram por uma palavra. No momento em que tinha levado a seu exterior, podia sentir sua mo tremente na sua. 
Assim que se voltou para ela. "Assegure-se". 
"Sim. Eu estou seguro. Mas, Murphy, isto no pode fazer nenhuma diferena. Tem que entender ..." 
Beijou-a, lento e brando e profundo para que as palavras se deslizou por sua garganta. Manter a mo na sua, dava voltas ao redor da casa aos estbulos. 

"Nesta lista?" Seus olhos se aumentaram, e ela sentiu um puxo rpido da guerra entre a consternao e o deleite. "No podemos. Todas estas pessoas." 
Descobriu que podia rir depois de tudo. "vamos guardar um queda para outro momento, o amor Shannon. Logo que estou mantas." "OH." sentia-se estpido, e no 

do todo seguro que no estava decepcionado. "Mantas", repetiu enquanto tomava duas por debaixo da linha em que tinham estado no ar. "Onde vamos?" 
Ele os cruzados, p-los no brao, e logo tomou a mo de novo. "Quando comeamos". 
O baile. Seu corao comeou a tambor novo. "I-pode que acaba de sair desta maneira? Todas essas pessoas se encontram em sua casa." 
"No acredito que vamos perder." Pausa, ele a olhou. "Importa-te se formos?" 
"No" Ela negou com a cabea uma vez, rapidamente. "No, no me importa se formos". 
Entraram nos campos sob a luz que brota da lua. 
"Voc gosta de contar as estrelas?" perguntou-lhe. 
"No sei". Automaticamente olhou para cima a um cu cheio deles. "No acredito que nunca." 
"No se pode nunca terminar". Levou suas mos unidas aos lbios. "No  a soma dos que importa. No  o nmero.  a maravilha de tudo. Isso  o que vejo 

quando lhe Miro. A maravilha de tudo." 
Com uma risada, ele a agarrou de seus ps. Quando ele a beijou de novo estava cheio de jovens, florescente alegria. 
"Pode-se fingir que estou levando um pouco de fina curva para a escada de uma cama branda grande, preenchem com almofadas de raso e encaixe rosa?" 
"Eu no preciso fingir nada." Lhe apertou a cara contra sua garganta como emoo brotaram e alagou ela. "Esta noite me basta com voc. E voc est aqui." 

"Sim". Lhe roou os lbios com seu templo, at que trocou a cabea para olh-lo. "Estou aqui". Ele assentiu com a cabea atravs do campo. "Estamos aqui". 
O crculo de pedras de p, esperando no feixe quente da lua. 
Captulo Dezesseis 
Sob as estrelas de natao e uma lua que brilhava branca como um farol, levou-a a centro da dana. Ouviu um grito coruja, uma chamada de larga que flutuava 

no ar e se desvaneceu a cantarolar silncio. 
Ele a deixou nos ps, logo se estendeu a manta em primeiro lugar, deixando cair o outro antes de que ele se ajoelhou diante dela. 
"O que est fazendo?" Quando tinha os nervos vm? , perguntou-se. No tinha estado nervosa, inclusive faz um momento. 
"Estou a tir-los sapatos." 
Uma coisa to simples, uma coisa ordinria. Entretanto, o gesto foi to sedutora como a seda negro. tirou-se o seu, pondo-os ordenadamente junto ao dele. 
Seus 
mos bordeando seu corpo, do tornozelo at os ombros enquanto se levantava. -Est tremendo. Tem frio? " "No" Ela no acreditava que nunca poderia ser frio 

de novo com o forno que pulsava em seu interior de distncia. "Murphy, no quero que pense que isto significa ... algo menos o que significa. No seria 

justo ..." 
Sorria como ele tomou a cara com suavidade em suas mos e a beijou. "Eu sei o que significa." A beleza  sua prpria razo de ser. " "Entretanto suave, tenra ainda, 


com os lbios roando seu ma do rosto. "Isso  Emerson." 
Que classe de homem que era, perguntou-se, quem poderia citar a poesia e arar os campos? " formosa, Shannon. Isto  formoso. "Via ele, lhe dando seu corao 

tanto como seu corpo. E ela tomando. Assim que suas mos eram suaves, fcil como lhe acariciou - os ombros, as costas, atravs de seu cabelo, enquanto que a 

boca ela com pacincia convenceu a dar mais. Para ter mais. S um pouco mais. 
Tremia ainda, inclusive quando seu corpo se inclinou mais verdade nas suas, como o som de prazer tranqilo suspirou pelos lbios, logo atravs dele. Uma 
leve 
brisa danava acima, atravs da erva, continuando, formavam redemoinhos se a seu redor como a msica. tornou-se para trs, com os olhos nos seus, e se 

deslizou colete do homem que levava dos ombros, deixou cair. Um murmrio de surpresa e desejo gemeu em sua garganta enquanto ele a beijava de novo, com as 
mos 
na cara, os dedos de rastreamento. Ela tinha pensado que tinha entendido as regras da seduo, os movimentos e reaes de homens e mulheres executados 

no caminho para o prazer. Mas isto era novo, esta dana tranqila, paciente, saboreando cada passo elementar. Como na valsa que ele tinha ensinado, ela no 

podia fazer mais que aferrar-se e desfrutar. Seu conteve a respirao, publicado tremente quando seus dedos se apoiava no primeiro boto de sua camisa. OH, ela 

desejava 
que ela tinha usado a seda, algo que flui e o feminino com alguns de fantasia de encaixe por debaixo de encant-lo. 
Lentamente abriu a camisa, estendeu-o, ento fica a palma ligeiramente contra seu corao. 
A vacina contra a emoo atravs dela como uma bala fundida. "Murphy". 
"pensei em te tocar". Tomou a mo que ela agarrou a suas costas, levou-o aos lbios. "Como se sentiria sua pele. E o gosto. E o aroma." Ao v-la, deslizou-se 

a camisa dos ombros. "Hei mos speras". 
"No" Ela no podia fazer mais que sacudir a cabea. "No" 
Seus olhos eram solenes como riscou um dedo em cima da curva descendente de seu sustento, e outra vez. Tinha sabido que seria suave. Mas a forma em que sua carne 

se 

estremeceu sob seu toque mais ligeiro, a forma em que sua cabea caiu para trs em sinal de rendio aturdido, acrescenta doura ao desejo. 
Assim no teve-apesar de que j podia sentir a forma em que seus seios se monopoliza, pequenos e firmes em suas mos. Em troca, inclinou a cabea e tomou a boca 


de novo. Seus lbios eram incrivelmente generosa, de abertura e bem-vinda  sua. A escurido, os sabores potentes encaracolado atravs de seu sistema, dando a 

entender de mais esquenta, e mais sabores ntimos. "Eu quero" Suas mos tremiam quando se apoderou da camisa. Ela se apoiou olhando fixamente aos olhos. "Quero 


que, mais do que imaginvamos". Agora o olhava, ela se desabotoou a camisa, chegando at a atirar sobre os ombros. Logo baixou o olhar. 
"OH." Foi um suspiro de alegria e admirao. Este era um corpo endurecido e se define pelo trabalho e o suor em vez de mquinas. Experimentalmente, estendendo 

suas mos sobre o peito onde a pele era suave sobre a fora slida, e saltou pulsados de seu corao. 
Ento ela saltou  garganta enquanto se afrouxava a cintura de suas calas. Hipnotizado, sentiu que ele tome a mo, o equilbrio enquanto ela saiu 
livre. 
Mas quando chegou para ele, sacudiu a cabea. Inclusive a pacincia do amor tem seus limites. 
"Dorme comigo", murmurou. "Vem te deitem comigo." 
Lhe baixou  manta e capturaram a sua boca. 
Tocou-a com uma ternura terrvel, peas de fundio seus seios, dando-se a si mesmo o prazer de deslizar-se por debaixo de dor o algodo para pr a prova e 

burlam-se. Necessitava o sabor que lhe tentou ao longo de sua garganta, sobre os ombros. Quando a lngua desnatada, enquanto seus dedos tem, segundo o material 


a lavar o mamilo, arqueou-se como um arco. 
"Agora". Seu flego soluando. "Pelo amor de Deus." 
Ele s sacudiu abrir o fechamento frontal do prendedor e a levou silkily na boca. 
Atormentado, eufrico, apertou-lhe mais. debaixo dele, seus movimentos eram frenticos, sem vergonha. Foi sua perdio com a lngua e os dentes e os lbios, fazendo 


seu rogo com palavras de tropeo, sem flego. O flash se chegou to rpido, to quente, que se encabritou, sujeitando a manta na defesa. O duro, o clmax 

nervosos tinha estremecido, tremendo at que ficou sem fora para trs. 
Impossvel. A luta pelo flego, levantou uma mo para empurrar ponderada no cabelo. No foi possvel. Ningum tinha feito nunca sentir tanto. 
Em um gemido de sua propriedade, Murphy apertou os lbios contra sua pele, deixando vagar a mo mais baixa agora, na curva de sua cintura e os quadris. "Shannon, 

Lhe 
quero. Sempre e sempre". 
-No posso "fraco, lhe ps uma mo sobre suas costas. Estava mido, deu-se conta vagamente, os msculos bem agrupado. 
"Necessito um minuto." Mas sua boca estava planejando sobre sua caixa torcica. "Deus, o que est fazendo para mim?" 
"Agradar voc." E tinha a inteno de fazer mais para ela, tinha que fazer mais para ela. A necessidade era a construo dolorosamente em seu interior, toda 
a 
sangue quente e a luxria violenta sabia que s podia cadeia para baixo durante tanto tempo. Atirou as calcinhas skimpy sobre os quadris, e queimadas. "Prazer 

mim." 
Seu corpo era um tesouro da escurido delcias tinha a inteno de explorar a fundo. Mas o tempo para o cio j tinha passado. Greedy agora, que tomou, deleitando-se 


com seus movimentos frenticos, seus ofegos e gritos. 
Ele a queria assim, sua impotncia, arranhando ele enquanto que ele a levou sem piedade em chamas depois de haver-se apagado. E quando ela se retorcia e mida e 

selvagem, 

ainda no era suficiente. 
Foi rasgando seu jeans enquanto tomava sua boca em uma viagem sprint at o torso, os peitos agitado e de novo a seus lbios trementes. 
arqueou-se contra ele com urgncia, logo as pernas para sujeitar scissored duro a seu redor. Sacudiu a cabea, no na negao, a no ser para esclarecer sua viso 


nublados. Queria v-la, e que ela o veja. 
"Me olhe", exigiu, luta para expulsar a cada palavra sobre o corao que pulsava na garganta de espessura. -Maldita seja, me olhe agora. " 
Ela abriu os olhos. Seu enfoque vacilou, logo afiado at tudo o que podia fazer era ver sua cara. 
"Amo-te". Disse-o com ferocidade, com os olhos de puno na dela. "Ouve-me? " 
"Sim". Se agarrou o cabelo. "Sim". 
Logo lanou um grito de triunfo como ele mesmo conduziu duro e profundamente nela. O orgasmo atravs de seu rodado como uma onda de lava, deixando a seu agitado 

e 
queimada. Como os olhos fechados outra vez destroada a boca enquanto que seu corpo caiu sem descanso. 
Sem pensar que j conseguiu o passo, saltando sem reparos  tormenta que elabora entre eles. Acreditou ouvir trovo e o raio labareda seus dedos malvados atravs 


do cu. Seu corpo estalou, destroado, continuando, foi elogiosamente claudicao. 
Suas mos se deslizou bonelessly de suas costas. Ouviu-lhe dizer seu nome, apalpou-lhe a bobina, logo medo, logo deixar cair seu peso sobre ela. 
deixou-se derrubar-se no cabelo, permaneceu com o rosto enterrado ali, enquanto que seu sistema de vibrao. Ela estava tremendo de novo, ou ainda, estala pouco 


que sabia eram as rplicas do bom sexo. Teria a acariciou para acalmar-se tivesse podido mover-se. 
"vou descer em um minuto", murmurou. 
"No te atreva". 
Ele sorriu e se esfregou a cara no cabelo. "Ao menos posso manter o calor desta maneira." 
"No acredito que nunca vou ser frio outra vez." Em um ronrono de prazer, se acurruc entre seus braos. "Provavelmente vai se pr todos os presumidos quando lhe 


digo isto, mas eu no acredito que possa a mente. Ningum nunca me fez sentir como isto antes." 
No era presuno se sentia, mas a alegria. "No houve um antes." 
Ela abraou e riu. -Voc  muito bom em tudo isto, Murphy. Imagino que h um monto de mulheres " 
"Todos eram s a prtica-la interrompeu ele e fez o esforo por deslocar aos cotovelos para poder olh-la. A forma em que ela estava sonriendo lhe fez sorrir. 

"Agora, no posso dizer que no foi uma ou duas vezes desfrutei que a prtica." 
"Me recorde para perfurar mais tarde. Ela riu quando lhe deu a volta, uma e outra vez at que foram  beira da manta com a embalava em seu peito. "Vou 

a ter que pintar", murmurou ela, riscando com o dedo do bceps peitorais. "No tenho feito um nu da escola de arte, mas" 
-Querida, quando me despem, ser muito muito ocupado para seus pincis. " 
Seu sorriso brilhou maldade. "Tem razo". Ela apertou os lbios aos seus, perdeu-se um momento na persistente. Com um suspiro, ela apoiou a cabea sobre 

o peito. "Nunca tenho feito o amor fora de antes". 
" uma brincadeira." 
Ela levantou a cabea um e outro destinada um olhar suave. " mal visto em meu bairro". 
Devido a sua pele era arrepiante, chegou pela manta de reposto. -Ento  uma noite de primicias para voc. Seu Ceili primeira ". Atirou da manta sobre 

ela, transportando com os borde que ele ficou satisfeito estava coberta. "Sua primeira valsa". 
"Foi a valsa que o fez. No, isso est mau". Ela negou com a cabea, ento trocou de posto para que pudesse inculpar a sua cara com as mos. "A valsa me seduziu. 


Mas foi quando cantava. Quando o escutei que eu no podia entender como, por que, eu nunca disse que no." "vou ter que recordar a cantar para ti freqentemente." 

Levantou 
uma mo, na parte posterior de seu pescoo. "Pretty olhos verdes Shannon, o amor de toda minha vida. Vem e me d um beijo". 
Ele despertou de um torpor luz, como o cu do este era prolas. lamentava-se, porque ele tinha amado vendo seu sonho dela, a forma em pestanas laicos na 

bochecha com a descarga de luz por debaixo deles. E ele desejava que houvesse tempo para que ele a ama, uma vez mais ao amanhecer. 
Mas houve obrigaes e a famlia que o esperava. 
"Shannon" Com suavidade, acariciou-lhe a bochecha da beijou. -Carinho,  quase de dia. As estrelas se apagam. " 
Ela se moveu, gemendo, e se aferrou  mo. 
"por que no fica? por que? Como poderia que volta para mim s para deixar outra vez? " 
"SSH". Ele a atraiu para si, apertou os lbios  frente. "Estou aqui. Aqui."  s um sonho. " 
"Se me quisesse o suficiente, no se iria de novo." 
"Eu te amo. Abre seus olhos agora. Est sonhando." 
Seguiu o som de sua voz, abriu os olhos como ele tinha pedido. Por um momento se perdeu entre dois mundos, os quais lhe resultava familiar e direito. 
Amanhecer, pouco antes do amanhecer, pensou confusamente. E o aroma da primavera. As pedras se levanta, cinza e frio na escurido minguante e o tato dos 

braos de seu amante duro a seu redor. 
-Seu cavalo. Olhou a seu redor sem compreender. Teria que ter ouvido o tinido da brida e o stomp impaciente dos cascos, j que esperou a montar. "Eles 

esto estabulados ainda." Firmemente Murphy tomou o queixo e lhe deu a cara posterior  sua. "Onde est?" 
"I. .." Ela piscou e saiu flutuando do sonho. "Murphy? 
Seus olhos se reduziram no rosto, com um sotaque de frustrao neles. "Lembra-te do que aconteceu ento? O que posso fazer para perder?" 
Ela negou com a cabea. O sentido do desespero e o medo, foram decaindo. "Eu estava sonhando, suponho. Isso  tudo." 
"Me diga o que fiz." 
Mas lhe apertou a cara a seu ombro, aliviado ao ver que se quente e slida. "S um sonho", insistiu. " amanh?" 
Comeou a discutir, logo retrocedeu. "Quase. Tenho que voltar para a estalagem." 
"Muito logo". 
"Eu gostaria de deter o sol se pudesse." Lhe apertou uma vez mais, logo se levantou para conseguir suas roupas. 
Abraadas debaixo da manta, Shannon lhe olhava e sentia o comicho do desejo pouco comeam a provocar de novo. sentou-se, vamos  piscina manta at a 

cintura. "Murphy? Quando olhou para trs, teve a satisfao de ver seus olhos vo nublado e escuro. "Faz o amor comigo." 
"No h nada que eu gostaria mais, mas minha famlia na casa, e no se sabe quando um deles ..." Ele calou quando se levantou, magro e nu bonito. A roupa 

deslizou-se das mos enquanto caminhava para ele. 
"Faz o amor comigo", disse uma e torcido os braos ao redor de seu pescoo. "Rpido e se desesperada. Como se fora a ltima vez." 
No era uma bruxa nela. Ele j sabia que a primeira vez que tinha cuidadoso nos olhos. O poder de brilhava deles agora, crdulo e desafiante. Embora seu flego 


assobiou quando arrastava sua cabea para trs pelo cabelo, nunca o olhar vacilou. 
"Ao igual a isto, ento." Sua voz era spera como ele a arrastou ao redor. Apoiou as costas contra a pedra rei e, lhe sujeitando os quadris, levantou-a em 
velo. 
Ela se sujeita a seu redor, dispostos e ansiosos. O estalo de energia quando a penetrou, o mau trato aos duas com a velocidade e o desespero que havia 

exigido. 
Eram olho a olho, cada golpe violento esquentar o respiraes ofegantes que se levaram. Suas unhas se cravaram em seus ombros, seus lbios curvados em sinal de 
triunfo 

quando seus corpos convulsos juntos. 
Suas pernas tremiam, e suas mos tinham ido to mido que temia que perderia seu domnio sobre ela e a queda dela. Ouvia sua prpria respirao ofegante como 

a um co. 
"Jesus". Piscou picada suor dos olhos. "Doce Jesus Cristo." 
Fundo em seu ombro ps-se a rir. faz-se borbulhar atravs dela, cheio de alegria e fascinao. S podia lutar para recuperar seu flego e o equilbrio 

enquanto jogou os braos ao ar. "OH, sinto-me to vivo." 
Um sorriso se atirou da boca como as arrumou para evitar que ela caindo ambos. "Est vivo bem. Mas maldito perto de minha morte." Ele a beijou com fora, 

logo seu posto firmemente sobre seus ps. "Obter a roupa posta, a mulher, antes de acabar comigo." 
"Desejaria que pudssemos sair a correr nua por dinheiro os campos." 
Ele suspirou e se inclinou para recolher a seu sustento. "OH, minha Santa me adoraria que, se passo a dar uma volta pelo ptio e olhar para fora." 
Divertido, Shannon se meteu em seu prendedor e calcinhas arrancado da erva. "Arrumado a que sua Santa me sabe muito bem o que estiveste fazendo, j que no retornou 


a casa ontem  noite. 
"Saber e vendo de primeira mo de duas coisas distintas." Deu-lhe um tapinha amistoso abaixo quando ela se inclinou para recolher sua camisa. "V-te sexy em roupa 


de homem. Quis dizer." 
"Olhar dos homens", corrigiu Shannon, aboto-la camisa de grande tamanho. "Qual  a diferena?" sentou-se na erva a fic-los sapatos. "Iria comigo 

esta noite, Shannon, se for chama?" 
Desconcertado e contente, lhe olhou. Que o homem pode pedir, to docemente, quando logo que tinha terminado de ir em cada ao igual a outros animais, encantado 

ela. -Bom, pode ser que faria que, Murphy Muldoon, "disse ela, lhe dando uma melhor oportunidade de acento do oeste. 
Seus olhos danavam como ele atirou dela uma de seus sapatos. "Ainda soam como um ianque. Mas eu gosto'tis um acento carinho." Ela soltou um bufido. "Tem um acento 


carinho. Direito." Ela se agachou para recolher a manta, mas ficou a mo. 
"Deixa eles ... se se quiser." 
Sonriendo, deu-lhe a mo para que os dedos entrelaados. "Sim. Farei-o." 
"Ento acompanho a sua porta." 
"Voc no tem que faz-lo." 
"Tm-me que faz-lo." Levou-a atravs do arco de pedra e no campo onde a luz comeava  prola erva mida de rocio. "E quero tambm." 
Feliz, ela apoiou a cabea em seu ombro enquanto caminhavam. No este, pela manh se eleva brandamente em tons rosas e dourados, como uma pintura, banhada por 

um bolo com ponta de pincel. Ouviu o canto do galo e o canto alegre de uma cotovia. Quando Murphy se deteve para recolher uma flor silvestre com ptalas de cor 


branco cremoso, voltou-se, sorridente, de modo que ele pudesse cair em seus cabelos. 
"Olhe, h uma urraca." Ela levantou a mo para assinalar como o ave se lanou a baixa altura sobre o terreno. "Assim , no? Brianna me ensino." 
-Assim . Olhe ali, rpido. Dois mais ". Agradado por sua sorte, ele passou seu brao pelos ombros. "A gente  para a dor", disse-lhe. "Duas  de risada. Trs para 

uma 

bodas, e quatro para um nascimento." 
Observou o vo e se esclareceu garganta. "Murphy, sei que voc tem sentimentos muito fortes, e" 
Levantou-a e a ps sobre a parede ao lado. "Estou apaixonado por ti-disse com facilidade. "Se isso for o que est significado." 
-Sim, isso  o que quero dizer. " Ela tinha que tomar cuidado, deu-se conta, j que suas emoes tinham chegado muito mais profunda do que tinha querido nunca. 


"E acredito que entendo o que voc considere que deve avanar. Levar a sua personalidade, sua cultura e sua religio em conta". "H uma maneira maravilhosa de que 

saturam 
as coisas com palavras. O que quer dizer  que quero me casar contigo." 
"OH, Murphy". 
"No te estou pedindo neste momento", assinalou, 
"O que estou fazendo  desfrutar de um passeio pela manh com voc e com vontades de verte de novo de noite." 
Lhe deslizou um olhar, viu que estava estudando-a. "portanto, podemos mant-lo simples?" 
"No h nada mais simples. Aqui. me deixe te beijar antes de estar no jardim do Brie". 
Ele a converteu em seus braos, baixou a cabea, e se fundiu seu corao. "Uma mais", sussurrou e o atraiu para trs. 
"vou chamar para voc." Fez o esforo e a soltou. "Eu te levaria a jantar, mas-" "Sua famlia est aqui," concluiu ela. "Eu entendo". "Eles se iro amanh. 

Se voc no se sentiria incmoda com brie, eu gostaria se deseja passar a noite comigo, em minha cama." 
-No, no me sentiria incmodo. " "At mais tarde ento". Beijou-a na ponta dos dedos e a deixou no bordo do jardim onde as rosas eram ainda mida por 

o rocio. 
Cantarolando, cruzou a grama, deixou-se na porta de atrs. S a ficar curtos quando viu Brianna medir o caf na cozinha. 
"OH, ol." Sem dar-se conta do sorriso tolo na cara, Shannon colocou as mos nos bolsos de sua cala. "levantou-se cedo." 
Brianna s levantou uma sobrancelha. Tinha estado at meia hora, ao mesmo tempo que leva em p quase todas as manhs de sua vida. "Kayla queria o caf da manh." 

Shannon olhou o relgio com surpresa. "Acredito que  um pouco mais tarde que o que pensava. Eu estava fora ...." 
"Assim que se reuniram. Murphy No quer dever tomar um caf?" 
-No,-Interrompeu-se, suspirou. -Suponho que no eram muito discretos. 
"Poderia-se dizer que no estou surpreso de ver que entra agora quando vi a forma em que olhou quando saiu com ele a noite anterior." Dado que o caf se estava 


gerando, Brianna se deu a volta. "V-te feliz." 
"Me?" Ela riu, e logo deu no impulso e correu a abraar a seu redor Brianna. "Devo ser. Devo ser um idiota feliz. Acabo de passar a noite com um homem 

nos potreros. Mim. Nos potreros.  incrvel ". 
"Estou feliz por ti." Brianna sustentou firmemente, movido por esta primeira exploso livre de afeto da irm da irm. "Para os dois.  um homem especial, 

Murphy. esperei muito tempo que terei que encontrar a algum especial." 
Shannon se aferrou durante outro minuto. "Brianna, no  to assim. Cuido dele. Eu o cuidam muito. No poderia ter estado com ele se no o fiz." 
"Sei. Eu entendo que muito bem." 
"Mas eu no sou como voc." Shannon deu um passo atrs, com a esperana de explicar a Brianna o que tinha que explicar a si mesmo. "No sou como voc ou como Maggie. 


No estou procurando a estabelecer-se aqui, casar-se e criar uma famlia. Tenho outras ambies". 
O problema tinha chegado j aos olhos da Brianna antes dos baixou. "Est muito apaixonado por ti." 
"Sei. E no estou seguro de que no estou apaixonada por ele." deu-se a volta, pensando em manter o equilbrio em movimento. "Mas o amor no sempre  suficiente 


para construir uma vida na. Voc e eu devemos entender que, por causa de nossos pais. tratei que explicar isto ao Murphy, e s posso esperar que tenho. 

Porque o ltimo que quero fazer  lhe fazer danifico. " 
"E no acredito que vais fazer mal dando as costas a seu corao?" 
"Tenho minha cabea para pensar, tambm." 
Brianna colocou a mo em um armrio para as taas e pires. -Isso  certo.  tudo de vocs que tem que decidir o que  correto. E  difcil quando 

uma parte de quo rebocadores longe da outra. " 
"Voc o entendo. Agradecido, Shannon lhe ps uma mo no ombro. "Voc realmente." 
- obvio. Para o Murphy  fcil. No tem perguntas a respeito de seus pensamentos ou sentimentos ou necessidades. Esto todos vocs. Para ti no  to simples. 

Assim 
que tem que tomar sua felicidade como vem, e no se trate em cada passo da mesma. " 
"Isso  o que estou tratando de fazer. No s com o Murphy. Estou contente, Brianna," ela disse em voz baixa, "com voc". 
"Isto significa mais do que posso dizer que me digam isso isso." Com o amor aliviar brandamente atravs dela, Brianna se voltou e sorriu. "Para saber que voc 

pudesse diz-lo.  uma formosa manh." 
" um grande manh." Shannon capturados Brianna mos e a apertou. "A melhor manh. Vou trocar". 
"Tome seu caf com voc." Pisca com lgrimas, Brianna se serve uma taa. "Te vou preparar o caf da manh antes da igreja." 
-No vou tomar o caf ", disse Shannon e assim o fez. "E eu irei mudana. Logo voltarei e lhe ajudar a preparar o caf da manh." 
"Mas" 
"No sou um convidado mais aqui." 
Esta vez os olhos lhe encheram Brianna antes de que pudesse det-los. -No, no o so. Bom, ser inteligente a respeito pois,-ordenou-y-lhe se voltou com fora 

a si mesmo servir o ch. "Os que se esto aumentando rapidamente." 
Cinza esperou at que Shannon tinha sado da cozinha antes de que ele entrou em si mesmo. Cruzou uma e reuniu a sua esposa chorando em silencio em seus braos. 

-Adiante, cario-murmurou, e deu uns tapinhas nas costas. "Ter uma boa. Os dois de vocs quase me havia eu a chorar." "Grayson". Balanado contra ele soluou 

felizmente em seu ombro. "Ela  minha irm." 
"Isso  correto." Beijou-a na parte superior da cabea. "Ela  sua irm." 
Captulo XVII 
Shannon no tinha assistido  missa do domingo freqentemente em Nova Iorque. Seus pais tinham sido catlicos devotos em silncio, e ela tinha assistido a escolas 

catlicas, 

passado por todos os ritos e rituais. Ela se considerava um catlico, um moderno, feminino catlico que no estava satisfeito com muitas das doutrinas e as 

leis que entrou pelo Vaticano. 
A missa do domingo era simplesmente um hbito que tinha escapado de uma vez que tinha estabelecido sua vida e o patro em Nova Iorque. 
Mas para a gente de seu pequeno lugar no Condado do Clare, a missa dominical no era um hbito. Foi fundamental. 
Ela teve que admitir, que desfrutou da pequena igreja, o aroma de velas votivas e bancos de gentil que lhe trouxe lembranas sensoriais de sua juventude. As esttuas 


da Mara e Jos, as placas que ilustra as Estaes da Cruz, a toalha do altar bordado eram todos os smbolos que se encontram em todo mundo. 
A pequena igreja do povo se gabava pequenas vidraas de cores suaves atravs do qual a luz escutados. Os bancos estavam marcados com a idade, os 
genuflexrios 
desgastadas, e o velho estou acostumado a rangiam em cada genuflexo. 
Entretanto singela a configurao, o mesmo rito tinha um revolver pompa e a grandeza que aqui, como o faria na magnfica catedral de So Patrcio na 

Quinta Avenida. sentia-se slido e estvel sentado junto  Brianna, escutando o tom lrico do sacerdote, as respostas murmurou da congregao, o grito 

ocasional ou gemido de um menino. 
a famlia do Murphy foi outro lado do corredor estreito, disponham-se em dois bancos. E ela, porque estava comeando a pensar neles como sua famlia se situaram 


em um sozinho. 
Quando se detinham para receber a bno, Liam se encarapitou sobre os bancos e levantou seus braos para ela. Subiu ao quadril, com um sorriso quando 

ele apertou os lbios. 
"Pretty", disse em um sussurro quando lhe tinha obrigado com um beijo. Seus dedos gordinhos se dirigiu a ctrico e pedras de ametista que ela levava nas 

orelhas. "O meu". 
-No. Mine. " Levou ele com ela como a congregao esvaziou as bancas e se derramou por volta do sol da manh. 
"Pretty", disse de novo, assim espero, que canalize atravs de sua bolsa para ver se podia encontrar algo que lhe agrada. 
"Ela  que, moo." Liam Murphy arrebatou de distncia, lhe lanando alta para faz-lo rir. "Bela como uma manh de maio." 
Shannon sentiu um estremecimento encaracolado at a coluna vertebral. S horas antes de que se esteve nua, suarenta, e o encerrou juntos. Agora estavam 

recortados a cabo para a igreja e rodeado de gente. No deixou de necessidade frescas procedentes de curling em seu intestino. 
Atirando de um pequeno espelho de sua bolsa, ela o destinadas ao Liam. "No  bonita." 
Encantado, Liam se aferrou a ele e comeou a fazer caretas a si mesmo. "Olhe mame." Perto do Kate embalou seu filho menor no ombro. "vem-se como uma pequena famlia 


juntos ali. Alguma vez pensou Murphy teria posto os olhos em um ianque? E tal um luxo?" 
"No" Alice os olhava, suas emoes mescladas e confusas. "Eu no acredito. Estava acostumado a ser me perguntei se seria uma do Tom Concannon filhas para ele. 
Mas 
isto nunca se 

espera." 
Kate olhou por volta de onde trs anos ela foi contente arrancando a erva e controle de seu sabor. "No te importa?" 
"No decidi ainda." Ignorando o estado de nimo, inclinou-se e recolheu Alice a seu neto. "Kevin, a erva no  para comer a menos que seja uma vaca. Vamos 

a reunir as tropas, Kate. Havemos jantar do domingo a cozinhar." Para ouvir seu nome aclamado, Murphy se levou uma mo. "Tenho que levar-se bem. vou chamar para 

mais 

tarde. Passou de novo a seu Liam. "Permite-me te dar um beijo aqui?" 
"Kiss", de acordo ao Liam e enrugada. 
-No, moo. " Mas Murphy lhe deu um beijo de todos os modos, antes de passar para cima e deixar que seus lbios se deslizam brandamente sobre o Shannon. "At mais 

tarde". 

"Sim". Ela tinha que me concentrar em no suspirando como uma colegiala quando ele partiu. "Mais tarde". 
Quer que tome sua carga ali, tia Shannon? Ao ver o caminho estava espaoso, Rogam se adiantou. 
-No o tenho. " 
-Parece como se voc tem ". E foi um golpe do destino agradvel, Rogam pensamento, que a interferncia correr menino para ele. "Tinha a esperana de falar 

com voc. Chega-te a casa com o Maggie e eu? Estaramos encantados de te ter para o ch. Como era do Liam. " 
"O ch". Liam perdido o interesse no espelho e ricocheteou no quadril do Shannon. "Cake". 
"A est o resultado final", disse Rogam com um sorriso. "Ao igual a sua me". Sem esperar sua resposta, Rogam tomou o cotovelo do Shannon e comeou a dirigir 
para 
seu carro. 
"Devo dizer-Brie" 
"Hei-lhe dito. Maggie", gritou. "Seu filho quer ch e um bolo." 
"Que menino?" Maggie arrebatados junto com eles ao igual a Shannon chegou  porta do carro. "Est voc dirigindo ns, Shannon? 
"Maldita seja. Eu que nove de cada dez vezes." Com o Liam no reboque, arredonda-se ao lado do passageiro e despojou ao menino em seu assento do carro. "Uma vez 
um 

ianque", comentou Maggie e se acomodou. 
Shannon s enrugou o nariz e entretido Liam na unidade. 
Pouco tempo depois estavam na cozinha. Foi Rogam, assinalou Shannon, quem elabora o ch. "Voc desfrutou da Ceili?" , perguntou-se. 
"Sim, muito. 
"Voc se foi cedo." Com um brilho em seus olhos malvados, Maggie estabelecidos pequenas fatias de torta geada. 
Shannon s elevou uma sobrancelha e rompeu uma esquina de uma parte. "Esta  a receita do Brie", disse depois de uma amostra. 
- bolo do Brie. Seja agradecido. " 
-Muito agradecido, "pr Rogam polegadas" muito Brianna  humano deixar veneno Maggie ns ". 
"Sou um artista, no um cozinheiro." 
"Brianna  muito mais que um cozinheiro". Shannon preparado para cerdas. "Ela  uma artista. E isso se nota em todas as habitaes da estalagem." 
-Bem, bem. " Divertido e agradado, Maggie se inclinou para trs. "Rpida para saltar diante dela, no?" 
"Assim como voc o faz," disse Rogam brandamente como ele trouxe recipiente na mesa. "Brianna inspira lealdade. A estalagem  muito acolhedora, no?" peritos, alisava-se 


as plumas enquanto servia o ch. "Fiquei eu quando vim pela primeira vez  massa  porta de Margarida Mara. O tempo estava sujo", recordou, "ao igual a 

o temperamento do Maggie. E a estalagem era uma pequena ilha de paz e a graa em meio de tudo." 
-Foi seu temperamento que estava suja, que eu recorde ", corrigiu Maggie. "Ele me acossavam sem piedade", disse Shannon. "Chegou aqui sem ter sido convidado, e 
no 
desejados. 
E como se pode ver que ainda tenho que me desfazer dele. " 
"Tenacidade tem suas recompensas." Em um velho costume que se deslizou a mo pelo Maggie. "Nossa primeira recompensa de ficar dormido em seu ch", murmurou. 

Maggie olhou a ver o Liam, finos da boca, os olhos fechados, movendo a cabea, com uma mo no punho da torta. " um prmio, todos os direitos." Ela 

riu entre dentes enquanto se levantava para levantar o de sua cadeira alta. Quando se queixou, deu-se uns tapinhas no traseiro e cantou. "No, o amor, s tem 

um pouco de deitar-se. vamos ver se o urso est esperando a voc. Eu acredito que . Est esperando que Liam por vir". 
"Ela  uma formosa me", disse Shannon sem pensar. 
"Isso te surpreende." 
"Sim". Se deu conta do que havia dito um instante muito tarde e perdeu o balo. "Eu no queria dizer" 
"No  um problema. Surpreende a ela tambm. Ela era resistente  idia de ter uma famlia. Uma grande parte de que vem do fato de que sua infncia foi difcil. 


Coisas que reparar no tempo. Inclusive as mais antigas e mais crua das feridas . No sei se alguma vez vai estar perto de sua me, mas que tm feito uma ponte. 


Assim que a distncia  atravessado ". 
Deixou a taa e lhe sorriu. "Pergunto-me se deseja ir ao escritrio por um momento ou dois." 
"Seu escritrio?" 
"Aqui. S atravs da habitao do lado." levantou-se, sabendo maneiras haveria vai com ele. 
Tinha-a querido em seu prprio terreno. Tinha estado no negcio o tempo suficiente para saber que a vantagem de campo de futebol foi um distintivo de uma. E 
que 
o clima de negcios adequado algumas ofertas melhores que a informalidade dos acordos com as comidas. 
Com o Shannon, tinha decidido j fazer uma cindem entre empresa e famlia. Exceto quando o empurro da famlia chegou a ser til. 
Curioso, Shannon lhe seguiu  sala j travs de uma porta de comunicao. Na soleira, deteve-se e olhou com uma combinao de surpresa e admirao. 
 possvel que tenham estado no centro do pas, a tiro de pedra de vacas e galinhas cacarejando, mas aqui foi um espao de trabalho profissional digna de um 
brilhante 
de grande altura em qualquer grande cidade. 
Era de bom gosto, embora elegantemente decoradas, do tapete Bokarra ao abajur do Tiffany, na mesa de mogno reluzente antigos. Maggie estava em 
a 
salga-una fonte impressionante de cristal de safira rosa a meio caminho do artesonado, um matagal delicado de formas e cores se sentou sozinho em uma coluna de 
mrmore 

e Shannon fez pensar em jardim da Brianna. 
Partindo virtualmente com o estilo foram as ferramentas do poder executivo-fax, ordenador, modem, fotocopiadora, tudo elegante e de alta tecnologia. 
"Holy cow". Seu sorriso comeou a estender-se como foi se viver e leite desnatado seu dedo sobre o monitor de um PC de alto grau "Nunca me tivesse imaginado isto 


estava aqui." "Essa  a forma Maggie o queria. E eu tambm." Rogam fez um gesto a uma cadeira. "Este  o lar de uma boa parte do ano, a no ser para ficar 

em casa e tenho que trabalhar." 
-Suponho que pensei que tinham um escritrio na galeria ". "Eu". Para estabelecer o tom que queria estabelecer, sentou-se detrs de seu escritrio. "Mas ambos tm 


carreiras exigentes, e ambos tm um filho. Quando se programa permite, posso trabalhar aqui durante trs dias  semana, com tendncia ao Liam nas manhs, 
enquanto 
que Maggie em sua casa de cristal". 
"No pode ser fcil, para qualquer de vocs. Malabarismo tanto." "Voc assegure-se de que s cai a neve que so substituveis. Transao que  a nica 

maneira que conheo para ter tudo. Acreditei que poderamos falar das outras pinturas que tem feito." 
"OH." Seu cenho franzido. "Fiz um par de aquarelas, e o azeite de outro, mas-" 
"Vi o da Brianna,-interrompeu-me brandamente. "terminaste o da posada-la opinio de jardim de atrs." "Sim. Fui s escarpadas e no uma paisagem marinha. 

Pretty. Tpico, imagino." 
"Duvido-o." Ele sorriu e fez uma breve nota em um caderno. "Mas vamos jogar uma olhada. Teria mais em Nova Iorque". 
"H vrios em meu apartamento, e,  obvio, os que me traga do Colombo." 
"vamos fazer acertos para que os enviem mais." 
"Mas" 
"Meu manager na galeria de Nova Iorque podem cuidar dos detalhes, a embalagem e assim sucessivamente, uma vez que me do uma lista de inventrio." Fez outro intento 


de falar, e depois de fazer rodar seus direitos sobre ela. "Havemos s o que se expe aqui do Clare, e acredito que vamos manter o assim, at que tenhamos uma 

estratgia mais gentil. No enquanto isso." Abriu a gaveta superiora e tirou uma pilha ordenada dos documentos de tamanho legal. "Voc querer olhar por cima 

dos contratos." 
"Rogam, nunca estive de acordo aos contratos." 
" obvio que no." Seu sorriso foi fcil, seu tom de toda razo. "Voc no tem lido. Estaria feliz de ir sobre os trminos com voc, ou me pode recomendar 
um 
advogado. Estou seguro que voc tem sua conta, mas te quero um local." 
Ela encontrou uma cpia dos contratos objeto de dumping nas mos cuidadosamente. "J tenho trabalho". 
"No parece que lhe impea a pintura. Quererei a minha secretria que fique em contato na prxima semana ou assim, para o fundo. O tipo de cor e a informao que 


necessita para uma biografia e notas de imprensa". 
"Comunicados de imprensa?" Ela ps uma mo na cabea lhe dava voltas. 
-J o ver no contrato que todo mundo se encarregar de toda a publicidade para voc. Dependendo de seu inventrio nos Estados Unidos, devemos estar preparados 


para uma amostra em outubro, ou possivelmente de setembro. " 
"Uma demonstrao." Ela deixou sua mo de apoio onde estava e ficou assombrado com ele. "Voc quiere-una mostra?" -repetiu, intumescido. "Em Galerias todo mundo?" 


"Eu tinha pensado que no Dubln, j que tinha tido do primeiro Maggie ali. Mas acredito que prefiro aqui a galeria fotogrfica do Clare, devido a sua relao em 


este caso." Ele inclinou a cabea, sem deixar de sorrir cortesmente. "O que pensa voc?" 
"No acredito", murmurou. "No me ocorre. Rogam, estive em concertos em todo mundo. Nem sequer posso conceber que ningum." 
Ela se fez essa pergunta de novo no caminho de volta  estalagem. Logo se trocava de marcha e se perguntava por que. por que estava passando com isto? Por 

o que se Rogam pression-la para ir junto? 
Sim, com talento. Ela pde ver que para ela em seu trabalho e tinha sido informado pelos professores de arte em muito aos dos anos. Mas a arte no era profissional, 


e o negcio sempre tinha chegado primeiro. 
Ficar de acordo para tratar de Rogam significa investir algo que tinha aoitado toda sua vista-dejando sua arte tomar a iniciativa e permitir que algum mais 

para dirigir os detalhes dos negcios. 
Era mais que um pouco de medo, sem dvida mais incmodo. Mas ela tinha aceito, recordou-se, pelo menos ela no se negou de plano. 
E ela poderia ter, Shannon pensamento. OH, sim, ela reconhece assim a ttica Rogam tinha utilizado, e se utiliza com habilidade sem derramamento de sangue. Seria 


um homem difcil de manobrar, mas podia hav-lo feito. 
O fato era que no tinha tentado realmente. 
Era uma tolice, pensava agora. Uma complicao louco. Como podia haver um espetculo na Irlanda no outono, quando ia ser de trs mil milhas de distncia 

em seu escritrio para ento? 
Mas  que realmente o que quer? 
Ouviu a voz murmurando algo ao ouvido. Resentir, ela se encolheu de ombros e franziu o cenho abaixo no caminho ao andar. 
-Est louco como uma vespa ", comentou Alicia. Ela estava descansando uma mo no porto de entrada de seu filho e sorriu como chefe do Shannon se disparou. 
"OH. Eu estava sozinho ..." Com um esforo se relaxou os ombros. "Eu ia em uma conversao, e se perguntam por que perdi a vantagem dela." "Sempre encontramos 

uma maneira de manter essa vantagem na repetio." Alice tocou com o dedo  tmpora e logo abriu a porta. No quer entrar? " Empurrou a porta mais ampla 

quando Shannon vacilou. "Minha famlia correndo aqui e l, e eu gostaria de um pouco de companhia." 
"Surpreende-me voc." Shannon cruzou e re-preso a prpria porta. "Eu acredito que estaria se desesperada por um par de minutos de paz e tranqilidade." 
" como minha me estava acostumada dizer - voc no tem nada mas que quando est seis ps clandestinamente. Eu estava tendo um olhar no jardim de diante do Murphy. 


Est tendendo bem". 
"Tende-se tudo bem." No est seguro de seus movimentos, ou sua posio, ela seguiu Alice uma cpia de segurana ao alpendre e se instalou na cadeira de balano 

junto a 
ela. 
"Isso o que faz. No faz nada, a menos que ele o faz bem e com cuidado. s vezes, quando era um moo, e parecia que ia a passo pesado sempre atravs de 
uma 
tarefa ou outra que pudesse lhe dar. Eu gostaria de estabelecer em complemento nele, e ele veria justo e me sorri e me diz que estava pensando a melhor maneira 
dele, 
isso 

era tudo. " "Sonha como ele. Onde est?" "OH, ele e meu marido se fora no olhar para trs mais de alguma pea de maquinaria. Minha ama Colin fingindo que sabe 

algo a respeito da agricultura e maquinaria, e Murphy quer deix-lo." 
Shannon sorriu um pouco. "O nome de meu pai era Colin." 
"Era? Perdido-o recentemente." 
"O ano passado. O vero passado". 
"E sua me esta primavera." Instintivamente Alice se aproximou de apertar a mo do Shannon. " uma carga que outra coisa que alivia vida." 
Ela comeou a balanar-se de novo, ao igual a Shannon, de modo que o silncio s era quebrado pelo rangido das cadeiras e o falatrio dos pssaros. 
"Voc desfrutou da Ceili?" 
Esta vez a pergunta tinha as bochechas um rubor de calefao do Shannon. "Sim. Nunca estive em uma festa que lhe parea." 
"Sinto falta dos ter j que estamos no Cork. A cidade no h lugar para um Ceili, uma de verdade." 
"Seu marido  um mdico dali." "Ele , sim. Um mdico bem. E lhe dizem a verdade, quando me mudei ali com ele, eu pensei que tinha morrido e tinha ido ao cu. 
No 
mais o aumento na madrugada para ver as vacas, sem preocupar-se de se os cultivos cresceria, ou a carreira de tratores. " Ela sorriu, olhando por cima do 

jardim ao vale na distncia. "Entretanto, partes de mim que ainda se perca. Inclusive se perca a preocupem-se". 
"Talvez voc voltar quando se retirar." "No, ele  um homem da cidade a meu Colin. You'd entender o atrativo da cidade, vivendo em Nova Iorque". 
"Sim". Mas ela tambm estava olhando por sobre o vale, o brilho das colinas verdes, o aumento de vida deles. "Eu gosto da gente, e a carreira em. O 

rudo. Tomou dias para acostumar-se  tranqilidade que reina aqui, e o espao." 
"Murphy  um homem pelo espao, e pela sensao de sua prpria terra sob seus ps." 
Shannon olhou para trs para ver a Alice a seu estudo. "Sei. No acredito que jamais conheci a ningum como ... arraigada". 
E est voc arraigada, Shannon? "Sinto-me cmodo em Nova Iorque", disse ela com cuidado. "viajamos muito quando era menino, por isso no tm o mesmo tipo 

de razes se refere." 
Alice assentiu com a cabea. "Uma me se preocupa com seus filhos, no importa a altura que crescem. Vejo Murphy no amor com voc." 
-A senhora Brennan. " Shannon elevou as mos, deixou cair. O que podia dizer? "Est pensando no que faz esta mulher quer que faa? Como se espera que eu para 

responder ao que nem sequer era uma pergunta?" Um indcio de um sorriso se desenhou ao redor da boca da Alicia. "Voc no me conhece mais do que j sabe, 

assim no posso dizer olhando aos olhos o que seus sentimentos so para meu filho, ou o que vais fazer com eles. Sentimentos h, isso  normal. Mas sei Murphy. 


No  a mulher que teria eleito por ele, mas um homem escolhe para si mesmo. " 
Jogou um olhar ao Shannon e ps-se a rir. "Agora que te ofendi. 
"No," disse Shannon com rigidez, insultado. "Voc tem perfeito direito a dizer o que pensa." 
"Eu". Sonriendo ainda, Alicia comeou a balanar-se. "E se o fazia ou no. Mas o que quero dizer no era clara. Pensei por um momento, um curto perodo de tempo, 


seria Maggie para ele. Por muito que amo a esta garota, preocupa-me feroz. Haviam levaram a uns aos outros a assassinar em um ano. " 
Apesar de todo sentido comum, Shannon sentiu um puxo do cimes insignificantes. "Murphy e Maggie?" 
"OH, nada mais que um pensamento de cruzamento e um pouco perguntando-se entre eles. Ento pensei que seria Brianna. Ah, agora que, disse-me, era a mulher para 
ele. 
Havia 
lhe fazer uma casa forte ". 
"Murphy e Brie," disse Shannon entre os dentes. "Acredito que ele estava fazendo as rondas". 
"OH, imagino que fez uns quantos, mas no com o Brie. Ele a amava, como amava ao Maggie. Como ele ama a suas irms. Era eu, o planejamento em minha cabea e desejando 


que seja feliz. Preocupava-me, que ver, porque ele tinha vinte e cinco anos, e ainda sem mostrar parcialidade por outra das garotas por aqui. Estava trabalhando 

a granja, 

a leitura de seus livros, tocando sua msica. Era uma famlia que necessitava, digo-me mesmo. Uma mulher junto a ele e os meninos a seus ps. " Shannon se moveu 


seus ombros, ainda molesto pelas imagens da Alice tinha evocado em sua cabea. "Vinte e cinco  jovem para um homem casar-se nestes dias." "," Alicia esteve 

de acordo. "Nos homens da Irlanda revistam esperar anos e anos mais.  medida que saber de uma vez os votos se diz no h quem os unsaying. O divrcio no 

 uma opo para ns, no Por Deus, e no pela lei. Mas uma me quer que seu filho cumpriu. Levei-o a um lado este dia de seu vigsimo quinto ano, e o 

sentou e falou com ele desde meu corao. Eu lhe disse que um homem no deve viver sozinho, no deve ver-se o trabalho to duro e no tm a ningum para vir a casa 

de uma 

noite. Disse-lhe como a menina Ou'Malley tinha posto os olhos nele, e no acredito que ele era uma coisa bonita. " 
sorriso da Alice se desvaneceu quando ela voltou a olhar ao Shannon de novo. "Est de acordo em como ela. Mas quando comecei a pensar mais a respeito de imprensa 


profundamente, o planejamento para o futuro, tendo uma esposa para completar sua presente, ele negou com a cabea, e tomou minhas mos entre as suas e me olhou 


dessa maneira que tem. 
"'MA'", disse, "'Nell Ou'Malley no  para mim. Eu sei quem . Vi que ." "Os olhos da Alicia se obscureceu com uma emoo Shannon no podia entender. "Eu estava 


contente, e lhe perguntei quem era. Disse-me que ainda no havia a seu encontro, no na carne. Mas sabia que ela s quo mesmo ele tinha visto em seus sonhos desde 


que era um menino. Ele s estava esperando para que ela venha. " 
Shannon se ingere em uma garganta seca, e conseguiu manter seu nvel de voz. "Murphy tem uma tendncia para a romntica". 
"Ele o faz. Mas sei que quando meu menino est tendo uma fantasia e quando quer dizer justamente o que ele diz. Ele estava falando no mais que a verdade para 

mim. E falou nada mais que a verdade quando me chamou recentemente para me dizer que tinha chegado. " 
"No  assim. No pode ser assim." 
" difcil julgar o que pode e no pode ser. No corao. Pode ter o seu, Shannon Bodine. O nico que te peo  cuidar a ateno, bem com ela. 
Se 
voc encontra que voc pode t 'mantenha-se, ou no o quer depois de tudo, a mo de novo a ele com cuidado. "' 
"No quero lhe fazer danifico." 
-Ai, filho, j sei. Nunca escolheria a uma mulher com mesquinharia nela. Sinto te haver feito triste ". 
Shannon se limitou a negar com a cabea. "Terei que diz-lo. Estou seguro de que tinha que ouvi-lo. vou arrumar as coisas." "Darling". Com um pouco parecido a uma 

risada 
afogada, Alice se inclinou de novo para tomar a mo do Shannon. "Voc pode tratar, mas ele os enredos de novo. Voc no deve pensar que dito tudo isto para 

pr a carga sobre seus ombros sozinho.  compartilhado entre voc, igual. O que acontece entre voc, alegria ou tristeza, ser-se causado pelos dois. Se sua me 
estivesse 

aqui, estaria dizendo Murphy tomar cuidado com voc. " 
"Ela pode ser." A tenso nos dedos do Shannon se relaxou um pouco. -Sim, poderia. Tem sorte de te ter, a senhora Brennan. " 
-E eu lhe recordo, freqentemente. Vamos, vamos ver se minhas filhas tm termine de cozinhar o cordeiro para o jantar. " 
"Devo retornar." 
Alice se levantou, desenho Shannon com ela. "Ter a sua comida do domingo conosco, certamente. Murphy'll que deseje. Eu tambm." 
Abriu a porta de entrada, deu um passo atrs, e deu a bem-vinda Shannon em seu interior. 
Captulo Dezoito 
Por muito que gostava de ver Shannon Murphy com sua famlia, pendurando uma de suas sobrinhas no joelho, rendo por algo-disse Kate-, escutando com ateno a seu 


sobrinho explicar sobre os carburadores, queria-a sozinho. 
Ao parecer a famlia que tanto amava estava conspirando para que no se cumpre que um simples desejo e vital. 
Ele mencionei quase ao passar que era uma formosa noite de passeio, e ele pensou que Shannon desfrutar dela. Seja qual seja a resposta que ela pde ter feito foi 

afogada 
por suas irms conversando ao Shannon sobre as modas. Um homem paciente, esperou um momento e logo o tentou de novo, o que sugere uma viagem ao botequim, onde 

estava seguro de que poderia cair Shannon em uma piscada. Mas seu sogro lhe levou  parte e comeou a perfurar no funcionamento da colheitadeira nova. 
Quando ficou o sol e a lua comeou a subir, encontrou-se arrastados a um jogo de tio Wiggly com alguns dos meninos enquanto que Shannon estava ao outro lado 

da sala de manter uma discusso com a inteno de sua sobrinha adolescente a respeito da msica americana. 
Ele viu sua primeira oportunidade clara quando os meninos eram postos em um lote para a cama. movem-se rapidamente, agarrou a mo do Shannon. "Vamos pr 
a 
bule para o ch." Sem romper a pernada, atraiu-a para a cozinha, atravs dele, e pela porta traseira. "A bule" 
"O diabo se leve a caldeira", murmurou e se voltou em seus braos. Ao lado da cooperativa s galinhas refletia, beijou-a como se sua vida dependesse disso. 

"Nunca me dava conta de quanta gente h em minha famlia." 
"Vinte e trs", murmurou, deslizando no beijo que vem. "Vinte e quatro com voc. Contei." 
"E um deles est destinado a ser aparecendo a janela da cozinha em qualquer momento. Vamos. Estamos fazendo um descanso para ele." 
Tirou seu recinto o passado e o lpis e at a primeira ascenso at que ficou sem flego e renda-se. "Murphy, diminua a velocidade. No vamos aos ces 

de ns." 
"Se tivssemos os ces, que se faa." Mas ele cortou seu passo um pouco. "Quero contigo a ss. Importa-te? " 
"No. De fato, estive esperando uma oportunidade de falar com voc." 
"vamos falar tudo o que queira", prometeu. "Depois te mostro o que estive pensando em fazer de ti todo o dia e a metade da noite." 
O calor fez uma bola, um peso slido, ao vapor no estmago. 
"Temos que falar primeiro. Realmente no estabelecemos as diretrizes.  importante que entendam, assim, onde nos encontramos, antes de entrar mais profundamente 


nisto". 
"Diretrizes". A palavra lhe fez sorrir. "Acredito que posso encontrar meu caminho sem eles." 
"Eu no estou falando do aspecto fsico." Um pensamento intruso, e lhe deu a voz fresca e casual. "Voc no sempre tm um aspecto fsico com o Maggie, se verdade? 


Sua primeira reao foi rir a gargalhadas, mas um giro da travessura lhe fez zumbir em considerao. "Bom, agora que o diz ..." Deixou que a frase fora 

de pista enquanto ficava do Shannon no crculo de pedra. 
Ela foi abruptamente longe de esfriar e bate para lhe apartar as mos enquanto atirava da jaqueta. "Agora que o menciono? repetiu com o ao em sua voz. 

"Tivemos um pouco de um aspecto", disse, ignorando seus empurres mos enquanto se trabalhava nos botes de sua blusa. "Beijou-me uma vez, em um pouco mais do que 


voc poderia estar chamando de forma fraternal." Sorriu aos olhos Shannon. "Foi curioso e era doce. Eu tinha quinze anos se a memria no servir." 
"OH." O monstro de olhos verdes foi eclipsada pela estupidez. "Arrumei-me isso para penetrar em uma do Brie, tambm. Mas terminamos rendo o um ao outro, enquanto 


nossos lbios estavam fechadas ainda. Tomou o romance direito fora dele." 
-Ah-disse ela de novo e fazendo panelas. "E isso foi tudo?" 
"No se preocupe. Eu nunca ... cruzado nenhuma fronteira com qualquer de suas irms. Assim ..." 
Sua lngua se secou enquanto se deslizava a um lado a blusa. Vestia de seda por debaixo de esta noite, de seda escura, perigosa que caiu baixo e provocadora na 


curva de seus peitos e logo talher at brilham sob a cinturilla da saia. 
"Quero ver o resto", as arrumou e atirou abaixo a cremalheira. 
Uma brisa brincou o cabelo enquanto permanecia de p na lua cambiante. Tinha-o levado para ele, tinha eleito desde sua gaveta da manh com a imagem em seu 

mente de seu rosto quando a viu nela. Foi uma curta, a seduo deliberada de seda e encaixe que se aferrava s curvas. 
Deslumbrado por ela, desnatada uma mo para sua coxa e sentiu a ponta da meia do forma de esquentar a carne. E sua boca gua. 
" a graa de Deus eu no sabia o que tinha em virtude de que se adapte a pouco." Sua voz era grosa e desigual nos borde. "Nunca o teria feito atravs de 

a missa" 
Ela tivesse querido falar com ele. necessita-se para. Mas o sentido comum havia nenhuma defesa contra o jorro quente da luxria. Alargou a mo, atirou 
o 
suter na cabea. 
"Eu sabia o que estava baixo aqui. No te pode imaginar o que estava pensando durante o Ofertrio." Sua risada era dbil. "vamos fazer penitncia, tanto para 
ele. 
Mais tarde". Ele deu uma cotovelada a uma correia de ombro, logo o outro para que o corpo deslocado, tenuemente se aferrou. "A deusa que protege a terra sagrada", 


murmurou. "E a bruxa que veio depois". 
Suas palavras fizeram tremer, de medo e excitao. "Eu sou uma mulher, Murphy. S uma mulher de p fere, querendo que." Mais que impaciente, ela deu um passo 

adiante em seus braos. "me mostre. me mostre o que pensava fazer ." Ela esmagou sua boca  sua, insoportablemente fome. -Ento, fazer mais. " 
Poderia ter comido viva, consumida palmo a palmo, continuando, uivava  lua como um lobo raivoso. Assim que lhe mostrou seu ataque desumano boca, deixando 
que 
suas mos perambulam pela maior urgncia a seu desejo. Os sons de sua garganta se fez mais forte, mais selvagem. Ele sentiu que sua linha de contato os dentes 

e atirar dos lbios, tomou sua prpria  garganta para devorar a longitude curva da pele acetinada. 
J estava molhada quando tomou. Se ele a levou at cruelmente, se seu gemido estremeceu em um pouco mais prximo aos gritos, estava muito longe sobre a linha 

a deter-se. 
Suas pernas simplesmente grampeado. sentiu-se cair, sentiu o colcho de seu corpo sob o seu, ento o peso dela enquanto rodava. 
Sua boca estava em todas partes, atravs da suco gloriosamente de seda, e debaixo dela. Suas mos eram incrivelmente rpida, slicking aqui, agarre ali. 

O seu no eram menos urgentes, a carne procurar, encontrar, explorar. Ela arrancou e atirou do boto das calas, murmurando promessas e rogos enquanto lutava 

pela manta. 
Sem flego, sentou-lhe escarranchado, continuando, em um movimento to rpido que um raio escalonada seus sentidos, tirou-o de profundidade. 
Enquanto a glria impressionante e violenta do escutados atravs dele, viu seu arco para trs. Seu corpo era sinuoso e elegante, com o cabelo de uma chuva 

de seda, com o rosto de uma talha enorme de triunfo e dos prazeres carnais. 
Spellbound, ele se aproximou, encontrou a seu peito, olhou suas mos fechar-se sobre eles. Sentiu o peso, a imprensa quente de seus mamilos, o trovo selvagem de 

seu corao. 

Seu, pensou vagamente enquanto seu corpo se estremeceu com a necessidade insuportvel. Esta vez, para todos os tempos, o seu. Ela comeou a balanar-se, lentamente 


ao princpio, como uma dana. Nuvens trocado ao longo e ao redor da lua e se passa de modo que sua cara estava fechado, ento revelou, ento fechadas 
outra 
vez como um sonho que no pde capturar. 
O sangue comeou a raiva, em seus lombos, em sua cabea de modo que estava seguro de que ia explorar e no deixar nada mais que ossos quebrados. 
Viu-a levantar os braos, witchlike elevar-se para o cu. Seus movimentos se acelerou, e comeou a murmurar a ela, as palavras se desesperadas e Gaelic. Parecia 


que lhe respondeu, com a mesma urgncia, na mesma lngua. Ento sua mente nublados, e se produziu seu corpo, ele a seu vazamento. 
Em um comprido gemido, tremendo, deslizou-se para ele. Vises danavam na cabea, desvaneceu-se. Ela deve ter dormido, porque ela despertou com o corao 

pulsava-lhe lento e espesso, e sua pele tremia quente. Embora ele cavou seu peito, seus lbios curvados e expressou sua satisfao. 
Seu tato era suave agora, quase de adorao. Ento ela suspirou, e desfrutou de seu corpo e deixar que se acariciou meigamente de novo  excitao. 
Ela abriu para ele, sentiu que ele a encha. Deleita nos dois lados dele, que j conseguiu seu passo lento at que o ltimo fulgor da necessidade tranqilizou. 

Mais tarde, tendeu-se junto a ele, acolhedor na manta que tinha desenhado sobre eles. 
"Darling". Lhe acariciou o cabelo. "No podemos dormir aqui esta noite." 
Ela sentiu que seus msculos puxo quando ela passou a mo sobre o ventre baixo. "No tm que dormir." 
"Quero dizer que no posso ficar aqui." Voltou a cabea pelo simples prazer de enterrar o nariz no cabelo. "vai chover." 
"?" Abriu um olho e olhou ao cu. "De onde vo as estrelas?" 
"detrs das nuvens, a chuva e no h disponvel breve." 
"Hmm. Que horas so?" 
"perdi a pista." 
Onde est meu relgio? " 
"No levavam uma". 
"Eu no o era?" Em reflexo sentiu que sua boneca. Estranho, nunca deu um passo sem seu relgio. Nunca antes. 
"No necessitamos um relgio para saber que  tempo te deixo baixo teto." Com pesar, atirou a manta a um lado. "Talvez me perguntava a tomar o ch para que eu pudesse 


passar um pouco mais de tempo olhando a ti." 
Ela tirou a camisa pela cabea. "Poderamos tomar o ch em minha habitao." "Sinto-me to incmodo a respeito de que, como eu a levarei a minha enquanto minha 
famlia 

na casa." Viu-a suave em suas meias. "vai ser depois de usar algo como isso outra vez?" 
tornou-se para trs seu cabelo como ela abotoou a blusa. -Suponho que no estamos falando da demanda. " -No, querida, o baixo ". 
"Eu no tenho muito neste sentido, mas j verei o que posso fazer." Ela se levantou para atirar da saia. "Talvez eu possa recolher um par de coisas no Dubln." 


"Dubln? Vai ao Dubln?" "Tera-feira". Ela se encolheu de ombros em sua jaqueta, e logo tomou sua mo estendida. "De algum jeito, e no estou do todo seguro de 

como 

aconteceu, eu vou rogam." "Ah, voc estabeleceu o contato a seguir." "Nem sequer tenho lido o contrato. Mas ao parecer, tenho uma entrevista na quarta-feira 

ter tomado fotos de publicidade. Alm disso se supe que devo lhe dar uma lista de meu inventrio, como chama a minhas pinturas de volta em Nova Iorque. Parece 
com 
pensar 

que estou tendo um show no outono. " 
"Isso  grandioso." Encantado por ela, ele a abriu frente a seus ps para lhe dar um beijo. "por que no me disse isso antes? Teramos que celebrar." 
"Se tivssemos celebrado mais, no acredito que estaramos vivos para falar disso." Quando ria, ela colocou seu brao com o seu. Seu prazer sem vacilaes, para 

ela, 
embora ela no estava seguro de suas prprias reaes, comovido profundamente. "Em qualquer caso, eu no sei se se chama a celebrar. No assinei, embora a forma 


em conversaes Rogam  um fato. " 
"Pode-se confiar nele, se isso for o preocupam-se de ti." 
-No, absolutamente. A todo mundo a reputao  de primeira classe. E alm disso, eu gostaria de confiar absolutamente Rogam.  uma grande deciso para mim, e 

eu gosto de fazer que inclusive pequenas decises depois de uma anlise cuidadosa. " 
"Mas vai ao Dubln", assinalou. 
"Que um se afastou de mim. Um minuto estvamos falando do Maggie e Liam, e a seguinte tinha contratos na mo e falar de espetculos e a publicidade zumbido 

em meus ouvidos". 
"Ele  o mais preparado dos bolsistas,  Rogam," disse Murphy admirao. "Te vou sentir saudades, Shannon. Estar fora muito tempo? 
"Eu deveria estar de volta na quinta-feira ou sexta-feira, pelo que disse." Eram quase de volta na venda, quando as primeiras gotas de chuva caram. "Tinha muitas 

vontades 

de falar contigo, Murphy". 
"Assim que voc h dito. Diretrizes, verdade?" 
"Sim". 
"vo seguir." Ele assentiu com a cabea para a janela. "Brie na cozinha. Eu gostaria de entrar, mas no vamos estar sozinho, e eu no posso ficar muito tempo". 


"vo seguir", aceitou. 
na tera-feira pela manh Shannon foi embalado e preparado e se perguntava o que tinha metido nela. Ela tinha perguntado que um pouco desde que chegou a Irlanda, 

se 

deu conta. Parecia que todos os ajustes que fez, ou que se considere fazer em sua vida, requer outro. 
Entretanto, a idia de passar uns dias no Dubln no foi uma dificuldade. Tinham passado semanas desde que tinha estado em algo remotamente parecido a uma cidade. 


"H um guarda-chuva", perguntou Brianna, abate-se sobre a bolsa do Shannon tinha estabelecido pela porta principal da estalagem. "E uma jaqueta extra em caso de 


que o clima se volta?" 
-Sim, mame ". 
Lavado um pouco, Brianna trocado o beb no ombro. "dirige-se Maggie louco quando posso comprovar sua embalagem. Grayson dado por vencido e me permite que o faa 


por ele." 
"me crie, eu sou um perito, e  s por um par de dias. Hei aqui o carro de Rogam agora." 
"Que tenha um tempo maravilhoso." Brianna teria adotado a mesma bolsa se no a havia Shannon adiantou. "A casa do Dubln  precioso, j o ver. Rogam e 
o 
cozinheiro  um mago". 
"Ele diz o mesmo de vocs", comentou Rogam como ele se aproximou de tomar a bolsa do Shannon. Deu Brianna e Kayla um beijo antes de guardar a mala. "No se esquea 


de tomar suas vitaminas", disse Maggie Brianna, logo se inclinou no veculo para beij-la e adeus Liam. 
"No me dava conta que ia vir, Maggie." Tampouco se sabe como se sentia a respeito. voltou-se e deu um abrao rpido Brianna e beijou a Kayla na ponta da 

nariz. 
"Fly seguro". Brianna moveu a beb, olhando o carro at que se perdeu de vista. 
Foi A. curto viaje ao aeroporto sob um cu plmbeo e garoa. Shannon Recordei o dia em que tinha aterrissado no aeroporto que compartilhou seu nome. 
Tinha estado todos os nervos e a ira reprimida. A maior parte da ira se desvaneceu, deu-se conta. Mas os nervos ainda estavam ali, saltando agora 

que ela se considera o que esta curta viagem ia trocar em sua vida. 
Houve sem muitos problemas a sua chegada. Shannon decidiu Rogam era um homem que no tolera na hora dos negcios. Em pouco tempo se sentaram em seu 

avio privado com o Liam rebote na janela, assinalando cada caminho ou um carro que apareceu  vista. 
" um homem que viaja,  Liam." Maggie se acomodou com a esperana de que estariam no ar logo para que ela pudesse tomar uma taa de ch. Ela tinha estado 

sofrendo muito mais nuseas pela manh com este embarao que ela teve com seu primeira. E ela no se preocupava com ele. 
" maravilhoso que pode ter a experincia", comentou Shannon. "Sempre apreciei." 
"Fez um monto de viajar com seus pais." Rogam se deslizou a mo pelo Maggie, desejando cada pedacinho tanta fora como ela que a enfermidade da manh 

siga-se seu curso. 
"Passatempo favorito de meu pai. Uma de minhas primeiras lembranas  o de chegar ao aeroporto de Roma. O pico e as vozes, e a cor do mesmo. Acredito que estava 


perto de cinco." O avio comeou a rodar, e Liam chiou de alegria. 
"lhe gosta desta parte o melhor". Maggie manteve um sorriso pego a sua cara como a decolagem turvada seu estmago. Maldita seja, maldita seja, maldita seja, 

pensou. No ia vomitar o brinde lamentvel seca que tinha estrangulado a tomar o caf da manh. 
"Eu tambm". Shannon se inclinou, apertando sua bochecha ao Liam e assim eles poderiam compartilhar a emoo juntos. "Ali vai, Liam. Estamos com os pssaros." "Os 

pssaros! 

Bye. Bye bye". 
Bye. Shannon suspirou um pouco. Murphy estava a abaixo. No tinham tido sua noite mais completo, como tinham esperado. Entre a viagem e a chuva e um cavalo com 


a pezua partida, que logo que tinha tido uma hora a ss. 
E o tempo se estava acabando. ia ter que pensar em que muito em breve. Nova Iorque no quis esperar para sempre. "Maldita seja". Como Shannon olhou para trs, 

surpreso, Maggie lhe arrancou o cinto de segurana e saiu disparado da cabine. A porta se fechou detrs dela lavabo. 
-Maldita sa-repiti Liam, dico, por uma vez quase perfeita. 
"Est enjoado? Shannon chegou por seu prprio cinturo, perguntando-se o que, em todo caso, deve-se fazer. 
-bom dia doente. " Rogam jogou um olhar de preocupao para a porta fechada. " que padecem esta vez." 
"Devo ir ver se me podem ajudar, ou algo assim?" 
"S lhe faz mais louco quando tenta". Sentir-se desesperado, Rogam moveu seus ombros. "Com o Liam havia um par de dias de nuseas, e esse foi o final da mesma. 


Ela  mais insultado que qualquer outra coisa que ela no  to fcil de navegar atravs de este." 
-Suponho que cada embarao  diferente. " 
"Assim estamos descobrindo. Ela querer tomar o ch-disse, e comeou a subir. 
"vou fazer o. Srio." levantou-se rapidamente, tocar uma mo em seu ombro. "No se preocupe." 
"lhe gosta brutalmente forte". 
"Sei." 
Shannon se foi  cozinha estreita. O avio era muito parecido a seu dono, decidiu. Elegante, eficiente, elegante e organizado. Encontrou vrios tipos diferentes 


de ch e, tendo em conta condies do Maggie, foi para a camomila. 
Ela deixou o que estava fazendo para olhar ao redor quando a porta da lavoratory aberto. 
"Mais firme?" 
"Sim". Mas a voz do Maggie era sombrio, algo assim como um guerreiro que tinha sobrevivido s outra batalha sangrenta. "Isso tem que faz-lo para hoje." 
"Anda, sintate-ordenou Shannon. "Ainda  branco". 
" vista melhor que o verde". Maggie farejou, olhou  panela. "Est fazendo as flores." 
" bom para voc. Aqui." Entregou Maggie uma caixa de bolachas que tinha encontrado em um armrio. "Anda, sente-se, Margarida Mara, e comem os mesmos." 
Muito fraco para discutir, Maggie voltou para seu assento. -Siento-murmurou-o Rogam, deslizando um brao ao redor dela. 
"No espere que me dizem que no  tua culpa." Mas ela se acurruc contra ele com a cabea e sorriu mais ao Liam, quem se ocupava de decidir se ia desenhar 
com 
o lpis ou comer seu pai lhe tinha dado. "Sabe o que estou pensando, Rogam?" 
"No que pensa, Margarida Mara?" 
"Que eu passeava pelo embarao mais fcil do mundo, com esse demnio pouco que h." Apontou um olhar acerado quando Liam levantou o lpis  boca. Ele sorriu 
e 
comeou a atacar o livro para colorir com ele em seu lugar. "Poderia ser esta uma um pouco menos cmodo porque vamos ter um carter amvel, dcil menino que nunca 


vai causar dano." "Hmmm". Ele olhou a seu filho, e conseguiu fazer-se com o lpis de graxa antes do Liam poderia apoiar-se na parede do avio. O menino gritou em 

sinal 

de protesto e empurrou o livro para colorir no cho.  isso o que voc gostaria? " 
Maggie riu como temperamento Liam rodou pela cabine. "Por nada do mundo." 
Brianna tinha falado nada menos que a verdade. A casa do Dubln foi precioso. Escondido detrs de rvores e jardins bonita, tinha uma formosa vista do green. 

Os mveis eram velhos, tanto com a distino e a elegncia da riqueza podia comprar. Abajures de teto gotejava, pisos brilhavam, e os funcionrios se transladou 


com a eficincia rpida e silenciosa. 
Shannon se deu uma habitao com uma cama acolhedora com dossel, um silncio Aubusson, e uma impressionante Ou'Keefe. Havia no mais de refrescado no banheiro antes 

de 

uma criada tinha desempacotado ordenadamente sua mochila e a ps sobre a mesa de penteadeira Chippendale. 
Encontrou ao Maggie a esperava na planta baixa salo principal. "vo trazer uma comida ligeira em" Maggie lhe disse. "Tendo a ser morto de fome esta hora do 

dia depois de minha briga amanh." 
-Me alegro de que se sinta melhor. Deus. " Shannon olhos se abriram como fixos na escultura que domina um lado da habitao. Hipnotizado, caminhou para ele, 

seus dedos no pode resistir uma larga carreira da taa. 
Era magnfico, ertica, e quase humanos em suas extremidades, sinuosas e as caractersticas de fuso. Quase podia ver o homem e a mulher, fundidas em plenitude 

absoluta. 
"Voc gosta?" a voz do Maggie poderia ter sido casual, mas no pde evitar o broto de rpida reao de prazer ante deslumbrado Shannon. 
" incrvel." 
"Surrender, o chamei". 
-Sim,  obvio. Voc pode fazer isto ", murmurou, com assombro," algo como isto, nesse pequeno lugar no pas. " 
"por que no? Um verdadeiro artista no precisa cava de luxo. Ah, aqui est a comida. Benza, Noreen." 
Maggie j estava participando de um sndwich de frango quando Shannon veio a reunir-se com ela. Onde est Liam? " 
-OH, uma das criadas se sente atrado por ele. Lhe sacudiu fora  creche para lhe fazer um chocolate quente e estragar ele. Ser melhor que um 

destes antes de comer a todos ". 
null,  null,  "No  s um negcio com ele. Estaria mais fcil resistir se a tivesse. Ele tem um grande amor e afeto para a arte e para o artista. E o que h 

feito no Clare ..." O orgulho por ele entrou em sua voz, aos olhos. "Fez algo importante ali, para a arte, na Irlanda. Tem-no feito porque est pacote a seu 
corao 
para os dois". 
" um homem muito especial, pessoal e profissional. Voc no tem que saber o muito ver isso." 
-No, no o fazem. Assim segundo ... " Maggie sacudiu os dedos com um guardanapo. "Eu vou perguntar que diabos te passa?" 
sobrancelhas do Shannon se disparou. "Desculpe-me?" 
"por que diabos est arrastando seus tales sobre isto? Oferta do homem que a lua e as estrelas medeia. Um artista sonha a respeito da possibilidade de ter 

o que tem em suas mos, e te mantm bobbling ele. " 
"Bobbling no  o que estou fazendo", Shannon corrigida com frieza. "Tendo em conta o ." 
"O que voc tem que considerar neste momento? Tem a pintura, que vai fazer mais". 
" o fazer mais que estou considerando." 
Maggie lhe deu um bufido e se bifurcava, por mais pasta. "Que tolice. Voc pode sentar-se ali e me diga que poderia deixar de fixar seu justo deixa de lado e deixar 


seu tecido em branco?" 
"Quando retornar a Nova Iorque, no vou ser livre para desfrutar para mim mesmo como que tenho aqui." 
"Desfrute". do Maggie estabelece o garfo, com um rudo e se inclinou para diante. "Voc tem uma idia deformada em sua cabea que sua pintura  um presente". "Meu 


posio no Ry-Tilghmanton" 
"OH, que carajo." 
" importante para mim-concluiu Shannon entre os dentes. "E minhas responsabilidades no me deixa pouco tempo para pintar por prazer-e muito menos a pintar para 

algum 

que voc estar de acordo  um gestor exigente". 
"Qual de suas responsabilidades a ti mesmo e seu talento? Crie que tm direito a atirar o que lhe deram?" A idia mesma de que era uma abominao na mente 

e o corao do Maggie. "S vi suas pinturas da Irlanda, mas que demonstram que voc tem mais de um bom olho e uma mo competente. Tem um corao 
que 
v e entende. No tem direito a lanar longe para que se podem desenhar garrafas de gua. " 
"Voc tem feito os deveres", disse Shannon em voz baixa. "Tenho direito a fazer o que funciona para mim, o que me satisfaz. E isso  justo o que farei. Se Rogarem 


pediu que trabalhe em mim" 
"No lhe culpo isso porque falo de minha prpria mente." levantaram-se uns de outros, os boxeadores no centro do colchonete. "Ele me pediu somente que venha por 


o que teria a empresa quando foi ocupado." 
"Estou seguro de que ele pensava que era considerado. Agora se o entendo, este transao, entretanto funciona, no  sua preocupao.  entre eu e Rogam." 

"Transao". Em um som de desgosto Maggie se deixou cair em sua cadeira de novo. "Inclusive se fala mais como uma mulher de negcios que um artista." 
Shannon elevou o queixo e olhou por cima do ombro. "Isso no me insulte. Agora bem, se me desculpar, acredito que vou sair e tomar o ar. " 
Captulo XIX 
Ela no ia deixar que chegar a ela. Shannon se prometeu que a teimosa Maggie, sua atitude fora da linha no ia influir de algum jeito, ou pr uma 
sombra 
sobre sua visita ao Dubln. 
A noite, ao menos, era socivel e agradvel. Obrigado, a julgamento do Shannon, aos maneiras impecveis Rogam e a hospitalidade. Nenhuma s vez durante o jantar, 

ou 

a noite que seguiu fcil, Mencionou o contrato ou os planos que tinha na fabricao. 
O qual, segundo ela acreditava, era por que estava to por surpresa  manh seguinte, quando a acompanhou a sua biblioteca diretamente depois de que tinham compartilhado 


um caf da manh tranqilo. Disparou-lhe diretamente do quadril. 
"Voc tem uma entrevista com o onze do fotgrafo", disse-lhe o momento em que estavam sentados. "Eles tendem a seu cabelo e maquiagem, assim que voc no precisa 

preocupar-se 

a respeito. Eu tinha em mente algo no lado elegante, mas no estritamente formais. Jack, que  o fotgrafo, saber o que fazer com voc." -Sim, mas-" 
"Agora, Maggie est tendo um pouco de mentira nesta manh, mas que gostaria de ir com voc. Liam ficar aqui, assim que voc pode ter um pouco de tempo 

para os dois de voc para fazer algumas compra, ou para o Maggie a mostram que ao redor do Dubln. " 
"Isso estaria bem." Shannon tomou flego. Ela no deveria ter. 
"Estou esperando que voc venha  galeria, um tour. Voc disse que tinha estado em nossa sucursal em Nova Iorque. "" Sim, e " 
"Acredito que ver que tenta criar diferentes estados de nimo em diferentes cidades. Com o fim de refletir o ambiente. vou estar ocupado uma grande parte do 

dia." Olhou brevemente a seu relgio. "A partir quase imediatamente. Mas o agradeo se deseja encontrar um momento para passar pelo escritrio. Maggie poder te 
oferecer 

em perto de trs. Podemos ir mais de qualquer mudana que voc deseja nos contratos." 
"Stop". Levantou as duas mos, sem saber se queria gritar ou rir. "Est-o fazendo outra vez." "Sinto muito. O que  isso?" 
"OH, no se desculpe ou olhar desconcertado cortesmente. Sabe exatamente o que est fazendo. Voc  a aplanadora mais elegantes que fui esmagado por." 
Ele 
esboou um sorriso que havia lhe sacudindo a cabea. "E isso-esse sorriso encantador rpido  letal. Posso ver como inclusive algum to teimoso como Maggie se 


derrubou." 
"Isso no o fez. Tive que fora a seu rebatedor pouco a pouco. E voc  muito mais a ela do que eu gostaria de assinalar." asfixiou-se com um sorriso doce quando 

os 

olhos do Shannon brilharam. -Sim, muito mais a ela. " 
"Insultar para mim, no  a maneira de ganhar ". 
-Ento, me permitam que o diga. " Cruzou as mos sobre o escritrio. " medida que seu irmano-en-ley tanto como o homem que aspira a impulsionar sua carreira. 

No vim aqui porque lhe adiantem, Shannon. Isso  parte dela, sim, que empurrou a que voc se mova quando te empurra para mover-se. Mas o que tenho feito  

plantar a idia em sua cabea. " -Muito bem, voc tem.  uma idia que jogava com anos e desprezou um pouco prtica. Voc est tratando de me convencer de que 
agora 
no o . " 
Intrigado, tornou-se para trs e a observou. " o dinheiro?" 
"No tenho dinheiro. Mais, em realidade, pelo que necessito. Meu pai era muito bom no que ." Ela negou com a cabea. -No, no  dinheiro. Embora seja importante 

para 

mim fazer o meu, para ter a satisfao disso. Necessito a segurana e a estabilidade, e os desafios. Suponho que sonha contraditrio. " 
"No, absolutamente." 
Ao ver que o entendia, ela continuou. "A pintura que tenho feito por minha conta, para mim, sempre foi um hbito, uma espcie de obrigao ainda mais, algo que 
trabalhei 

em minha agenda como, bom, como uma entrevista comigo mesmo." -E voc  vacilante, relativa  concentrao ". 
-Sim, sou-o. Fiz um melhor trabalho aqui que tenho em minha vida. E me atira em uma direo que nunca considerou seriamente tomando. " E agora que o havia dito, 


estava mais confundido que alguma vez. "Mas o que acontece quando vou retorno a Nova Iorque, Rogam, recolhe a vida que deixei atrs no? Se assinar um contrato, 

eu te dei 

minha palavra. Como posso fazer que quando no se pode estar seguro vou ser capaz de mant-la? " 
"Sua integridade de guerra com seus impulsos", disse, pondo o dedo diretamente ao pulso. -ISSO Y.  uma coisa difcil. por que no obrigar aos dois? " "Como se 


prope para dirigir isso?" "Seu contrato com abranger todo mundo o trabalho que temos feito na Irlanda, e o que preparaste em Nova Iorque, com uma opo ", 

continuou, executando uma pluma entre seus dedos," para uma primeira olhada ao que pode produzir nos prximos dois anos. J se trate de uma pea ou uma dzia 
". 
"Isto  um grande compromisso", murmurou. -Mas voc queria um espetculo. No sei se houver suficiente para isso, ou se o que tenho a sua medida. " 
"Somos flexveis no tamanho de uma amostra. E eu te direi o que no me convm." 
Ela olhou aos olhos. -Arrumado a que ser ". 
Mais tarde, quando se tinha ido, Shannon vagava ao piso de acima. deu-se muito que pensar. De algum jeito tinha conseguido abrir uma porta sem obrig-la 
a 
fechar outra. Ela podia aceitar seus trminos e voltar para sua vida sem perder o ritmo. Lhe pareceu estranho, e mais confuso que nunca, que desejava que lhe havia 

pressionado 
em uma esquina onde ela estaria obrigado a fazer uma eleio clara. 
Mas no houve tempo para as assimilar, se no queria ver nada da cidade antes da sesso de fotos. Uma sesso de fotos, pensou, rendo para seus adentros. Imagina 


que. 
limpou-se o sorriso de distncia e golpeou com fora na porta do dormitrio do Maggie. "Maggie? Rogam diz que voc se acordada." Audincia no h resposta, 

Shannon ps os olhos e voltou a chamar. "So mais das nove, Margarida Mara. Inclusive as mulheres grvidas tm que levantar-se da cama em algum momento." 

Impaciente, Shannon girou o trinco e abriu a porta. Ela podia ver a cama vazia, Maggie e o pensamento poderia vestir-se, e fazendo caso omisso dela, empurrou 

a porta mais ampla. 
 medida que comearam a chamar de novo, ouviu o som inconfundvel da enfermidade miservel do banho contigo. No lhe ocorreu duvidar, ela simplesmente se 

apressou at onde Maggie se agitava sobre o inodoro. 
"Fora, maldita seja." Maggie fez um gesto com a mo dbil e lutaram contra a seguinte quebra de onda de nuseas. "No se pode vomitar uma mulher em privado?" 
Sem dizer nada, Shannon se aproximou da pileta e um pano umedecido com gua fria de espessura. Maggie estava muito ocupado lanando para resistir quando Shannon 


celebrou a parte posterior da cabea e apertou o pano  frente suarenta. 
"Pobrecito", murmurou Shannon quando Maggie se afundou fracamente. "Maneira horrvel de comear a manh. S descansa um minuto, consiga seu flego. "" Estou bem. 


V-se. Estou bem. "" claro que sim. pode-se dirigir um pouco de gua? "Sem esperar resposta, Shannon se aproximou para encher um copo, e logo voltou a agachar-se 


e facilidade aos lbios do Maggie." Ter que ir, agradvel sorvos lentos. Provavelmente sabe como voc tragou um esgoto ". 
"Este menino o melhor ser um santo." Porque foi ali, Maggie se apoiou no ombro do Shannon. 
"Viu a seu mdico?" Para acalmar, Shannon tomou o tecido e a passou brandamente sobre o rosto do Maggie. "No h algo que voc pode tomar?" 
"Vi ao mdico. Sangrento porcina. Um par semanas mais, diz, e eu vou estar em forma de chuva. Par de semanas mais", repetiu, fechando os olhos. "Quase me 

mataram-no no ato." 
"Nenhum jurado no mundo-se eram mulheres-le condena. Aqui, vamos, vamos a voc em seus ps. Frio do piso." 
Muito fraco para discutir, Maggie se deixou ajudou a levantar-se e guiar-se com total para a cama. "No  a cama. Eu no necessito a cama. Eu s quero me sentar 


um minuto." 
-Est bem. " Shannon a levou a uma cadeira. "Quer um ch?" 
"OH." Desesperadamente aliviado o feitio tinha terminado, Maggie deixou cair a cabea para trs e fechou os olhos. "Eu o faria. Se pudesse chamar por telefone 


no baixar  cozinha e pergunte se lhe importaria enviar a alguns, e uma torrada. Tinturaria. Estaria agradecido." 
Ela ficou quieto, enquanto que seu sistema se estabilizou e o frio desapareceu de sua pele. -Bom-disse ela quando Shannon | pendurou o auricular. "Foi agradvel 


para os dois." 
"Muito pior para voc." No muito seguro do Maggie deve deixar sozinhos, entretanto, Shannon se sentou no bordo da cama. 
"Foi algo que me ajude atravs dele. O agradeo." 
"No soava dessa maneira quando est insultando para mim." 
Um sorriso torcido a boca do Maggie. "vou pedir desculpas por isso. dio que me ..." Ela fez um gesto. "Fora de controle das coisas." 
-Eu tambm. J sabe, s estive bbado uma vez em toda minha vida. " 
"Uma vez?" O sorriso se converteu em uma careta. -E voc, irlands, como os anis do Kerry. " 
"Entretanto, embora teve seus aspectos liberadores, encontrei, em retrospectiva, que  lhe debilite. No podia golpear o boto de controle. E ali estava o prazer 


acrescentado de estar doente como um co no lado da estrada de caminho a casa, e depois da maravilha e a glria da manh. portanto, parece-me 
mais 
prtico para limitar meu consumo ". 
"Algum se esquenta a alma, dois esquenta o crebro. D sempre dizia isso." 
"Assim tinha seu lado prtico." 
"Um estreito. Tem os olhos." Viu Shannon baix-los e lutou contra seu prprio sentido de perda e de impacincia. "Sinto que a mente escut-lo." 
E assim, Shannon descobriu, era ela. "Tanto minha me e meu pai tinha os olhos azuis. Lembrana haver perguntado a sua vez em que pensei que tinha chegado a meus 


seres de cor verde. via-se to triste, to somente um instante, logo sorriu e disse que um anjo lhes deu para mim." "Ele tivesse gostado disso. E ele teria estado 

contente 

e agradecido por ter encontrado a um homem como seu pai deve ter sido, a amar aos dois." Ela olhou por cima que o ch se destacou pulg "H duas taas", disse 

Shannon quando se levantou para ir-se. "Se lhe gostaria de ter um comigo". 
-Est bem. " 
"Se molesta que me diga como se conheceram, seus pais?" 
"No" Shannon se sentou de novo e descobriu que longe dela se incomodou em contar a histria. Lhe esquentou. Quando estalam em gargalhadas Maggie na idia de 

Colin chamar Amanda no barro, Shannon se reuniu com ela. 
"Eu gostaria que os viram," disse Maggie por fim. 
"Acredito que lhes tivesse gostado de te conhecer em pessoa." um pouco envergonhado pelo sentimento, Shannon se levantou. "Oua, se quer acontecer o tempo e o resto, 

posso 

tomar um txi para o fotgrafo." 
"Estou bem agora. Eu gostaria de ir com voc e ver o Jack que a tortura como o fez comigo quando me puseram Rogam atravs desta ltima." 
"Obrigado". 
" um prazer. E ..." Deixou a bandeja a um lado e se levantou. "Acredito que eu gosto de acontecer algum tempo com voc." 
"Acredito que eu desfrutaria disso, tambm." Shannon sorriu. "Eu te espero abaixo." 
Ela amava ao Dubln. Ela amava aos canais, as pontes, os edifcios, as multides. E OH, que amava as lojas. Apesar de que estava impaciente por fazer 

mais, ver mais, Shannon se reteve e entregou ao Maggie em uma comida do meio-dia enorme. 
A diferena de sua irm volteis, Shannon no tinha encontrado nada ao disparar a fotografia, a no ser uma experincia agradvel e interessante. Quando ela o assinalou, 


Maggie se tinha estremecido com simplicidade. 
Quando saram do restaurante, Shannon calculou que tinha quebrado um recorde de estar na companhia do outro sem palavras speras ou comentrios sarcsticos. 
No demorou para descobrir que compartilha ao menos um rasgo com o Maggie. A mulher foi campeo dos compradores-zipping de loja em loja, de medida, tendo em conta, 


e a compra sem ter todas as vacilaes e oscilaes, o que molesta do Shannon, em muitos de seus amigos. 
"No" Maggie sacudiu a cabea como Shannon mostrou um suter de cor bolacha. "necessita-se cor, no neutros." 
"Eu gosto". Panelas um pouco, Shannon se voltou para um espelho, estendendo o suter at o pescoo. "O magnfico material." --o, e a cor te faz ver 
como 
um cadver semanas de idade. " 
"Maldita seja". Com uma risada meio Shannon dobrado o suter novo. "Faz-o". 
"Voc quer isto". Maggie entregou uma em cor verde musgo. Ela se parou detrs do Shannon, entreabrindo os olhos em suas reflexes. "Definitivamente". 
-Tem razo. dio quando tem razo. " Ela talher o pulver por cima de seu brao e tocou a manga da blusa Maggie tinha sobre a dela. "vais comprar 

isso?" "por que?" 
"Porque eu estou tendo, se no o for." "Bom, eu sou". Presumido, Maggie recolheu suas malas e foi se pagar por isso. 
"Provavelmente voc o ps de novo se eu no houvesse dito que eu queria", queixou-se do Shannon ao sair da loja. 
-No, mas sem dvida se soma  satisfao da compra. H uma loja prxima cozinha. Quero recolher algumas costure para o Brie. " 
"Bem". Ainda mais carrancudo a blusa, Shannon ficou a caminhar. O que  isso? " 
"Uma loja de msica", disse Maggie secamente quando Shannon se deteve para olhar a uma tela. 
"J sei. O que  isso?" 
"Um salterio. Hammer salterio." 
"Parece-se mais a uma obra de arte que um instrumento." 
"As duas coisas. Essa  uma bela, tambm. Murphy fez uma faz uns anos to bem. Um tom formoso que havia. Sua irm Maureen se apaixonou por ela, e o deu 

a ela". 
"Isso sonha como ele. voc crie que gostaria disso? Uma algum mais tem feito?" 
Maggie levantou a sobrancelha. "poderia-se lhe dar vento em uma bolsa de papel e guarde-o em um lugar que havia." Mas Shannon j tinha feito sua deciso e se entra 

na 

loja. 
Encantado, o secretrio Shannon, vistos tomar o dulcimer pela janela, e logo escutou lhe deu uma demonstrao de habilidade da msica que podia fazer. 

"Posso ver o que jogar, no?" Shannon perguntou Maggie. "Com essa meia sorriso em seu rosto." 
"Eu posso". Maggie esperou at que o empregado se foi feliz na parte traseira para encontrar o quadro da direita para o transporte. -Assim est apaixonada 

dele. " 
Stalling, Shannon tinha chegado em sua bolsa para procurar sua carteira. "Uma mulher pode comprar um presente para um homem sem estar apaixonada por ele." 
"No com esse olhar em seus olhos que no pode. O que vais fazer a respeito?" 
"No h nada que posso fazer." Shannon se surpreendeu, franziu o cenho, e selecione seu carto de crdito. "Estou-o pensando." 
"Ele no  um homem para ter amor casual ou temporrio." 
As palavras e o conhecimento de que eram de fato, dava-lhe medo. "No me empurre nisto, Maggie." Mais que a presso que tinha esperado, havia um motivo na 

voz do Shannon. " complicado, e estou fazendo o melhor que sei fazer". 
Seus olhos se levantou, surpreso quando Maggie lhe ps uma mo na bochecha. " difcil, no  assim, a cair onde alguma vez estive, e alguma vez pensei que seria?" 


"Sim.  terrivelmente duro." 
Ao Maggie deixou deslizar a mo pelo ombro e o resto do Shannon. -Bom-disse em um tom mais ligeiro, "vai tropear com sua lngua quando se o presente a mo. 

Onde est o secretrio de sangue? a pele Rogam'll mim se no ter a s trs no maldito ponto. " 
-Sim, v-te como se estivesse assustado dele. " 
"s vezes o deixo acredito que sou.  um beijo no ego, por assim diz-lo." 
Shannon jogava com uma exibio de gaitas no mostrador. "No me perguntaram se for assinar." 
"foi famoso que se trata de negcios no me preocupantes". 
Shannon deu um sorriso e seu carto de crdito para o empregado a sua volta.  isso um beijo em meu ego, Margarida Mara? " 
"Agradea que no  um arranque para o culo". 
"Me um a", espetou ao Shannon. "Eu no sei se decidi a s este instante, ou o momento em que pediu, mas o estou fazendo." A ingesto duro, ela se levou 
a 
mo tremente a seu estmago. "Agora estou enjoado". 
"Tive uma reao similar nas mesmas circunstncias. Voc acaba de pr a roda em mos de outra pessoa." Simptica, ela se deslizou um brao ao redor 
de 
a cintura do Shannon. "vai fazer o correto por ti". 
"Sei. No estou seguro se for fazer o bem por ele". Ela olhou o quadro de secretrio o salterio. " um problema que parece ter s ultimamente com os 

homens que cheguei a preocupar-se." 
-Digo-te como o estamos manejo de este, Shannon. vamos multa de Rogam, separado de escritrio e obter a parte de negcios mais rpida e feito. Essa  a pior 
parte 
dela, posso-lhe dizer. " 
"Est bem". Ela tomou a pluma do secretrio devotado, mecanicamente assinou seu nome com a nota de crdito. "Ento vamos a casa e gretas abrir uma garrafa 

de champagne melhor do Sweeney." 
"No se pode beber. Est grvida". 
"Est fazendo o beber. Uma garrafa de champanha francs para voc. Porque, carinho, sou da opinio que te vais embebedar pela segunda vez em sua vida." 
Shannon deixou escapar um flego que revoavam a sua franja. "Voc poderia ter razo." 
Maggie no podia ser mais adequado. Umas horas mais tarde, Shannon considerou que todas as dvidas e preocupaes e perguntas, simplesmente fizzed de distncia 
com 
uma 
garrafa de Dom Perignon. 
Maggie era amigo da sobre-indulger, escutando como Shannon divagava, produzindo rudos simptica como ela se queixou, e rendo-se dos mais pobres de piadas. 

Quando chegou a casa Rogam, Shannon estava sentado de olhos sonhadores na sala contemplando o ltimo copo que pode ser espremido da garrafa. 
"O que tem feito com ela, Margarida Mara?" "Ela est bem bbado." Satisfeito, Maggie levantou sua boca para que a beijasse. 
Levantou uma sobrancelha na garrafa vazia. "No  de sentir saudades." "Precisava descansar", disse Maggie alegremente. "E para celebrar, apesar de que nunca seria 

capaz de 

dizer-lhe Sente-se bem, no  certo, Shannon? 
"Fine and Dandy". Ela sorriu brilhantemente. "Ol, Rogam, quando chegaste aqui? Advertiram-me a respeito de voc, sabe?", Prosseguiu antes de que pudesse responder. 


Fizeram-no? " 
"Mar Certamente o fez. Rogam Sweeney como cuspir." Ela inclinou a taa de novo, tragou-se rapidamente. "E voc ." 
"Toma-o como um completo, carinho-lhe aconselhou Maggie. "Assim  como significou". 
"OH, quer dizer," Shannon esteve de acordo. "No h um tubaro em Nova Iorque que poderia outswim. E voc  to bonita, tambm." Ela se elevou para acima, rendo 


entre dentes, quando girou a cabea. Quando ele teria tirado do brao para sustentar-se, ela simplesmente se inclinou e lhe deu um sonoro beijo, estalar. "Tenho 

como 
irmos lindo, no  certo, Maggie? To lindo como botes." 
"Os homens Darling". Maggie sorriso era amplo e malvado. "Os dois deles. Gostaria de um pouco de sesta agora, Shannon? 
 No . Radiante, Shannon agarrou seu copo. "Olhe, h mais. Pensei que o levo comigo enquanto fao uma chamada. Tenho que fazer uma chamada. Uma chamada privada, 


se no te importar. " 
E quem  voc depois de chamar? " -Perguntou Maggie. 
"Estou depois de chamar o Sr. Murphy Muldoon, no condado do Clare, Irlanda." 
"vou vir", sugeriu Maggie ", e marque o nmero para voc." 
"Sou perfeitamente capaz. Tenho seu nmero na direita meu fiel organizador eletrnico pouco. Nunca vou a nenhum lado sem ele." Com o vidro pendurando perigosamente 


da mo, olhou ao redor do quarto. "De onde foi? N e profissionais procedentes pode sobreviver sem seu organizador." 
"Estou seguro de que se trata." Com uma piscada de Rogam, Maggie tomou o brao do Shannon e a levou. "Mas acontece que tenho o direito nmero em minha cabea." 

" to inteligente, Maggie. Dava-me conta de que perto de voc imediatamente, mesmo que eu queria um murro. " 
"Isso est bem. Pode te sentar aqui mesmo na cadeira grande Rogam e falar com o Murphy tudo o que queira." 
"Tem um corpo incrvel. Murphy, quero dizer." Rendo, Shannon se deixou cair na cadeira atrs do escritrio da biblioteca de Rogam. "Embora esteja seguro 

de Rogam  precioso, tambm." 
"Prometo-lhes que . Neste caso, fala-se neste sentido e escutar em este." 
"Sei como usar um telefone. Eu sou um profissional. Murphy?" 
"No terminei chamando ainda. Sou um aficionado". 
"Est bem.  que sonha agora. H Murphy. Ol, Murphy". Ela pendurou o telefone como um amante e no se deu conta quando Maggie saiu. "Shannon? Me alegro de 
que 
chamou-te. Eu estava pensando em ti. " 
"Sempre estou pensando em ti.  a Damnedest costure." 
-Parece um pouco estranho? Est bem? " 
"Eu sou maravilhosa. Quero-te, Murphy". 
"O que?" Sua voz se elevou a meia oitava. "O que?" 
"Estou to zumbido". 
"Voc  o que? Shannon, retroceder dois passos e comear de novo." 
"A ltima vez que era um estudante de primeiro ano na universidade e foi Homecoming e teve que tudo isto veio. Oceanos da mesma. Pu-me to terrvel enfermidade, 


tambm. Mas no me sinto doente em todo este tempo. Sinto-me .. . " Ela enviou  cadeira giratria e quase se estrangulou com o cabo de telefone. "Alive". 

"Cristo, o que h Maggie feito?" -murmurou. "Est bbado?" 
-Acredito que sim. " Para provar que levantou dois dedos em frente de sua cara. "Bastante seguro. Eu gostaria que estivesse aqui, Murphy, aqui mesmo, assim podia 

arrastar-se 

no regao e lhe mordiscam tudo." 
Houve um momento de silncio doa. "Isso seria memorvel", disse em uma voz tensa com a cepa. "Shannon, que disse que me amava." 
"Voc sabe o que fazer.  tudo misturado com cavalos brancos e broches de cobre e tormentas eltricas e fazer o amor no baile e a maldio  lua." Ela 

deixou cair a cabea na cadeira como as vises fluiu e voou em crculos em sua cabea. "Feitios", murmurou. "Ganhar batalhas. No sei o que fazer. No posso pensar 

em 
isso." 
"vamos falar atravs de sua volta. Shannon, chamaste-me desde todo o pas, bbados no que est bbado? " 
"Champagne. Rogam melhor champanha francs." 
-Supunha-o. brios de champagne ", repetiu," que me diga pela primeira vez que me ama? " 
"Parecia uma boa idia nesse momento. Voc tem uma voz maravilhosa." Manteve os olhos fechados pesados. "Eu podia escutar a ele para sempre. Comprei um presente." 


"Isso est bem. diga-me isso outra vez." "comprei um presente." Em seu grunhido frustrado, ela abriu os olhos e riu. "OH, entendo-o. Eu no sou tolo. Soma cum sentencie, 


j sabe. Quero-te, Murphy, e realmente coloca as coisas por toda parte, mas Te quero. boa noite." 
"Shannon" 
Mas ela era o objetivo para o telefone, com um olho fechado. Atravs de mais sorte que habilidade, conseguiu sacudir o receptor em seu lugar. Ento ela se tornou 


para trs, abria-se uma vez, e foi se dormir. 
Captulo XX 
"E  manh seguinte, no um cambaleio, no uma careta de dor." Enquanto sorvia o ch na cozinha da Brianna, Maggie Shannon disparou um olhar de admirao. 

"No podia ter sido mais orgulhoso". 
"H uma estranha sensao de orgulho." Mas Shannon sentia um rojo de luzes mpar dela mesma. Atravs da sorte ou a compaixo de Deus, que tinha escapado de 

a sano de uma ressaca depois de seu romance com Dom Perignon. 
Vinte e quatro horas depois de que o assunto tinha terminado, ela estava a salvo no Clare e desfrutar da distino duvidosa de ter a cabea dura. 
"No deveria ter deixado seu exagerar". Brianna comeou a girar uma melcocha rico e suave polido sobre o bolo de chocolate. "Ela  uma mulher adulta", ops-se 

ao Maggie. 
"E o mais jovem." 
"OH, de verdade." Shannon ps os olhos na parte posterior da Brianna. -No acredito que isso  um problema. Voc e eu nascemos no mesmo ano, assim ... " Interrompeu-se 


o impacto total do que havia dito golpeado. Seu cenho franzido, e ela baixou o olhar para um lugar na tabela. Bom, pensou. Isto  incmodo. 
"O ano de disponibilidade para D-dijo Maggie-depois de um comprido silencio. 
Impressionado, Shannon levantou rapidamente e se encontrou com os olhos suaves do Maggie. O som de seu prprio ronco surdo da risada a surpreendeu quase tanto 

como um raio sorriso do Maggie. Brianna continuou geladas seu bolo. 
"Uma garrafa inteira, Maggie-prosseguiu Brianna em um tom tranqilo, dando conferncias. "Voc deveria ter tido mais cuidado." 
-Bom, eu me ocupava dela, no? depois de que ela tinha passado na biblioteca " 
"No me passa," Shannon remilgadamente corrigido. "Eu estava descansando." 
"Inconsciente". Maggie se inclinou para recolher a sua sobrinha quando comeou a Kayla alvoroo em sua companhia. "E o pobre Murphy soar de novo como um possesso. 

Quem 

convenceu-o de saltar em seu caminho e de conduzir todo o caminho ao Dubln se no era eu? -perguntou Kayla. "E no tomei ao piso de acima e ver que se comeu um 

prato 

de ensopa antes de que ela dormia o resto de apagado?" 
Suas orelhas rgidas. "H Liam acordado." Passou o beb ao Shannon, passou logo  habitao da Brianna, onde ela o tinha previsto para uma sesta. Brianna deu 

um passo atrs para julgar o trabalho antes de cumprir gelar. "Alm da noite anterior, fez que desfrute de sua viagem ao Dubln?" 
"Sim.  uma cidade encantadora. E ali, a galeria  uma experincia religiosa". 
"pensei o mesmo. Mas ainda para ver o aqui, em um Clare. Tinha a esperana de que todos pudssemos ir, uma espcie de excurso. Logo." 
"Eu gostaria disso. Brianna ..." Ela no estava segura de que estava disposto a perguntar. Muito menos seguro de que ela estava preparada para as conseqncias. 


" algo preocupam-se verdade? "Acredito que-queria ver as letras." Disse-o rapidamente antes de que seu valor se evaporou. "As cartas de minha me escreveu". 
- obvio. " Brianna lhe ps uma mo, o apoio e comodidade, no ombro do Shannon. "Mantive-me em meu penteadeira. por que no entrar na sala da famlia, 

e voc pode ler. " 
Mas antes de que Shannon poderia aumentar, produziu-se uma comoo no corredor. Vozes fussed e se enfrentaram causando a mo no ombro do Shannon a esticar 

uma vez, brevemente. " a Me", murmurou. "E Lottie." "Tudo est bem." No, absolutamente seguro de se estava decepcionado ou aliviado, Shannon deu uns tapinhas 


na mo da Brianna. "vou ver os mais tarde." Ela se preparou para qualquer de suas formas a confrontao tomaria. 
Maeve varridos em primeira, ainda discutem. "Digo-lhes que no vou perguntar. Se no ter a ti mesmo orgulho, no posso deixar dele." Ela viu sua neta a celebrao 


do Shannon e lhe levantou o queixo. 
"Bom, voc  muito de sua casa, j vejo." -Sim, sou-o. Brianna faz impossvel ser de outra maneira. Ol, senhora Sullivan. " 
"OH, Lottie, querida. Acaba-me de chamar o Lottie como todo mundo. E como est hoje meu anjo?" inclinou-se sobre a Kayla, arrulho. -Olhe, Maeve, ela est sonriendo. 


" 
"por que no teria que faz-lo? Ela est sendo mimada direita e esquerda." 
"Brianna est uma me amorosa incrvel", disparou Shannon voltar antes de que pudesse deter-se. 
Maeve s farejou. "O beb no o pode mais que gemer que algum no  seu agarrando". 
"Por exemplo voc," Lottie pr pulg "OH, Brie, o que  um bolo de bonito." 
Resignado que teria para assar outro agora para a sobremesa a seus convidados ", Brianna tirou uma faca. -Sente-se, no  assim, e tm um pedao. " Liam saiu 

disparado da porta contiga, cinco passos por diante de sua me. "Bolo!" -gritou. 
"Tem radar, esse menino tem". Entretanto sua voz rouca, os olhos lhe iluminaram os Maeve  vista dele. "H um moo provvel." 
Lhe sorriu, sentindo um aliado, e elevou os braos. "Kiss". 
"Vem e sente-se em meu regao", ordenou Maeve. "E ter tanto, a torta e o beijo.  um pouco avermelhada, Margarida Mara." 
" s levantou de sua sesta.  voc corte a torta a seguir, Brie? 
"Deveria ter mais cuidado com sua dieta, agora que est a cria de novo", disse-lhe Maeve. "O mdico diz que voc tem a enfermidade da manh nesta ocasio." 

Foi um cara ou cruz quanto a quem era mais surpreso pela declarao, Maeve ou Maggie. J as palavras que desejam voltar, Maeve comeou a alimentar a seu neto 

de bits da torta. 
"No  nada." 
"Ela est doente como um co todas as manhs", corrigiu Shannon, olhando diretamente ao Maeve. 
"Maggie, voc me disse que estava passando." No houve acusao entrelaados com a preocupao na voz da Brianna. 
Furioso e envergonhado, Maggie olhou ao Shannon. "No  nada", repetiu. "Nunca podia suportar uma debilidade." comentrio custico Maeve havia a fria saltando. 

Antes 

do Maggie podia vomitar, Shannon esteve de acordo. "Ela encaixa como um terrier ao tentar ajud-la atravs dele.  duro, no voc crie, senhora Concannon, 

para uma mulher forte que necessita ajuda? E um como Maggie, quem tem descoberto a maneira de dirigir uma famlia e uma carreira exigente, a perder seu estmago 

e 
seu controle todas esta manhs diminuindo. " 
"Eu estava doente todas as manhs durante mais de trs meses levava em braos," disse Maeve quebradio. "Uma mulher aprende a passar por estas coisas-como um homem 


nunca poderia." -No, que acabava de queixar-se disso. " "Nenhum de minhas filhas eram chores, nunca." Franzindo o cenho de novo, Maeve olhou a Brianna. "Vai 
a 
ficar a sustentando que a panela de ch durante todo o dia, Brianna, ou vais derramar?" 
"OH." As arrumou para levantar a mandbula que se cansado e servir o ch. "Sinto muito". 
-Obrigado, querida. " Encantado com as coisas como foram, Lottie estava radiante. 
Durante mais de dois anos que tinha estado empurrando e atirando para o Maeve incluso uma ponte instvel com suas filhas. Agora parecia que o lapso diminuiu. "Voc 


sabe, Maggie, Maeve e eu estvamos olhando atravs das fotos instantneas de nossa viagem a seu lar na Frana." 
"No h orgulho mais que um mendigo", murmurou Maeve, mas Lottie to somente sorriu. 
"Eles nos recordaram o tanto um tempo precioso que tnhamos ali.  o sul da Frana", disse Shannon. "A casa  como um palcio e se v bem sobre o mar." 

"E se sinta ali vazias, ms detrs ms", queixou-se Maeve. "Empty, mas para os funcionrios." 
Maggie comeou a grunhir na denncia, mas sim agarrava o olhar arco da Brianna. Custou-lhe, mas ela enterrou as palavras quente e escolheu os mais amveis. "Rogam 


e eu estvamos falando s que no faz muito. Espervamos ter um par de semanas ali este vero, mas ambos estamos muito ocupados para ir agora mesmo." 

Deixou escapar um suspiro, dizendo-se que estava ganhando pontos com os anjos. "foi um pouco de preocupao para mim que no h ningum para comprovar as coisas, 


e ver que o pessoal est fazendo como deveria." 
O qual era um grande, audaz mentira que esperava que no iriam contra os pontos. "No acredito que vocs dois se considere tomar um pouco de tempo e vai por a? 


Seria um grande favor a mim se o conseguiu." 
Com um pouco esforo Lottie as vontades de surgir e a dana. Olhou ao Maeve, inclinou a cabea. "O que te parece, Maeve? Podemos faz-lo?" 
Como a imagem da vila de sol, a assistncia a danar os funcionrios, o puro e simples luxo de tudo isto se deslizou em sua mente, ela se encolheu de ombros 

e trouxe a taa de ch aos lbios do Liam est esperando. 
"Viajar agrava minha digesto. Mas suponho que poderia tolerar um pouco de molstias." 
Esta vez foi o olhar de advertncia do Shannon que freava as grunhido do Maggie. "Eu estaria agradecido", disse entre dentes sujeitos ao cho. -Terei que Rogam 


acertos para que o avio levar quando lhe convm. " 
Vinte minutos mais tarde Brianna escutou fech-la porta principal detrs de sua me e Lottie, logo cruzou a cozinha para lhe dar um abrao Maggie duro. "Isso 
foi 
bem feito, Maggie." 
"Sinto-me como se me tivesse tragado um sapo. Sua digesto ser condenado." 
Brianna se limitou a rir. "No o danifique". 
-E voc. " Maggie girar a sacudir um dedo acusador ao Shannon. "E eu?" voltou, toda inocncia. 
"Como se eu no podia ver as rodas girando em sua cabea." Doente como um co, ela , a senhora Concannon. Snaps como um terrier. " 
"Trabalhou, no?" 
Maggie abriu a boca, logo a fechou em uma gargalhada. "Fez-o, mas meu orgulho  muito feridos". A captura movimento atravs da janela, ela se aproximou e 

olhou para fora. -Bom, olhe o que est enraizado Com meio da sara. H trs homens que desta maneira, Brianna. Voc pode querer fazer uma nova panela 

de ch. " Ela ficou olhando para outro momento, como um sorriso floresceu. "Cristo Jesus, o que muitos bonitos que so. Tomarei a jackeen", murmurou. "Os dois 
de 
vocs pode scrabble sobre outros." 
Enquanto Shannon tratou de ajustar seu sistema nervoso de repente, Maggie se dirigiu  porta e a abriu. Com atarraxa em primeiro lugar, raia debaixo da mesa 

para aspirar as migalhas Liam se considerou o suficiente para cair. 
"Cake". Seus sentidos atentos como os ces, Gray descobriu o tratar o momento em que cruzou a soleira. "Com as coisas de malvavisco. Meninos, encontramos 

ouro." 
"D". Liam ricocheteou em sua cadeira e levantou os dedos pegajosos. Rogam contou com a presena de nimo para passar pela pia e umedea um pano antes de ir a 

seu filho. 
Murphy ficou ali, sua boina entre as mos, os olhos fixos no Shannon. "tornaste." 
"Faz um par de horas", comeou, continuando, seus olhos se aumentaram enquanto partia para ela, atraiu-a para seus ps, e a beijou como um homem prudente 

s beija a uma mulher em privado. 
"Bem-vindo." 
Ela no tinha um s flego  esquerda. Ela atraiu a uns e assentiu com a cabea. Lhe teria dado pernas trementes, o alvio da sesso de novo, 

mas ele se manteve firme em seu brao. 
"Vem comigo". 
-Bom, I. .. " Seu olhar se lanou pelo quarto, onde todo mundo de repente a inteno de seu prprio negcio. 
"Hold on a ti mesmo, Murphy," disse Maggie a ligeira como ela saiu pratos frescos. "Shannon  um presente que ela quer dar." 
"Sim. Isso. I. .." Interrompeu-se. 
-vou procurar a caixa para ti ", Rogam oferecidos. 
"vai ter um pouco de ch, Murphy?" Brianna perguntou. 
"No, obrigado". Ele no tirava os olhos da cara do Shannon. "No podemos ficar neste momento. Shannon'll jantar comigo esta noite". "E o caf da manh," murmurou 


ao ouvido de cinza Brianna'S. 
-Obrigado, Rogam. " Shannon tomou a caixa que trazia e se perguntou o que fazer a seguir. 
"O que ?" Cinza queria saber. "Abre-o. Ow." Ele fez uma careta quando Brianna cravou nas costelas com o cotovelo. 
"Ele vai abrir em casa", disse. "Tome um pouco de torta com voc." Ela j preparou uma laje e entregou a placa de coberta Murphy. 
"Obrigado. Vem comigo", disse uma e outra, tomando o brao do Shannon, levou-a fora. 
"Que bom que lhe deu a placa", comentou Maggie. "De outro modo teria as mos por todo o antes de que fossem sair do jardim." 
Assim as coisas, que teve que chamar a todos os de seu controle. Queria arrastar pelos campos, para baixo sobre eles. null,  null,  null,  null,  null,  null, 

null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null, 

 
null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null, 

 
null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  null,  "Murphy, posso-te dizer  molesto. No podemos s ter que pr tudo isto a um lado?" 
"Deixei-o que lado muito tempo j." Podia ver seus cavalos pastando. Havia um cliente para o potro de louro, que estava de p muito orgulhoso neste 

momento. E sabia que teria que entreg-lo. 
Mas havia algumas costure que um homem nunca se rendeu. 
Podia sentir os nervos de sua mo, a tenso nela que mantinha o resto de sua rgida como ele a chamou no crculo de pedras. Logo a deixou ir e a olhou 

sem toc-lo. 
"Tinha que estar aqui. Voc sabe." 
Embora houve um tremor ao redor de seu corao, ela manteve seu nvel dos olhos. "No sei o que quer dizer." 
No tinha um anel. Ele sabia o que queria para ela, a claddaugh com seu corao e as mos e a coroa. Mas por agora, s tinha a si mesmo. 
"Quero-te, Shannon, tanto como um homem pode amar. Eu lhes digo que aqui, em terra Santa, enquanto o sol as vigas, das pedras." 
Agora, seu corao deu um tombo, tanto com o amor como com os nervos. Ela podia ver o que havia em seus olhos e sacudiu a cabea, sabendo j nada o deteria. 

-Estou-te pedindo que te case comigo. Para me deixar compartilhar sua vida, para compartilhar a minha. E lhes peo que aqui, em terra Santa, enquanto o sol as vigas, 


das pedras. " 
A emoo brotou at que ela pensou que ela poderia afogar-se nele. "No me pergunte isso, Murphy". 
"Pedi-lhes. Mas voc no respondeu." 
"No posso. No posso fazer o que est pedindo." 
Seus olhos brilharam, o temperamento e a dor como estares acostumados a gmeos em seu interior. "Voc pode fazer algo que escolha fazer. Digamos que no, e ser 
honesto." 

-Est bem, no o farei. E fui honesto, justo desde o comeo. " 
-No mais que eu que a ti mesmo ", disparou ele para trs. Sangrava por um centenar de feridas e no podia fazer nada para det-lo. 
"Tenho". S pde cumprir com a pacincia com os estribos, e a dor pela dor. J lhe disse todo o tempo no houve noivado, no h futuro e nunca pretendeu 

o contrrio. Dormi contigo-disse, elevando a voz, presa do pnico, "porque eu queria que voc, mas isso no significa que vou trocar tudo para voc. " 
-Voc disse que me amava. " 
"Eu te amo". Disse-o com fria. "Nunca amei a ningum como Te amo. Mas no  suficiente". "Para mim  mais que suficiente." 
-Bom, no para mim. Eu no sou voc, Murphy. Brianna no estou, no estou Maggie ". Voltou-se de distncia, a luta contra o impulso de libras com seus punhos nas 


pedras at as fazer sangrar. "Tudo o que foi levado longe de mim quando minha me me disse quem sou, estou-me voltando. Estou-o tirando de volta. Tenho uma 

vida." 
Olhos escuros e batido, girou-se de costas a ele. "Crie que no sei o que quer? Vi sua cara quando voc entrou esta manh e eu estava preparando o caf da manh. 


Isso  o que quer, Murphy, uma mulher que tender a sua casa, damo-lhe a bem-vinda na cama, tm a seus filhos, e ser o ano de contedo depois de anos 

com jardins e uma vista do vale e chamins. " 
Cortou  essncia do que era. "E estas coisas esto por debaixo da talha de voc." 
"No so para mim", respondeu ela, negando-se a deixar que as palavras amargas lhe fazer danifico. "Tenho uma carreira que pus em espera o tempo suficiente. Tenho 


um pas, uma cidade, uma casa para voltar para". 
"Voc tem uma casa aqui." 
"Tenho uma famlia aqui", disse ela com cuidado. "Tenho pessoas que significam muito para mim aqui. Mas isso no quer chegar a casa." 
"O que se detenha?" -perguntou. "O que te detm? Crie que quero que voc possa cozinhar minha comida e lavar minhas camisas sujas? estive fazendo bem em meu 
prprio 
durante anos, e pode faz-lo ainda. No me importa um nada se Nunca levante uma mo. Posso contratar ajuda se se tratar disso. Eu no sou um homem pobre. Voc 
tem 
uma carreira que est peo que no? Voc poderia pintar de sol a sol e eu s estar orgulhosos de vocs ". 
"No me lembro." 
"No, eu no o sou. No sou a compreenso de como pode me amar, e eu a ti, e ainda terei que afastar-se dela e de mim. Que compromissos se necessita? S tem 

que perguntar. " 
"Que compromisso?" -gritou, porque a fora de sua necessidade lhe apertava o corao. "No h perigo aqui, Murphy. No estamos falando de fazer ajustes. No  uma 


questo de mudar-se a uma casa nova, ou a recolocao em uma cidade diferente. Estamos falando aqui moderados, os mundos. E abrangem o teu e entre a minha. 

No se trata de arrastar os ps ao horrio das tarefas de aes.  renunciar a um caminho para um pouco completamente diferente. Nada troca para ti, e tudo 
troca 
para mim.  muito pedir. " 
"Quer dizer. Est-te cego a isso". 
"No me importa um carajo sobre os sonhos e fantasmas e espritos inquietos. Esta sou eu, a carne e o sangue", disse, desesperado por convencer aos dois. "Isto 


 aqui e agora. Vou dar tudo o que possa, e eu no quero te fazer danifico. Mas quando se pede mais,  a nica opo que tenho." 
"A nica opo j o ver." tornou-se para trs. Seus olhos estavam bem agora, com a agitao s uma pista detrs da azul gelo. "Est-me dizendo que 

vou, sabendo do que encontramos juntos, sabendo o que sente por mim, vou a Nova Iorque e viver feliz sem ela." 
"vou viver como tenho que viver, que eu sei como viver." "Pode ter o corao detrs de mim, e que  cruel de ti." 
"Eu sou cruel? Crie que no me faz mal por estar aqui e exigente posso escolher entre minha mo direita e minha esquerda?" Bruscamente, refrigerados, at os ossos, 


ela abraou a si mesmo. "OH,  to fcil para ti, maldita seja, Murphy. No tem nada ao risco, e sem nada que perder. Damn You," disse de novo, e seus olhos eram 


brilhantes e amargo e no parecia muito dele. "Voc no encontrar a paz mais que eu." 
Com as palavras ardentes na lngua, ela se voltou e saiu correndo. O zumbido em seus ouvidos foi temperamento, ela estava segura disso. O enjo indignado 

emoes e a dor em seu corao uma combinao violenta de ambos. 
Mas ela se sentia como se algum estivesse correndo com ela, dentro dela, como desesperadamente infeliz como ela, como amargamente sem esperana. 
Ela fugiu a campo travessa, sem deter-se o chegar a Brianna jardim e o co dormitando levantou de um salto para saud-la. Correr ainda quando ela tropeou em 

a cozinha e um surpreso Brianna chamou por seu nome. 
Correr at que se fechou em sua habitao sozinho, e no havia nenhum lugar para a meta. 
Brianna esperou uma hora antes de que ela chamou brandamente  porta. Ela esperava encontrar Shannon chorando ou dormindo a Mona as lgrimas. O nico espiono 

Brianna tinha tido de seu rosto como tinha rajado dentro e fora da cozinha falou da misria e a pacincia. 
Mas quando abriu a porta, ela no encontrou chorando Shannon. Encontrou a sua pintura. 
"A luz que est passando." Shannon no se incomodou em olhar para cima. O varrido de seu pincel era apaixonado, frentico. -vou necessitar algumas abajures. Tenho 


que ter a luz ". 
- obvio. Trarei um pouco. " Ela deu um passo adiante. No era a cara de dor que via, mas a cara de algum com a metade silvestres. "Shannon" 
"No posso falar agora. Tenho que fazer isto, tenho que tirar o de meu sistema uma vez por todas. Tenho que ter mais luz, Brie". 
-Muito bem. vou ver ele. " Em silncio, fechou a porta detrs dela. 
Ela pintou toda a noite. Nunca tinha feito isso antes. Nunca  necessrio ou se preocupou o suficiente. Mas ela necessitava isto. Era pela manh enche quando 

deteve-se, com as mos apertados, os olhos ardendo, sua mente morto. No havia meio doido a bandeja da Brianna tinha criado em algum momento durante a noite, nem 


estava interessado na comida agora. 
Sem olhar ao tecido terminado, deixou seus pincis em um frasco de essncia de terebintina e logo se voltou e caiu completamente vestido na cama. 
Era quase noite de novo antes de que ela despertou, rgido, atordoado. No tinha sido nenhum sonho deste tempo, ou nenhum recordava, s o sonho profundo, 

que a deixou esgotada sensao de casco a cabo e enjoado. 
Mecanicamente se tirou a roupa, tomou banho, vestiu-se uma vez mais que nunca, uma vez que v a pintura que tinha sido impulsionado para iniciar e terminar em uma 

noite 

desesperada-se. Em seu lugar, tomou a bandeja sem tocar e o levou escada abaixo. Viu Brianna no vestbulo, de fazer uma oferta adeus aos hspedes. Shannon 
passou 
sem falar, vai  cozinha a deixar de lado a bandeja e verta o caf que se feito para ela horas antes. 
"vou fazer fresco", que oferece Brianna o momento em que entrou 
"No, isto est muito bem." Com um pouco parecido a um sorriso, Shannon levantou a taa. "Srio. Sinto muito, perdi a comida." 
-No importa. me deixe que te preparo algo, Shannon. Ainda no comeste nada desde ontem, e te v plido. " 
"Suponho que poderia utilizar algo." Porque ela no podia encontrar a energia para fazer qualquer outra coisa, foi  mesa e se sentou. 
"Teve uma briga com o Murphy? 
-Sim e no. No quero falar disso agora. " Brianna se voltou o calor em virtude de seu guisado antes de ir  geladeira. "No vou pressionar a seguir. Terminou 

sua pintura?" 
"Sim". Shannon fechou os olhos. Mas havia mais para terminar. "Brie, eu gostaria de ver as letras agora. Tenho que ver". 
"depois de ter comido", disse Brianna, corte em rodelas de po de um sndwich. "vou chamar ao Maggie, se no te importar. Devemos fazer isto juntos." 
"Sim". Shannon empurrou a taa a um lado. "Devemos fazer isto juntos." 
Captulo Vinte e trs 
Foi algo difcil de olhar as trs letras magro, unidos por um lao vermelho desbotado. E era um homem sentimental, refletiu Shannon, quem empatou cartas de uma 


mulher, to poucas letras, em uma cinta que o tempo de lixiviao de cor. Ela no pediu o brandy, mas se mostrou agradecida quando Brianna estabelecer uma taa 


por seu cotovelo. Tinham ido  sala da famlia, os trs deles, e Gray tinha tido ao beb ao Maggie. 
portanto, estava em silncio. 
Na luz do abajur, porque o sol se estava pondo ao anoitecer, Shannon se reuniram seu valor e abriu o primeiro sobre. 
de escritura  mo de sua me no tinha trocado. Ela pde ver que imediatamente. Sempre tinha sido limpo, feminino, e econmica de algum jeito. 
Meu querido Tommy. 
Tommy Shannon pensou, olhando  nica linha. Lhe tinha chamado Tommy quando ela tinha escrito para ele. E Tommy quando tinha falado dele a sua filha durante 

o primeiro, e a ltima vez. 
Mas Shannon pensado nele como Tom. Tom Concannon, que tinha passado a seus olhos verdes e cabelo castanho. Tom Concannon, que no tinha sido um bom agricultor, 
mas 

um bom pai. Um homem que se apartou de seus votos e sua esposa para amar a outra mulher e a tinha deixado ir. Quem queria ser poeta, e para fazer sua fortuna, 

mas no tinha morrido fazendo. 
Seguiu lendo, e no teve mais remedeio que escutar a voz de sua me, e o amor e a bondade nele. No lamenta. Shannon no pde encontrar lamenta, nas palavras 

que falavam de amor e o dever e a complexidade de opes. Nostalgia, sim, e lembranas, mas sem desculpar-se. 
Sempre o tinha terminado. Sempre, Amanda. 
Com muito cuidado, Shannon voltou a dobrar a primeira letra. "Ela me disse que tinha escrito de novo a ela. Nunca encontrei nenhuma carta com suas coisas. " 

"Ela no tivesse mantido," murmurou Brianna. "No respeito de seu marido. Sua lealdade e seu amor estavam com ele." 
"Sim". Shannon queria acreditar isso. Quando um homem lhe tinha dado todas de si mesmo durante mais de vinte e cinco anos, que se merecia nada menos. 
Abriu a segunda carta. iniciou-se na mesma forma, terminou da mesma maneira que o primeiro. Mas entre existiam indcios de algo mais que lembranas de um amor 

efmero e o proibido. 
"Ela sabia que estava grvida," administrado Shannon. 
"Quando escrevia isto, ela sabia. Teria medo tido, inclusive desesperada. Ela tinha tido que ser. Mas ela escreve com tanta calma, que no o fazem saber, 

ou adivinhar, inclusive." Maggie tomou a carta dela quando ela o tinha dobrado de novo. "Ela poderia ter necessitado tempo para pensar o que faria, o que podia 

fazer. 
Seu familia-d o que o homem encontrou Rogam-que no teriam tido com ela." 
"No. Quando lhes disse, que insistiu em que ela desaparece, ento me d e evitar o escndalo. Ela no o faria." 
"Queria-te", disse Brianna. 
"Sim, ela me queria." Shannon abriu a ltima letra. Lhe rompeu o corao ao ler isto. Como poderia ter sido a alegria? , perguntou-se. Por muito que o medo 

e a ansiedade que pode ler entre linhas, havia alegria inconfundvel neles. Mais, produziu-se um rechao da vergonha do que se esperava de uma mulher solteira 

grvida w on filho de um homem casado. 
Era bvio que tinha feito sua eleio quando tinha escrito a carta. Sua famlia a tinha ameaado sendo deserdado, mas se no tivesse importado. Ela havia 

arriscado isso, e tudo o que ela tinha conhecido, para ter a oportunidade, e o menino que levava. 
"Lhe disse que no estava sozinho." tremeu a voz do Shannon. "Ela mentiu a ele. Ela estava sozinha. Ela tinha tido que ir ao norte e encontrar trabalho porque seu 


famlia a tinha separado deles e de seu prprio dinheiro. Ela no tinha nada." 
"Lhe tinha", Brianna corrigido. "Isso  o que queria. Isso  o que escolhi." 
"Mas nunca lhe pediu que viesse a ela, ou que a deixasse voltar para ele. Nunca lhe deu uma oportunidade, s lhe disse que estava grvida e que ela o amava 

e se ia. " 
"Ela fez lhe dar uma oportunidade." Maggie lhe ps uma mo sobre o ombro do Shannon. "Uma oportunidade para ser um pai para os filhos que j tinha, e para saber 


que haveria outra pessoa que estaria bem amado e cuidado. Talvez ela tomou a deciso de suas mos, que lhe tivesse partido em duas j seja forma em que deu a volta. 


Acredito que ela o fez por ele, e para ti, e talvez inclusive para ela mesma. " 
"Ela nunca deixou de am-lo." Outra vez dobrou a carta. "Inclusive amar a meu pai tanto como o fez, nunca se deteve. Ele estava em sua mente quando ela morreu, 
justo 

quando estava na sua. Os dois se perderam o que algumas pessoas nunca encontrar." 
"No podemos dizer o que poderia ter sido." Meigamente Brianna atou um fita de seda ao redor das letras de novo. "Ou a mudana o que se perdeu ou foi encontrado. 


Mas no te parece, Shannon, fizemos o melhor para eles? O estar aqui. Realizao de uma famlia fora de suas famlias. Irms de suas filhas." 
"Eu gostaria de pensar que ela sabe que eu no estou zangado. E que eu estou comeando a entender." Havia paz no que, Shannon se deu conta. Na compreenso. 

"Se tivesse estado vivo quando vim aqui, trataram-me que cuidar dele." 
"Dela assegure-se." Maggie lhe deu um aperto de ombro. 
"Eu sou", Shannon se deu conta. "Neste momento se trata da nica coisa que estou seguro." 
cansao miservel frescas quando ela se levantou. Brianna estava com ela e lhe tendeu as letras. "Estes so os seus. Havia quero que eles tm." 
"Obrigado". No documento se sentia to magra contra sua mo, to frgil. E to precioso. "vou manter os, mas so nossos. Tenho que pensar". 
"Leve a seu brandy. Brianna tomou o copo e o tendeu. "E um banho quente. Eles facilidade memore, corpo e esprito." 
Foi um bom conselho, e tinha a inteno de tom-lo. Mas quando ela entrou em sua habitao, Shannon estabelecer a taa a um lado. A pintura a atraiu agora, 
assim 
que acendeu as luzes antes de cruzar  mesma. 
Estudou o homem sobre o cavalo branco, a mulher. O brilho de cobre e uma espada. Ali estava o redemoinho de uma capa, o varrido de cabelo castanho levantada 
por 
o vento. 
Mas havia mais, muito mais. Basta jogando sentar-se cuidadosamente ao bordo da cama enquanto seu olhar ficou cravada no tecido. Ela sabia que tinha sado 

dela, cada pincelada. Entretanto, parecia impossvel que tivesse podido fazer esse trabalho. 
Ela tinha feito uma realidade a viso. Ela tinha sido a inteno de faz-lo todo o tempo. 
Em um suspiro tremente, fechou os olhos e esperou at que esteve segura, at que pde ver em seu interior com tanta claridade como o tinha visto s pessoas que 


havia trazido para a vida com a pintura e o pincel. 
Era tudo to fcil, deu-se conta. No para nada complicada. Era lgico que o tinha complicado. Agora, inclusive com a lgica, que era simples. 
Tinha chamadas por fazer, pensou, continuando, agarrou o telefone para terminar o que tinha comeado quando ela tinha sado primeiro na Irlanda. Ela esperou 

at a manh para ir ao Murphy. O guerreiro tinha sado da mulher sbia da manh, assim era o direito de fechar o circulo na mesma hora do dia. 

Nunca cruzou por sua mente que ele no estaria onde lhe buscou. E ele estava de p no crculo de pedra, a broxa na mo e a nvoa resplandecente como o 
flego 
dos fantasmas sobre a erva. 
Elevou a cabea quando a ouviu. Ela viu a surpresa, o desejo, antes de apertar o disparador at-um talento que no sabia que possua. 
-Pensei que poderia vir aqui. " Sua voz no era fria, que no podia dirigir. "Eu ia deixar isto para voc. Mas j que est aqui agora, o darei a ti, logo 
o 
perguntar se te escuta o que tenho que dizer." Ela tomou a broxa, j no estava aturdido ou ansioso quando parecia vibrar em sua palma. "Trouxe-te algo." O 

tendeu o tecido, envoltas em papel grosso, mas ele no fez gesto de tom-lo. "Voc me perguntou se queria pintar algo para voc. Algo que recorda a ti, e 
o 
fiz." 
"Como presente de despedida?" Tomou o tecido, mas se aproximou de dois passos da incline, sem abrir, em pedra. "No vai fazer, Shannon". 
" possvel que veja." 
"vo haver tempo para que quando eu hei dito o que h em minha mente." 
"Est zangado, Murphy. Eu gostaria" 
tolos "direito Maldio estou zangado. Nos dois. Sangrento. S tranqila-le ordenou-, e me deixe lhe dizer isto a minha maneira. Tinha razo sobre algumas costure, 


e eu estava equivocado a respeito de alguns. Mas eu no estava mal que nos amamos, e se entende. pensei nele a maior parte das ltimas duas noites, e vejo 
que 
pedi-te mais do que hei direito. H outra maneira que no teve em conta, que me fizeram a vista gorda ante porque era mais fcil de olhar diretamente a ele. 

" 
"Estou pensando, tambm." Alargou a mo, mas ele deu um passo atrs bruscamente. 
"vai esperar um minuto maldito e me deixe terminar? Eu vou com voc." 
"O que?" 
"Vou contigo a Nova Iorque. Se voc necessitar mais tempo para o cortejo-o o que diabos que escolheu cham-lo, o darei. Mas vais casar comigo, ao final, 

e no se equivoquem . No vou compromisso. " "O compromisso?" Escalonada, passou-se a mo pelo cabelo. "Este  um compromisso?" 
"No pode ficar, assim vou." 
"Mas a granja" 
"O diabo se leve a granja de mierda. voc crie que para mim significa mais que voc? Sou bom com minhas mos. Posso conseguir trabalho em qualquer lugar." 

"No  uma questo de trabalho". 
" importante para mim que no vivo de minha esposa." Disparou s palavras dela, seu atrever-se a discutir. "Pode me chamar sexista e um parvo ou como quer, 

mas isso no troca a questo. No me importa se tiver uma montanha de dinheiro ou nenhum absolutamente, ou se decide gastar em um casa grande ou carros de luxo, 

 avaro 

ou atirar longe apagado em um cilindro dos jogo de dados. O que  um problema para mim no  que eu te apio, mas que me apio ". Fechou a boca por um minuto e 
tratou 
de acalmar. 

"Logo que posso te chamar parvo por fazer uma declarao perfeitamente s, mas pode chamar um motivo para pensar a respeito de renunciar  granja." 
"A venda da mesma. Eu no sou um idiota. Nenhum de minha famlia esto interessados na agricultura, assim vou falar com o Sr. McNee, e Feeney e alguns 

dos outros.  boa terra". Seu olhar percorreu junto a ela e por um momento celebrou a dor enquanto viajava pelas colinas. " boa terra", repetiu. 
"E 
havia valoram." 
"isso OH est bem." Sua voz se elevou na paixo fresca. "Mescla de distncia de seu patrimnio, seu lar. por que no oferecer a cortar seu corao enquanto voc 


est nele?" 
"No posso viver sem ti", disse simplesmente. "E no o farei.  de terra e pedra. " 
"No me deixe isso te ouvir dizer isso". Ela acendeu, iluminavam. " tudo para ti. OH, voc sabe como me fazem sentir pequena e egosta. No o vou ter." Ela se 

voltou, 
fisting suas mos como ela saiu de pedra em pedra. Logo se inclinou pesadamente contra uma, j que golpeou e golpeou com fora que esta era. Desde o comeo 

tinha sido em espiral para o este. 
Ela se tranqilizou e se voltou para que ela pudesse ver seu rosto. Estranho, pensou, que era de repente to tranqilo, to seguro. 
"Voc o deixaria para mim, o que te faz o que ." Ela negou com a cabea antes de que pudesse responder. "Isto  divertido, muito divertido. Procurei minha alma 


a noite anterior, e a noite anterior. Parte dela me arrancou de fazer que a pintura. E quando por fim teve um largo olhar bom, eu sabia que no ia a nenhuma 

parte. " 
Viu a luz entre em seus olhos antes de que ele cuidadosamente controlado de novo. "Voc est dizendo que ficava, sem fazer o que quer. supe-se que me 

console, sabendo que esta aqui, mas infeliz?" 
"Eu vou render muito. Realmente fazer um sacrifcio". Com uma meia risada lhe aconteceu os dedos pelo cabelo. "Imaginei que, finalmente, tambm. Vou de Nova 
York. 
Voc no pode cheirar a erva, ou ver cavalos pastando. Voc no pode ver a greve da luz sobre os campos de uma maneira que faz Lhe di a garganta. Eu 
estou 
intercambiando o rudo do trfico pelo som dos sinsontes e as cotovias. vai ser muito dura de viver com isso ". 
Colocou as mos nos bolsos e comeou a passear-se de um modo que lhe advertiu que no a tocasse. "Meus amigos-conocidos em sua maioria, pensa-se em mim com expresso 


divertida e de vez em quando sacodem a cabea. Talvez alguns deles devem visitar e ver o que renunciei  via rpida para. Sou de comrcio que para 

a famlia , para a gente que me hei sentido mais perto que quase qualquer pessoa que conheci. Isso  um mau negcio bem. " 
Ela se deteve, olhando por entre as pedras como o sol que esquenta queimado a nvoa. "Logo est minha carreira, essa escada to importante para subir. Cinco 
anos 
mais, e te garanto que tivesse tido essa chave metafrica ao banho executivo. Sem dvida, Shannon Bodine tem a unidade, ela tem o talento, ela tem a ambio, 

e ela no pisca em sessenta horas semanais. pus em um monto dessas semanas, Murphy, e me ocorre que nenhum deles jamais me deu a alegria ou a 
simples 
satisfao que sentei desde a primeira vez que tomei um pincel aqui na Irlanda. Assim suponho que vai ser muito duro para mim a sua vez em minha jaqueta do Armani 


para uma camisa. " 
voltou-se para trs. "Isso deixa uma ltima coisa por meu clculo. J estou de volta em Nova Iorque, impulsionando para mim mesmo at o seguinte degrau dessa escada, 


e eu estou sozinho, enquanto que o homem que me ama  de trs mil quilmetros de distncia." Ela elevou as mos. "No parece haver nenhum concurso. Me vou render 


nada, porque no h nada ali. Esse  o brilhante brilho que tive ontem  noite. No h nada que eu quero, ou necessita, ou o amor. Tudo est bem aqui, aqui mesmo 

com 

voc. 
-Mas voc teve que saltar  direita dentro, no? " jogou em cabo quando se deram um passo adiante. "Agora nunca serei capaz de jogar na cara durante 

uma discusso o que tenho feito por ti. Porque eu no estou fazendo nada, e eu sabemos. E o teria feito tudo." 
No estava seguro de que pudesse falar, e quando o fez foi s uma frase instvel. "Voc fica comigo." 
Ela voou em crculos sobre aonde tinha equilibrado a pintura. Com rasga impaciente, arrancou-se o papel protetor a um lado. "Olhe isto e me diga o que v." 

Um homem e uma mulher em um cavalo branco, com as caras to familiares para ele como a sua, em uma terra banhada com a luz. O crculo de pedras no fundo 

com duas das pedras cruz que tinha cansado ainda em seu lugar. O broche de cobre sujeito a um cabo de redemoinho. 
Mas o que mais vimos foi que enquanto o homem sujeitou o cavalo da florao com uma mo, seu outro lugar da mulher prxima. E ela a ele. 
"Eles esto juntos." 
"No era minha inteno para pintar assim. supunha-se que devia estar na crista de distncia, como o fez, deixando-a quando lhe pediram que ficasse. Quando se 

declarou e ponha de lado tudo pingo de orgulho e chorou." 
Shannon tomou ar cuidado e terminou lhe dizendo o que tinha visto em sua mente e seu corao, quando ela tinha pintado. 
"O a deixou porque era um soldado, e sua vida foi batalhas. Imagino que as guerras da demanda a ser atendido, ao igual  terra o faz. Ele queria casar-se 

com ela, mas ele no quis ficar, e que necessitava que ficasse mais do que necessita o matrimnio, embora ela sabia que ela levava a seu filho. " 
O olhar do Murphy se disparou, detido em seu rosto. "Seu filho". 
"Ela nunca o disse. Pde ter feito a diferena, mas nunca o disse. Ela queria que ficasse para ela, para pr sua espada a um lado porque a amava 

mais do que era. Quando no, lutaram , aqui. Justo aqui. E disse que as coisas entre si para cada ferida, porque foi ferido. Lhe devolveu a broxa na ira, 

no na memria como sugere a lenda, e se afastou dela. Sempre acreditando que havia esperar. Ela o amaldioou como ele o deixou, e gritou que ele nunca houvesse 

a 
paz, j que ela, que nunca o tm at que a queria o suficiente para renunciar a todo o resto. " 
Shannon pressiona a broxa na palma de sua mo, manteve o seu sobre o mesmo. "Ela viu, no fogo quando caiu na batalha, quando se sangrou e morreu. 

E deu a luz a seu filho sozinho. Ela esteve esperando, sem cessar, para que ele a ama o suficiente." 
"Perguntei-me durante muito tempo, tratou de ver, e nunca pde." 
"Conhecer as respostas danifica a magia." Deixou a um lado o tecido pelo que j no seria entre eles. "Eles esto juntos agora. Quero ficar, Murphy. No  

sua eleio, no de minha me. Minas. Quero fazer uma vida aqui com vocs. Juro que te amo o suficiente." 
Tomou a mo, levou-a com ferocidade aos lbios. "Deixa-me que te corte, Shannon? 
"No" Saiu em uma risada rota. "Mas vou deixar que me case, Murphy". 
"Eu te conforma com isso." Ele a atraiu para ele, afundou a cara no cabelo. "Voc  a nica, Shannon. Voc  o nico para mim." 
"Sei." Fechando os olhos, ela apoiou a cabea sobre seu corao. venceu-se ali, firme e duradoura, como ele. O amor, pensou, fechou todos os crculos. "Vamos a
casa, Murphy," murmurou. "Te vou fazer o caf da manh."
